quarta-feira, 27 de abril de 2016

[Crime - Incêndio Urbano] Homem detido pela PJ por Incêndio em Pensão no Concelho da Póvoa de Varzim

A Directoria do Norte da Polícia Judiciária procedeu à identificação e detenção de um indivíduo de 47 anos de idade, por este ser o presumível autor de um crime de incêndio urbano verificado no quarto de uma pensão sita numa freguesia do Concelho da Póvoa de Varzim na noite de 28 de Março de 2016

Alegadamente motivado por desejo de vingança, tendo sido despejado do quarto da pensão onde ocorreu o ilícito criminal, devido à falta de pagamento do arrendamento de quarto, o suspeito terá ateado um foco de incêndio, utilizando um isqueiro para causar a combustão de uma mala de roupa e de um colchão. 

O incêndio apenas não foi causador de prejuízos mais elevados, visto ter sido detectado precocemente pelo proprietário do estabelecimento hoteleiro, que prontamente interveio para lhe pôr fim. 

Todavia, esta conduta criminosa, por motivo torpe, poderia potencialmente haver colocado em risco a vida e a integridade física de outros indivíduos que se encontravam no local.

O suspeito, detido e identificado pelas autoridades, é casado, tem a profissão de cozinheiro e será apresentado às autoridades judiciais competentes com vista a ver aplicadas as medidas de coacção tidas por convenientes.

Texto: Isabel de Almeida/Nova Gazeta

Foto: Arquivo Nova Gazeta/Direitos Reservados

Fonte: Gabinete de Imprensa PJ

segunda-feira, 25 de abril de 2016

[Literatura Infantil] Patrulha Pata chega à Nuvem de Letras



A Patrulha Pata tem feito as delicias dos mais pequenos na tv por cabo, através do canal Panda assistem diariamente de manhã e à noite um episódio desta série animada protagonizada pelo pequeno Ryder e os seus cachorros. Agora para delicia de todos esta equipa fantástica chegou ao papel pela mão da Nuvem de Letras que publicou já dois volumes de histórias caninas.

Em "Ao Resgate" somos apresentados a esta família de quatro patas e do seu jovem dono ficando a saber as particularidades de cada um e ainda como cada casota se transforma naquilo com que cada animal se identifica. Este é portanto um livro introdutório fundamental para perceber a dinâmica deste grupo tão divertido.

O segundo livro "Missão Canina" apresenta-nos uma história de entreajuda e superação de obstáculos em que a presidente da Baía da Aventura participa numa corrida de balões. Tendo medo de alturas a Presidente Goodway acaba por ser ajudada pelo pequeno Ryder e pelos seus ajudantes que irão verificar as condições do balão e repará-lo.

É possível tirar várias lições destes livros, em primeiro lugar temos a diversidade canina, cada animal é de uma raça diferente e inclui um rafeiro. Temos também diversidade étnica nas personagens humanas, sendo que uma delas é uma mulher com uma posição de poder. 

Nem sempre é necessário termos conversas profundas com crianças pequenas até porque provavelmente eles não conseguirão entender mas se houver algo que lhes seja visualmente apelativo com  mensagens subliminares a aprendizagem será natural. É muito mais fácil transmitirmos certos valores se os mesmos forem tratados com naturalidade, como algo que faz intrisecamente parte da nossa vida e é por isso que os livros infantis são tão importantes, porque contém mensagens que mesmo sem a criança perceber está a assimilar.

Por cá adoramos a Patrulha Pata e estaremos atentos a novos lançamentos. Sem dúvida uma coleção que recomendo. 



quinta-feira, 21 de abril de 2016

[Cultura - Divulgação Literária] RTP e LEYA Lançam “Colecção Essencial – Livros RTP”

Quarenta e seis anos após a primeira colecção ter marcado uma geração, a RTP e a LeYa lançam a “Colecção Essencial – Livros RTP”, formada por edições de capa dura de obras de grandes autores de língua portuguesa e de outras línguas, ao preço de 10 euros cada. O primeiro título, Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, chega hoje às livrarias nacionais.

Ontem, pela tarde, foi apresentada, em Lisboa, a “Colecção Essencial - Livros RTP”, um projecto cultural concebido pela RTP em parceria com a LeYa e que consiste na publicação de um conjunto de obras de ficção de autores de língua portuguesa e de outras línguas. O objectivo desta iniciativa é a promoção do gosto pela leitura através da descoberta (ou redescoberta) de alguns dos autores mais relevantes do século XX,  colocando à disposição do público, por um preço reduzido (10 euros) e ao ritmo de um título por mês, algumas das obras-primas da literatura contemporânea, com prefácios assinados por destacadas personalidades da cultura. 

O primeiro livro da colecção, Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago (prefaciado pelo editor Zeferino Coelho), chega às livrarias hoje,  21 de Abril. Em Maio será publicado A Guerra do Fim do Mundo, de Mario Vargas Llosa, prefaciado por António Mega Ferreira, e, em Junho, será editado Jesusalém, de Mia Couto, com prefácio de Miguel Real.

A curadoria da colecção pertence a  Zeferino Coelho, um dos mais considerados editores do mundo de língua portuguesa, editor da Caminho, integrada na LeYa.

A qualidade e a pertinência da “Colecção Essencial – Livros RTP” foi recentemente confirmada ao ser integrada no Plano Nacional de Leitura.

No âmbito desta colecção está prevista a publicação de 25 livros.

As capas da “Colecção Essencial – Livros RTP” foram criadas por Rui Garrido, Diretor de Arte da LeYa. 

[Acerca da colecção]:

O projecto da RTP de retomar a famosa iniciativa dos anos 70 que foi a colecção Livros RTP é um excelente projecto e mostra a amplitude que pode atingir o princípio do serviço público que a lei lhe atribui, que os portugueses dela esperam e que a Administração da RTP assumiu.

Encarregada de conceber, publicar e comercializar essa colecção – a que a RTP deu o título de “Colecção Essencial – Livros RTP”, a LeYa está confiante de que pode assumir inteiramente tal responsabilidade de acordo com os parâmetros definidos pela RTP.

Tomando como base que nesta fase a “Colecção Essencial – Livros RTP” incluirá 25 títulos, todos eles obras de ficção, de autores de diferentes países mas com predominância para autores de Língua Portuguesa e, dentro destes, para autores Portugueses, definir os títulos da colecção é sem dúvida uma tarefa difícil e sempre de resultado discutível e, eventualmente, controverso. Apesar disso, a LeYa assume essa responsabilidade, considerando que tais dificuldades têm de ser enfrentadas e vencidas uma vez que o objectivo final é disponibilizar uma colecção de 25 obras literárias para um público muito amplo, e aproveitar essa publicação para levar a cabo um verdadeiro programa cultural e literário que ajude a vencer um dos grandes défices do nosso país – a promoção do livro e da leitura entre todas as camadas da população.

Podemos já informar que dos 25 títulos, 12 serão de autores de língua portuguesa (sete de autores Portugueses, dois de autores Brasileiros e três de autores Africanos de Língua Portuguesa). Os restantes 13 títulos correspondem a algumas das grandes obras da literatura do século XX, com predominância para obras publicadas na sua segunda metade.

Num universo tão vasto não é possível incluir todas as obras fundamentais e representativas de uma escola, uma corrente literária, uma época e/ou uma geografia. Em todo o caso, no que se refere aos autores Portugueses, procurou-se incluir os mais destacados e activos durante a segunda metade do século XX (tendo ficado de fora alguns autores que fariam boa companhia aos que foram incluídos). Assim, não faltarão José Saramago, António Lobo Antunes, Vergílio Ferreira, Agustina Bessa-Luís, entre outros. Dos brasileiros, não poderia faltar Jorge Amado, mas não deixámos de incluir um autor que nos mostra um outro lado da riqueza da literatura Brasileira actual – Rubem Fonseca. Entre os Africanos entrarão nomes já inteiramente consagrados e com lugar cativo nas literaturas Africanas de Língua Portuguesa, sendo o primeiro o Moçambicano Mia Couto.

No que se refere a escritores de outras línguas que não a Portuguesa, os leitores encontrarão nomes bem conhecidos provenientes de Inglaterra, França, Estados Unidos, Itália, Alemanha, Espanha e da América Latina. Isto é, Mario Vargas Llosa mas também Gabriel García Márquez, Faulkner mas também Philip Roth, Primo Levi mas também Italo Calvino, Marguerite Yourcenar mas também Thomas Mann… Enfim, uma selecção muito condicionada pela quantidade mas de indiscutível qualidade, e representativa do melhor que se escreveu e publicou ao longo do século XX.

Todos os volumes incluirão prefácios assinados por autores de língua portuguesa – com uma exceção para Alberto Manguel, que prefaciará Cem Anos de Solidão – de autoridade indiscutível. Serão textos curtos, mas que, pela sua qualidade, concisão e agudeza, tornarão singular a presente edição de cada uma destas obras. Não faltará também um breve resumo biobibliográfico de cada autor.

COLECÇÃO ESSENCIAL – LIVROS RTP

Os primeiros 12 livros

Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago
Prefácio: Zeferino Coelho

A Guerra do Fim do Mundo, Mario Vargas Llosa
Prefácio: António Mega Ferreira

Jesusalém, Mia Couto
Prefácio: Miguel Real

A Mancha Humana, Philip Roth
Prefácio: Clara Ferreira Alves

Capitães da Areia, Jorge Amado
Prefácio: José Carlos de Vasconcelos

As Naus, António Lobo Antunes
Prefácio: Ricardo Araújo Pereira

Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez
Prefácio: Alberto Manguel

O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald
Prefácio: António-Pedro Vasconcelos

Dinossauro Excelentíssimo, José Cardoso Pires
Prefácio: Carlos Reis

A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera
Prefácio: Inês Pedrosa

As Cidades Invisíveis, Italo Calvino
Prefácio: Nuno Júdice

A Geração da Utopia, Pepetela
Prefácio: Ondjaki


Edição de Texto: Isabel de Almeida/Nova Gazeta

Fonte e Fotos: Leya - Direcção de Comunicação

Nota de redacção: o texto foi editado ao abrigo da ortografia anterior ao Acordo Ortográfico por expressa opção da linha editorial do jornal Nova Gazeta.


terça-feira, 19 de abril de 2016

[Sociedade] APAV em instalações cedidas pela Câmara Municipal de Setúbal

 Foto Direitos Reservados Câmara Municipal de Setúbal
O gabinete de Setúbal da APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, encontra-se a funcionar, desde hoje, em instalações para o efeito cedidas pela Câmara Municipal da cidade Sadina, ao abrigo de Protocolo formalizado nesse mesmo sentido.

Conforme referiu Maria das Dores Meira, Presidente da Câmara Municipal de Setúbal “Este é um acto simples mas, como sempre, são estes atos que têm maior significado pelo que permitem fazer e acontecer” aquando da formalização do Protocolo de cedência de instalações por um período de três anos. 

As instalações cedidas pelo Município de Setúbal situam-se na Praça do Brasil, em piso térreo que foi objecto de renovação e adaptação tendo em conta as necessidades da APAV, dispondo de duas salas, uma delas terá por destino o atendimento, e outra será utilizada pelas equipas de voluntários e ainda para a realização de outras acções de trabalho.

Maria das Dores Meira teve oportunidade de destacar que o apoio concedido pela autarquia à APAV engloba os encargos inerentes ao funcionamento das instalações cedidas, tendo ainda agradecido e evidenciado “o trabalho de uma instituição particular de solidariedade social numa área manifestamente complexa como é o apoio a vítimas de crimes”.

 Por sua vez, João Lázaro, Presidente da APAV, assinalou que, com o protocolo de colaboração formalizado com o Município de Setúbal, foi possível garantir “a manutenção do gabinete, um dos mais antigos da instituição, em Setúbal”, que agora conta “com condignas condições de trabalho”.

No decurso da cerimónia oficial de formalização do Protocolo, a qual faz parte integrante das comemorações do 156º aniversário da Elevação de Setúbal a Cidade, João Lázaro mencionou que a APAV deverá ser vista “como um veículo para ser utilizado” e que se revela “uma peça fundamental na política de intervenção social”.

 Entre as missões mais relevantes da APAV conta-se: a promoção da protecção e do apoio a vítimas de infracções penais, em especial às mais carenciadas, nomeadamente através da informação, do atendimento personalizado e encaminhamento, do apoio moral, social, jurídico, psicológico e económico.

“Eis o que estas instalações ajudam a promover, apoio que se estende à realização de investigação e estudos sobre os problemas da vítima, para a mais adequada satisfação de interesses e a participação em programas, projetos e ações de informação e sensibilização da opinião pública” consoante destacou Maria das Dores Meira, a qual sublinhou ainda o orgulho em apoiar esta missão “Sentimos que assim somos parte de algo verdadeiramente importante para os que são vítimas de violência, para os que, indefesos e fragilizados, são incapazes de vencer os enormes problemas que estas situações provocam.”

O acto  público desta manhã, envolveu a participação de  elementos do Executivo municipal, a da Directora do Centro Distrital de Setúbal da Segurança Social - Natividade Coelho, do Presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião - Nuno Costa, e de representantes da PSP, GNR e Tribunal de Setúbal, tendo também incluído uma visita às novas instalações da APAV.

Texto: Isabel de Almeida/Nova Gazeta
Fonte: Câmara Municipal de Setúbal
Foto: Direitos Reservados Câmara Municipal de Setúbal

[Cultura - Crítica Literária] "Vamos Comprar um Poeta", de Afonso Cruz [Editorial Caminho]

Crítica Literária 

Texto: Isabel Alexandra Almeida/Nova Gazeta/Os Livros Nossos

Foto: Direitos Reservados - Editorial Caminho [Grupo LeYa]

Vamos Comprar um Poeta é um surpreendente grande pequeno livro da autoria de Afonso Cruz. Porque os livros, tal como as pessoas, não se medem pela extensão, mas pela qualidade, pela essência, pela personalidade própria, pela originalidade e pela capacidade de nos tirar da zona de conforto e de nos abanar a alma, e é precisamente isto que este pequeno grande livro faz connosco.

A premissa inicial é, desde logo, interessante, numa sociedade em tempo indeterminado, algures no futuro, a narradora participante descreve-nos uma sociedade materialista onde tudo é visto de modo quantificado ou quantificável, até mesmo as emoções, e os nomes sujeitos são meras combinações de números onde o peso das dízimas diz algo sobre a preponderância social de cada indivíduo.

Numa elegante prosa plena de ironias e toques de humor, entramos na intimidade de uma família [ a da nossa narradora] constituída pela própria, pelos pais e pelo irmão, e iremos conhecê-los quando se predispõem  a comprar um Poeta, visto que não suja e é relativamente fácil de manter em casa para entretenimento da família, sem consequências de maior na rotina de cada um [assim pensam os membros desta família].

E o Poeta chega a instala-se, ou melhor dizendo, é instalado num espaço exíguo num vão de escada e irá revolucionar a vivência economicista, quantificada e limitada deste núcleo familiar.

A sociedade imaginária narrada neste livro tem algo de assustadoramente familiar...embora esteja caricaturada e levada ao extremo, perdeu valores culturais, menospreza o conhecimento, a criatividade o peso e a relevância da imaginação, sendo impensável e mal visto socialmente desenvolver uma actividade intelectual que se afaste do campo dos números, da economia, da lógica fria do lucro e dos ilusórios prosperidade e crescimento.

Com inúmeras referências culturais, que são depois esmiuçadas em notas no final da obra, este livro tem o condão de nos fazer rir de nós próprios e do mundo que estamos a construir, sendo um belíssimo exercício contemporâneo do lema ridendo castigat mores de Gil Vicente.

A ler, a reler, a coleccionar, a recomendar e a reflectir de quando em vez! Parabéns Afonso Cruz.


Ficha Técnica da Obra:


Título: Vamos Comprar um Poeta


Autor: Afonso Cruz


Editora: Caminho [Grupo Leya]


Edição: Março de 2016


Páginas: 104


Género: Juvenil/ficção contemporânea

Nota de redacção: O exemplar da obra foi gentilmente cedido pelo editor para artigo de crítica literária.



domingo, 17 de abril de 2016

[Espaço Psy] Porquê a importância do ensino artístico nas escolas?

                                                      Texto: Pedro Taborda

Mestre em Psicologia Educacional e da Orientação pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa.


O papel do ensino artístico tem sido debatido, ainda que em surdina, em Portugal ao longo do tempo. Com os diversos governos e políticas implementadas temos vindo a observar uma oscilação na postura adotada face ao ensino artístico. 

Do ponto de vista da psicologia importa salientar que vários autores sublinham a importância do papel que a aprendizagem da arte pode ter no desenvolvimento dos alunos. 

É também relevante afirmar que o desenvolvimento cognitivo é importante, mas não é só a partir dele que se potencializa a formação de jovens e adultos capazes de enfrentar os problemas que os esperam. 

De acordo com as várias contribuições científicas que têm sido feitas  podemos dizer que a aprendizagem da arte tem demonstrado ser uma forte aliada no desenvolvimento de aspetos como a perceção visual, da empatia e da formação de indivíduos com maior sentido crítico. Isto é, incluir a formação artística,  atenta à evolução dos alunos e com um crescente grau de exigência é contribuir para uma cultura educacional focada na formação completa dos jovens. 

E é pertinente dizer que criar um sistema de ensino (desde o básico ao secundário) com uma forte componente artística presente e creditada é criar condições para uma formação mais completa, mais envolvente e mais capaz. 

Ao longo do tempo as políticas educativas têm sido alvo de um debate, na sua essência, ideológico e politizado. Ideológico porque muitas vezes assistimos a um debate de confronto entre a tradicional visão da esquerda e da direita; politizado porque olha a dogmas partidários e ideias pré-concebidas. O bom é que a cultura e o ensino não são nem da direita nem da esquerda. Afirmar que algo é mais do um do que outro seria cair em ditadura educativa e ideológica. 

Questões políticas à parte a única linha orientadora que devemos seguir é esta e apenas esta: dados que sustentam as teorias educativas mais relevantes. E dados não só estatístiscos mas empíricos, que nos permitam ajustar as nossas regulamentações educacionais num principio de rigor e necessidade.

Sabemos que muitas vezes, por questões de contenção orçamental, existem áreas que sofrem cortes e reestruturações. E muito recentemente temos ouvido dizer que a política é a arte do possível. Mas antes de analisarmos se estas posturas são de facto as mais corretas convém termos em mente o papel que o sistema educativo deve ter nos dias de hoje. 

Sem dúvida que ninguém ousaria afirmar que a política educativa deve ser delegada para um lugar menor em qualquer governo, instituição ou até país. Mas, de facto, observamos que certas valências do ensino acabam por o ser. E a educação artística é exemplo disso. 


Tendo em conta as vantagens de uma educação artística mais frequente e de uma cultura e clima escolares, porque continuamos nós a achar que falamos de uma área curricular menor? 

pedromtaborda@gmail.com

sexta-feira, 15 de abril de 2016

[Beleza] Pincéis de maquilhagem – básicos

Texto: Leonor Morais Vasconcelos




Fotos: direitos reservados



Dos acessórios de maquilhagem que existem – e que são bastantes! – tenho especial predilecção por pincéis, ferramenta essencial para que o resultado final seja o melhor.

Neste artigo incluí os modelos dos pincéis que considero básicos.


Existem várias marcas que vendem pincéis, umas mais caras do que outras. Fica ao critério de cada uma escolher se deseja investir num bom pincel ou usar um mais barato – e que também funciona lindamente!



Não esquecer que os pincéis devem ser limpos pelo menos uma vez por mês, com sabonete normal (tipo Dove) ou com produtos específicos para tal, que facilmente compramos nas perfumarias.