quarta-feira, 15 de junho de 2016

[Cultura - Autores] Manuel Alegre Doutor Honoris Causa Pela Universidade de Pádua

Texto: Isabel de Almeida
Crítica Literária e Jornalista

Foto: Luíz Carvalho - Gentilmente Cedida pelo Grupo Editorial LeYa.

   Manuel Alegre vai receber o Grau de Doutor "Honoris Causa" pela Universidade de Pádua, sendo esta distinção atribuída ao autor na área de Línguas e Literaturas Modernas Europeias e Americanas.

   A decisão foi objecto de aprovação, no passado dia 7 de Junho, pelo Senado daquela Universidade Italiana, a mais antiga do mundo.

   Além de Manuel Alegre, irão receber igual grau académico o realizador Steven Spielberg (será Doutor em Ciências Históricas, quanto promotor da Fundação "História Visual dos Sobreviventes da Shoah"), e Malala Yousafzai, a Prémio Nobel da Paz 2014 (será Doutora em Formação Cultural e Sociedade Global)

  A atribuição desta relevante distinção ao autor da obra Praça da Canção foi devidamente assinalada na imprensa Italiana, designadamente nos jornais Corriere della Sera e Il Matino, e decorre do trabalho realizado à volta  da obra de Manuel Alegre na Universidade de Pádua. Em Abril de 2010 aquela Instituição de Ensino Superior, em parceria com o Instituto Camões, deu início à Cátedra Manuel Alegre na Facoltà di Lettere e Filosofi, momento em que ao autor foi atribuído ainda o título de Cidadão Honorário de Pádua.

   A Universidade de Pádua é considerada, juntamente com a de Bolonha, a mais antiga do mundo, tendo por lema "Universa Universis Patavina Libertas" ("Inteira, para todos, a liberdade da Universidade de Pádua"), e ali estudaram alguns importantes pensadores, entre os quais, os Portugueses Fernando de Bulhões (Santo António) e o Renascentista Damião de Góis.

  Trata-se de um reconhecimento da vida e obra de Manuel Alegre ao nível internacional que ocorre pouco tempo depois de, em Portugal, o autor ter visto o seu trabalho reconhecido com três prémios literários de excelência: Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores; Prémio Consagração de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores e Grande Prémio de Literatura dst.



[Período de Descontos] Diário do Europeu 1ª Jornada

Texto: Pedro Ferreira de Carvalho
Nova Gazeta e Diário do Distrito

Foto: Arquivo Nova Gazeta/DR

Grupo F – Surpresa lusa perante estreante Islândia

Portugal iniciou o Euro com um empate, que não sendo uma tragédia, deixa desde já o seleccionador nacional alerta, tal o desnível teórico que existe entre as duas selecções. Antes da bola começar a rolar, este seria à partida o encontro mais fácil dos três da fase de grupos. Esperemos que assim não seja.

A primeira parte não começou mal, com Portugal a tentar desde o início impor o seu futebol, perante os jogadores islandeses que usaram do físico a sua principal arma de combate. Nani marcou o golo da vantagem, ao passar da meia hora de jogo, fazendo o 600º golo da história dos Euros. No entanto, uma desatenção da defesa portuguesa já na segunda parte permitiu o empate por parte de Bjarnason. Até ao final, Portugal não conseguiu desatar este nó, mesmo com as entradas de Renato Sanches, Quaresma e Éder.

No outro jogo do grupo, a Hungria somou os primeiros 3 pontos, após levar de vencida a selecção Austríaca.

1º Hungria – 3 pontos
2º Islândia – 1 ponto
3º Portugal – 1 ponto
4º Áustria – 0 pontos
18.06.2016 (17:00) – Islândia – Hungria
18.06.2016 (20:00) – Portugal – Áustria

Grupo A – Gauleses em casa começam com pé direito

O Euro iniciou-se como é costume com o anfitrião do torneio. A França confirmou o favoritismo perante uma Roménia longe de outras selecções como a que tinha em 1994. Vitória algo suada por 2-1, quase ao cair do pano.

A Suiça arrumou cedo a questão com a Albânia, com o 1-0 a surgir logo aos 5 minutos.

1º França – 3 pontos
2º Suíça – 3 pontos
3º Roménia – 0 pontos
4º Albânia – 0 pontos

15.06.2016 (17:00) – Roménia – Suíça
15.06.2016 (20:00) – França – Albânia

Grupo B – Bale… à Ronaldo

Gareth Bale há já alguns anos que se destaca no futebol de clubes. Primeiro na Premier League, e depois, no Real Madrid. Ao lado de Ronaldo, Bale conquistou recentemente uma Liga dos Campeões. Agora, Bale tem ao seu alcance algo que Giggs nunca teve. A possibilidade da sua selecção disputar uma fase final de uma grande competição. A única vez que o País de Gales esteve presente foi no longínquo ano de 1958. E Bale começou bem, com um livre directo ao bom estilo de Ronaldo. A Eslováquia ainda empatou, mas os galeses alcançaram a vitória dos 81 minutos.

Na outra partida, o primeiro empate da prova, entre Ingleses e Russos, a 1 bola, com cenas antes e após o jogo entre adeptos a envergonharem todos os que se preocupam com ameaças bem mais sérias, como o terrorismo.

A Rússia foi punida com o afastamento da prova, suspenso até final da mesma, caso não hajam reincidências dos seus adeptos.

1º País de Gales – 3 pontos
2º Rússia – 1 ponto
3º Inglaterra – 1 ponto
4º Eslováquia – 0 pontos

15.06.2016 (14:00) – Rússia – Eslováquia
16.06.2016 (14:00) – Inglaterra – País de Gales

Grupo C – Onze contra onze e no final… ganha a Alemanha

Os alemães, campeões mundiais, tentam agora juntar a este título o de campeões da Europa. Começaram bem, com vitória por 2-0 perante a Ucrânia que não teve muitos argumentos perante o futebol calculista e bem desenhado dos germânicos.

A Polónia alcançou também uma importante vitória por 1-0 perante a Irlanda do Norte, em teoria a formação mais fraca do grupo.

1º Alemanha – 3 pontos
2º Polónia – 3 pontos
3º Irlanda do Norte – 0 pontos
4º Ucrânia – 0 pontos

16.06.2016 (17:00) – Ucrânia – Irlanda do Norte
16.06.2016 (20:00) – Alemanha – Polónia

Grupo D – La Roja em defesa do título europeu

Piqué arranca quase a ferros o primeiro triunfo perante uma República Checa algo lenta e com alguma veterania.

No outro encontro, Modric marca um golo de bandeira para garantir a vantagem pela margem mínima perante a Turquia.

1º Espanha – 3 pontos
2º Croácia – 3 pontos
3º República Checa – 0 pontos
4º Turquia – 0 pontos

17.06.2016 (17:00) – República Checa – Croácia
17.06.2016 (20:00) – Espanha – Turquia

Grupo E – Squadra Azzurra igual a si mesma

Mudam os jogadores, mudam os treinadores, mas desta Itália, como aliás da maioria das selecções transalpinas, tudo se pode esperar. Ontem, uma vez mais, vitória justa com aquele toque cínico, por 2-0, perante a Bélgica, que teima em assumir-se como uma das favoritas, fruto do brilhante lote de jogadores que possui de há alguns anos para cá.

No outro jogo, empate entre a República da Irlanda e Suécia, a 1 bola, com Ibrahimovic a conseguir não mais do que um centro para o auto-golo irlandês do empate.

1º Itália – 3 pontos
2º República da Irlanda – 1 ponto
3º Suécia – 1 ponto
4º Bélgica – 0 pontos

17.06.2016 (14:00) – Itália – Suécia
18.06.2016 (14:00) – Bélgica – República da Irlanda

[Reportagem Especial] James McSill em Lisboa para o Congresso Luso-Brasileiro de Autores

Texto: Reliane de Carvalho
Autora dos Livros "Menina dos Olhos da Alma"

Fotos: D. R.

No dia 04 de junho de 2016, aconteceu em Lisboa o VI Congresso Luso-Brasileiro de autores – James Mcsill, no auditório do El Corte Ingles.
James McSill é um especialista em Storytelling que ajuda a autores escrever histórias mais apropriadas para publicação comercial, mas trabalha também com atores, diretores e outros profissionais de cinema, TV e teatro. E não é só isso, trabalha com Storytelling empresarial, ajudando empresas a melhor alinharem suas histórias. James é um dos mais renomados consultores literários do mundo. Um "Guru da Palavra", que percorre o mundo com sua forma especial e talentosa de "Ser", a trabalhar em 5 países, em 15 cidades, e acompanhar autores, através da facilidade que hoje o mundo informatizado proporciona, em todos os cantos do globo terrestre. Seu Studio McSill é localizado em Yorkshire, na Inglaterra.

James McSill nasceu no interior do Rio Grande do Sul, no Sul do Brasil. Quando criança mudou para a Escócia onde cresceu. Durante a sua vida laboral trabalhou em Glasgow nos primeiros sistemas informáticos de análise de texto e ensino de línguas, num grande projeto que o projetou para o mundo. Aos 42 anos quando houve uma brusca rutura com este processo de trabalho, o Universo o forçou a procurar novos horizontes, e após aceitar os desafios de uma amiga na orientação de seu livro, deu seus primeiros passos rumo ao grande projeto que certamente marcou e marca a sua vida, o de se tornar um grande e respeitado consultor literário no mundo. E hoje é conhecido como o “Guru da palavra” pelo seu vasto trabalho na América Latina, América do Norte e Europa, estendendo-se, agora, à Ásia. Com um trabalho e um talento singular. 

E quem teve a oportunidade de ouvi-lo e participar de suas formações é testemunha de todo o conhecimento que possui, da sua força expressiva, da sua capacidade de utilização de metáforas para exemplificar a importância de uma ação. É testemunha das variantes que marcam o seu grande trabalho, realizado por quem tem um grande domínio da língua falada e escrita, de sua utilização, e de todas suas variações linguísticas. James McSill tem força expressiva e uma capacidade inata de desenvolver e motivar pessoas. É um fenômeno no domínio da palavra.


O evento contou com a presença de escritores, artistas, autores, editores e várias pessoas que trabalham no segmento da arte literária direta ou indiretamente. Fez parte da mesa oradora, o próprio James McSill, seu representante em Portugal Ricardo Laranjeiras, licenciado em Comunicação Empresarial com pós-graduação em Finanças Empresariais aplicadas à Comunicação. Professional Coach e Master em PNL. Consultor em Panorama Social. Certificado em Storytelling. Terapeuta em Psicologia Transpessoal pela Escola Espanhola de Desenvolvimento Transpessoal. Especialista em Marketing e Comunicação é Formador, Consultor e Coach na Comunicação Mais Eficaz. A Helena Campos Licenciada em Assessoria de Administração, e percurso profissional em Decoração e gestão de empresas. Deu formação na área de vendas e atendimento ao publico. Após Certificação em Storytelling com James McSill, e numa ousadia inesperada comunicou a sua vontade de escrever. No lugar certo, com a pessoa certa, o que até ali não passava de uma miragem, ganhou dimensão e forma. Iniciou então a aventura da escrita com o intuito de publicação. Atualmente divide o seu tempo entre a escrita e a gestão de património turístico. Carla Carvalho Dias, licenciada em Engenharia Mecânica no ramo de Termodinâmica & Fluidos, pela Universidade de Coimbra e assim e como missão de vida: "Contribuir para a melhoria da cultura de serviço em Portugal e porque não no Mundo", tendo nesse sentido fundado a Top Service Academy®. Neide Gomes Barros, mestra em Gestão Empresarial pela Universidade Autônoma de Lisboa (UAL). Sócia-diretora da CAB Consultores Associados do Brasil desde 1996.  Autora do Livro: "Desafios na arte da construção": e o livro infantil "Clara e Fada a dos Livros". Josi Gomes, economista e sócia da empresa Consultores Associados do Brasil (CAB), onde vem dedicando boa parte de seu tempo, em temas relacionados a sustentabilidade. Em sua experiência de pouco mais de 20 anos, colaborou com a implementação de projetos de consultoria em várias empresas de diversos segmentos no Brasil. Cacá Fontana, advogada internacional, com formação na Universidade de São Paulo e em Harvard, a qual lançou a revista Pense Mais em Janeiro de 2015. Maureen Miranda, artista multifacetada, pois além de atriz e diretora, também é artista plástica, ilustradora e figurinista. Nascida em Pato Branco, se divide entre Curitiba e Rio de Janeiro, aonde atualmente grava uma novela da TV Globo sob direção de Wolf Maya. Helena Andrade, escritora, gestora pública com especialização em educação permanente, consultora de administração pública, professora/apoiadora no curso de gestão de serviços de saúde na Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, palestrante e professora de Yoga. Fernando Gabriel Silva, com 20 anos de experiência no sector editorial, começou como distribuidor e importador de livros do Brasil, tendo a representação de grandes editoras brasileiras em Portugal, o qual desde 2006 entrou na edição e publicação de livros. Já publicou mais de 300 novos títulos e hoje representa os principais autores palestrantes/formadores em Portugal. O qual move-se pelo sonho de publicar livros, não para um país, mas para o mundo. Angelo Rodrigues ccoordenador do projeto de Comunicação, divulgação e promoção CriaPromove (www.criapromove.com). Licenciado e pós-graduado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Jornalista (Imprensa / Rádio / TV / Cinema) - (Apresentou programas na Rádio Renascença, Voz de Almada e Voz do Entroncamento), professor de ciências sociais e humanas, revisor, editor, coordenador/diretor literário de várias editoras (diretor literário das EDIÇÕES COLIBRI), promotor de eventos, apresentador, escritor (com vários livros publicados). E o Bruno Valente editor de livros e empresário. CEO do grupo Editorial Valente, no Brasil. Master Coach, Master Practitioner & Trainer em PNL, com foco em produção editorial. Empreendedor Digital. Idealizador do programa Livro de Sucesso.

O grande evento de James McSill em Portugal, o Congresso Luso- Brasileiro, teve todas as vagas previamente preenchidas com bastante antecedência e deixou provavelmente muitos interessados sem terem oportunidade de participar. Foi um verdadeiro sucesso, que preencheu com entusiasmo a maioria dos participantes, o que ficou retratado na fisionomia de cada um ali presente no término do evento. E também muito evidente na oratória dos participantes que se pronunciaram após o final do discurso dos oradores que compunham a mesa, num especial momento aberto ao público para perguntas e colocações.

O grande sucesso do evento que foi o primeiro ano que aconteceu em Portugal, tendo sido os outros 5 anos realizados no Brasil, na cidade de São Paulo, é fácil de se explicar: _ O mentor do trabalho, o James McSill, é considerado um dos fenômenos da atualidade na arte de conduzir autores a construir uma "história viável para publicação". Em seu discurso falou com maestria sobre a arte de contar história, fomentando a importância dos principais quesitos para a construção de uma história de provável sucesso. E posso ressaltar como participante do evento, que além de todo o talento que possui, uma das prováveis justificativas de todo o seu sucesso é sua forma de “Ser”, porque James McSill é uma pessoa simples, que embora possua um grandioso talento, carrega e evidencia a todo e qualquer momento, o maior talento que um “Ser humano” pode ter,  a humildade e a simplicidade, que o faz um "Ser Infinitamente Grande".

E  a passagem literária do grande consultor James McSill em Lisboa não se limitará apenas ao Congresso que especifiquei acima, haverá a Certificação Internacional de Storytelling, com três dias de formação, que se dirige a um vasto grupo, formadores e professores, coaches e terapeutas, escritores e atores, diretores gerais, diretores de RH, consultores de empresa, jornalistas e publicitários, oradores e palestrantes, gestores de redes sociais, e todos aqueles que tenham uma mensagem ou história para transmitir. Segundo os organizadores do evento, durante os três dias de formação, serão trabalhadas o desenvolvimento de habilidades colaborativas para o desenvolvimento da função profissional dos participantes, independente do seu segmento no Mercado de Trabalho. Porque contar histórias é para todos nós, afirmam os organizadores, “STORYTELLING, entretanto, como desenvolveremos nestes três dias de formação, deve ser definido como o ato consciente de passar emoções, temas ou posições morais da mente do mensageiro à mente do interlocutor e levar o interlocutor a agir. Isto é: estruturar uma narrativa com um propósito, dentro dela, ser capaz de embutir ordens e informações que levem o interlocutor a se engajar, compelindo-o a tomar uma posição, realizar uma tarefa, aceitar ou rejeitar uma proposta, emocionar-se com um texto escrito ou falado. Se isto for feito com maestria você será mais capaz de levar adiante a sua agenda pessoal, a de sua empresa, a de seu grupo de teatro, a de seu cliente. Será capaz, sobretudo, de levar adiante ações transformadoras, enquanto o seu interlocutor apenas relaxa e aprecia as histórias que você tem para lhe contar.”

A Certificação Internacional de Storytelling, em Lisboa, acontecerá nos dias 17,18,19 de Junho de 2016. Não tenho dúvidas, de que este próximo evento de James McSill será um novo grande sucesso, sou prova viva de todo o talento que possui, pelo que já conheço do seu trabalho. E se fosse tentar arranjar uma nova denominação no “Universo da palavra” para classificá-lo, além da classificação tão sabiamente utilizada que já lhe deram de “Guru da Palavra”, chamá-lo-ia de “Alma da palavra”, capaz de despertar outras almas para a sábia utilização de toda a arte de expressão que cada um de nós carrega no interior do nosso “Eu”.

Nota de redacção: O texto da presente reportagem encontra-se escrito na grafia de Português do Brasil, tal como foi escrito pela autora Reliane de Carvalho, a quem lançámos o desafio de ser nossa repórter neste evento. A Reliane o nosso muito obrigada pelo excelente trabalho.



sexta-feira, 10 de junho de 2016

[Moda] Double Dress Rob traz novo conceito de Vestido

Texto: Leonor Morais Vasconcelos

Blog Parceiro: Trinta e Tal

Fotos: D.R.

«Nasceu um novo conceito de vestido, o Double Dress Rob, ou mais simplesmente DDROB.

Criado pelo stylist e art director Nuno Lago, o DDROB é uma peça polivalente, capaz de reproduzir inúmeros modelos de vestidos!


Tive oportunidade de falar com o Nuno Lago no lançamento do DDROB, na Loja das Meias das Amoreiras. O DDROB foi inspirado nos kaftans e idealizado para ser usado por todas as mulheres, das magrinhas às gordinhas, das altas às baixas. Foi aliás a sua experiência enquanto stylist que o ajudou a perceber que havia um nicho de mercado para uma peça assim, que se adapta facilmente a qualquer tipo e forma de corpo feminino.




O DDROB é composto por 12 modelos de vestidos - cuidadosamente feitos à mão - com 12 cores diferentes e mais de 100 combinações possíveis.


Delicie-se AQUI com a colecção !

quinta-feira, 9 de junho de 2016

[Cultura - Crítica Literária] " A Vingança dos Tudor", de C. W. Gortner

Crítica Literária

Texto: Isabel de Almeida/Nova Gazeta/Os Livros Nossos

A Vingança dos Tudor, de C. W. Gortner, é um romance histórico cuja acção decorre em 1558, durante os preliminares do Reinado de Isabel I [filha de Henrique VIII e Ana Bolena], onde voltamos a encontrar Brendan Prescott, o fiel espião ao serviço de Isabel, que é retirado do exílio forçado em Basileia por exigência real, tendo por incumbência descobrir o paradeiro da Aia preferida da Rainha - Lady Parry.

De volta à Corte, Brendan reencontra o seu amor perdido - Kate Stafford, Aia da rainha - e um dos seus mais ferverosos inimigos - Robert Dudley, um nobre com uma relação algo ambígua mas muito próxima de Isabel I, que não esqueceu a intervenção de Brendan contra a ambição da família Dudley, no passado.

O leitor vê-se mergulhado no clima de intriga, alta tensão, perigo e traição da Corte Tudor, sendo o autor exímio em manter o suspense e o mistério ao virar de cada página.

A narrativa apresenta desta feita dois grandes momentos narrativos, um em Londres, na residência Real de whitehall e na taberna de Shelton [o pai de Brendan] e um segundo momento que decorre numa remota zona rural de Inglaterra - Whitern Sea, na decrépita mansão de Lorde e Lady Vaughan, denominada  Vaughan Hall, onde o nosso herói porá a prova os seus dotes de detective, procurando desvendar o mistério que envolve o desaparecimento da Aia da Rainha, Lady Parry [Tia de Lorde Vaughan].

O livro é rico em contrastes sociais que bastante enriquecem a trama. Em Londres, encontramos o ambiente luxuoso da Corte Isabelina, com todo o fausto e futilidade dos cortesãos interessados em bajular e agradar à futura rainha; mas longe de Whitehall, nos arredores lamaçentos da cidade, encontramos a Taberna de Sheldon e da mulher Nan, num meio onde vivem as camadas mais pobres da sociedade, onde é visível o abuso de álcool, a prostituição e a luta diária pela sobrevivência.

Por sua vez, em Vaughan Hall encontramos uma família nobre que atravessa dificuldades financeiras, que sofreu a recente perda do seu jovem herdeiro, vítima de febres, e que esconde obscuros segredos, onde nada nem ninguém é, afinal, o que pareceria ser, numa primeira análise.

Facilmente sentimos empatia por Raff, o jovem e maltratado criado da família Vaughan, uma criança especial, que vive num mundo de fantasia, como escape para a dura realidade em que lhe cabe viver.

Um romance histórico bastante rico, onde não faltam segredos, vingança, acção, perigo, e a inteligência de Brendan, como a sua maior aliada para solucionar o enigma que lhe coube em sorte, em mais uma prova da sua devoção a Isabel I.

Também um tom romântico fica assumido na questão: será a lealdade de Brendan à rainha conciliável com o seu amor por Kate? Como distinguir entre aliados e inimigos?  Esta e outras questões estão apenas à distância das páginas deste livro de leitura deveras envolvente.

Ficha Técnica:



Autor: C. W. Gortner


Edição: Fevereiro de 2016


Editora: TOPSELLER [Grupo 20/20]


Páginas: 304

Classificação atribuída no GoodReads/Blogue Os Livros Nossos : 5/5 


Género: Romance Histórico/Dinastia Tudor


Nota de redacção: O exemplar da obra foi gentilmente cedido pelo editor para artigo de crítica literária.

[Cultura - Divulgação Literária] Editorial Presença Lança " Maestra", de L. S. Hilton


Já se encontra nas livrarias, desde 8 de Junho de 2016, um dos livros que promete agitar os leitores nacionais, e cuja trama será adaptada ao cinema.

Maestra, de L. S. Hilton é um thriller erótico, publicado em formato de trilogia, sendo publicado em Portugal sob chancela da Editorial Presença.

[Sinopse da Obra]:

Durante o dia, Judith Rashleigh trabalha numa prestigiada leiloeira de Londres. Ambiciona uma carreira no mundo da arte e, apesar das origens humildes, tornou-se uma mulher sofisticada. 

Para fazer face às despesas, aceita trabalhar durante a noite como acompanhante num dos bares da capital. Mas depressa o sonho de uma vida luxuosa se desmorona. 

Desesperada, acompanha um dos clientes do bar numa viagem. Após um acontecimento que marca o seu destino, Judith envereda por um caminho violento e tortuoso. Assistimos à ascensão de uma mulher à margem da lei e da moral, segura do seu rumo. 

Mas mais do que possível, será a redenção desejável?

Maestra de L.S. Hilton é o thriller mais chocante do ano. O livro já está a ser adaptado ao cinema por Erin Cressida Wilson, a argumentista de A Rapariga no Comboio.


[A Autora]:



Natural do Reino Unido, L. S. Hilton cresceu em Inglaterra e viveu em Key West, Nova Iorque, Paris e Milão. Depois de se ter licenciado em Oxford, estudou História da Arte. Trabalhou como jornalista, crítica de arte e locutora de rádio. Vive em Londres.

Actualmente, colabora com os seguintes meios de comunicação social: The Independent, TLS, Standpoint, The Daily Beast, The Royal Academy Magazine, BBC History Magazine and Good Housekeeping.








[Veja o Booktriller]:






Fonte: Editorial Presença /Site oficial da Autora




sexta-feira, 3 de junho de 2016

[Beleza] Maquilhagem para Ruivas


Texto: Leonor Morais Vasconcelos


Blog Parceiro: Trinta e Tal






A presença de ruivos em Portugal ocorre de norte a sul do país, mas numa percentagem muito pequenas da população. De acordo com vários estudos, a média de ruivos no nosso país é de apenas 3%. 
A pele dos ruivos é muito clara e daí mais sensível aos raios solares, o que torna obrigatório o uso diário de protector solar (citadino, não oleoso).


Relativamente à maquilhagem, as ruivas devem ter atenção a alguns pontos:

Base

Por terem uma pele clara e normalmente sem zonas vermelhas (tipo rosácea), não necessitam de uma base com elevada cobertura (que sorte!). Deverão, assim, escolher uma base líquida.

Sombras de olhos

Se os olhos forem azuis, ficam bem cores como rosa, coral ou dourado.
Se forem castanhos ou verdes, ficam bem com cores como avelã, lilás, cobre ou beringela.
Lápis de olhos/eyeliner e Rímel
As ruivas devem usar sempre lápis delineador de olhos (preto ou castanho) ou eyeliner, pois o contraste com a pele clara será bastante favorecedor. Pela mesma razão, devem usar bastante rímel.

Lábios

Quase todas as cores ficam bem nas ruivas, mas as cores mais favorecedoras passam pelo rosa, coral e vermelho.

Acerca das sardas

Há ruivas que não gostam das suas sardas, mas é uma característica gira e que deve ser aproveitada! De qualquer forma, se for mesmo para esconder, uma base com maior cobertura ou um bom corrector cumprirão essa missão.