quinta-feira, 3 de agosto de 2017

OPINIÃO | Nova Civilização | MAFALDA PASCOAL

Forçosamente, novos seres chegam, chegaram e vão continuar a chegar...novas consciências terão que habitar este planeta. O nosso planeta contorce-se e isso vê-se nos cataclismos que têm ocorrido, nós cada vez mais embrutecidos pela sede do poder, do dinheiro, querendo controlar tudo e todos. As consequências da nossa aprendizagem não aprendida e não apreendida, é a destruição do nosso belo planeta em tons turquesa (quem me lê, sabe que adoro estas últimas seis palavras), portanto é urgentíssimo a Nova Civilização actuar para salvar o que ainda resta dele.

Mas esta Nova Civilização também nós podemos começar a construir, pois nada mais somos do que a essência proposta para a preservação deste planeta. É certo que uma percentagem mínima despertou e desperta para esta realidade. É é para essas “luzinhas” que eu apelo:
Despertem quem vos rodeia, ensinem que os bens materiais ficam cá todos, mostrem que o ensinamento espiritual, o conhecimento do Eu é que prevalece sempre, façam uma introspecção da vossa vida até aqui, “espremam” tudo bem “espremido” e vejam com o que é que fica? Perguntem o que são, quem são, de onde vêm, o que fazem aqui, para onde vão? Valeu a pena? Sentem-se realizados? Ajudaram alguém na senda do caminho? Ajudaram a tirar ou a pôr “espinhos” da vida ou na vida de cada um? Têm medo da solidão? Quem tem algo para dar e dá, jamais tem medo da solidão, porque nunca estará sózinho!

A Nova Civilização está chegando, mas nós como Almas Antigas, temos que lhes dar o exemplo, porque “não existem maus filhos, existem sim maus pais”, é através dos exemplos que melhor se aprende, então a nossa tarefa também é árdua, pois temos que rever como actuamos, emendar (todos os dias se necessário) os erros que cometemos, quer por negligência, distracção, egoísmo, hábito, etc. etc., e desta forma eu vos garanto que começaremos a ajudar a construir esta Nova Civilização tão necessária, tão esperada, para que se tenha acesso a ensinamentos palpáveis, visíveis, audíveis e sensitíveis existentes em “câmaras ou “Cápsulas do Tempo” ocultas sob as areias do Egipto, sob uma pirâmide na América do Sul, numa das centenas cavernas do Tibete e num certo lugar na Sibéria. Cada lugar foi marcado pelo símbolo da época: a Esfínge.” Contendo máquinas demasiado avançadas para a nossa compreensão, deixadas por uma Civilização que existia antes do Dilúvio, também ela de uma inteligência superior à nossa, mas claro, não perfeita também, caso contrário não teriam quase destruído o planeta dando origem ao Dilúvio. Aliás o nosso planeta é designado por planeta-escola, logo todos os seres aqui existentes não são perfeitos (perfeito só o Universo), somos sim seres em aprendizagem constante, e quanto mais aprendemos menos frustrados nos sentimos, e mais vemos que nada somos perante a imensidão do caminho a percorrer.

Esta Nova Civilização tem que ser capaz de agir altruistamente, a todos os níveis sem excepção, tem que saber viver sem o sentido de posse, têm que todos trabalhar para o mesmo fito, têm que conhecer-se profundamente, e de cada poro, exalar Amor fraternal, compaixão, harmonia, solidariedade...

Só neste estado de evolução, se terá acesso a toda a inteligência superior existente nessas “Cápsulas do Tempo” vindas de um tempo tão remoto, tão evoluído, e onde se pode receber mensagens como esta: “ao povo do Futuro, se houver algum! Esta humanidade está a ponto de se destruir e dentro destes cofres estão guardados os registos das nossas realizações e loucuras, para servirem de benefício àqueles de uma raça futura, que tenham inteligência de descobri-los e tendo-os descoberto, consigam compreendê-los.”


Seres bastante evoluídos e na recta final da sua evolução, aqui neste planeta, estiveram numa destas “Cápsulas do Tempo”, e como seres evoluídos que eram e são, entenderam, que não era a altura certa para expor à nossa civilização o que existe nessas cápsulas e deixando tudo como encontraram e seguindo as instruções necessárias, fecharam novamente a entrada como lhes fora indicado. “A caverna voltou a dormir em paz, até que os homens da boa vontade e alta inteligência regressem.”  

     










Mafalda Pascoal        

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

CINEMA | A HISTORIA DO AMOR (History of Love) | 27 JULHO

Nos Cinemas desde 27 Julho




E se um livro escrito antes da 2ª Guerra Mundial, numa pequena vila da Europa de Leste, fosse capaz de sobreviver a conflitos violentos, à passagem dos anos e atravessar continentes, para guiar a vida de três gerações diferentes? Este livro chama-se A HISTÓRIA DO AMOR.

Nova Iorque, século XXI.

Leo (Derek Jacobi) é um idoso imigrante judeu oriundo da Polónia que vive com a memória do grande amor da sua vida.

Apesar do seu passado doloroso, Leo navega os altos e baixos da vida com uma infatigável alegria e humor, acompanhado pelo amigo Bruno (Elliot Gould).

Do outro lado da cidade, em Brooklyn, Alma (Gemma Arterton) está determinada a encontrar o homem ideal para a sua mãe. Sempre cheia de autocontrolo, Alma surpreende-se a si mesma ao apaixonar-se pelo seu atraente colega Misha, descobrindo assim o amor pela primeira vez. Nada parece ligar Leo e Alma, e, no entanto…

Desde a Polónia na década de 30 até Ellis Island, do Chile a Central Park, o manuscrito de “a mulher mais amada do mundo” vai viajar ao longo da história para unir os seus destinos.


Créditos: NOS Audiovisuais

sábado, 29 de julho de 2017

OPINIÃO | O Feminismo é a Pior Coisa que já Aconteceu às Mulheres | ANA KANDSMAR

Os movimentos feministas pretendem acabar com a definição de género. Não querem que homens e mulheres continuem a ser chamados de homens e mulheres, passando dessa forma, a ser usado por todos o mesmo denominador comum: Humanos. Apenas.

Por mais que a ideia possa agradar às feministas de plantão, a mim arrepia-me. Insurge-me numa revolta contra quem, sendo mulher, se prejudica deliberadamente. (Tanto ou mais do que homens comandados por excesso de brio na sua masculinidade e má vontade). Nunca percebi muito bem a razão de existirem os movimentos feministas. Não foi graças a eles que as mulheres conquistaram por exemplo o tão afamado direito ao voto ou a frequência nas universidades. Ele já existia antes dos primeiros movimentos dos anos 60. 

O feminismo não emancipou a mulher. Na verdade, o feminismo prejudicou a mulher ao colocá-lo numa prisão de pensamento negativo e ao promover um beco sem saída de promiscuidade.

O feminismo roubou às mulheres a tendência natural de colocar a família e o casamento - a parte mais significativa da sua existência e pilar de uma sociedade coesa e saudável - no centro das suas vidas. Em vez disso, o feminismo actual envergonha as mulheres e força-as a acreditar que o materialismo da sua carreira deve ser colocado em primeiro lugar. Deve ser o centro. O foco principal. Onde é que isso nos trouxe? Famílias monoparentais às carradas? Famílias desestruturadas, problemáticas, arruinadas?

Um dos objectivos não-declarados do feminismo é gerar nos homens sentimentos de culpa por estes considerarem algumas mulheres mais bonitas que outras. As feministas, que se encontram na secção mais feia do espectro da beleza feminina, (e desculpem-me as feministas que não têm culpa de serem feias, mas que na sua larga maioria o são, são. Temos pena), querem redefinir o conceito de beleza de modo a que elas sejam consideradas tão meritórias como as mulheres que são genuinamente bonitas.

Ao mesmo tempo que as mulheres (desproporcionalmente lésbicas) da elite feminista se dedicam a fazer uma lavagem cerebral à população idiotizada, elas vão sendo bem sucedidas em enganar as mulheres de modo a que estas se tornem vítimas das tendências narcisistas que se encontram no seu ADN privilegiado. Quando as mulheres dão início ao processo de auto-destruição estético não encontram qualquer tipo de resistência por parte da cultura.

É claro que todas as mulheres merecem ser alvo do desejo e admiração dos homens. A sedução é um jogo que todas queremos jogar, mas como será isso possível deixando crescer os pêlos nas axilas, promovendo o descuido com a aparência, eliminando da vida de milhões de mulheres os cuidados básicos com o corpo, (depilação, maquilhagem, roupas femininas que nos acentuam as curvas e nos deixam visivelmente mais bonitas, o uso dos saltos altos que nos tornam mais elegantes, a lingerie que promove amplamente o tal jogo tão apetecido da sedução? Onde é que fica o nosso encanto se os cabelos curtos – à homem- o uso de indumentária tipicamente masculina, os corpos grosseiramente tatuados com imagens ainda mais grosseiras de caveiras, motivos grotescos e completamente desprovidos de sentido estético têm lugar comum nas nossas vidas? 

A ideia de igualdade amplamente difundida pelas feministas colocou-nos num patamar de escravização a uma existência que em nada nos dignifica. Lutemos pela igualdade de oportunidades. Basta! É o quanto basta! Lutemos pela liberdade de escolher o que nos faz felizes sem ostracizarmos as mulheres que fazem escolhas diferentes.

A mulher que quer apenas ser mãe e dona de casa deve sê-lo sem culpas, pois o trabalho de educar bem os homens e mulheres do futuro é tão importante e meritório quanto o da mulher que é directora de uma importante multinacional ou ocupa o cargo de 1ª Ministra. Ser mulher é uma dádiva que ironicamente, muitos homens parecem percebê-lo melhor do que nós.

Lembremo-nos do tempo em que nós éramos olhadas com respeito, cortejadas com verdadeiro interesse. Lembremo-nos dos tempos em que os homens nos ofereciam flores, abriam a porta para entrarmos antes deles, em casa ou no carro, e puxavam a cadeira para nos sentarmos.

Lembremo-nos que já fomos olhadas pelos homens com a exclusividade que hoje nos faz falta e que se nos faz falta essa exclusividade é porque hoje, graças aos movimentos feministas somos (quer queiramos quer não) uma espécie de inovação ao jogo do toca e foge, alvos insatisfeitos da "queca mágica" e aqui minhas senhoras…tudo o que temos semeámos, regámos e colhemos.


Mulher com M grande não é feminista. É feminina.









Ana Kandsmar

sexta-feira, 28 de julho de 2017

OPINIÃO | Um Tesouro chamado Livro | MARGARIDA VERÍSSIMO

Uma das memórias de infância que recordo com um misto de carinho e orgulho é de ver frequentemente o meu pai com um livro na mão. Lá em casa sempre houve muitos livros. Não apenas livros alinhados em estantes, mas também livros pousados, entre leituras, nas mesinhas de cabeceira, no móvel do átrio de entrada, junto ao sofá…Mas é na mão do meu pai que as memórias dos livros me tocam com mais intensidade.

O meu pai aproveitava o longo percurso para o emprego em transportes públicos para ler. Suponho que também lesse na pausa do almoço, mas isso numa altura em que ainda não utilizava esse tempo de pausa no emprego para correr à beira rio… Há 40 anos ainda não se falava em trail nem em runners. Para proteger os livros das andanças diárias forrava-os com uma qualquer folha de papel usado, a reutilização do papel era um ponto de honra lá e casa, muito antes da palavra reciclar fazer parte do nosso vocabulário, por isso eu nunca sabia exatamente que livro andava a ler. Via-os na sua mão quando saíamos de manhã e nos acompanhava à escola, de autocarro. Sabia que depois de nos deixar na escola, apanharia mais 1 ou 2 autocarros e nessa altura ocuparia todo o tempo da viagem a ler. Via-os na sua mão quando, já tarde, regressava a casa. Acabava por vê-los, já sem a tosca forra, à medida que, depois de lidos, iam sendo adicionados à crescente fila de livros na estante.

Por vezes o meu pai chegava a casa com mais do que 1 livro na mão, chegava com livros já lidos e vividos e nessa altura sabia que tinha passado por algum alfarrabista. Não sei se era pelo facto dos livros andarem meio incógnitos dentro das suas ecológicas capas, se era aquela espectativa de ver quando mais um livro chegaria a nossa casa, como quem anseia ver aumentada a sua fortuna, ou se era a simples circunstância dos livros serem transportados na mão, como algo precioso que não pudesse ficar longe do toque e do alcance da mão, o certo é que o meu pai chegar a casa com um ou mais livros na mão era sempre um momento mágico que me fascinava.

Com a passagem dos anos a quantidade de livros lá por casa foi aumentando significativamente, não apenas livros do meu pai, evidentemente, a minha mãe, eu e os meus irmão também demos o nosso contributo. Como se calcula, as respetivas estantes tiveram de ser substituídas por outras maiores, até que uma das paredes da sala foi totalmente preenchida com uma, mas mesmo assim havia sempre livros em segunda fila...

Um dia, na minha pausa para o almoço, comprei mais um livro. Tenho o raro privilégio de trabalhar perto de livrarias, que frequento assiduamente. Por vezes entro apenas para ver, sentir, folhear os livros, ver as novidades, mas nesse dia, como em tantos outros, comprei mais um livro. Saí da livraria com o livro na mão pois agora os sacos têm de ser comprados… senti-me tão bem! A sensação de andar com um livro na mão é maravilhosa, sentimos que transportamos algo tão precioso que não pode ficar longe do toque e do alcance da mão. Enquanto caminhava senti o doce recordar desta memória da infância!


Gostaria que os meus filhos um dia também tenham o privilégio de ter recordações destas... vou fazendo a minha parte.
















Margarida Veríssimo

quinta-feira, 27 de julho de 2017

OPINIÃO | Ego | MAFALDA PASCOAL

O nosso ego, através da nossa mente, gosta muito de buzinar no nosso cérebro “vá, luta mais um pouco, assim vais conseguir ter roupas novas, um carro novo e se não desistires quem sabe uma casa nova...”

É ele, o ego, que comanda os nossos vícios, é ele, o ego, que manda e desmanda no nosso querer...

Tudo o que nós queremos com muita força, fiquem sabendo que é o ego, porque a nossa Alma, essa, aceita tudo o que o Universo coloca no nosso caminho...porque esse, o Universo, sabe o que é apropriado para nós a todo o instante da nossa vida...

Fiquem sabendo que a aceitação é a grande via, porque se não aceitarmos as situações menos boas em que muitas vezes nos encontramos, leva-nos à depressão e ao esgotamento...
Antes de chegarmos a esse ponto, há que agarrarmos a vida e Ser, simplesmente Ser...

E ao estarmos nesse estado de Ser, vamos sentir a nossa Alma que tem contacto directo com o nosso coração, e o nosso coração não nos engana...

O ego é quem quer, quem exige, quem aponta o dedo para nos sentirmos superiores aos outros, mas não podemos esquecer que ao apontarmos um dedo ao outro, ficam três dedos voltados para nós...

Tudo o que o ego quer através da nossa mente, é fora de nós, e nada do que existe fora de nós nos completa ou nos preenche...

A solução é voltarmo-nos para dentro de nós, sentir o nosso coração que não nos causa desconforto. Temos que aprender a gostar de nós, a sentirmo-nos bem connosco...

E gostarmos de nós próprios depende de Ser, não de fazer nem de ter...

O ego é controlo, é exigir, é ilusão, é perfeição, é julgamento, é culpa, é violência, é esforço, é bloqueio, é mentira, é medo, é insegurança, é dependência...

A Alma dá-nos paz, tranquilidade, sensibilidade, alegria, felicidade, Amor, Amor e Amor...

Aquele Amor verdadeiro que se sente pelos nossos filhos...quando se sente aquele amor sem estar à espera de nada em troca...

O Universo é perfeito. Nada por aqui é perfeito. Cabe-nos a nós discernir e fazer o que é melhor para cada um, consultando o nosso coração através do nosso pensamento, colocando vontade e acção...



           









Mafalda Pascoal


CINEMA | VALERIAN E A CIDADE DOS MIL PLANETAS | 27 DE JULHO


NOS Lusomundo Audiovisuais

quarta-feira, 26 de julho de 2017

CINEMA | Valerian e a Cidade dos Mil Planetas | CRÍTICA de MADALENA CONDADO

NOS CINEMAS A 27 JULHO
(NOS Lusomundo Audiovisuais)

“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” é Um delicioso Mundo novo ou não chegasse pela magistral mão do seu realizador.  Escrito e dirigido por Luc Besson é baseado na novela gráfica “Valerian e Laureline” publicada pela primeira vez em 1967. Mas este mundo não seria possível sem a equipa de colaboradores e produção que o tem acompanhado sempre ao longo da sua carreira.

A curiosidade do nome “…a cidade dos mil planetas” acaba por ser explicada nos primeiros minutos do filme. A partir de uma simples cápsula espacial em órbita à volta do nosso planeta vão-se juntando outras, humanas e extraterrestres, criando um fantástico mundo novo. Uma Metrópolis intergaláctica que abrangerá os mais recônditos locais do vasto espaço.

Achei fascinante o facto de não ser utilizado um cataclismo como a destruição do planeta Terra para dar continuidade à estória, pelo contrário ao afastar a “…cidade dos mil planetas” da sua órbita está a proteger a sua continuidade.

A acção começa em 2010, e em poucos minutos somos transportados para o ano de 2740. Aqui, conhecemos o Major Valerian (Dane DeHaan), agente governamental em ascensão na hierarquia da armada humana, conhecido pela sua coragem e determinação. E a Sargento Laureline (Cara Delevigne), determinada, mas acima de tudo esperançosa em encontrar o verdadeiro amor e casar-se. Recebem ordens para se dirigirem ao deserto planeta Kirian onde deverão infiltrar-se no enorme mercado extradimensional ajudados por tropas especiais onde têm como objectivo recuperar o último conversor Mül e devolvê-lo posteriormente ao centro de comando Alpha.

A partir deste momento partimos numa aventura intergaláctica, repleta de extraordinários seres, de locais de cortar a respiração (Mül – o paraíso trágico, Kirian – o planeta deserto com o seu grande mercado, Pooulong – parque aquático, Galana, Paradise Alley e ainda a Estação Espacial Alpha), diferentes dimensões, tudo complementado com a nossa própria realidade: turismo, consumismo, grandes mercados, mortes, destruição, encobrimento, poder.

Um filme que tem tanto de estranho como de maravilhoso, poderá ser considerado um fantástico filme de Verão, mas certamente num futuro próximo num clássico de culto, cujas criaturas ficarão para sempre no nosso imaginário. No meu ficarão certamente Igon Siruss e os Doghan Daguis, estes últimos um fantástico trio que vende informações a troco de recompensas com a particularidade de que se um deles for morto a informação ficará para sempre incompleta.

Este filme conta ainda com participações tão dispares e memoráveis como a de Rutger Hauer (Presidente da Federação Mundial), John Goodman (que dá a sua voz a Igon Siruss), Clive Owen (Comandante Arun Filitt), Ethan Hawke (Jolly the Pimp), Kris Wu (Sargento Reza) e Rihanna (Buble) esta última na sua primeira estreia num filme deste género.

Texto: Madalena Condado