sexta-feira, 1 de setembro de 2017

EVENTO | Construção de Charco | Reserva o Verão


Construção de Charco | Reserva o Verão



Grátis
Centro de Educação Ambiental da Mata da Machada e Sapal do Coina

«Com o Projeto LIFE Biodiscoveries, o Centro de Educação Ambiental da Mata da Machada e Sapal do Coina tem apostado no controlo das espécies invasoras presentes na Mata da Machada. Mas, o que podemos também fazer para melhorar estes espaços que vão ficando limpos?

Com o intuito de recuperar algumas desta áreas, vimos propor-lhe a construção de um charco que contribuirá para o equilíbrio do ecossistema e da biodiversidade, potenciando a sua colonização por espécies nativas.

Depois de uma breve explicação sobre os charcos, terá oportunidade de pôr mãos à obra. Arregace as mangas e junte-se a nós na Construção de um Charco que iremos promover, com o apoio do projeto Charcos com Vida, no próximo dia 2 de setembro, entre as 10h00 e as 13h00.»

As inscrições nesta ação que integra a programação da Reserva o Sábado, gratuitas mas sujeitas a marcação prévia, deverão ser feitas através da Linha Verde 800 912 070 (gratuita).


EVENTOS | MERCADO MENSAL | 02 SETEMBRO

Mercado mensal - setembro 2017
O Parque de Feiras e Exposições de Alcácer do Sal recebe no próximo sábado (2 de setembro) o tradicional mercado mensal, a partir das 8h. Não perca esta oportunidade para comprar um pouco de tudo, desde produtos alimentares a vestuário, calçado, utilitários domésticos ou quinquilharias.


EVENTOS | Leitura da Borra do Café

Leitura da Borra do Café

A Cafeomancia é uma prática usada para adivinhar o futuro através da leitura da borra de café que aparece na parede e fundo de uma chávena, depois de bebe-lo.
Muito difundida nos países árabes, onde era praticada pelas cortes dos grandes czares.
Posteriormente, foi introduzida na Europa, no século XVIII, sendo a França o primeiro país a adota-la. Mais tarde, foi a vez da Itália, na cidade de Veneza, partindo para o resto do mundo.
A leitura da borra de café, ao contrário do que se possa pensar, não é difícil. Só exige muita concentração e sensibilidade para perceber com clareza a figura surgida, decifrando-a.

Concentre-se, pense na sua vida, venha experimentar
e confira o que a Borra de Café tem para lhe dizer.

Só com marcações previas 934641877

ESCAPADINHAS | Cruzeiro no rio Sado - Setúbal a Alcácer do Sal

Cruzeiro no rio Sado - Setúbal a Alcácer do Sal



75€
EVENTO: Cruzeiro no rio Sado - Setúbal a Alcácer do Sal

DATA DE REALIZAÇÃO: 2 de Setembro 2017

DESCRIÇÃO DO EVENTO:

Programa

Esta proposta de evento consiste num agradável Passeio de Barco entre a Doca das Fontaínhas em Setúbal e Alcácer do Sal, ao longo do curso do rio Sado. Neste cruzeiro teremos ocasião para ficar a conhecer as margens do rio Sado, com um tempo de paragem de 1 hora em Alcácer, que poderá ser utilizado para percorrer a sua zona ribeirinha ou petiscar algo antes do embarque que nos trará de regresso até ao nosso ponto de partida. Mais um evento a não perder. Os lugares são limitadas, inscreva-se já e garanta o seu!

10h00 - Passeio de barco, para subida do rio Sado desde a baía de Setúbal até Alcácer do Sal, navegando junto às margens pela histórica "Rota do Sal".

13h00 - Chegada a Alcácer do Sal

Paragem em Alcácer para almoço (não incluído) - Duração 1 hora aprox.

14h30 - Regresso à embarcação e regresso a Setúbal navegando na descida do rio.

17h30 - Chegada a Setúbal

O rio Sado

O Sado (antigamente chamado Sádão) é um rio português, que nasce a 230m de altitude, na Serra da Vigia e percorre 180 quilómetros até desaguar no oceano Atlântico perto de Setúbal.
No seu percurso passa por Alvalade e por Alcácer do Sal, sendo o seu estuário a separar Setúbal, na margem norte, de Tróia a sul. É dos poucos rios da Europa que corre de Sul para Norte, tal como o Rio Mira (Odemira, Alentejo), que é de menor dimensão.
No estuário do Sado habita uma população de golfinhos que tem resistido à invasão do seu habitat pelo homem (tráfego marítimo para os estaleiros da Mitrena, para o porto de Setúbal e decorrente da pesca e da doca de recreio, além do ferry-boat de ligação entre margens).
O rio Sado não tem um grande caudal devido a vários factores, destacando-se dois: o clima mais árido do Alentejo, onde se encontra a sua nascente e o desnível, pequeno, entre a altitude da nascente e a altitude da foz.
A bacia hidrográfica do rio Sado tem uma área de 7640 km². O estuário ocupa uma área de aproximadamente 160 km², com uma profundidade média de 8m sendo a máxima de 50m. O escoamento é forçado principalmente pela maré.

LOCAL E HORA DO ENCONTRO: Setúbal (Doca das Fontaínhas)

Latitude:  38°31\'18.01"N
Longitude:   8°53\'7.16"W
Cais de Embarque dos Ferrys em Setúbal

Hora do Encontro: 9h50 (o barco parte às 10h)
Hora prevista para o final: 17h30

Equipamento: Calçado e roupa adequada

Valor da inscrição: 75€ - Por transferência bancária para o NIB: 0036.0442.9910.60004034.6 - Destinatário: José Rodrigues

AS INSCRIÇÕES SÃO EFECTUADAS EM WWW.CAMINHANDO.PT ATRAVÉS DO FORMULÁRIO DE RESERVA. OBRIGADO

O envio do comprovativo de pagamento deve ser enviado para: inscricoes@caminhando.pt 

Observações: As vagas serão preenchidas de acordo com o envio do comprovativo de pagamento. Apenas se existirem lugares poderemos aceitar inscrições mais perto da data do evento.


ESCAPADINHAS | Coasteering - Portinho da Arrábida

Coasteering - Portinho da Arrábida


30€
Descobre as tuas asas e voa para dentro de água" 

COASTEERING - Portinho da Arrábida 
30,00€/Participante 

Circuito - Portinho da Arrábida, as emoções fortes estão garantidas!

Vamos saltar para a água, aliás, MUITOS saltos para a água, vamos Explorar Grutas marinhas, Escalar, Rappel, Nadar e caminhar junto às falésias.

Atreve-te e vem experimentar o Verdadeiro COASTEERING com a Discover All Nature!!

Info: 
disallnat@discoverallnature.pt
915 962 970 | 918 294 019






ANIMAIS | CROCODILO POROSO

Resposta à questão colocada ontem.

Questão: Como consegue o crocodilo caçar animais grandes?

Camufla-se na água e, quando a presa se aproxima, apanha-a pelo pescoço e leva-a para dentro de água.

Fonte: Jardim Zoológico de Lisboa
Resultado de imagem para logo jardim zoologico lisboa

OPINIÃO | A Casa no Campo | MARGARIDA VERÍSSIMO

Tenho uma amiga que se mudou recentemente para o campo. Deixou o seu apartamento em Lisboa e mudou-se, ela, o marido, os cães, os gatos, as tartarugas e o periquito, para uma casa térrea no campo, na zona oeste. Entre terrenos verdejantes e férteis a casa implanta-se na zona mais alta da propriedade que, em patamares, acolhe os anexos, o forno, a churrasqueira, uma área relvada, várias árvores de fruto e 3 frondosos pinheiros mansos carregados de pinhas repletas de pinhões carnudos.

A casa tem um grande e fantástico alpendre, ao longo de quase todo o seu comprimento, virado a nascente, dominando o terreno como um vigilante atento e com uma vista fabulosa sobre os campos circundantes até onde alcança a vista. A alma da casa é aquele alpendre.

Aquele alpendre emana conforto, tranquilidade, paz, convida-nos a permanecer, a viver e a vivenciar todo o seu espaço. O alpendre abre-se não só para a paisagem verdejante como para todo um novo mundo de possibilidades, inspira-nos e transmite-nos o desejo de sonhar e de criar novas realidades.

Imagino-me naquele alpendre numa animada tarde de primavera, envolta pelo colorido e pelas fragrâncias da natureza, das flores e dos frutos, reencontrando velhas amigas. Brindamos à vida e à amizade, brindamos com sangria enriquecida com fruta da região e com vinho tinto. No sofá de canto recordamos, entre risos e gargalhadas, os anos fantásticos da nossa juventude, as aventuras que vivemos, as maluqueiras que fizemos juntas e lá fora o voo da águia atenta lembra as danças sempre tão presentes nas nossas festas.

Imagino naquele alpendre os serões quentes de verão iluminados pelo céu estrelado, os cães e gatos languidamente estendidos sobre a fresca tijoleira, cansados de um dia de correria pelos campos, e os seus donos conversando serenamente enquanto se deleitam com um vinho tinto alentejano a acompanhar queijo e pão caseiro, cozido no forno ao fundo do terreno.

Visualizo agora no alpendre a minha amiga a ler, à luz de uma lamparina pendurada numa travessa de madeira do telhado, recostada numa grande almofada vermelha, enquanto acaricia um dos gatos. Aos seus pés os cães aninham-se. Os dias estão mais curtos e com a brisa fresca do outono sabe bem ter os amados companheiros aquecendo-a. Ali ao lado, lá fora, o seu marido prepara as brasas para grelhar o jantar que será servido na mesa grande de madeira no centro do alpendre. O peixe será acompanhado de salada, vinho branco bem gelado e do silêncio e escuridão da noite. Aquele silêncio e escuridão que existe no campo, aromatizado pelo odor da terra que recebeu as primeiras chuvas.

Imagino a minha amiga numa manhã fria de inverno reconfortando-se numa poderosa chávena de café. Sentada num dos degraus que ligam o alpendre ao terreno relvado consola-se com os tímidos raios de sol que banham e iluminam o seu rosto, disfarçando as olheiras. Da porta aberta da sala liberta-se o aroma da lenha a arder na lareira. Ao som do canto do periquito o seu olhar observa para além da paisagem e vê as montanhas de Wicklow.

E entre todas estas imagens que se formam no meu pensamento há uma que persiste: a minha amiga no alpendre, de portátil no colo, rodeada dos seus animais, observando a paisagem, olhando para além da paisagem, a escrever. A luz vai mudando, o dia dá lugar à noite, as estações vão-se sucedendo e com elas os tons, os sons e as fragrancias da paisagem transformam-se, mas a minha amiga permanece no alpendre, escrevendo, olhando para além da paisagem e criando novos mundos e novas vidas que já anseio por conhecer nos seus próximos livros.
















Margarida Veríssimo