sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Festival Reggae Almada

Festival Reggae Almada


Grátis
Casa Municipal da Juventude - Centro Cultural Juvenil de Stº Amaro Avenida Prof. Ruy Luís Gomes, nº 2 Laranjeiro 2810-274 Almada

Festival Reggae com a apresentação de 7 grupos musicais Reggae. 
Vais poder dançar ao som de Quixote One, Mugsy e NeyMan live band e sessões soundsystem ao comando do selecta residente Nagga Fire com mestre de cerimonia Bdjoy, Blacka, Sista Debu e Kaya Fortunato num evento que tem organização a cargo do cantor almadense Quixote One com o apoio da Camara Municipal de Almada.
* Entrada Grátis 
* vem e traz a tua good vibz
* Casa Amarela

inf.
http://www.m-almada.pt/xportal/xmain?xpid=juv&xpgid=ev&juv_ev_qry=BOUI=533606495&juv_ev_title_qry=BOUI=533606495

169. Aniversário da Incrível Almadense

169. Aniversário da Incrível Almadense

Outubro é um mês muito especial: é o mês do aniversário da nossa querida Sociedade Filarmónica Incrível Almadense e merece ser sempre lembrado e festejado. 
Lembramos sempre a caminhada feita até aqui, do início difícil e da superação gradual das dificuldades ao longo destes 169 anos. 
Festejamos sempre as muitas vitórias conquistadas nestes quase dois séculos de muito trabalho e amor à causa que todos os Incríveis abraçam. 
Nesta casa que é de todos nós, esperamos acolher-vos sempre com sorrisos musicais, abraços cénicos, movimentos atléticos, calor cultural e ambiente festivo.
Parabéns a todos que fazem parte desta nobre sociedade e a todos os que construíram e constroem esta bela história.

VIVA A INCRÍVEL

À descoberta do Forte da Baralha e da Praia da Baleeira

À descoberta do Forte da Baralha e da Praia da Baleeira


10€
A 30 de Setembro, sábado, propomos-lhe uma caminhada que nos leva a explorar as ruínas do Forte da Baralha e a Praia da Baleeira, localizada numa estreita enseada e rodeada de imponentes escarpas.

Percurso
Tendo como ponto o Santuário do Cabo Espichel, a nossa caminhada leva-nos até à zona da Chã dos Navegantes onde iremos descer até às ruínas do Forte da Baralha. Deste ponto tem-se uma vista fantástica para o Atlântico e para um campo de falésias rendilhadas, resultantes da acção da água do mar e das chuvas. Prosseguiremos até à Azóia para seguir em direcção à Praia da Baleeira. Os seixos e calhaus rolados cobrem-na na totalidade e o acesso faz-se através de um trilho de pedras até a uma ravina que desce até ao areal. As águas por aqui são calmas e transparentes, convidando a um refrescante banho. 


10,00€ por pessoa
Saber + em: http://greentrekker.pt/agenda/a-descoberta-do-forte-da-baralha-e-da-praia-da-baleeira/


ANIMAIS | LÉMURE-DE-CAUDA-ANELADA

Resposta à questão colocada ontem.

Questão: Como se organiza socialmente um grupo de lémures?

Organiza-se em grupos de machos e fêmeas, onde as fêmeas são dominantes relativamente aos machos.

Fonte: Jardim Zoológico de Lisboa


ANIMAIS | GROU-AMERICANO

Grus americana Sasata.jpg

grou-americano (Grus americana) é uma espécie de grou existente na América do Norte. A espécie encontra-se ameaçado sobretudo devido à perda de habitat.
Os adultos têm uma coloração branca, possuindo uma coroa vermelha no topo da cabeça. O bico é alongado, comprido e de cor negra. O pescoço é alongado e as patas são compridas. As pontas das asas são pretas.
O habitat de reprodução é o sapal, onde se alimentam, em águas pouco profundas, de insectos, crustáceos e de plantas. Nidifica no solo e a fêmea tem uma postura de 1 a 3 ovos. Quer o macho quer a fêmea contribuem para a alimentação das crias.

Fonte: Wikipédia e Jardim Zoológico de Lisboa

Questão: Porque é que dança um grou-americano?


OPINIÃO | Realizadores de Imagens | MARGARIDA VERÍSSIMO

Terminei de ler o livro, pousei-o na mesa e liguei o computador para fazer uma pesquisa ao site do autor e obter mais informações sobre ele e os títulos editados. Deparei-me logo com a informação que o livro que acabara de ler tem uma edição especial comemorativa do seu 25.º aniversário…25 anos, como é possível? O livro é tão atual! Bem, a história decorre há mais de 2000 anos, mas as imagens que fui criando à medida da leitura foram tão atuais, a definição da imagem e do som era de uma qualidade e nitidez impressionantes, os efeitos especiais e as cenas de ação tão realistas que era como se estivesse lá a presenciar e a viver os acontecimentos, até a banda sonora e o guarda-roupa denotavam as tendências contemporâneas, adaptadas à época a retratar, bem entendido.

A verdade é que se virmos um filme com 50 anos, por muito intemporal que a história seja, sentimos bem a sua idade, apercebemo-nos que a qualidade e definição da imagem já estão ultrapassadas, para não falar dos efeitos especiais e cenas de ação que no mínimo fazem-nos sorrir. Em contrapartida, podemos ler um livro escrito há 100 anos ou um livro acabado de publicar, mas fazemos sempre a conversão das letras para imagens atuais, nítidas e a cores. A reação a um livro lido pela primeira vez será sempre idêntica à de um filme acabado de estrear, com a grande vantagem que lendo o livro somos nós os realizadores das imagens criadas na nossa imaginação. Ler é dos melhores e mais acessíveis exercícios de estímulo à imaginação e à criatividade, a par de desenhar, esculpir e, claro está, escrever.

Por cada livro que leio é como se produzisse um filme que apenas eu consigo visualizar. Dependendo do livro, por vezes as imagens criadas, os locais e personagens, acompanham-me muito depois de ter finalizado a leitura e às vezes até tenho a ousadia de criar novos cenários e situações não descritas no livro, prolongando a vida das personagens. Por essa razão, pelo apego e relação que crio com os livros e suas personagens, quando termino a leitura de um livro não inicio logo a leitura de um novo. Dou sempre um tempo a que chamo de “luto” que será mais ou menos longo dependendo dos laços criados.

Quantos mais livros lemos mais abastada está a nossa memória com imagens por nós criadas. É uma infinidade de locais reais e imaginários, naturais e construídos, de situações, de objetos, de ações, de personagens, de trajes e até, bem lá no fundo da nossa consciência, de cheiros e bandas sonoras.


Tenho um primo que tem o sótão a transbordar de livros. Estão no sótão os livros que já não foram a tempo de ganhar um honroso lugar numa estante em qualquer uma das restantes divisões da casa. Entrar naquele sótão é como passar um portal mágico que nos leva para um mundo surpreendente de possibilidades ilimitadas de exercício à criatividade. Imagino o cérebro desse meu primo tão repleto de infindas e diversas imagens. Tão repleto que por vezes explode em devaneios súbitos. Felizmente que esse meu primo tem o dom de conseguir materializar os seus devaneios em forma de sentidos poemas. O meu primo é poeta!
















Margarida Veríssimo

BUIKA | Coliseu de Lisboa

BUIKA | Coliseu de Lisboa

Descrever Buika como uma artista singular, dona de uma das mais carismáticas vozes da actualidade é apontar apenas o óbvio. Entendê-la como um sinal de um mundo amplo, generoso, de abertura cultural total, de profundas ligações entre pessoas e povos é bem mais interessante.

A singularidade de Buika - dona de uma carreira que se estende no tempo uma boa dúzia de anos e que já rendeu sete maravilhosos discos que receberam todas as distinções, elogios e aplausos que são passíveis de se recolherem na arena internacional do público e da crítica - acaba de render mais um registo extraordinário. Tem por título "Para Mi" e é um EP de cinco incríveis temas onde o flamenco é o tecido que embrulha a extraordinária voz de Buika.

Essas cinco canções vão certamente ouvir-se no palco do Coliseu dos Recreios de Lisboa onde Buika se apresentará em data única a 29 de Setembro. O público português já se habituou a aplaudir de forma efusiva as apresentações de Buika, mas sabe igualmente que cada data sua é uma preciosa oportunidade de escutar de perto uma artista de dimensão mundial.

"Ni Contigo Ni Sin Ti" é um dos temas de destaque deste novo trabalho, uma versão de um clássico maior de Manzanita que é um tesouro do flamenco que Buika reclama numa interpretação arrebatadora. Mas no tema título, "Para Mi", a artista explora uma toada mais baladeira, profundamente romântica e igualmente apaixonante, outra demonstração da incrível elasticidade da sua voz e das suas capacidades interpretativas rigorosas.

Do flamenco ao jazz e daí à soul ou à reggae, Buika já percorreu muitos caminhos em 12 anos recheados de sucessos e de rendições absolutas, porque não há outra maneira de nos relacionarmos sem ela, do que aplaudindo-a incondicionalmente. Será, certamente, assim, no Coliseu, no arranque do próximo Outono, a 29 de Setembro.
Recomendamos que confirme toda a informação junto do promotor oficial deste evento. Por favor contacte-nos se detectar que existe alguma informação incorrecta.