domingo, 1 de outubro de 2017

ANIMAIS | PAVÃO-AZUL

Resposta à questão colocada ontem.

Questão: Porque razão o pavão mostra as penas da cauda?

Para atrair uma companheira

Fonte: Jardim Zoológico de Lisboa


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ANIMAIS | GORILA OCIDENTAL DAS TERRAS BAIXAS



É o maior de todos os primatas. A observação do nariz permite distinguir indivíduos. Os machos, são maiores que as fêmeas, e o dominante do grupo desenvolve uma pelagem acinzentada no dorso, é o dorso-prateado.

Vive em grupos estáveis formados por um macho dominante, várias fêmeas e suas crias. São animais calmos e silenciosos que só reagem se confrontados. Os machos realizam exibições intimidatórias em que batem com as mãos contra o peito, enquanto correm de forma bípede.

Ameaças: destruição do habitat, conflitos armados, caça ilegal para alimentação humana e para obtenção de troféus, e dispersão de doenças como o vírus Ébola.

Fonte: Wikipédia e Jardim Zoológico de Lisboa


Questão: Como mostra um gorila a sua dominância?


À conversa com a pintora Armanda Alves e com a autora Luisa Fresta

“Há momentos em que nos apetece abraçar o mundo”, foi desta forma que a poetisa Regina Correia apresentou a autora Luísa Fresta e a pintora Armanda Alves no seu mais recente trabalho a quatro mãos, estou a falar do livro “Contexturas”, publicado pela editora Livros de Ontem.
“Contexturas", é uma confortável viagem através de um universo de emoções. Um livro composto por vinte pequenos contos todos eles emoldurados por uma tela única. Sentimos ao folhear as suas páginas que a respiração acelera como um despertar dos nossos próximos sentimentos tal é a harmonia existente entre a pintura e os contos.
Através das suas páginas somos conduzidos numa viagem ímpar por terra e por mar, onde a imaginação encontra no extraordinário o banal, sentimo-nos parte de todo aquele teatro narrativo, imersos nas suas páginas de onde nos recusamos sair por querermos sempre mais. De imediato notamos a ligação das autoras à mãe natureza, à língua, ao cheiro do oceano angolano, aos sabores, às cores de África num intrincado puzzle onde a lusofonia tem a sua mais forte expressão na língua, também esta sempre presente nos quadros de Armanda Alves.

Se para a Luísa os contos nasceram a olhar para os quadros, já para a Armanda saber que as suas telas onde existe um universo que se encaminha para o enrodilhado do tecido social e humano foi a fonte de inspiração necessária para o nascimento de “Contexturas” é por si só motivo de rejubilo.

Gostava ainda de vos deixar uma pequena nota biográfica das autoras antes da entrevista que gentilmente me cederam.

Armanda Alves é luso angolana, artista plástica vive há alguns anos em Portugal e, durante muito tempo pintou por prazer, para si e para os seus amigos. Com vasta obra reconhecida a nível internacional mostra toda a sua energia que passa de uma maneira extraordinária para a tela, com o seu jogo de cores numa linha marcadamente abstrata.

Luísa Fresta, autora, nascida em Portugal, viveu a maior parte da sua infância e adolescência em Angola, país com o qual mantém laços de cidadania bem como familiares, estando radicada em Portugal desde 1993. Estudou engenharia civil em França. Os pequenos contos foram pensados e escritos a olhar para os quadros nunca se esquecendo das suas raízes.


MBC – Para quem ouve falar do vosso trabalho somente agora, como gostariam que vos reconhecessem?
LF – Tenho gostos ecléticos, não gosto de limitações a nível criativo. Sou engenheira civil e só comecei a escrever há cerca de cinco anos. Para além da poesia os contos sempre me fascinaram. Adoro escrever tendo sempre Angola no pensamento, costumo dizer que o sotaque é como as vivências nunca se perde.
AA – Como pintora, considero-me uma fazedora de formas. Não pinto em cavalete, gosto de pintar no chão ou na mesa. Sou autodidata, indisciplinada quando encontro vida pura.

MBC – Há quem diga que os quadros deram vida ao livro, ou terá sido o oposto?
LF – Para mim a obra já existia, a vontade que tive de escrever surgiu porque os quadros ganharam vida perante os meus olhos. Sem eles os contos não existiriam.
AA – Os quadros por si só falavam.

MBC – Como surgiu este projecto em conjunto?
LF – A parceria surgiu do nada. A Armanda foi-me apresentada por uma amiga comum a Maria que achou que tínhamos tudo para dar certo e não estava de todo errada. Deixamos correr esta nossa parceria sem pressões pelo que sempre que sentir as mesmas emoções perante uma tela da Armanda continuarei a escrever.
AA – Foi uma brincadeira que surgiu do nada. Uma coisa é certa na altura não pensei que os meus quadros fizessem alguém apaixonar-se e entregar-se como o faço. O meu mundo é pintar, é desta forma que me exprimo, que faço o que melhor sei, é por esse motivo que ver os meus sentimentos transformados em palavras é por si só um engrandecimento de tudo aquilo em que acredito.

MBC – Uma frase que descreva o vosso trabalho?
LF – Fusão.
AA – Coesão.

Texto e fotos: MBarreto Condado

Compota Délicatesse movimento, voz, música, vídeo e live cooking

Compota Délicatesse movimento, voz, música, vídeo e live cooking


Grátis
M. G. Llansol no seu livro “Um beijo dado mais tarde” refere-se ao filme de Gabriel Axel, "A Festa de Babette” onde escreve que “(…) o paladar trocava o amor com os alimentos, em que os doze convivas, abrindo-se ao prazer da boca e do olhar, rememoraram e tornaram presentes as pessoas, nos acontecimentos de ouro de suas vidas.” (p.38).

Compota Délicatesse - improvisação multidisciplinar e live cooking - propõe-se a replicar o festim em torno de uma mesa posta, lugar onde movimento, som, vídeo e a palavra se interligam em discurso direto sobre o amor e a amizade, reais alimentos da partilha humana.

Uma mesa com ingredientes de diferentes cores ocupará o espaço do Music Box onde um Chef irá preparar ao vivo finger food para degustação dos espectadores em interação com a equipa artística Compota (movimento, voz, música e vídeo).

A performance é aberta à participação do público (artistas e não artistas).

Entrada Livre.

Constelação artística
Paula Pinto (coordenação)
Foto de António Buscka
Intérpretes: Ângelo Cid Neto, Catarina Ramos, Marta Rijo, Matilde Barbas, Rita Omar e Tiago Cunha Bôto (movimento e voz) | Luís Fernandes (música) | Daniel Rondulha (vídeo) | Hugo Ferreira (live cooking)

Promotores
sentidosilimitados 2017
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A ´Sehnsucht’ Romântica vista por Beethoven e Schubert

A ´Sehnsucht’ Romântica vista por Beethoven e Schubert

Concerto "A ´Sehnsucht’ Romântica vista por Beethoven e Schubert", do ciclo de música "Noites de Queluz - Tempestade e Galanterie".

Thomas E. Bauer | barítono
Jos Van Immerseel | pianoforte

"Os portugueses inventaram a saudade e os alemães cunharam no Romantismo o conceito de ‘Sehnsucht’. Difícil também ele de classificar, liga-se por um lado à saudade e por outro ao anseio de algo nem sempre definido (ou definível), sobre um fundo de insatisfação imanente do sujeito poético. Foi amplamente explorado pelos poetas românticos e pelos compositores que cultivaram o género do ‘Lied’. Este recital ilustra como Beethoven e Schubert exploraram e interpretaram a ‘Sehnsucht’."

Mais informações: http://www.parquesdesintra.pt/event/a-sehnsucht-romantica-vista-por-beethoven-e-schubert/ e http://www.parquesdesintra.pt/programacao-cultural/noites-de-queluz-tempestade-e-galanterie-2017/
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Lançamento de CD - Sonatas for Cello and Piano

Lançamento de CD - Sonatas for Cello and Piano

L. Freitas Branco / C. Franck - SONATAS FOR CELLO AND PIANO

António Rosado & Filipe Quaresma apresentam um novo CD, com duas das mais emblemáticas obras para violoncelo e piano.

Concerto + Lançamento no Museu Nacional da Música, nas comemorações do Dia Internacional da Música 2017.

CD já disponível online em: https://store.cdbaby.com/cd/antoniorosado
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Simone, O Musical

Simone, O Musical

#Simoneomusical
Amada por todos, Simone de Oliveira é sinónimo de força, autenticidade e coragem. Artista completa, na sua carreira abraçou mais de sete ofícios, fazendo sempre frente aos desafios que a vida lhe lançou. Sem temer, ou temendo muito, desbravou caminhos e fez-se ouvir numa sociedade adversa às mulheres com voz.
Foi jornalista, locutora de continuidade, apresentadora de concursos e programas de televisão e rádio quando a voz, possante e enérgica, a fintou. Lutou e sobreviveu; regressou às canções que a notabilizaram, aos poetas controversos a cuja obra cedeu a alma, aos palcos que a amavam como cantora e actriz, ao público que aplaudia a Artista e a Mulher.
Aos 79 anos, Simone de Oliveira ainda tem sonhos por concretizar e muitas memórias para partilhar. A partir de temas icónicos como “Desfolhada”, “Sol de Inverno”, “Esta Palavra Saudade” e “Tango Ribeirinho”, Simone vai desvendar-se e, mais uma vez, entregar-se publicamente pelo que acredita, pelo que sente como destino, pelo que a torna um exemplo acarinhado por todos os portugueses. 
Mas, SIMONE, O MUSICAL é muito mais que um musical em nome próprio, onde a sua história, recheada de personagens como Varela Silva, Ary dos Santos, Carlos do Carmo e David Mourão Ferreira, é pautada pela música e humor. 

Texto e encenação – Tiago Torres da Silva
Direcção Musical – Renato Júnior
Cenografia - Catarina Amaro 
Figurinos – Dino Alves
Desenho de Luz – Paulo Sabino
Coreografia – Paulo Jesus
Fotografia do Cartaz – Rui Figueiredo
Assistente de encenação – Salvador Nery

Elenco – Simone de Oliveira, FF, José Raposo, Maria João Abreu, Marta Andrino, Pedro Pernas, Ruben Madureira, Sissi Martins, Soraia Tavares

M/6
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