quinta-feira, 2 de novembro de 2017
OPINIÃO | Direitos e Deveres Versus Imigração | MAFALDA PASCOAL
Existem alguns direitos
e deveres que começam em cada um de nós.
Primeiro temos o dever
de respeitar-nos como pessoas que somos, respeitar o nosso tempo de sono, o
nosso tempo de trabalho e o nosso tempo de lazer, porque temos direito a isso.
Temos o dever de
respeitar o espaço do outro, as suas crenças, os seus ideais, as suas vontades,
desde que isso não interfira nos direitos e deveres comuns.
Todos nós temos direito
à educação, à habitação, ao vestuário, a não passar fome, à liberdade, à vida e
também à protecção.
Se trabalharmos temos
direito a receber o respectivo contributo por esse trabalho.
A nível global, os
Direitos Humanos são muitas vezes violados, fazendo maior incidência nos imigrantes.
Basicamente, os
imigrantes saem dos seus países à procura de realização pessoal e
principalmente de melhorias financeiras. Acontece que existem diferenças entre
o salário do imigrante e do nacional, mesmo estes desempenhando as mesmas
funções.
Temos também aquelas
pessoas que tentam sair do país seja de que maneira for, e muitas vezes acabam
por ficar sem vida, como acontece com aqueles que vêm em embarcações sem as
mínimas condições para abarcar tanta gente e morrem à sede, à fome, etc., e
depois, os que não morrem afogados, são atirados à água como se fossem animais.
Isto quando as embarcações não naufragam.
Temos também “organizações”,
que cobram uma pequena fortuna para trazerem os imigrantes de leste para fora
dos seus países, depois continuam a exigir-lhes dinheiro mensalmente como se,
de uma renda se tratasse. Ainda nesta linha temos a escravatura e a exploração
sexual, que são assuntos eternos, jamais acabarão.
Nestas situações muitos
Direitos Humanos são violados.
Em Portugal (e não só)
temos situações em algumas empresas, onde pagam o ordenado mínimo nacional, sem
direito a horas extras ou fins-de-semana onde estes imigrantes se fartam de
trabalhar, por vezes “dão-lhes” um cubículo onde dormem, fazem a comida e a
higiene diária, e essa mesma entidade patronal ainda lhes cobra renda por esse
cubículo, mais água, mais luz e gás, pouco ficando para a comida e alguns
outros gastos. E assim fica desfeito o sonho de ganharem mais, para poderem
amealhar e enviar para as suas famílias.
Penso que os imigrantes,
deveriam ter as mesmas regalias que as pessoas nacionais. Deveriam ser criados
centros ou instituições para apoiar as pessoas de outros países, quando cá
chegam. Mas quando atendessem estas pessoas não os tratassem como seres
inferiores, porque isso é uma falta de respeito. É estranho, sendo Portugal um
país de imigrantes, existindo portugueses “nos quatro cantos do mundo”, como é
que não recebemos bem os imigrantes vindos de outros países?! É claro que não
posso generalizar, porque se eu ajudo com a maior das boas vontades pessoas
emigrantes (e sem serem imigrantes, estou sempre disposta a dar informações ou
ensinar algo que alguém não saiba!), outros o farão também, pena é que não seja
a maioria das pessoas a fazê-lo.
A nível económico, quando um imigrante chega a um país, na fase inicial
tende a gastar muito pouco, com vista a poupar para depois enviar para o seu
país de origem. Mas à medida que se vai integrando no país de acolhimento, a
sua contribuição económica vai sendo cada vez mais importante. Devido a essa
importância, penso que se deveria investir mais, na formação e regulação dos
direitos dos imigrantes, tentar controlar a forma como são injustiçados.
Parece-me que já
existe, a nível do Centro de Emprego, o ensino da nossa língua aos imigrantes.
Acho que foi uma medida muito bem estruturada, desta forma os emigrantes já
poderão defender-se melhor das pessoas menos escrupulosas, que tendem sempre a
aproveitar-se dos imigrantes menos conhecedores das nossas leis. Assim se eles
souberem ler e tiverem interesse em informar-se, saberão como fazer valer os
seus direitos.
Muitas vezes a
Declaração Universal dos Direitos Humanos é violada também devido à diversidade
de culturas. Se no nosso país ser-se infiel não se é condenado à morte, existem
outras culturas onde o são, especialmente se se for mulher, enterram-na até ao
pescoço e apedrejam-na até à morte.
Em outros países ainda,
é permitido ao homem ter várias companheiras inclusive casar com todas elas.
Portanto, tudo é muito
subjectivo, tudo tem a ver com a cultura e o meio ambiente onde se nasce ou
onde se é educado, se se é homem ou mulher, rico ou pobre, e ainda padre ou
papa.
Mafalda Pascoal
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Caminhando no Calhau da Cova
6€EVENTO: Caminhando no Calhau da Cova DATA DE REALIZAÇÃO: 5 de Novembro de 2017 DESCRIÇÃO DO EVENTO: Programa Esta proposta de Caminhada tem inicio na Praça Duques de Palmela, em Santana, e percorre a partir daí estradas, caminhos rurais e trilhos de enorme beleza em direcção ao mar e à imponente Serra do Risco, em pleno Parque Natural da Arrábida. Seremos brindados com excelentes perceptivas de Sesimbra, do seu castelo e casario, assim como as imponentes falésias com vistas abrangentes de mar e serra. Se for caso disso, haverá tempo para um merecido mergulho, antes da exigente subida de regresso ao nosso ponto de partida. Mais um evento a não perder! Alguns dos pontos de interesse da nossa caminhada: - Vistas do Castelo de Sesimbra - Moinhos - Vistas panorâmicas das encostas da Serra da Arrábida e da Serra do Risco - Porto de Abrigo de Sesimbra - Praia da Califórnia - Antigas ruínas de armadores de pesca - Falésia da Serra do Risco com 381 metros de altura - Paisagens naturais O Calhau da Cova: O Calhau da Cova é uma pequena baía, que há muitos anos atrás serviu de abrigo a várias embarcações de pesca e também de alojamento para os pescadores, que ocupavam lugares próximos de pequenas enseadas. O Calhau da Cova encontra-se protegida a norte pela falésia da Serra do Risco, por sinal a mais alta da Europa continental com uma altura de 381 metros. Uma paisagem de cortar a respiração, perante a imponência da mãe natureza. Ao longo do nosso percurso, poderemos ainda observar ruínas de edificações abandonadas, a fauna e flora diversificada. Esperam-nos águas calmas e transparentes, que convidam a um mergulho refrescante. O percurso na parte mais distante do percurso, sensivelmente a meio, apresenta uma forte inclinação, com algum grau de dificuldade, mas que é compensando pela paisagem envolvente. LOCAL E HORA DO ENCONTRO: Estacionamento junto à rotunda de Santana Latitude: 38°27\'48.30"N Longitude: 9° 6\'0.60"W Hora do Encontro: 9h15m Hora prevista para final: 14h45 Distância a percorrer: 11 kms Nível de Dificuldade: 4 (Não aconselhável a pessoas com vertigens e/ou mobilidade reduzida) Equipamento: - Calçado adequado, botas ou sapatos com boa aderência - Roupa adequada para caminhadas (não aconselhado o uso de calções) - Levar no mínimo 1,5l de água - Chapéu Valor da inscrição: 6€ - Por transferência bancária para o IBAN: PT 50.0193.0000.1050.0933.5923.7 - BANCO CTT - Destinatário: José Rodrigues AS INSCRIÇÕES SÃO EFECTUADAS EM WWW.CAMINHANDO.PT ATRAVÉS DO FORMULÁRIO DE RESERVA. OBRIGADO O envio do comprovativo de pagamento deve ser enviado para: inscricoes@caminhando.pt Observações: Só as inscrições efectuadas até às 16h30 do dia anterior à data de realização do evento permitem a activação do Seguro de Acidentes Pessoais
ANIMAIS | ORCA
Resposta à questão colocada ontem.
Questão: Onde
existem orcas no nosso planeta?
A orca tem a maior distribuição
entre todos os cetáceos. Existe do Equador até às zonas polares.
Fonte:
Jardim Zoológico de Lisboa

terça-feira, 31 de outubro de 2017
ANIMAIS | TIGRE DE BENGALA
Resposta à questão colocada ontem.
Questão: Como
é que o tigre mantém as garras afiadas?
Uma das estratégias é deixá-las
expostas apenas quando precisa delas e não para caminhar
Fonte:
Jardim Zoológico de Lisboa

ANIMAIS | ORCA

A Orca (Orcinus orca) é o membro
da família dos golfinhos de maior porte e é um superpredador versátil,
que inclui na sua dieta presas como peixes, moluscos, aves, tartarugas, focas,
tubarões e animais de tamanho maior quando caçam em grupo, como por exemplo
baleias. Apesar de “baleia-assassina” ser uma designação incorreta, por ser uma
tradução direta do inglês “killer whale”, e pelo facto de o animal
não ser uma baleia, ela é comummente usada. É o segundo mamífero de maior
área de distribuição geográfica - logo a seguir ao homem - é encontrada em
todos os oceanos e pode chegar a pesar nove toneladas.
Têm uma vida social complexa, baseada na formação e manutenção
de grupos familiares extensos. Comunicam-se através de sons e costumam viajar
em formações que assomam ocasionalmente à superfície.
A orca pode passar 95€ da sua vida a viajar.
Questão: Onde
existem orcas no nosso planeta?
Fonte: Wikipédia e Jardim Zoológico de
Lisboa
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