É chegado o momento de ser cumprida a profecia que foi feita
setenta anos antes do nascimento dos dois jovens por um druida vidente, que
predizia que ambos seriam os guardiões e guias da Gente Pequenina. Mas foram
feitas mais previsões das quais os dois jovens não têm ainda conhecimento.
Deles irá depender a continuidade da Cidade do Norte, da Cidade
das Brumas, como sede da guilda dos druidas.
Tudo lhes é revelado nas cartas enviadas pelas Escolhidas, as suas
progenitoras.
E enquanto o caminho para a Cidade das Brumas se revela pleno de
surpresas, quer para os feéricos, quer para os humanos que os acompanham, o
perigo faz-se sempre presente entre eles.
Na Cidade do Norte, a intriga, a traição vai minando por entre os
elementos do Circulo dos Sete, o órgão máximo da Cidade dos druidas. E como
tinha sido também previsto, a Cidade está em risco.
André e Vicente têm de chegar à Cidade das Brumas a tempo de
prestar auxílio ao Circulo dos Sete.
Haverá mais surpresas e peripécias a aguardar os dois amigos?
“E assim os dias foram-se escoando para o André, até aquela bendita noite em que já se lhe tinham acabado as últimas nozes que tinha encontrado, dos víveres que tinha trazido, já nada restava, e até as pederneiras para fazer a fogueira desapareceram sem ele saber como nem porquê… e agora ali estava ele, noite serrada, enrolado no cobertor com as costas encostadas ao tronco de uma árvore, a barriga aos roncos e a tiritar de frio.
Uma lástima!
E nem um miserável vislumbre do que quer que se assemelhasse a um feérico… Era mesmo falta de sorte…”
André e Vicente são dois jovens amigos que se propõem ir em auxílio da povoação onde estão a morar.
Não estão lá há muito tempo, mas já são queridos por todos.
Por todos?
Quando o verde começa a desaparecer são os primeiros a procurar encontrar o Senhor dos Bosques, personagem das histórias que os antigos contavam à lareira, e que habita no Bosque dos Murmúrios.
Só ele detém o poder de derrotar o Senhor das Trevas e recuperar o verde.
Adoro o Natal. Isto das
luzes, os brilhos, o quentinho da casa a contrastar com as temperaturas
siberianas da rua é consolador. E por isso, mal chegamos a novembro e já andam
os miúdos a perguntar quando é que começamos com as decorações que são a melhor
forma de celebração do espírito da família, e que as ruas da cidade já piscam por
todos os lados… blábláblá…Começamos mal entra dezembro.
Imbuídos daquele espírito
maravilhoso de sermos um nichozinho familiar fortificado pelo amor, pela
alegria e por outras utopias que tais, toca de enviar o entusiasmo inicial à
garagem e mandá-lo trazer as caixas todas para cima. A princípio, a malta ajuda
e participa: pega daqui, escorrega dali, empurra dacolá, se preciso for até ao
infinito e mais além. Ao entrarmos em casa, já estamos mais mortos que vivos
que os lances de escadas são três e não há elevador.
Colo a cuspo (e muito
latim) as vontades que começam a dispersar-se ao primeiro trim-trim do
telemóvel que chama a Mariana para um café com a amiga que já não vê há uma
eternidade! (desde ontem), e o chat no Facebook que desafia o Rafa para uma
conversa muitooooo importante sobre o estado da nação (que ele pode ter dali a
1 hora ou 1 mês, que o estado da nação continua o mesmo).
Ora bem, abrir as
ramagens de uma árvore de natal de metro e setenta com a consistência de um
abeto adulto dos apeninos, é tarefa, no mínimo, chata como a potassa: raminho a
raminho, abre e puxa, abre e puxa, até ficar tudo redondinho e com o formato
devido, que é parecer o mais natural possível. Por esta altura, quase sempre
valores mais altos se levantam, normalmente, uns providenciais trabalhos para a
faculdade, ou compromissos inadiáveis no circuito Pool- Berska- Stradivárius,
que isto de centros comerciais é preciso monitorizar os modelitos que entram e
saem, não vá aquele casaco castanho lindo de morrer, o ÚNICO da loja e de um
Portugal inteiro, desaparecer nas mãos da primeira pita dondoca vampiresca que
consegue sacar aos pais o equivalente ao meu salário para o comprar, e lá me
desaparecem eles para os respectivos afazeres importantíssimos, de última hora.
Quando acham que aqui a moira já abriu e puxou todos os fucking raminhos da
puta da arvorezinha, aparecem alegremente na sala, de volta ao convívio
natalício-familiar.
Então e agora, mãe?
Agora é pôr as luzes, mas primeiro temos de as desenrolar.
E lá está: desenrolar
as luzes (mal enroladas e à pressa no fim do Natal anterior) é uma graaaande
chatice. As lâmpadas prendem-se umas nas outras, metade delas estão partidas e
eu nunca me lembro de as ligar antes de as enrolar na árvore; depois, quando
constato que estão fundidas, fico fodida porque tenho que as desenrolar, e a
minha língua também se desenrola em meia dúzia de asneiras, pouco condizentes
com a quadra e com o momento, que se quer de alegria e paz. Ultrapassado o
pseudo-drama da iluminação, chega a altura dos enfeites. A Mariana apruma-se
então na decoração da árvore enquanto o Rafa mantém os olhos pregados ao
computador, não vá uma de nós apanhá-lo a olhar de esguelha e convidá-lo para
trabalhar.
Por esta altura, já a
minha adorável filha esgotou o léxico de injúrias e ameaças ao irmão, porque
nunca ajudas e tenho que ser sempre eu a ajudar, já ele devolveu os “elogios”
com redobrada “simpatia”, já eu começo a ter palpitações e falta de ar, levada
pela impaciência e pela raiva até que os expulso dali para fora e com
indisfarçável alívio, acabo por fazer em agradável solidão o que era suposto
fazermos os três. Há data a que escrevo isto, já a árvore dançarinou pelos
cantos da sala uma três vezes, obedecendo às superiores indicações (quais
policias sinaleiros) dos putos maravilha. Há data a que escrevo isto doem-me as
costas, ou andar quase de cócoras a puxá-la 10cm de cada vez para não se
escangalhar toda, não fosse um verdadeiro teste à minha resistência física.
Nos dias seguintes,
como para tudo o que dá trabalho nesta casa, prevalece unanimemente a versão
oficial: foram eles que alancaram com as caixas escadas acima, foram eles que montaram
a árvore, foram eles que a enfeitaram e foram eles tudo o resto. Eu,
basicamente, ter-me-ei limitado a supervisionar a operação. Ou nem isso: se formos
a ver bem, nem lá estive!
Tenho dias em que a sensação de ser uma super-hiper-mega-mãe-parvalhona
agrava-se. Tenho dito.
Texto: Isabel de Almeida | Colaboradora Nova Gazeta | Jornalista Diário do Distrito
Fotos: Câmara Municipal de Setúbal | Direitos Reservados
A exposição de pintura "Entre Chamas", da artista plástica Vanda Pereira, natural de Setúbal, encontra-se patente desde dia 12 de Dezembro, e poderá ser visitada até dia 5 de Janeiro de 2018 na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal.
"Entre Chamas" é uma exposição de pintura alusiva aos incêndios que este ano devastaram Portugal, sendo propósito da artista plástica Vanda Pereira prestar a sua homenagem a todas as vítimas que perderam a vida ou bens nos incêndios, bem como aos Bombeiros Portugueses, e à nossa Floresta, que ficou mais pobre com milhares de hectares consumidos pelas chamas.
Esta exposição poderá ser visitada de segunda a sexta-feira das 09h00 às 19h00 e aos sábados das 14h00 às 19h00.
Texto: Isabel de Almeida | Colaboradora Nova Gazeta | Jornalista Diário do Distrito
Foto: Câmara Municipal do Montijo | Direitos Reservados
O Presépio Vivo será o ponto alto da iniciativa Natal com Arte promovida pela Autarquia Montijense. No fim - de - semana de 16 e 17 de Dezembro, na Praça da República, em pleno coração da Cidade do Montijo, haverá lugar à recriação do local do nascimento de Jesus, com figurantes trajados a rigor, animais e vários outros detalhes.
Na Praça da República, Sexta, Sábado e Domingo, entre as 10h00 e as 22h00 pode também visitar o Mercado de Natal, e pode levar os mais pequenos a visitar a Casinha do Pai Natal
A música será um dos destaques da programação de Natal, e durante o próximo fim - de - semana poderá assistir a três espectáculos de qualidade:
No Montijo, a música é uma forte aposta da programação de Natal e no próximo fim de semana terão lugar três excelentes espetáculos. No dia 16 de Dezembro, pelas 21h30, no Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida, o Grupo Coral do Montijo convidou o Coro Staccato e o Grupo Coral de Sesimbra para um Concerto de Natal.
A 17 de Dezembro, às 16h00, será o Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro a oferecer um Concerto de Natal na Igreja Matriz. No mesmo local, mas no dia 18 de Dezembro, às 21h30, o Coro e Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Artes do Montijo vão realizar um Concerto de Natal com temas musicais alusivos aos Natais dos vários cantos do mundo.
As crianças terão a oportunidade de participar na animação infantil com pinturas faciais, no dia 16 de Dezembro, a partir das 10h30, na Praça da República.
Com um programa bastante diversificado, que abrange actividades como música, animação de rua, actividades para crianças a iniciativa Natal com Arte traz ao centro da cidade do Montijo e às freguesias a magia e o brilho próprios desta época do ano.
Fica a sugestão, venha ao Montijo viver um Natal com Arte em família!
Fonte: Câmara Municipal do Montijo | Gabinete de Comunicação e Relações Públicas
Texto: Redacção Nova Gazeta com Editorial Planeta Portugal
Fotos: Blog Os Livros Nossos e Editorial Planeta Portugal | Direitos Reservados
No dia 16 de Janeiro de 2018 chegará às livrarias um thriller que promete surpreender os leitores Portugueses e dar muito que falar.
"O Homem de Giz", da autora Britânica C. J. Tudor chega a Portugal com chancela Planeta e vai agitar o panorama literário nacional.
Se é fã de um bom thriller não vai ficar indiferente.
Estamos perante um fenómeno mundial que começou antes da Feira de Frankfurt 2016.
A obra tem Direitos vendidos para 48 países, entre eles Portugal.
Toda a gente tem segredos.
Toda a gente é culpada de alguma coisa.
E as crianças nem sempre são inocentes.
NINGUÉM FICARÁ INDIFERENTE
[Sobre o Livro]:
O livro de estreia de C. J. Tudor é um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias.
A história começa em 1986 e, após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.
As influências de Stephen King e o toque de Irvin Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite.
O que contribui para que a história tenha um desfecho muito real e chocante. O Homem de Giz conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridas e em como as influências de famílias disfuncionais contribuem para exacerbar o
imaginário infantil.
O que dizem outros autores?
«[Há] muito tempo que não tinha uma noite em branco devido a um livro.
O Homem de Giz mudou isso. Muitos parabéns C. J Tudor!»
Fiona Barton, autora best-seller de A Viúva e O Silêncio
«Há muito tempo que não lia uma estreia tão impressionante. O ritmo foi perfeitamente delineado, as personagens desenhadas soberbamente e há uma sensação de desconforto que começa com o prólogo e cresce ao longo do livro. E esse fim é tão diferente que o livro merece ser um êxito.»
James Oswald, autor best-seller do Sunday Times da série Inspector McLean
«Que estreia impressionante! Que ideia tão hábil e engenhosa! Fiquei
absorvida desde a primeira página. Adorei como as histórias de 1986 e as de
hoje se unem e criam este fim inesquecível e inesperado. Apelativo, tenso e
muito muito arrepiante. Este livro irá assombrá-lo!»
Claire Douglas, autora best-seller do Sunday Times de Irmãs
« C. J. Tudor brilha intensamente e apresenta uma história assustadora e
vividamente imaginada. Muito mais do que um mistério de assassínio é uma
exploração inteligente e aterrorizante dos laços e limitações das amizades de
infância e de segredos que se recusam a permanecer enterrados. Apaixoneime
pela voz que nos guia no romance, Eddie, pensativo e solitário. Prepare-se
para se surpreender uma e outra vez, até à última página!»
Michelle Richmond, autora de O Pacto
« Uma narrativa tensa e inteligente.»
Ali Land, autora de Menina Boa, Menina Má
[A Autora]:
C. J. Taylor é natural de Salisbury e cresceu em
Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da
sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet.
Ao longo dos anos, envolveu-se em tarefas tão diferentes como jornalista estagiária, empregada de mesa e de loja, autora de textosradiofónicos, voz off, apresentadora de televisão, redactora publicitária e agora escritora. Vencedora da competição nacional de escrita de Twenty7,
em 2016, O Homem de Giz é o seu livro de estreia.
Ficou curioso? Fique atento, pois estamos na posse de informações exclusivas que iremos revelando aos nossos leitores, e iremos publicar alguns excertos da obra bem como a sua crítica literária.
[Booktrailler Já disponível no Canal da Nova Gazeta no Youtube]:
Texto: Isabel de Almeida | Colaboradora Nova Gazeta | Jornalista Diário do Distrito
Foto: Câmara Municipal de Setúbal | Direitos Reservados
Os alunos do Agrupamento de Escolas Luísa Todi escolheram os nomes de Bolinhas, Sereia e Lua para baptizar três crias de golfinhos que nasceram este ano no Estuário do Sado. A iniciativa decorreu na tarde da passada Segunda-Feira no auditório da Escola Básica Luísa Todi, em Setúbal.
Coube à Presidente do Município de Setúbal - Maria das Dores Meira - proceder ao anúncio dos nomes seleccionados, na sequência de votação levada a efeito por mais de seis dezenas de crianças dos 3º e 4º anos de Escolaridade tendo por base listagem de nomes facultada pelo ICNF - Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas.
A Presidente do Município Sadino lançou às crianças uma importante questão: “Vocês são os padrinhos destes três novos residentes do Sado. A responsabilidade é muito grande! O que é que não podem fazer na água?”, à qual as crianças prontamente responderam de forma entusiasta "poluir !"
Esta actividade foi organizada pelo ICNF numa parceria firmada com a Câmara Municipal de Setúbal, e contou também com uma apresentação cuja dinamização esteve a cargo de Ana Cristina Falcão, Técnica que integra a equipa de monitorização dos Roazes do Sado da Reserva Natural do Estuário do Sado, a qual referiu “Em 2015, o ICNF decidiu que as crias de golfinhos serão sempre baptizadas nas escolas. Por isso, estamos aqui hoje”
Destacando a importância da protecção ambiental, a Presidente da autarquia afirmou “Desde muito cedo temos de ensinar as crianças que elas são peça fundamental no futuro, para a mudança de mentalidades e para a preservação do ambiente. É para nós motivo de grande alegria e orgulho que sejam elas a escolher os nomes das novas crias.”
Neste evento marcaram ainda presença o Vereador responsável pelo Pelouro da Educação, Ricardo Oliveira e a jovem Setubalense Filipa Barroso, Miss Portugal e antiga aluna daquele agrupamento escolar.
Para concluir o evento, o Vereador Ricardo Oliveira e Ana Cristina Falcão ( do ICNF) entregaram às crianças diverso material informativo e ludo-pedagógico, tendo havido lugar ainda a um apontamento musical a cargo do Grupo de Bombos da Escola Básica Luísa Todi.