sábado, 1 de setembro de 2018

LITERATURA | O Pórtico da Glória (2.ª Edição) de Mário Cláudio | DOM QUIXOTE

Nas livrarias a 4 de Setembro


Depois de A Quinta das Virtudes e Tocata para Dois Clarins, o presente romance encerra o tríptico para o qual Mário Cláudio elegeu como motivo o «sangue da tribo», tornando personagens alguns parentes singulares, e desse modo cruzando de forma magistral realidade e ficção.

Em O Pórtico da Glória conheceremos então o cavalheiro da indústria Diego Hernández Bueno, bisavô do narrador, castelhano imigrado no Porto e protegido de um rico proprietário têxtil, e assistiremos ao seu encontro com Hermínia de Azevedo Mavigné, a jovem e sonhadora herdeira que virá a tornar-se sua mulher.

Vencedor do Prémio PEN Clube Português de Narrativa em 1997 e do Prémio Eça de Queiroz em 1998, esta obra, cuja acção decorre entre os finais do século xix e o início do século xx, é também exemplar na apresentação da cidade do Porto como pioneira da inovação industrial no nosso país, bem como no retrato de uma certa forma de estar e de viver em acelerado declínio.

LITERATURA | MONTEPERDIDO – A VILA DAS MENINAS DESAPARECIDAS Agustín Martínez

Um thriller psicológico absorvente e de ritmo cinematográfico

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Ana e Lúcia, duas amigas de onze anos de uma pequena aldeia dos Pirenéus, abandonam a escola e vão para suas casas. Mas nunca chegam ao seu destino. Ninguém mais as vê. Cinco anos mais tarde, entre os despojos de um acidente de carro, num desfiladeiro próximo a Monteperdido, aparecem o corpo de um homem e uma adolescente gravemente ferida e desorientada. É Ana, uma das meninas que desapareceu há muito tempo. Enquanto toda a aldeia tenta assimilar o rumo dos acontecimentos, o caso é reaberto. Quem é o homem morto? Quem está por trás do sequestro das meninas? Onde está Lúcia? E, o mais importante, ainda estará viva?

As respostas a estas perguntas escondem actos terríveis que muitos habitantes de Monteperdido lutam desesperadamente para manter em segredo.

Sobre o autor:

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Agustín Martínez nasceu em Lorca, Múrcia, em 1975. Formado em Imagem e Som pela Universidade Complutense de Madrid, iniciou a sua carreira profissional em publicidade, mas a escrita de guiões de ficção para televisão logo se cruzou no seu caminho. Actualmente, alterna este trabalho com a direção de programas e colaborações na rádio. Desde 1999, ano em que escreveu o seu primeiro guião, participou em muitas séries, às vezes como criador, outras como guionista.

O seu primeiro romance, Monteperdido - A Vila das Meninas Desaparecidas, foi uma estreia deslumbrante com excelentes críticas em todos os países onde já foi publicada - os direitos foram vendidos para mais de dez países. O seu segundo romance Mala Hierba também já está a ser traduzido para várias línguas.

REFLEXÕES OCASIONAIS | Aqueles fogos que ardem...sem culpa... ISABEL DE ALMEIDA


Há trinta anos, em concreto no dia 25 de Agosto, o meu mundo ficou mais pobre, recordo o meu horror partilhado com a minha avó materna - Mariana - enquanto víamos incrédulas pela televisão que o meu/ nosso Chiado estava em chamas!

Ao visionar reportagens da época no Canal RTP memória, apercebi-me de que, também há trinta anos atrás, o incêndio do Chiado teve a pairar sobre si suspeitas de origem criminosa...pelo que devo concluir que, neste país, infelizmente, há episódios tristes aos quais se aplica a expressão "como era no início, agora e sempre."

Era um dos meus prazeres percorrer os armazéns do Chiado e Grandella acompanhando a minha mãe na escolha de tecidos para costurar. Eu própria ainda exerci o hobby da costura e ao mesmo voltaria se tivesse tempo, certa de que o mesmo bastante poderia ajudar a controlar a ansiedade do dia a dia agitado em que me movimento.

Meu querido Chiado, serei sempre uma das tuas meninas, ainda te amo, mas tudo mudou naquele fatídico 25 de Agosto há 30 anos, e há uma certa magia que já só habita nas memórias de quem o conheceu antes da tragédia.

No dia 17 de Junho de 2017, um dos dias mais quentes de sempre, apenas à noite me dei conta do gravíssimo incêndio que afectava a região de Pedrogão Grande (já que me encontrava na Feira do Livro de Lisboa a coordenar encontro Literário promovido pela Nova Gazeta) , e que viria a revelar-se um dos mais aterradores pela elevada perda de vidas humanas, e pelo contexto em que se deu tal tragédia, além de terem sido postas a nu muitas das fragilidades do Sistema Nacional de Protecção Civil, cabendo assinalar a indescritível e inaceitável falha de comunicações do tristemente célebre SIRESP. 

Mas como diz o povo, na sua imensa sabedoria "O que nasce torto, tarde ou nunca se endireita!", e neste ano da Graça do Senhor de 2018, além de termos sido brindados com novos incêndios, nomeadamente na zona de Monchique no Algarve, ainda nos faltava saber que houve quem tivesse coragem para lucrar ilicitamente à custa da tragédia de Pedrogão Grande, pois que recentemente surgiram estranhos "fumos" que indiciam "fogueiras de corrupção", pese embora o princípio da presunção de inocência que norteia o Sistema Penal Português, estou em crer que "onde há fumo há fogo", e desejo firmemente que tudo seja investigado pelas autoridades competentes, tendo por base indícios e provas já recolhidos por uma equipa de jornalismo de investigação!

Se vier a confirmar-se em sede própria a prática de ilícitos criminais, mormente que tenham passado pelo facto de terem sido disponibilizados abusivamente fundos para reconstrução de alegadas primeiras residências na zona afectada pelo incêndio, primeiras residências essas que, afinal, estavam abandonadas há anos, em estado de degradação, ou que eram residências secundárias, que seja feita Justiça e que esta seja absolutamente exemplar na punição, pois que só assim poderá ter um efeito dissuasor para o futuro.

Politicamente é importante que, de uma vez por todas, haja coragem para pôr cobro aos abusos e negócios pouco claros que sempre rodeiam  a questão do combate a incêndios no território nacional, é tempo de prevenir e agir com medidas concretas, duras e não meramente estéticas ou de meros cuidados paliativos! Bem sei que não é algo fácil de resolver a curto prazo, mas quanto mais cedo se começar, mais cedo teremos resultados positivos à vista.

Urge que a Força Aérea Portuguesa possa ter, finalmente, um papel activo de mobilização de recursos materiais e humanos para intervenção na prevenção e combate a incêndios.

Urge satisfazer cabalmente e apoiar condignamente todas as corporações de Bombeiros do País para que continuem a desempenhar o seu valioso e tantas vezes desvalorizado trabalho, quantas vezes arriscando a vida (o equipamento, nomeadamente, utensílios e peças de vestuário apropriado a cenários de incêndio é extremamente dispendioso e contém objectos com elevado desgaste e/ou está sujeito a validade limitada).

Urge implementar uma política racional de Ordenamento do Território que respeite os limites legais do espaço entre a área arborizada e as estradas; é importante limitar e controlar a arborização com recurso ao Eucalipto.

Urge tomar medidas legislativas musculadas que possam dissuadir as várias práticas e redes criminosas ligadas ao sector da madeira - nomeadamente, uma sugestão, sempre que existirem fundadas razões de suspeita de prática criminosa a rodear um incêndio, deveria ser apreendida a madeira queimada e proibida a sua comercialização pelo sector privado, seja ele particular ou empresarial!

Urge rever, naturalmente, toda a organização actual do Sistema Nacional e Protecção Civil, não sou, pessoalmente, favorável à sua extinção, mas defendo sim uma profunda reestruturação e melhoria, pois acredito na qualidade técnica de muitos dos seus profissionais, e no empenho dos mesmos.

Mais uma vez, e para que não restem dúvidas, o presente texto constitui uma reflexão crítica pessoal, sem pretensão de ser académica, mas resulta da minha opinião formada enquanto cidadã, jurista e  jornalista (sendo certo que neste último contexto já fiz cobertura noticiosa in loco de incêndios e tive a oportunidade de frequentar um excelente curso de formação profissional leccionado pelo Dr. Hernâni Carvalho onde esta temática foi abordada em termos de jornalismo especializado, curso este que concluiu com uma visita ao Quartel dos Bombeiros Voluntários da Pontinha, uma das experiências mais enriquecedoras da minha vida profissional na área dos media).

"(...)por dinheiro, de um não se faz um sim."

Dante Alighieri

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

LITERATURA | Todos os Poemas São de Amor de Manuel Alegre | DOM QUIXOTE - Poesia

Nas livrarias a 4 de Setembro


Antologia com a poesia de amor de Manuel Alegre que inclui nove poemas inéditos. Um livro que terá, também, uma edição em castelhano e que será apresentado, em Novembro, na Feira Internacional do Livro de Guadalajara, no México. 

LITERATURA | VIVER SEM PLÁSTICO de Will McCallum

Um guia para mudar o mundo e acabar com a dependência do plástico

#breakfreefromplastic





Este é um apelo à luta: para unirmos forças, em todo o mundo, e acabarmos com a dependência do plástico.

Sobre o livro:

Todos os anos, cerca de 13 toneladas de plástico são largados nos oceanos, matando mais de 1 milhão de aves e 100.000 mamíferos marinhos.

Estima-se que em 2050, o peso do plástico que invade os oceanos será superior ao peso do peixe que neles habita.

A poluição pelo plástico é o flagelo ambiental da nossa era.
Como podemos fazer a diferença?

Neste guia claro e esclarecedor, Will McCallum, destacado activista antiplástico, vai ajudá-lo a levar a cabo pequenas mudanças que farão uma enorme diferença.

Eis alguns conselhos práticos:
- Lavar a roupa em sacos próprios para conter as microfibras de plástico, impedindo-as de chegarem aos oceanos (estas são responsáveis em 30% pela poluição por plástico)
- Substituir o champô vulgar por champô em barra
- Evitar as embalagens supermercado
- Fazer festas de aniversário livres de plástico
- Convencer os outros a juntarem-se a si nesta demanda anti-plástico

Viver sem Plástico proporciona-lhe as informações necessárias e as pistas que lhe permitem tomar opções informadas sobre a forma de acabar com o plástico no seu dia-a-dia: em casa, nas suas deslocações diárias, no seu local de trabalho e na sua comunidade. Faculta igualmente factos sobre o problema e as ferramentas de campanha necessárias para o ajudar a convencer outras pessoas, inclusive os amigos, a família, os colegas, empresas, para poderem conjugar esforços com vista à criação de um mundo onde a poluição causada pelo plástico seja uma coisa do passado.

Sobre o autor:

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Will McCallum tem estado no coração do movimento anti-plásticos nos últimos três anos, enquanto Head of Oceans no Greenpeace do Reino Unido. Reúne regularmente com o governo e empresas para os sensibilizar e lhes pedir ajuda para enfrentar a crise do plástico. Lidera a campanha global do Greenpeace para criar a maior área protegida do mundo no Oceano Antártico. Recentemente passou um mês num barco na Antártida com sua equipa, a investigar se o plástico está a atingir a região mais remota do planeta. É corredor de longa distância e navegador de caiaque, com o qual tem explorado a costa do Reino Unido. Deve o seu amor pela natureza e pela vida ao ar livre aos seus avós e aos documentários de David Attenborough.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

LITERATURA | Limpa de JUNO DAWSON




Sinopse:

Consigo senti-lo a nadar nas minhas veias como purpurinas… É ouro líquido. 

Quando a socialite Lexi Volkov quase morre com uma overdose, pensa que bateu no fundo. Está enganada. A jovem bate no fundo quando é obrigada a entrar para uma exclusiva clínica de reabilitação.

A partir daí as coisas só podem melhorar para Lexi e os companheiros de reclusão, incluindo o misterioso Brady. À medida que enfrenta os seus demónios, Lexi compreende que o amor é a mais poderosa de todas as drogas… Mas o caminho para ficar limpa é longo e sujo…

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Juno Dawson cresceu em West Yorkshire, a escrever episódios imaginários de Doctor Who. Foi jornalista e até há pouco tempo, professora. Já escreveu dez livros para jovens e desenvolve trabalho na prevenção do bullying e na área da diversidade familiar. Em 2015, Juno anunciou a sua intenção de mudar de género e viver como mulher. Pode visitar o site da autora em: www.junodawson.com

terça-feira, 28 de agosto de 2018

O DIÁRIO DAS RAPARIGAS REBELDES - 2018|2019 - JÁ ESTÁ À VENDA


Começa já a planear o ano mais rebelde da tua vida!



Depois do enorme sucesso de Histórias de adormecer para raparigas rebeldes, chega às livrarias o companheiro indispensável para o início do ano escolar de qualquer rapariga rebelde: O Diário das raparigas rebeldes!

De Setembro de 2018 a Agosto de 2019, vais poder registar todos os teus planos, sonhos, paixões, ideias e ainda organizar os teus dias e tarefas de Rapariga Rebelde.

Ao longo das semanas e dos meses vais ficar a saber várias curiosidades sobre outras raparigas rebeldes e inspirares-te a grandes feitos com os quizzes divertidíssimos que preparámos para ti.


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Elena Favilli é jornalista premiada e empreendedora na área da comunicação.


Francesca Cavallo é escritora e encenadora premiada.