sexta-feira, 12 de outubro de 2018
LITERATURA | Passagem para o Ocidente de Mohsin Hamid | SAÍDA DE EMERGÊNCIA
MOHSIN HAMID nasceu em Lahore (Paquistão) e viveu em Londres, Nova Iorque e na Califórnia. Os seus livros fazem parte das listas de bestsellers, foram adaptados ao cinema, incluídos nas nomeações para o Man Booker Prize, vencedores ou finalistas de vários prémios e traduzidos para 35 línguas.
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
LITERATURA | Portuguesas com M grande de Lúcia Vicente e Cátia Vidinhas | Nuvem de Tinta
Todos temos o sonho de mudar o mundo e mudar com ele, de criar futuros e esperança, de ser livres para escolher, transformar, crescer e aprender, de errar e construir um caminho, de viver uma vida em pleno. E hoje todos podemos fazê-lo. Mas para aqui chegar foi necessária a coragem de mulheres sem medo para ir mais longe, como as Portuguesas com M Grande.
Um livro para nunca esquecermos como aqui chegámos e nos lembrarmos de que poderemos ir ainda mais longe.
Lúcia Vicente nasceu em outubro de 1979, à beira da Ria Formosa, em Faro, numa família cheia de mulheres. Foi a primeira desse núcleo a concluir uma licenciatura. Cedo se questionou sobre o papel da mulher na sociedade e por que razão os livros de História nunca mencionavam mulheres. Em 1995, criou, juntamente com um grupo de amigas e amigos, o coletivo feminista MUPI (Mulheres Unidas Pela Igualdade), e dedicou-se ao ativismo feminista enquanto adolescente. Em 1997, foge rumo a Lisboa em busca de uma carreira de atriz e de respostas para as suas perguntas históricas sobre as mulheres. Ingressa, nesse mesmo ano, na Universidade Nova de Lisboa onde se licenciou em História – ramo de investigação com um minor em História Cultural e das Mentalidades. Durante a licenciatura elaborou trabalhos de investigação sobre História das Mulheres, onde acabou por descobrir que, afinal, as caras femininas que fizeram a História são imensas. Ao longo da licenciatura, frequentou diversos cursos e palestras dedicados aos Estudos de Género. Em 2007, ingressa no mestrado de Estudos de Género da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. Nunca o terminou. Em sua defesa, alega diferenças ideológicas e de pensamentos históricos, muito divergentes e inultrapassáveis, com a orientadora de curso. Teimava em olhar a História das Mulheres através dos olhos das mulheres, enquanto a norma era olhar-se única e exclusivamente pela lente dos Homens. Um dia, não mais voltou. A ideia de escrever este livro nasceu em 2015, quase ao mesmo tempo que a sua filha, e nunca mais a abandonou. Os livros de princesas sempre lhe causaram uma certa urticária.
Cátia Vidinhas nasceu em 1989, num lugar onde as montanhas são tão altas que facilmente se consegue chegar ao céu. E, provavelmente por isso, sempre quis ter um pedaço dele só para si. Após vários anos a desenhar nas nuvens e a colorir livros de pintar oferecidos pela avó, decide licenciar-se em design gráfico, no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, e depois tirar uma pós-graduação em Design da Imagem na Faculdade de Belas Artes do Porto, e mestrado em Multimedia na Faculdade de Engenharia do Porto. Durante o seu percurso profissional, tem vindo a trabalhar como ilustradora, designer, professora e animadora em filmes de animação. Colabora regularmente com gabinetes de design e agências de publicidade e com o estúdio de animação Bando à Parte, onde trabalhou em vários projetos de animação tais como a premiada curta de animação Água Mole, de Laura Gonçalves e Alexandra Ramires. Enquanto ilustradora, colaborou com autores como Valter Hugo Mãe, Álvaro Magalhães, José Jorge Letria e Adélia Carvalho. É autora das ilustrações de oito livros i n f a n t o - j u v e n i s, entre os quais Figura de Urso (2015), Palavras Bonitas Sobre Contas (2017) ou Infâncias (2017). Os seus livros estão publicados em diversos países, como Espanha, Brasil ou Colômbia. Em 2015, viu o seu trabalho destacado pelo Prémio Nacional de Ilustração com o livro WonderPorto. Em 2017, foi a vez do livro Infâncias, distinguido pelo Golden Pinwheel Young Illustrators Competition e eleito, pela brasileira Fundação Nacional do Livro infantil e Juvenil, o melhor livro na categoria «Literatura em Língua Portuguesa».
LITERATURA | A Menina que sorria contas de Clemantine Wamariya e Elizabeth Weil | Objectiva
A MENINA QUE SORRIA CONTAS
de Clemantine Wamariya e Elizabeth Weil
A história de uma menina que sobreviveu ao genocídio do Ruanda
Quando Clemantine fez doze anos, chegou finalmente a boa notícia: ela e a irmã receberam o estatuto de refugiadas e partiram para os Estados Unidos da América. Já em Chicago, as vidas de ambas divergiram. Clemantine foi adoptada por uma família que a acolheu com uma generosidade sem reservas. Frequentou escolas privadas, fez parte de claques, formou-se pela famosa universidade de Yale, até ser o que é hoje: activista de direitos humanos, oradora em conferências e nomeada por Barack Obama para o Conselho do Museu em Memória do Holocausto.
Clemantine Wamariya é activista pelos direitos humanos e uma excelente contadora de histórias. Nasceu em Kigali, no Ruanda, e viu-se obrigada a fugir por causa do sangrento conflito no seu país. Clemantine passou a sua infância em migração por sete países africanos. Aos doze anos, foi-lhe concedido o estatuto de refugiada pelos Estados Unidos, país que a viu formar-se em Literatura Comparada pela Universidade de Yale. Vive actualmente em São Francisco.
Elizabeth Weil escreve para o New York Times Magazine, para a revista Outstanding e para a Vogue, entre outras publicações. As suas reportagens valeram-lhe inúmeros prémios.
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
LITERATURA | A Ordem do Tempo de Carlo Rovelli | Objectiva
A ORDEM DO TEMPO
de Carlo Rovelli
Autor de Sete Breves Lições de Física
O que é o tempo e até que ponto o compreendemos? Temos uma existência no tempo ou o tempo existe dentro de nós? O que significa a ideia do «correr» do tempo? Estará o passado realmente fechado e o futuro tão em aberto como julgamos? E o tempo existe, de facto?
Escrito com a vitalidade poética que imprimira anteriormente a Sete breves lições de física, este é o ensaio científico e filosófico que mudará para sempre a nossa relação com a vida e com o Universo, porque para compreender o tempo precisamos de reflectir sobre nós. Combinando arte, filosofia e ciência, Carlo Rovelli transforma esta missão divulgadora sobre o mistério do tempo no maior dos prazeres, na mais bela das histórias.
Sobre o autor:
Carlo Rovelli é físico teórico e membro do Instituto Universitário de França e da Academia Internacional de Filosofia e das Ciências. Trabalhou em Itália, Estados Unidos e França. Com vários livros publicados na área, Sete Breves Lições de Física trouxe-lhe a merecida admiração de académicos e leigos, conquistando mais de um milhão de leitores à volta do mundo.
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