sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Penguin Random House Grupo Editorial apresenta O DIA EM QUE PERDEMOS A CABEÇA de Javier Castillo




Mais de 275.000 exemplares vendidos, 10 semanas consecutivas nos tops de venda. Direitos vendidos para série de TV.

Sobre o livro:


Centro de Boston, 24 de Dezembro, um homem caminha nu, trazendo nas mãos a cabeça decapitada de uma jovem mulher.
O Dr. Jenkins, director do centro psiquiátrico da cidade, e Stella Hyden, agente do FBI, vão entrar numa investigação que colocará em risco as suas vidas e a sua concepção de sanidade. Que acontecimentos fortuitos ocorreram na misteriosa Salt Lake City há dezassete anos? E por que estão todos a perder a cabeça agora?



Com um estilo ágil e cheio de referências literárias- Garcia Márquez, Auster e Stephen King – e imagens impactantes, Javier Castillo contruiu um thriller romântico narrado a três tempos que explora os limites do ser humano e rompe com a estrutura tradicional dos livros de suspense.
Amor, ódio, estranhas práticas, intriga e acção trepidante inundam as páginas deste thriller romântico, que se converteu num fenómeno editorial antes da sua publicação em papel.

O que diz a crítica:
«Uma história de ritmo acelerado que mantém o leitor com o coração nas mãos... Pura adrenalina.»El Mundo
«Um thriller delirante e meticulosamente construído.» Eldiario.es
«Uma única folha. Apenas duas páginas de O dia em que perdemos a cabeça… e ficamos preso nas suas garras.» ABC
«Castillo conseguiu acertar no centro do alvo editorial com um thriller sedutor e rápido, passado nos Estados Unidos e que começa com uma imagem poderosa.» Diario Sur

Sobre o autor:
JAVIER CASTILLO cresceu em Málaga, Espanha, licenciou-se em Gestão de Negócios e fez Mestrado em Gestão da ESCP Europe em Madrid, Xangai e Paris. Trabalhou como consultor de finanças corporativas. O dia que perdemos a cabeça, o seu primeiro romance, vendeu mais de 275 000 cópias, cruzou fronteiras — em Itália, prepara-se um grande lançamento — e será publicado no México e na Colômbia, além de Portugal. Os direitos audiovisuais foram adquiridos para a produção duma série televisiva.

O dia em que perdemos a cabeça (nas livrarias a 15 de Janeiro)
De Javier Castillo
Suma de Letras
ISBN 978-989-665-737-6
4456 páginas
PVP 18,80€

LITERATURA / Deuses Caídos de FERNANDO MESQUITA / GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA



Sinopse:

Apresentam-se como autênticos deuses. Aos nossos olhos não têm defeitos. Fazem-nos acreditar que são especiais, e isso leva-nos a sonhar com uma vida ao seu lado. Porém, com o passar do tempo, começamos a ver o seu verdadeiro ADN! Pouco a pouco, encontramos um defeito… e depois outro… e outro.
Podem ser Acumuladores de Conquistas Amorosas, Ciumentos Patológicos, Manipuladores, Acomodados, Narcisistas, Meninos da Mamã, Viciados em Sexo ou ter qualquer outra Personalidade Amorosa que faz da nossa vida um inferno. No fundo, aquela pessoa que idealizámos como um "deus" não passa de um mortal, com (muitos)
defeitos.
Já se cruzou com alguém assim? E essa pessoa será a opção certa para si? E você, será um deus caído sem o saber? Conheça as principais linhas de comportamento das Personalidades Amorosas que, de amorosas, pouco ou nada têm! E descubra o que fazer e como se proteger de cada uma delas.





Biografia:

Fernando Mesquita é psicólogo clínico e sexólogo. É mestre em Sexologia Clínica,
sexologista pela American Board of Sexology e terapeuta sexual pela Sociedade
Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC). É também formado em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental
e Psicoterapia EMDR, o que lhe dá um conhecimento integrativo de várias áreas da saúde mental.
Tem colaborado como psicólogo/sexólogo em diversas rubricas de programas de televisão, revistas e jornais nacionais, destacando-se recentemente o programa Casados à Primeira Vista, da SIC.
É coautor do livro SOS Manipuladores e autor de Aprender a A.M.A.R.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

LITERATURA campanha de lançamento do 2º livro da saga Profecia do Sangue da autora MBARRETO CONDADO


Já só existe um exemplar se enviarem mensagem privada para mbarretocondado@gmail.com poderão adquirir os dois primeiros livros da saga Profecia do Sangue "Yggdrasil" e a "Fivela de Aker" por 30€ já com portes incluídos.


                                                      
                                                       Sinopse:
E se a vida como a conheces pudesse ser muito mais?

Desde o início do tempo dos clãs, que os MacCumhaill se mantinham unidos. Família de poderosas mulheres e orgulhosos guerreiros. Tinha-lhes sido exigido um único sacrifício em troca da sua imortalidade, manter o equilíbrio entre os três mundos. E esse equilíbrio tinha sido quebrado. As portas estavam abertas facilitando a passagem de todos os seres sobrenaturais.
Seria Maria, uma jovem estudante portuguesa acabada de chegar a Dublin a ajuda poderosa pela qual aguardavam há tanto tempo? Conseguiria ela aceitar tudo o que lhe era pedido? Acreditar neles e lutar ao seu lado? Dividida entre o seu dever e o amor que sente pelo herdeiro do clã irá descobrir que deve seguir o seu coração, mas esse também já não é seu. Tinha-o entregue àquele homem ainda antes de lho dizer.
Este era o início de uma nova Era…da Profecia do Sangue.

Sinopse:
Poderosos guerreiros irlandeses, que há muito tempo renunciaram ao amor, desafiam a sua própria existência para o reclamar. Num mundo de magia intemporal onde a imortalidade é tida como uma certeza, têm em Maria a ajuda de que necessitam para alcançar a sua tão almejada felicidade.
A força dos MacCumhaill depende da sua união, do amor e confiança que sentem uns pelos outros. Será no meio da incerteza que o amor nasce. Os escolhidos dos quais fala a Profecia, começam a unir-se. Agora já não é possível voltar atrás. De todos os cantos chegam reforços, porque é o sangue que os une.
Sente-se uma mudança no ar. Um ser antigo, que se libertou de Annwan com promessas de vingança, volta para concretizar o que começara muitos anos antes. 


                                                    Sobre a autora:
Madalena Barreto Condado, nasceu em Moçambique. Vive na companhia do filho, do marido, dos seus cães e gatos. Desde cedo que adora contar estórias transportando-nos àqueles locais fantásticos onde só a imaginação nos consegue levar e onde tudo pode acontecer. Adora ler, animais, viajar, gelado de café, o som da chuva, o cheiro do mar, a companhia da Lua, o escuro, mas acima de tudo escrever. Acredita que os seus livros são uma representação de quem é. Curiosa por natureza e temerária por opção, chegou para dar asas à imaginação.


Penguin Random House Grupo Editorial apresenta O DIA EM QUE PERDEMOS A CABEÇA de Javier Castillo



Mais de 275.000 exemplares vendidos, 10 semanas consecutivas nos tops de venda. Direitos vendidos para série de TV.

Sobre o livro:


Centro de Boston, 24 de Dezembro, um homem caminha nu, trazendo nas mãos a cabeça decapitada de uma jovem mulher.

O Dr. Jenkins, director do centro psiquiátrico da cidade, e Stella Hyden, agente do FBI, vão entrar numa investigação que colocará em risco as suas vidas e a sua concepção de sanidade. Que acontecimentos fortuitos ocorreram na misteriosa Salt Lake City há dezassete anos? E por que estão todos a perder a cabeça agora?

Com um estilo ágil e cheio de referências literárias- Garcia Márquez, Auster e Stephen King – e imagens impactantes, Javier Castillo contruiu um thriller romântico narrado a três tempos que explora os limites do ser humano e rompe com a estrutura tradicional dos livros de suspense.
Amor, ódio, estranhas práticas, intriga e acção trepidante inundam as páginas deste thriller romântico, que se converteu num fenómeno editorial antes da sua publicação em papel.

O que diz a crítica:
«Uma história de ritmo acelerado que mantém o leitor com o coração nas mãos... Pura adrenalina.»El Mundo
«Um thriller delirante e meticulosamente construído.» Eldiario.es
«Uma única folha. Apenas duas páginas de O dia em que perdemos a cabeça… e ficamos preso nas suas garras.» ABC
«Castillo conseguiu acertar no centro do alvo editorial com um thriller sedutor e rápido, passado nos Estados Unidos e que começa com uma imagem poderosa.» Diario Sur

Sobre o autor:
JAVIER CASTILLO cresceu em Málaga, Espanha, licenciou-se em Gestão de Negócios e fez Mestrado em Gestão da ESCP Europe em Madrid, Xangai e Paris. Trabalhou como consultor de finanças corporativas. O dia que perdemos a cabeça, o seu primeiro romance, vendeu mais de 275 000 cópias, cruzou fronteiras — em Itália, prepara-se um grande lançamento — e será publicado no México e na Colômbia, além de Portugal. Os direitos audiovisuais foram adquiridos para a produção duma série televisiva.

O dia em que perdemos a cabeça (nas livrarias a 15 de Janeiro)
De Javier Castillo
Suma de Letras
ISBN 978-989-665-737-6
4456 páginas
PVP 18,80€

LITERATURA / Mariposa de YUSRA MARDINI / GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA



Sinopse:

A história inspiradora da jovem que fugiu da Síria, salvou vidas no Mediterrâneo e competiu nos Jogos Olímpicos. 
Yusra Mardini abandonou a Síria em 2015, com apenas 17 anos, depois de uma bomba destruir o telhado da piscina onde costumava treinar. Juntamente com a irmã mais velha, embarcou num bote sobrelotado de refugiados em direção à costa da Turquia. Quando a embarcação se começou a afundar, Yusra tomou uma decisão arrojada que mudou a sua vida e salvou os restantes passageiros: atirou-se ao mar para fazer avançar o bote até à costa de Lesbos. A viagem durou várias horas.
Mariposa conta a história da jovem Yusra, da Síria devastada pela guerra até aos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, onde competiu na recém-formada Equipa Olímpica de Refugiados e realizou o seu sonho de se tornar nadadora olímpica. Ao contar a sua história, a jovem demonstra-nos que os refugiados são pessoas comuns em circunstâncias extraordinárias, que fogem das suas casas para não morrerem dentro delas.


Biografia:

Yusra Mardini nasceu em Damasco, na Síria. Em 2015 fugiu do seu país quando se tornou demasiado perigoso viver numa cidade devastada pela guerra. Participou nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, integrada na Equipa Olímpica de Refugiados, e é Embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

Vive em Berlim, onde continua a treinar e a participar em competições internacionais.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

ENTREVISTA à autora CRISTINA DAS NEVES ALEIXO


"Escrever é como respirar: uma necessidade…

talvez sejam os genes"


Nasceu e cresceu no Barreiro. Já adulta toma-se de amores por Lisboa e aí reside até hoje.
Profissionalmente desempenhou cargos tão diversos como os de escrituraria, recepcionista, tradutora, secretária, assistente de direcção; chefiou departamentos empresariais; brincou com a locução de rádio e aos modelos fotográficos e publicitários; foi empresária. Durante 30 anos fez do mundo empresarial privado a sua casa, enquanto, secretamente e desde a adolescência, se realizava verdadeiramente com a escrita.
Academicamente brilhava na área de eleição: letras. A formação em escrita criativa foi inevitável.
O seu primeiro livro publicado, "Joaninha e o jardim encantado", em Maio de 2015 com a chancela da Capital Books, alerta os jovens, e também os adultos, para os valores da amizade, da diversidade e incute o gosto pela aprendizagem.
Em Julho do mesmo ano dá a sua contribuição em "Todos por um", uma antologia de contos comemorativa do aniversário da editora, com
um policial ligeiro: "O caso das pedras preciosas".
Um ano depois, em Junho de 2016 e num registo mais uma vez diferente, mantém os laços com a editora que a viu nascer e lança, na Feira do Livro de Lisboa, "Por amor, tudo(?)", com prefácio do Dr. Daniel Cotrim da APAV. Esta é uma estória centrada na violência doméstica, fruto de um trabalho de campo muito sério junto de vítimas reais e que lhe valeu um elogio público. Este é, também, um livro que a autora fez questão que fosse solidário e apresenta o selo da APAV - uma parte das receitas reverte para a instituição.
Em Fevereiro de 2018 decide aceitar mais um convite e abraçar outro desafio: é autora da rubrica semanal "Uma mente inquieta" na "Nova Gazeta - Jornal online".
Todos os domingos apresenta uma crónica de opinião sobre os mais variados temas, que podem ser actuais ou não.
Diz que para si "escrever é como respirar: uma necessidade"; diz, a brincar, que "talvez sejam os genes" - é prima de António Aleixo.

MBC - O que te motivou a escrever e publicar?
CNA - Comecei a escrevinhar historietas muito cedo, antes do início da adolescência, e as pessoas que as liam pareciam gostar, professoras incluídas. Mais tarde elogiavam-me a poesia e a forma como escrevia prosa. Por volta dos meus vinte anos comecei a ouvir que devia publicar e assim continuou até me decidir a fazê-lo, muito mais tarde, pois escrevia para mim, por pura paixão, posso quase dizer necessidade – quase não me lembro de não escrever – e só pensei publicar quando achei que tinha algo de útil a dizer aos outros. Gosto de contribuir para a mudança positiva de mentalidades, de ajudar os outros a terem outras perspectivas das coisas e não só escrever por escrever; isso qualquer um pode fazer; escrever com o propósito de mudar algo, de tocar profundamente alguém ou a sua vida, é muito mais difícil, mas também mais prazeroso e enriquecedor.

MBC – Não escreves somente dentro de um género, vais continuar nesta linha ou dedicar-te somente a um?
CNA - Gosto de escrever em vários géneros, de criar aquilo que me apetece no momento. Gosto dessa liberdade e, além disso, quando escrevo vivo intensamente as personagens, cada uma das suas sensações e emoções, o que faz com que quando termino um trabalho sinta a necessidade de me afastar do que “vivi”. Mudar de género é, para mim, uma forma de me apaziguar, renovar e evitar a rotina, que detesto sob qualquer forma.

MBC – “Joaninha e o Jardim Encantado” o teu primeiro livro era literatura infantil, mas transmite uma forte mensagem. Queres contar-nos como te surgiu a ideia?
CNA - Sim, é verdade. Pareceu-me que, sendo uma leitura infanto-juvenil, era importante que contivesse algo positivo e transformador que contribuísse para a formação dos nossos miúdos. Estórias de encantar já há muitas e no mundo actual, que é cada vez mais cruel, em que os valores da amizade genuína, da empatia e da entreajuda desinteressada se vão tornando raros, pensei que o que tinha escrito há alguns anos para o meu filho poderia ser útil para outros. Assim nasceu a Joaninha para o público, condimentada com o apontamento da igualdade na diferença, fruto da minha própria vivência com vários miúdos portadores de doenças raras, em que testemunhei, tantas vezes, a dor de não serem aceites pelos seus pares, sem razão absolutamente nenhuma de existir, e o isolamento e revolta a que isso leva.

MBC – Qual foi a reação do público?
CNA - Foi muito boa. As crianças gostaram e os pais também. Alguns disseram-me que era um livro infanto-juvenil que todos os adultos deviam ler e isso encheu-me de orgulho, confesso, por perceber que tinham entendido o meu objectivo e o apoiavam. Este é um livro que gostava de ver lido nas escolas ou nos ATL, por exemplo, pelos valores que apresenta e que, julgo, todos nos deveríamos nortear desde tenra idade.

MBC – Já no teu segundo livro “Por Amor, Tudo (?)” tocas num assunto infelizmente muito real, a violência doméstica. Podes explicar aos nossos leitores porque te lembraste de abordar este tema, quais foram as tuas fontes e quanto tempo demorou a escrever.
CNA - Eu estava a compor outro trabalho que tinha alguns apontamentos de violência psicológica e falei com os meus editores da altura sobre isso; eles ouviram-me e perguntaram-me porque é que eu não o fazia abordando a violência doméstica de forma crua; reflecti e achei que podia ser uma boa ideia, o tema era actual e, infelizmente, em crescendo e talvez dessa forma pudesse ajudar a consciencializar quem vive esse drama a não deixar arrastar situações que podem ter desfechos muito graves. Para o fazer de forma séria, pois para mim um verdadeiro escritor tem que “sentir” aquilo que escreve, decidi contactar vítimas reais deste flagelo e foi a partir delas que a Isabel, a personagem principal, tomou forma. Após estes contactos a escrita fluiu e o processo foi rápido: quatro a cinco meses bastaram para o livro estar pronto, até porque, por insistência da editora, é uma estória pequena.

MBC – Neste livro tinhas uma parceria com um grupo de apoio a estas vítimas, explica-nos como foi feita e qual foi a divulgação deste teu trabalho.
CNA - Contactei a APAV e expliquei-lhes as minhas pretensões. Inicialmente houve
algum receio por parte deles, claro, não me conheciam de lado nenhum, mas depois de algumas conversas creio que viram a seriedade das minhas intenções e permitiram-me o contacto com vítimas numa casa abrigo. Estar-lhes-ei eternamente grata, quer à instituição, quer a todas as mulheres com quem conversei, pois foi tão doloroso quanto gratificante. Custou-me muito fazê-las falar sobre o seu inferno, perceber as suas feridas, os silêncios… ao mesmo tempo que me ensinavam tanto sobre a natureza humana, quer da vítima, quer do agressor, e no fim sorriam já confiantes e aliviadas – gosto de pensar assim – por terem exorcizado alguns demónios com aquela partilha.
A divulgação, infelizmente, não foi a esperada, nem a que o tema merecia. A meu ver, a editora não fez um bom trabalho nesse sentido e, sendo eu uma autora praticamente desconhecida do público, este livro não chegou onde eu gostaria que chegasse: ao maior número de pessoas, pois considero que não é demais falar sobre algo que está a destruturar as famílias, a criar novos agressores pelo exemplo e a matar seres humanos gratuitamente, com os números a aumentarem ano após ano.


MBC – Pretendes escrever algo diferente num futuro próximo?
CNA - Claro que sim. Para o público já escrevi um conto infantil, uma estória centrada na violência doméstica e um conto policial e agora talvez surja uma grande estória de amor… nunca se sabe.

MBC – Onde é que os leitores podem adquirir os teus livros?

CNA - Actualmente, através de mensagem na minha página de autora no Facebook. Qualquer alteração também é por lá que será comunicada.

MBC – Queres deixar-nos os teus contactos nas redes sociais para que os leitores possam seguir o teu trabalho?

CNA - Claro, aliás, é a forma mais segura de terem todas as actualizações.
         Facebook: www.facebook.com/CristinaDasNevesAleixo
         Instagram: cristinanaleixo
         Goodreads: Cristina Das Neves Aleixo

MBC - E a pergunta que todos queremos saber novidades para breve?
CNA - Anda qualquer coisa na forja…



O meu especial agradecimento à autora pela sua disponibilidade mas principalmente por ter a coragem de ser mais uma voz a expor assuntos que infelizmente nos dizem tanto mas para os quais continuamos a fechar os olhos. E que essa necessidade que afirma sentir nos seus genes continuem a mover-lhe a caneta com a mesma força com que respira e que nos volte a surpreender.

Texto: MBarreto Condado
Fotos: disponibilizadas pela autora












Penguin Random House Grupo Editorial apresenta os livros com publicação prevista para o 1º trimestre de 2019

NOVIDADES INFANTO-JUVENIS






Continuamos a publicação da série de grande sucesso, BIA E O UNICÓRNIO,  de Dana Claire Simpson,  com a publicação do quarto volume. Os mais novos, e os mais velhos também, vão poder continuar a acompanhar as aventuras mágicas e hilariantes, de Pureza de Narinas Celestiais, uma mítica criatura da floresta cheia de si, e a Bia, uma menina tão inteligente quanto atrevida.