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terça-feira, 31 de agosto de 2021

Lançamento| Um Fogo Lento, o muito aguardado Thriller de Paula Hawkins chegou às livrarias. Está preparado? | TOPSELLER


Texto: Isabel de Almeida

Foto: DR Grupo 20|20


 Nas livrarias a partir de 31 de Agosto de 2021, com a chancela de qualidade da Topseller.


Está preparado para desvendar o mais recente livro de Paula Hawkins?


Quer conhecer as cinco personagens centrais Laura Kilbride; Miriam Lewis, Carla, Irene, Theo?


Tem curiosidade acerca do processo criativo da autora e relativamente às obras que serviram de inspiração a esse processo?

Curioso acerca do livro?


Pois bem, aqui na redacção já lemos esta novidade literária e vamos partilhar consigo tudo o que sabemos! Tudo?...bem... quase tudo, sem spoilers claro!


Fique atento caro leitor, desvende este mistério na nossa companhia.


terça-feira, 10 de agosto de 2021

CRÍTICA LITERÁRIA | Escrito na Água, de Paula Hawkins | Topseller - Grupo 20|20


Texto: Isabel de Almeida | Jornalista | Crítica Literária

Foto: D.R.


Escrito na Água é o segundo romance da aclamada autora Paula Hawkins e chegou às livrarias em 2 de Maio de 2017, Em 31 de3 Agosto de 2021 chegará a oportunidade para desvendar o terceiro Thriller da autora - Um fogo Lento - até lá podemos descobrir ou revisitar  Escrito na Água o segundo  thriller psicológico de Paula Hawkins, sendo o resultado de um delicado e moroso trabalho de escrita ao longo de três anos, começamos por dizer que o investimento relativamente longo no trabalho de construção da narrativa fica patente na riqueza e no cuidado estilo literário imprimido à obra, a qual, além de narrar uma história carregada de simbolismo, suspense e, não um mas vários mistérios (como a própria autora destacou em missiva dirigida aos leitores iniciais) incita à reflexão acerca de temas bastante caros a Paula Hawkins, designadamente: o lugar das mulheres no mundo, a relação das mulheres entre o seu género, a pouca fiabilidade da memória e o poder da narrativa.


O ponto de partida para a trama é o regresso de Jules (Julia) Abott à localidade onde nasceu - Beckford - na Inglaterra, para se defrontar com a morte da irmã mais velha Nel Abbot, com a qual tinha uma relação conturbada e mal resolvida que nos vai sendo apresentada no decurso da narrativa, a par do mistério principal que se prende com a causa ou as motivações das mortes que ocorrem no rio local, em especial, numa zona conhecida como "O poço das Afogadas". Uma das grandes questões que se levanta é: será a morte de Nel suicídio ou homicídio?


Será o rio um local de rituais simbólicos, o sítio onde Nel e outras mulheres ao longo dos séculos, procuraram a morte como libertação de uma vida que não lhes era satisfatória? Ou é o rio um instrumento ideal para punir mulheres consideradas problemáticas (no sentido em que não se conformam às normas instituídas socialmente?).


Como protagonistas encontramos Jules (irmã da falecida Nell, Lena, a rebelde e inconformada filha adolescente da falecida Nel, Louise Wittaker  (mãe do jovem Josh) que vive a dor inexplicável de ter perdido recentemente a filha Katie (melhor amiga de Lena), a equipa de investigação local que é chamada a averiguar as circunstâncias em que decorreu a morte de Nel ( uma mulher sedutora, um espírito livre, escritora que sempre nutriu uma obsessão pelo rio e pelas mortes por afogamento de várias mulheres que ali foram ocorrendo, e que se encontrava a escrever um livro acerca deste tema que poderia ser incómodo até para si mesma). Existem diversas personagens, e cada uma delas apresenta a sua perspectiva enquanto participante na história, numa narrativa na primeira pessoa que bastante prende o leitor e o transporta para a essência psicológica e densidade das mesmas.


Dividido em quatro partes, o livro vai envolvendo o leitor na história, num clima de suspense permanente até ao climax final, pese embora seja viciante, os temas abordados são tão pertinentes e reais que aconselhamos vivamente uma leitura que diríamos de degustação, sendo difícil resistir à tentação de saborear algumas passagens e de ir fazendo anotações ao longo da leitura. 


Estamos aqui perante mais do que uma simples história de mistério, ou um simples thriller psicológico, estamos sim perante uma obra literária na sua verdadeira essência, com um olhar maduro e ponderado acerca de questões psicológicas, filosóficas e sociológicas, e mais do que a própria história, é este o aspecto que mais nos fascinou nesta leitura.


Em termos psicológicos, somos brindados com a particular dinâmica relacional entre Jules e a sua falecida irmã Nel, a rivalidade entre irmãs, a competição, a luta pelo exercício do poder torna-se evidente aos nossos olhos: "Sempre tive um pouco de medo de ti. Tu Sabias disso, divertias-te com o poder que te dava sobre mim. (...)"


Encontramos momentos de reflexão sociológica e filosófica bastante profundos e actuais: "(...) as histórias dos adultos estavam cheias de crueldades estúpidas: criancinhas recusadas à entrada das escolas porque a sua pele era de uma cor errada; pessoas espancadas ou mortas por adorarem o deus errado.(...)"


Há um aspecto que gostaríamos de destacar, por ter sido esta a nossa leitura da história, o rio assume aqui um papel deveras relevante na economia da narrativa, na medida em que todas as personagens estão directamente ligadas ao mesmo, ou porque este as fascina, ou porque nele perderam pessoas que lhe eram próximas e queridas. O rio transporta na obra um simbolismo marcadamente dialéctico que evoca uma perspectiva filosófica heraclitiana, recordando Heráclito de Efeso:"Não é possível descer duas vezes no mesmo rio; nós próprios somos e não somos." (Fragmento 49, In, No Reino dos Porquês, Filosofia, 10º ano). Ou seja, nada permanece estanque, nem o rio, nem as pessoas à sua volta, e o mundo avança através de uma eterna luta entre contrários, vejamos este excerto de escrito na Água que evidencia esta ideia: "Tive um acesso súbito de clareza: não tinha de ser fixa, podia ser fluída, como o rio.(...)"


Os jogos de poder e de sedução como exercício de poder, a possibilidade de serem criadas falsas memórias, e também sempre muito presente em diversas personagens encontramos uma palavra chave - a culpa, a culpa associada ao passado, às perdas, à forma como são elaboradas e vividas diversas emoções, tudo isto podemos encontrar neste livro, o que revela a maturidade da autora já plenamente plasmada na sua escrita. Muito mais poderíamos dizer, mas receamos cair no risco de spoilers, e por isso, aqui deixamos algumas pistas e a recomendação sem hesitações desta leitura.


A escrita de Paula Hawkins é perfeita, e a sua perspicácia enquanto observadora do mundo que a rodeia é manifestada de forma brilhante em Escrito na Água.


O Livro será adaptado ao cinema, à semelhança da primeira obra da autora - A Rapariga no Comboio.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

CRÍTICA LITERÁRIA | A rapariga no Comboio, de Paula Hawkins | Topseller - Grupo 20|20


Texto: Cláudia  de Andrade | Colaboradora Nova Gazeta

Foto: D.R.


Presa no remoinho do dia-a-dia, vivendo cada dia de uma forma automática como se fosse passageira no próprio corpo, amaldiçoada a viver os dias sempre iguais… Como se a vida não fosse mais do que uma longa e melosa espera pela morte… Esta é Rachel, a personagem principal.


Quando o seu casamento acaba, Rachel passa a viver dormente. Assombrada pela nova vida idílica do ex-marido, com a sua nova esposa perfeita e bebé recém-nascida… Rachel parece o contraste total, desfeita pela separação e pela morte do sonho de uma vida ao seu lado. 


Entregue ao álcool, após perder o emprego, com o dinheiro a acabar e a viver no quarto de uma amiga a quem ainda nem teve coragem de contar que está desempregada, Rachel continua a apanhar todos os dias o comboio para Londres, como se este facto a mantivesse agarrada a uma ténue normalidade.


Durante a viagem vai imaginando a vida das pessoas que vê pela janela, em especial a de um casal que mora na sua antiga rua… em particular da mulher da casa, da qual aguarda ansiosa um vislumbre… a quem imagina um nome, uma profissão, confabulando uma vida de sonho. A vida que talvez, num passado distante, tenha imaginado para si mesma.


Numa manhã nota algo errado com o casal que observara há tanto, algo breve, quase ininteligível… e mais tarde vem a saber que a mulher que preenchia o seu imaginário está desaparecida…


Embrenhada na bruma do álcool, Rachel vê-se arrastada para uma investigação em que passa de pessoa de interesse, a suspeita, a bêbeda obcecada… a incómodo não relevante.


Mas a verdade é que Rachel viu mais do que pensa…sabe mais do que imagina e está mais ligada ao que aconteceu do que se permite aceitar...


Os pontos começam-se a unir… 


Mas será que pode confiar em si mesma?


Venha descobrir os mistérios com A Rapariga no Comboio, uma edição da Topseller, Grupo 20|20


Nota de Redacção -  9 Agosto de 2021

Já transposto para o cinema é uma obra de sucesso reconhecida internacionalmente. Dia 31 Chega às Livrarias o mais recente thriller da autora - Um fogo lento, que estamos a ler na redacção já em avanço. Se ainda não conhece, eis uma nova autora a desvendar para quem gosta de thrillers psicológicos de verdadeira qualidade literária.

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

DIVULGAÇÃO LITERÁRIA | O Passageiro, de Ulrich Alexander Boschwitz | Cavalo de Ferro - Grupo 20|20


 Texto: Redacção com Cavalo de Ferro

Foto: D.R.


Otto Silbermann é um respeitado comerciante judeu cuja vida muda drasticamente com a ascensão do nazismo. Surpreendido pelo clima de perseguição subsequente aos acontecimentos que ficariam marcados para a História como a «Noite de Cristal», Silbermann vê-se obrigado a escapar, deixando tudo para trás: a sua casa, a mulher e os negócios. Com toda a sua fortuna dentro de uma pasta, sem nenhum lugar para onde ir e ninguém que o queira auxiliar, Silbermann é agora um proscrito, um fugitivo. Resta-lhe comprar sucessivos bilhetes de comboio e viajar sem destino certo, em busca de uma qualquer saída para a sua absurda situação. Torna-se um passageiro.

Publicado discretamente em língua inglesa numa versão não corrigida e esquecido num arquivo da Biblioteca Nacional Alemã, o manuscrito de O Passageiro só foi redescoberto recentemente, quase oito décadas depois, e por fim editado na sua língua original (depois de cuidadosamente revisto), tornando-se um verdadeiro caso literário internacional.


Tenso e vertiginoso, carregado de humor cáustico, O Passageiro respira a atmosfera labiríntica e angustiante de Kafka, ao mesmo tempo que evoca um dos mais negros períodos da História europeia.


Versão definitiva, traduzida do original alemão, revisto e editado por Peter Graf.


***


O autor


Ulrich Alexander Boschwitz nasceu em Berlim em 1915. Emigrou para a Escandinávia em 1935, onde publicaria o seu romance de estreia, Menschen neben dem Leben, graças ao qual pôde depois mudar-se para Paris e estudar na Universidade de Sorbonne. Após um período na Bélgica e no Luxemburgo, seguiu para o exílio em Inglaterra na companhia da mãe. É na sequência da Noite de Cristal, em 1938, que escreve, em apenas quatro semanas, O Passageiro, um romance de traços autobiográficos que seria de imediato traduzido para língua inglesa, numa versão não definitiva. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, Boschwitz foi enviado para a Austrália onde viveu num campo de internamento.


Em 1942, teve autorização para regressar a Inglaterra, mas o navio onde viajava foi atingido por um torpedo alemão ao largo da costa dos Açores, causando a morte de todos os ocupantes. Boschwitz tinha vinte e sete anos.


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sábado, 28 de julho de 2018

SUGESTÃO LITERÁRIA | "Os Bebés também fazem Yoga, de Fearne Cotton | NASCENTE


O yoga em família é mais divertido!

Um livro encantador (e zen q.b.) que apresenta uma primeira aproximação aos benefícios do yoga, mostrando como várias posturas são naturais nas crianças mais pequenas. Para além dos efeitos positivos a nível físico, a introdução do yoga na vida familiar pode

contribuir para diluir as tensões do dia a dia e ajudar todos os membros da família a relaxar (a começar pelos que ainda usam chucha), gerando um ambiente mais pacífico e menos «birrento».



Os Bebés Também Fazem Yoga (Ed. Nascente | 32 pp | 12,69) chega às livrarias na próxima segunda-feira, 30 de julho. 


SOBRE O LIVRO

A vida em família é agitada, mas o yoga ajuda toda a gente a relaxar: repara na Ema no jardim, ou na Honey durante a hora do banho. Depois de veres o que eles conseguem fazer, porque não tentar também?

O yoga é uma atividade maravilhosa para toda a família, e tem um enorme efeito relaxante. É perfeito para a coordenação motora e para melhorar a saúde e o bem-estar. E é bem divertido!

Os textos e as ilustrações deste livro foram aprovados por um professor de yoga certificado, mas não foi escrito como um manual. Yoga infantil é algo divertido para fazer com os filhos, por isso este livro é para ler e experimentar em família.

Repleto de belas ilustrações, inclui uma história muito simples sobre os bebés que experimentam o yoga em situações do quotidiano, em posturas como a do gato, do bebé feliz, da ponte, entre outras. 



SOBRE A AUTORA: Fearne Cotton é uma célebre apresentadora britânica de rádio e televisão. É autora de diversos livros, entre os quais os bestsellers Happy (publicado em Portugal no ano passado), Calm e Cook Happy, Cook Healthy.

Fearne tem dois filhos e participa com frequência em ações de solidariedade e angariação de fundos para várias instituições como a The Prince’s Trust.

Tem milhões de seguidores nas redes sociais Twitter, Facebook e Instagram. Saiba mais sobre a autora: www.officialfearnecotton.com. 

Fonte: Grupo 20|20 | Ed. Nascente