quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

CULTURA | Exposição "Entre Chamas" Homenageia vítimas dos incêndios e soldados da paz | SETÚBAL


Texto: Isabel de Almeida | Colaboradora Nova Gazeta | Jornalista Diário do Distrito

Fotos: Câmara Municipal de Setúbal | Direitos Reservados


A exposição de pintura "Entre Chamas", da artista plástica Vanda Pereira, natural de Setúbal, encontra-se patente desde dia 12 de Dezembro, e poderá ser visitada até dia 5 de Janeiro de 2018 na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal.


"Entre Chamas" é uma exposição de pintura alusiva aos incêndios que este ano devastaram Portugal, sendo propósito da artista plástica Vanda Pereira prestar a sua homenagem a todas as vítimas que perderam a vida ou bens nos incêndios, bem como aos Bombeiros Portugueses, e à nossa Floresta, que ficou mais pobre com milhares de hectares consumidos pelas chamas.

Esta exposição poderá ser visitada de segunda a sexta-feira das 09h00 às 19h00 e aos sábados das 14h00 às 19h00.


quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ESCAPADINHAS | Presépio Vivo irá animar a baixa do Montijo no próximo fim - de - semana | MONTIJO


Texto: Isabel de Almeida | Colaboradora Nova Gazeta | Jornalista Diário do Distrito

Foto: Câmara Municipal do Montijo | Direitos Reservados


O Presépio Vivo será o ponto alto da iniciativa Natal com Arte promovida pela Autarquia Montijense. No fim - de - semana de 16 e 17 de Dezembro, na Praça da República, em pleno coração da Cidade do Montijo, haverá lugar à  recriação do local do nascimento de Jesus, com figurantes trajados a rigor, animais e vários outros detalhes. 

Na Praça da República, Sexta, Sábado e Domingo, entre as 10h00 e as 22h00 pode também visitar o Mercado de Natal, e pode levar os mais pequenos a visitar a Casinha do Pai Natal

A música será um dos destaques da programação de Natal, e durante o próximo fim - de - semana poderá assistir a três espectáculos  de qualidade:

No Montijo, a música é uma forte aposta da programação de Natal e no próximo fim de semana terão lugar três excelentes espetáculos. No dia 16 de Dezembro, pelas 21h30, no Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida, o Grupo Coral do Montijo convidou o Coro Staccato e o Grupo Coral de Sesimbra para um Concerto de Natal.

A 17 de Dezembro, às 16h00,  será o Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro a oferecer um Concerto de Natal na Igreja Matriz. No mesmo local, mas no dia 18 de Dezembro, às 21h30, o Coro e Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Artes do Montijo vão realizar um Concerto de Natal com temas musicais alusivos aos Natais dos vários cantos do mundo.

As crianças terão a oportunidade de participar na animação infantil com pinturas faciais, no dia 16 de Dezembro, a partir das 10h30, na Praça da República. 

Com um programa bastante diversificado, que abrange actividades como música, animação de rua, actividades para crianças a iniciativa Natal com Arte traz ao centro da cidade do Montijo e às freguesias a magia e o brilho próprios desta época do ano.

Fica a sugestão, venha ao Montijo viver um Natal com Arte em família!


Fonte: Câmara Municipal do Montijo | Gabinete de Comunicação e Relações Públicas

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

DIVULGAÇÃO LITERÁRIA | Thriller "O Homem de Giz" chega a Portugal em Janeiro e promete surpreender os leitores | PLANETA


Texto: Redacção Nova Gazeta  com Editorial Planeta Portugal

Fotos: Blog Os Livros Nossos e Editorial Planeta Portugal | Direitos Reservados


No dia 16 de Janeiro de 2018 chegará às livrarias um thriller que promete surpreender os leitores Portugueses e dar muito que falar. 

"O Homem de Giz", da autora Britânica C. J. Tudor chega a Portugal com chancela Planeta e vai agitar o panorama literário nacional.

Se é fã de um bom thriller não vai ficar indiferente.


Estamos perante um fenómeno mundial que começou antes da Feira de Frankfurt 2016.
A obra tem Direitos vendidos para 48 países, entre eles Portugal. 


Toda a gente tem segredos.
Toda a gente é culpada de alguma coisa.
E as crianças nem sempre são inocentes.




NINGUÉM FICARÁ INDIFERENTE

[Sobre o Livro]:

O livro de estreia de C. J. Tudor é um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias.
A história começa em 1986 e, após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.
As influências de Stephen King e o toque de Irvin Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite.
O que contribui para que a história tenha um desfecho muito real e chocante. O Homem de Giz conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridas e em como as influências de famílias disfuncionais contribuem para exacerbar o
imaginário infantil.

O que dizem outros autores?

«[Há] muito tempo que não tinha uma noite em branco devido a um livro.
O Homem de Giz mudou isso. Muitos parabéns C. J Tudor!»

Fiona Barton, autora best-seller de A Viúva e O Silêncio


«Há muito tempo que não lia uma estreia tão impressionante. O ritmo foi perfeitamente delineado, as personagens desenhadas soberbamente e há uma sensação de desconforto que começa com o prólogo e cresce ao longo do livro. E esse fim é tão diferente que o livro merece ser um êxito.»

James Oswald, autor best-seller do Sunday Times da série Inspector McLean


«Que estreia impressionante! Que ideia tão hábil e engenhosa! Fiquei
absorvida desde a primeira página. Adorei como as histórias de 1986 e as de
hoje se unem e criam este fim inesquecível e inesperado. Apelativo, tenso e
muito muito arrepiante. Este livro irá assombrá-lo!»

Claire Douglas, autora best-seller do Sunday Times de Irmãs

« C. J. Tudor brilha intensamente e apresenta uma história assustadora e
vividamente imaginada. Muito mais do que um mistério de assassínio é uma
exploração inteligente e aterrorizante dos laços e limitações das amizades de
infância e de segredos que se recusam a permanecer enterrados. Apaixoneime
pela voz que nos guia no romance, Eddie, pensativo e solitário. Prepare-se
para se surpreender uma e outra vez, até à última página!»

Michelle Richmond, autora de O Pacto

« Uma narrativa tensa e inteligente.»

Ali Land, autora de Menina Boa, Menina Má

[A Autora]:


C. J. Taylor é natural de Salisbury e cresceu em
Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da
sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet.
Ao longo dos anos, envolveu-se em tarefas tão diferentes como jornalista estagiária, empregada de mesa e de loja, autora de textosradiofónicos, voz off, apresentadora de televisão, redactora publicitária e agora escritora. Vencedora da competição nacional de escrita de Twenty7,
em 2016, O Homem de Giz é o seu livro de estreia.

Ficou curioso? Fique atento, pois estamos na posse de informações exclusivas que iremos revelando aos nossos leitores, e iremos publicar alguns excertos da obra bem como a sua crítica literária.

[Booktrailler Já disponível no Canal da Nova Gazeta no Youtube]:





ACTUALIDADE | Alunos Baptizam Golfinhos do Estuário do Sado | SETÚBAL


Texto: Isabel de Almeida | Colaboradora Nova Gazeta | Jornalista Diário do Distrito

Foto: Câmara Municipal de Setúbal | Direitos Reservados


   Os alunos do Agrupamento de Escolas Luísa Todi escolheram os nomes de Bolinhas, Sereia e Lua para baptizar três crias de golfinhos que nasceram este ano no Estuário do Sado. A iniciativa decorreu na tarde da passada Segunda-Feira no auditório da Escola Básica Luísa Todi, em Setúbal.

   Coube à Presidente do Município de Setúbal - Maria das Dores Meira - proceder ao anúncio dos nomes seleccionados, na sequência de votação levada a efeito por mais de seis dezenas de crianças dos 3º e 4º anos de Escolaridade tendo por base listagem de nomes facultada pelo ICNF - Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas.

   A Presidente do Município Sadino lançou às crianças uma importante questão: “Vocês são os padrinhos destes três novos residentes do Sado. A responsabilidade é muito grande! O que é que não podem fazer na água?”, à qual as crianças prontamente responderam de forma entusiasta "poluir !"

   Esta actividade foi organizada pelo ICNF numa parceria firmada com a Câmara Municipal de Setúbal, e contou também com uma apresentação cuja dinamização esteve a cargo de Ana Cristina Falcão, Técnica que integra a equipa de monitorização dos Roazes do Sado da Reserva Natural do Estuário do Sado, a qual referiu “Em 2015, o ICNF decidiu que as crias de golfinhos serão sempre baptizadas nas escolas. Por isso, estamos aqui hoje”

   Destacando a importância da protecção ambiental, a Presidente da autarquia afirmou “Desde muito cedo temos de ensinar as crianças que elas são peça fundamental no futuro, para a mudança de mentalidades e para a preservação do ambiente. É para nós motivo de grande alegria e orgulho que sejam elas a escolher os nomes das novas crias.”

   Neste evento marcaram ainda presença o Vereador responsável pelo Pelouro da Educação, Ricardo Oliveira e a jovem Setubalense Filipa Barroso, Miss Portugal e antiga aluna daquele agrupamento escolar. 

   Para concluir o evento, o Vereador Ricardo Oliveira e Ana Cristina Falcão ( do ICNF) entregaram às crianças diverso material informativo e ludo-pedagógico, tendo havido lugar ainda a um apontamento musical a cargo do Grupo de Bombos da Escola Básica Luísa Todi.


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

CRÍTICA LITERÁRIA | " O Rapaz do Caixote de Madeira", de Leon Leyson, Marilyn J. Harran, Elisabeth B. Leyson | EDITORIAL PRESENÇA


Texto: Isabel de Almeida | Crítica Literária - Nova Gazeta


O Rapaz do Caixote de Madeira, de Leon Leyson com Marilyn J. Harran e Elizabeth B. Leyson é um relato autobiográfico bastante emotivo e esclarecedor sobre uma das fases mais negras e aterradoras da nossa história Contemporânea - o Holocausto promovido pela Alemanha Nazi que ceifou as vidas de milhares de Judeus, deixando em cada sobrevivente uma memória bem presente dos horrores vividos, dos limites que a crueldade humana consegue ultrapassar, mas também, e em especial nesta obra, da extrema capacidade de resiliência e de adaptação às novas realidades que os seres humanos conseguem demonstram perante situações extremas de violência, carências diversas e discriminação religiosa e cultural.

O narrador desta história real é também o seu protagonista. Leon era uma criança Judia igual a tantas outras, nasceu numa pequena aldeia rural no Nordeste da Polónia - Narewka - sendo o mais jovem de cinco irmãos ( Hershel, o mais velho, um rapaz forte e rebelde; Tsalig, dócil e sensível, visto por Leon como um herói a imitar; Pesza, humilde e responsável e a única rapariga entre a prole; David, pouco mais velho do que Leon e o seu habitual companheiro de aventuras e traquinices). Viveu um início de infância despreocupado, inserido numa sociedade  de cariz patriarcal, os pais casaram jovens ( a mãe - Chanah - com 16 anos e o pai - Moshe - com 18) e ao pai cabia o papel social de sustentar a família, ao passo que a mãe tinha por papel social cuidar do marido e dos filhos, dedicando a sua vida à família. A aldeia apenas recebeu energia eléctrica em 1935, e não estava dotada de estruturas hoje tão básicas para a sobrevivência como água canalizada e saneamento individualizado por cada casa, mas a existência era serena, havia um forte espírito de entre-ajuda e a comunidade judaica local, constituída por cerca de 1000 pessoas investia na sua formação religiosa e cultural, os jovens frequentavam o ensino público e também o heder (escola judaica), e os mais velhos eram muito respeitados e até mesmo venerados.

Moshe, o pai de Leon, era funcionário de uma fábrica de vidro e foi convidado pelo patrão a trabalhar em Cracóvia, o que foi considerado uma honra na aldeia. Durante uns anos visitava a família de seis em seis meses, e a sua vinda era um acontecimento que deixava toda a família muito animada. O filho rebelde, Hershel, acabou por acompanhar o pai  estabeleceu-se em Cracóvia, e logo que as poupanças permitiram, todo o agregado vai viver para Cracóvia, deixando para traz a aldeia natal.

O fantasma da Guerra começa a pairar, mas é com alguma nostalgia que Leon recorda a sua entrada em Cracóvia (em 1938), uma bela cidade histórica, que era também um importante centro cultural.  Já na cidade começa a sentir a discriminação durante a sua frequência da escola primária, em simultâneo, Hitler começa a por em prática o seu horrendo plano de perseguição aos Judeus, marginalizando-os e diabolizando este povo. Em 1939 a guerra é já inevitável e a cidade começa a preparar-se para este conflito, e a 1 de Setembro desse mesmo ano tem início a ocupação Alemã da Polónia. A partir daqui, o mundo conforme Leon sempre conhecera começa a ficar irreconhecível, há espancamentos de Judeus por soldados Alemães na Rua, e em breve é criado o Gueto de Cracóvia, para onde são deslocadas as famílias judias às quais, ainda assim, é reconhecida uma fraca e instável legitimidade para permanecer na Cidade, mas dentro dos muros do Gueto, como que num mundo à parte, onde começam a notar-se toda uma série de privações e de ataques à dignidade de qualquer ser humano: habitações sobrelotadas, carência de bens alimentares e de aquecimento, o que rapidamente leva à doença nos mais frágeis, mas que, em simultâneo, activa um sistema colectivo de solidariedade e entre-ajuda, pois os Judeus do Gueto contribuem para ajudar quem precisa com os recursos que cada um tem, nem que sejam os conhecimentos das respectivas profissões, e surgem mesmo escolas secretas, numa clara reacção silenciosa à opressão Nazi.

Entretanto, o pai de Leon conhece Óskar Schindler, um empresário Nazi que ficará célebre por salvar a vida de muitos judeus que, através das suas empresas, conseguiu manter sobre a sua protecção, e será este homem a ter mais adiante um papel de relevo na sobrevivência de Leon e de muitos membros da sua família.

As deportações dos Judeus considerados menos úteis são um prenúncio de que algo vai piorar ainda mais, e após o fim do Gueto de Cracóvia Leon e a família seguem para o Campo de Plaszów, esta mudança de cenário simboliza o que de mais cruel e desumano ainda espera muitos Judeus, e este perigo foi percepcionado pelo então jovem Leon que se refere assim à entrada em Plaszów: " (...) transpor aqueles portões era como chegar ao mais profundo círculo do Inferno." p. 93

Sujeito a trabalhos forçados, a violência gratuita a castigos sem sentido, muitas vezes o desespero extremo e o sentido de união familiar levaram Leon a arriscar a sua própria vida apenas para garantir que se mantinha próximo dos pais e dos irmãos, o que bem demonstra o sentido de união e de sociedade patriarcal na qual foi educado desde tenra idade. 

Tem tanto de assustador como de admirável o relato que Leon nos faz de tudo o que viveu no Campo de Trabalho de Plaszów, e fica evidenciada a extrema inteligência e a coragem de um homem como Óskar Schindler, que com a sua astúcia, conseguiu manter muitas vidas judias sendo um empresário Nazi que se movimentava bem dentro do sistema instalado pelo domínio político, militar e ideológico sob os comandos de Adolfo Hitler, um líder político para quem a loucura não conhecia limites.

Foi a mão protectora de Schindler sobre os seus empregados e as suas famílias que marcou a diferença entre a vida e a morte para Leon e alguns dos seus familiares, e ao usar um caixote de madeira para conseguir trabalhar numa máquina na fábrica de Schindler o jovem Leon chamou a atenção do empresário, que evidenciou admiração perante a astúcia da criança: " (...) eu tinha de me empoleirar num caixote de madeira para poder alcançar os controlos da máquina que estava encarregado de operar." Este simples facto que dá o título ao livro faz-nos também pensar na extraordinária capacidade de adaptação dos seres humanos ao sofrimento e à força que, muitas vezes, encontramos vinda nem se sabe bem de onde, mas que nos permite ir em frente e querer sobreviver a todo o custo, mesmo quando as probabilidades de sobrevivência são cada vez mais reduzidas.

Sobre a atitude dos Nazis, Leon reflecte sobre a mesma referindo: " Que a nossa miséria, o nosso confinamento e a nossa dor fossem irrelevantes para as suas vidas era simplesmente incompreensível." 

Estamos perante um livro dirigido ao público jovem, é uma leitura que recomendamos e que sugerimos até possa ser debatida em família. É um livro duro, muitas vezes chocante, e tantas outras enternecedor pela empatia que o corajoso Leon nos suscita sem esforço. Este livro abala-nos por dentro, faz-nos chorar, ter raiva, respirar de alívio, e pensar muito seriamente acerca de até onde podem ir os limites da maldade humana em nome de uma ideologia política, de uma fantasia desvairada e homicida de um psicopata que conseguiu arrastar multidões de seguidores, e faz soar campainhas de alerta num mundo cada vez mais desumanizado e carente de valores, e onde muitos líderes, em nome da religião, da mentalidade ou mesmo da ideologia podem estar, neste exacto momento, a arrastar a humanidade para algo que pode fazer repetir partes da história universal num dos seus piores e mais aterradores momentos.

É uma leitura incontornável, e que com toda a justeza faz parte do actual Plano Nacional de Leitura, estando recomendada para todos os alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico.

Ficha Técnica.


Autores: Leon Leyson, Marilyn J. Harran, Elisabeth B. Leyson


1ª Edição: Janeiro de 2014 | Livro na 6ª Edição

Nº de Páginas: 188

Género: Biografia

Classificação Atribuída: 5/5 Estrelas




ACTUALIDADE | Sessão solene assinalou o 13º aniversário da elevação do Samouco à Categoria de Vila | Samouco

Pedro Ferreira - Presidente da Junta de Freguesia do Samouco

Texto: Isabel de Almeida | Colaboradora Nova Gazeta | Jornalista Diário do Distrito

Fotos: Junta de Freguesia do Samouco | Direitos Reservados


No passado dia 9 de Dezembro o Samouco, Freguesia do Concelho de Alcochete, celebrou o 13º ano da elevação à categoria de Vila, tendo as respectivas celebrações decorrido em sessão solene no Salão Nobre da Junta de Freguesia no Domingo, dia 10 de Dezembro.

No âmbito das celebrações do 13º aniversário da elevação do Samouco à categoria de Vila, foi prestada homenagem ao trabalho desenvolvido pelos Bombeiros Voluntários de Alcochete em prol do bem estar das populações. No uso da Palavra, Pedro Ferreira - Presidente da Junta de Freguesia do Samouco e Fernando Pinto - Presidente da Câmara Municipal de Alcochete evidenciaram a importância da data celebrada, bem como o trabalho desenvolvido para haver sido alcançada tal elevação de categoria desta Freguesia do Concelho de Alcochete.


Fernando Pinto - Presidente da  Câmara Municipal de Alcochete
Usou ainda da palavra o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcochete, que, tendo agradecido a homenagem, frisou que os Bombeiros servem e pertencem, efectivamente, a todas as Freguesias do Concelho de Alcochete, designadamente, o Samouco.

Houve ainda lugar a uma homenagem bastante emotiva que mereceu o aplauso de pé de todos os presentes, tendo sido recordado pelo Comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcochete o trabalho meritório de João Catita - Bombeiro Samouqueiro já falecido e pessoa bem conhecida no Samouco e em Alcochete que honrou e serviu esta corporação de Bombeiros durante trinta e três anos.

A cerimónia contou também com o habitual bolo de aniversário e com apontamento musical a cargo de Martim Vicente - finalista do Programa "Idolos" na edição de 2010.


CULTURA | Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro assinala 163º aniversário com concerto | MONTIJO

Os Jovens Solistas agradecem a ovação do Público Presente

Texto: Isabel de Almeida | Colaboradora Nova Gazeta | Jornalista Diário do Distrito

Fotos e Video: Lina Amorim


O Concerto que assinalou o 163º aniversário da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro, no Montijo, decorreu no passado dia 8 de Dezembro, no Salão Nobre da centenária colectividade, brindando o público ali presente com diversas peças dos mais variados géneros musicais, levando o público numa prometida viagem musical.

No decurso do concerto houve lugar à actuação de jovens músicos solistas, cabendo a direcção musical ao Maestro Rui Fonseca e Costa. A magia da música aconteceu no Salão Nobre da 1º de Dezembro nesta tarde de Sexta-Feira, Feriado Nacional. 


Mais um momento do Concerto de aniversário da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro
O alinhamento do Concerto percorreu as obras de Compositores consagrados como:Duarte Pestana, Astor Piazzolla ou Georges Bizet.


A Nova Gazeta agradece a Lina Amorim a cedência de fotos do Concerto e de vídeo que passamos a divulgar através do nosso Canal no Youtube, trata-se do solo do jovem solista Simão Amorim, que acompanhado pela Banda da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro, executou a peça para Clarinete - Concerto para Clarinete, mi bemol, op 36, por si adaptada para a Banda, sob a batuta do Maestro Rui Fonseca e Costa.

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