sexta-feira, 14 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

 15 DE JUNHO

15H - PRAÇA AZUL - APRESENTAÇÃO DO LIVRO "ÀS 20H NO LUGAR DE SEMPRE" DE DIANA TAVARES POR SARA MARINHO

15:50H - NO PAVILHÃO - DIANA TAVARES

17H - PRAÇA AZUL - CONVERSA ENTRE AS AUTORAS DE "OCEÂNIA" LUCY ANGEL E DE "BRILHO TÓXICO", INÊS RODRIGUES E MELO

17:50H - NO PAVILHÃO - LUCY ANGEL E INÊS RODRIGUES E MELO


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STÊNIO GARDEL

Stênio Gardel nasceu em Limoeiro do Norte, interior do Ceará, em 1980. Trabalha no Tribunal Regional Eleitoral do Ceará e é especialista em Escrita Literária. Desde 2017 tem participado em diversas coletâneas de contos. A Palavra Que Resta é o seu primeiro romance. Escrito durante os Ateliês de Narrativa ministrados pela escritora Socorro Acioli em Fortaleza, foi publicado no Brasil em 2021 e, em 2022, foi semifinalista do Prémio Jabuti e finalista do Prémio São Paulo de Literatura. Em 2023, ao lado da tradutora Bruna Dantas Lobato, Gardel recebeu o National Book Award para a melhor obra traduzida de literatura, pela edição em inglês de A Palavra Que RestaThe Words that Remain, que foi também nomeado para o Prémio Literário de Dublin, em 2024.
 

quinta-feira, 13 de junho de 2024

CENAS PORTUGUESAS, de ANTÓNIO CARLOS CORTEZ | CAMINHO

Cenas Portuguesas é, como o título indica, um conjunto de cenas, isto é, de contos que são cenas vivas, pitorescas, satíricas e outras talvez melancólicas sobre uma certa forma de ser português.
Dez contos onde se passeiam figuras dum país à esquina do planeta: uma Dona Preciosa, emblema duma rua de Lisboa; um tal Sr. Rato, ex-agente da PIDE e taxista nos anos 80; Uma Linda de Guadalupe, moça que nos anos 60 veio cantar para Lisboa e aí se perde; um certo grupo de adolescentes que se descobre vivendo o jogo da vida numa partida de futebol...
Cenas Portuguesas, como quem diz, cenas de Lisboa, ou de Braga, de alguém recordando a Calçada do Tojal, rua do mundo, espelho humano. Um escritor que redige um livro para sobreviver a um casamento-naufrágio, ou, noutro conto, um Portugal em 2050 mergulhado numa ditadura, sendo um sapateiro o último detentor de uma biblioteca nesse futuro distópico.
 

quarta-feira, 12 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

 13 DE JUNHO

15H - PRAÇA AZUL - LANÇAMENTO DO LIVRO "O FIM DO MUNDO EM CUECAS" COORDENADO POR HUGO VAN DER DING COM A PRESENÇA DOS AUTORES

15:50H - NO PAVILHÃO - AUTORES DO LIVRO "O FIM DO MUNDO EM CUECAS"

16H - PRAÇA AZUL - PRÉ-APRESENTAÇÃO DO LIVRO "OLHOS DE CRISTAL" DE NACE GONÇALVES POR SARA MARINHO

16:50H - NO PAVILHÃO - NANCE GONÇALVES


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A PALAVRA QUE RESTA, de STÊNIO GARDEL | DOM QUIXOTE

Uma carta guardada durante mais de cinquenta anos – e jamais lida.
É essa a relíquia que Raimundo Gaudêncio traz consigo. Homem analfabeto que, na sua juventude, teve um amor secreto brutalmente interrompido, aos setenta e um anos resolve que ainda é tempo de aprender a ler e, talvez, decifrar essa ferida aberta do passado.
Nascido e criado na roça, Raimundo não frequentou a escola, pois cedo precisou de ajudar o pai na lida diária. Mas há muito que foi obrigado a deixar a família e a vida no sertão para trás. Desse tempo, Raimundo guarda apenas a carta que recebeu de Cícero, quando o amor escondido entre os dois foi descoberto. Cícero partiu sem deixar outra pista senão aquela carta que Raimundo não sabe ler – pelo menos até agora.

Com uma narrativa sensível e magnética, Stênio Gardel leva-nos pelo passado de Raimundo, permeado de conflitos familiares e da dor do ocultamento da sua sexualidade, mas também das novas formas de afeto e de vida que estabeleceu depois de ter fugido de casa.
Explorando o poder universal da palavra escrita e da linguagem, e o modo como elas afetam os nossos relacionamentos, A Palavra Que Resta é um romance arrebatador sobre repressão, violência e vergonha, mas acima de tudo sobre a coragem de lhes resistir.
 

terça-feira, 11 de junho de 2024

NÃO HÁPÁSSAROS AQUI, de VICTOR VIDAL | LEYA

Ana recebe um telefonema de uma vizinha da mãe informando que Andrea desapareceu na sequência de uma série de escândalos no bairro, entre os quais o suposto sequestro de uma criança. Apesar de ter jurado a si mesma que não voltaria à casa da mulher que lhe infligiu todo o tipo de violência, Ana não consegue ficar indiferente à situação; e o que encontra no apartamento é bastante intrigante: lixo por toda a parte, pegadas de lama, móveis destruídos, garrafas vazias amontoadas no caixote.

Enquanto se interroga sobre o que terá sido a vida de Andrea desde o dramático acontecimento que marcou as duas para sempre, Ana empreende uma dolorosa viagem às memórias da infância, que incluem não só uma mãe desequilibrada e alcoólica que tem um relacionamento conturbado com um homem perigoso, mas também um rapaz frágil que a faz cúmplice dos seus traumas e, por via das afinidades, se torna o seu único amigo. E, apesar de não se verem há muitos anos e de Ana o ter desiludido, é justamente a este amigo que resolve agora pedir ajuda.

Com personagens inesquecíveis e desconcertantes, Não Há Pássaros Aqui é uma reflexão madura sobre o modo como aquilo que vivemos na infância determina a nossa vida adulta e como tendemos a reproduzir comportamentos a que assistimos, mesmo quando friamente os condenamos.
 

segunda-feira, 10 de junho de 2024

VENCER CONTRA A CORRENTE, de TOMÁS APPLETON | OFICINA DO LIVRO


Tomás Appleton, capitão dos Lobos, leva-nos aos bastidores da jornada da seleção portuguesa de râguebi rumo ao Campeonato do Mundo de 2023, onde Portugal foi a equipa sensação e conquistou a sua primeira vitória num Mundial, batendo, contra todas as expectativas, a poderosa seleção de Fiji.

Oferecendo lições práticas dessa experiência, Vencer Contra a Corrente parte do primeiro contacto do autor com o râguebi e percorre toda a experiência vivida com a seleção até à atualidade.

Recorda dezenas de momentos de glória, e também de desaire, enumera sacrifícios dentro e fora de campo, e transporta o leitor para os relvados, fazendo-o sentir-se parte de um xv de râguebi e de toda a batalha que é necessário travar para vencer contra a corrente.