sábado, 13 de janeiro de 2018

REFLEXÕES OCASIONAIS | Ordens Profissionais - Regular a prática profissional ou limitar o acesso? | ISABEL DE ALMEIDA

A crónica de hoje tem um tema sui generis, pode ferir diversas susceptibilidades, será assumidamente polémica, implica que comece com uma declaração de interesses respeitante ao perigo de generalizar situações, mas a opinião que me proponho hoje partilhar com os leitores resulta não de meras especulações, mas de aspectos que conheço por experiência própria, em resultado de ter uma tendência masoquista na escolha das áreas académicas pelas quais decidi enveredar, todavia, destaco que, naturalmente, não conheço o funcionamento de todas as ordens profissionais nacionais, mas não estou, de todo, satisfeita, com o funcionamento daquelas que conheço.

Com claros resquícios de um Corporativismo cinzento próprio de outros tempos, em teoria uma Ordem Profissional, abstractamente considerada, tem como propósito agregar e unir a classe profissional a que diga respeito, zelar pela verificação da adequação da formação académica dos seus membros às exigências próprias de especificidades inerentes às profissões em questão, defender publicamente e perante o poder político instituído, os interesses e direitos legítimos dos seus membros e exercer a actividade reguladora do exercício dessas profissões considerando a prática poder disciplinar entre os seus pares.

Teoricamente, e à partida, pareceria um conjunto de objectivos válidos, pertinentes e até razoáveis aqueles que justificam a existência das ordens profissionais já existentes bem como o surgimento de novas instituições deste género.

Então, perguntarão os leitores menos familiarizados com estas lides, o que há de errado com tão nobres propósitos?

O problema subjacente à manutenção, políticas de gestão e actuação destes organismos (situação em que muitas Ordens Profissionais acabam por redundar) é que se tornam em pesadas e milionárias máquinas administrativas, burocráticas que se alimentam das quotizações e emolumentos cobrados aos seus membros efectivos (e mesmo aos candidatos a membros efectivos, quando é imposto um período de estágio profissional que haveria de ser contemplado nos currículos académicos do ensino superior público e privado) e cuja inscrição é conditio sine qua non para que se possa exercer uma profissão dita liberal. 

Ora, a meu ver, estas profissões de liberais pouco ou nada têm, se a  inscrição é obrigatória, se há lugar à cobrança de valores a título de quotas e/ou emolumentos avultados, se, muitas vezes, a sua gestão fica entregue a uma elite que tantas e tantas vezes não tem a mais pálida noção da prática individual destas profissões, e das dificuldades que tantos profissionais enfrentam, em tempos de crise económica, por motivos de saúde, ou por tantos outros condicionalismos pessoais e regionais a que possam estar sujeitos, se a missão que fica em destaque é cobrar sem contrapartidas, e limitar o acesso a uma determinada profissão apenas em função da maior ou menor disponibilidade financeira dos candidatos a membros efectivos ou dos membros efectivos , o que sobra de nobres propósitos?

Neste país à beira mar plantado, e conhecido pelos brandos costumes, há jovens que entram nas nossas faculdades com um sonho e que saem de lá para enfrentar um pesadelo de expectativas goradas, e isto independentemente da vocação ou das qualidades que possam ter, simplesmente porque não existem contemplações para uma triagem em termos de status económico, que na verdade é aquele que, hoje em dia, define a aptidão ou não aptidão para ser profissional liberal em diversas áreas, e até define, ou poderá definir, em alguns casos, a continuidade de exercício dessa prática profissional.

Enquanto existir uma tendência de estratificação social para algo tão basilar quanto o acesso a uma profissão, enquanto o poder económico for factor primordial de selecção (não) natural neste âmbito, muito mal estará este país, e prevêem-se tempos agitados para breve, se calhar porque, a pouco e pouco, há mentes que começam a despertar para a necessidade de mudar situações instituídas, porque o Direito de Resistir à tirania dos números é algo que pode começar a ganhar voz.

Há que ter coragem de erguer a voz contra a metáfora Orwelliana de que "uns são mais iguais do que os outros" como contraponto ao verso de uma conhecida canção que reza assim: "Eu queria ser Astronauta, o meu país não deixou!"


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

DIVULGAÇÃO LITERÁRIA | "Pecados Santos", o novo thriller de Nuno Nepomuceno, chega dia 16 de Janeiro | CULTURA EDITORA


Texto: Redacção Nova Gazeta

Foto: Agência das Letras e Cultura Editora | Direitos Reservados


E este ano parece ser mesmo dedicado aos thrillers, e este é especial, por uma razão muito simples, Nuno Nepomuceno, um autor Nacional com créditos dados, está de volta com a sua obra "Pecados Santos", com chancela Cultura Editora, promete surpreender os leitores que já o conhecem de obras como a Trilogia Freelancer, onde conquistou fãs o Espião Português André Marques Smith ou, mais recentemente, "A Célula Adormecida".

Sinopse da Obra:

Um rabino é encontrado morto numa das mais famosas sinagogas de Londres. O corpo, disposto como num quadro renascentista, representa o sacrifício do filho de Abraão, patriarca do povo judeu.

O caso parece ficar encerrado quando um jovem professor universitário a lecionar numa das faculdades da cidade é acusado do homicídio.

Mas é então que ocorrem outros crimes, recriando episódios bíblicos em circunstâncias cada vez mais macabras. E as dúvidas instalam-se.

Estarão ou não estes acontecimentos relacionados?

Porque insistirá a sua família em pedir ajuda a um antigo professor, ele próprio ainda em conflito com os seus próprios pecados?

As autoridades contratam uma jovem profiler criminal para as ajudar a descobrir a verdade. Mas conseguirá esta mente brilhante ultrapassar o facto de também ela ter sido uma vítima no passado?

Sobre o autor:


Nuno Nepomuceno venceu em 2012 o Prémio Literário Note! com

O Espião Português, o seu primeiro romance. Seguiram-se A Espia do Oriente e A Hora Solene, com os quais concluiu a trilogia Freelancer, ambos publicados em 2015, o mesmo ano em que integrou a colectânea Desassossego da Liberdade com o conto «A Cidade».

Em 2016 lançou A Célula Adormecida, o primeiro thriller psicológico da sua carreira.

Já foi n.º 1 do top de vendas de livros policiais em lojas como a Fnac, Bertrand, Wook e Amazon.

Desde 2017 que passou a ser representado pela Agência das Letras.

Notabilizado pela sua narrativa elegante, Pecados Santos assinala o seu regresso ao thriller psicológico.

Visite o Site oficial do autor AQUI

Imprensa e Blogosfera:

Recorde a reportagem e entrevista realizada pela nossa colaboradora Madalena Condado a propósito do lançamento do anterior livro do autor "A Célula Adormecida"AQUI

Recorde a Opinião de Margarida Veríssimo acerca do livro "A Célula Adormecida" no Jornal Nova Gazeta - AQUI

Leia a crítica de Isabel de Almeida à obra de estreia do autor, publicada no blog Os Livros Nossos AQUI

Leia a opinião de Vera Brandão, do Blog A Menina dos Policiais sobre "A Célula Adormecida " - AQUI

Leia a opinião de Sofia Teixeira, do Blog Bran Morrighan sobre "A Célula Adormecida" - AQUI




domingo, 7 de janeiro de 2018

CRÓNICA | De olho no Clima - Quando apenas mais 1°C é o melhor cenário possível | PAULO DA COSTA GONÇALVES


   Desde o início da Revolução Industrial que a economia mundial passa por uma aceleração que tem como principal motor da indústria as fontes emissoras de gases do efeito estufa, o que fez com que a temperatura média do nosso planeta tenha aumentado. Ou seja, segundo análises da NASA, a média da temperatura da superfície da Terra subiu 1,1°C desde o final do século XIX, uma mudança provocada pelo aumento das emissões de dióxido de carbono na atmosfera. É a primeira vez que se regista um aumento dessa magnitude e parece claro que a acção humana está a levar o clima para um território desconhecido. 

  Os especialistas estão convencidos que com este aumento a Humanidade acaba de chegar ao meio de um caminho considerado sem volta rumo a mudanças climáticas de grande impacto perspectivando que, se o aumento da temperatura global chegar à marca de 2°C, o homem perderá o controlo sobre o meio ambiente. Hoje, a temperatura média do planeta é de cerca de 14°C e apesar de parecer uma temperatura algo insignificante torna-se significativa porque considera a temperatura medida em todo o planeta, a dos pólos incluída. 

   A média global de temperaturas superficiais sobre a terra e os oceanos registadas nos últimos anos foi 0,99°C mais quente do que a média do século XX o que pode levar os termómetros a aumentar até mais 4°C antes do início do próximo século.

  No entanto é importante referir que, e apesar de não haver consenso, para os climatologistas as temperaturas sobem não só por efeito dos gases estufa, mas também do evento natural El Niño (os registos deste evento existem desde 1877-1878 e ocorrem irregularmente em intervalos de 2 a 7 anos, com uma média de 3 a 4 anos e tratam-se de alterações significativas de curta duração, entre 15 a 18 meses, na distribuição da temperatura da superfície da água do Oceano Pacífico) e é quase certo que a nova edição do El Niño estará entre as mais intensas desde meados do século XX.

  Mas, apesar de a temperatura média na superfície terrestre e oceânica estar a bater recordes consecutivamente nos últimos anos e serem as mais altas registadas desde 1880, segundo Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais da Nasa: "Não esperamos anos recordes todos os anos, mas a tendência de aquecimento a longo prazo é clara". 

TELEVISÃO | Ficheiros Secretos regressam com mais uma temporada | FOX


Texto: Isabel de Almeida

Foto: Créditos The X-Files 2018


Com estreia nos Estados Unidos no dia 3 de Janeiro, Portugal Esperou mais dois dias pela chegada da 11ª Temporada da Série de Culto The X-Files - Ficheiros Secretos à Fox.

O primeiro episódio desta nova temporada, sob o título original My Struggle III traz de volta ao convívio com os inúmeros fãs da série os agentes do FBI Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson) como protagonistas, assim como outras personagens marcantes da trama como Walter Skinner (Mitch Pileggi) o eterno chefe da dupla de agentes. Também está de volta uma das personagens mais sinistras mas clássicas de toda a série, e parece que terá um papel relevante na dinâmica narrativa.

Muita tensão, acção e perigo, e uma introdução muito interessante que podemos considerar ter um toque elegante de crítica à política nacional e ao panorama politico internacional num mundo global ( na perspectiva dos Estados Unidos).

A premissa que serve de trigger ao desenrolar da história, onde não poderia faltar o clássico e expectável clima de suspeição e conspiração ao mais alto nível institucional e até supranacional é a busca pelo desaparecido filho de Dana e Fox - William - que pode mesmo ser a chave para a solução de questões relacionadas com o futuro da  humanidade.

Trata-se de uma oportunidade de manter acesa a chama da nostalgia de uma série de culto, mas apenas poderá entender o enredo e especular acerca da sua próxima evolução quem conheça a série e as personagens centrais desde o início.

Os fãs querem acreditar que ainda não seja o fim e seria bem vindo um novo filme! I Want to Believe it!


sábado, 6 de janeiro de 2018

CRÓNICA | Reflexões Ocasionais - Redes Sociais... que limites? | ISABEL DE ALMEIDA

   As redes sociais foram-se instalando no nosso quotidiano, e actualmente são quase incontornáveis para a grande maioria das pessoas, seja por lazer ou por trabalho, são poderosos instrumentos de comunicação e de divulgação de informação, infelizmente nem sempre bem filtrada e nem sempre credível.

   Banalizou-se o gesto de, antes de deitar e ao acordar, ver o que está no foco de atenção dos imensos súbditos da corte de E-Rei D. Facebook, que entre si esgrimem argumentos (como se de justas medievais se tratassem) opinam com e sem conhecimento de causa sobre as mais diversas temáticas e, tantas vezes partilham com o mundo o que de bom e de menos bom os atormenta.

 Existem, é certo,  diversos perfis de utilizadores. Naturalmente, num universo tão vasto,  alguns zelam pela sua privacidade, só aceitam amigos reais, fechando as portas aos conhecimentos meramente virtuais, e mantêm uma neutralidade helvética quando se  trata de comentar assuntos mais ou menos polémicos.

  O tema dos limites na utilização de redes sociais, mormente, da mais abrangente e com maior amplitude de possibilidades ao nível comunicacional (imagens, música, gifs, gravações de audio e vídeo em directo ou diferido) é vasto e daria para várias crónicas e aturadas reflexões ( e é bem provável que lá voltemos de quando em vez), mas começo hoje por destacar um dos fenómenos que mais tenho observado e a que sou mais sensível (talvez devido ao olhar clínico decorrente da minha formação em Psicologia). Há quem crie uma verdadeira persona ( uma personagem fictícia) nas redes sociais com os mais diversos interesses (tantas vezes obscuros e outros a roçar a patologia do foro mental). Assusta-me a displicência com que se ofende verbalmente pessoas que não conhecemos e sobre as quais não temos o bastante conhecimento de fundo para avaliar muitas das suas opiniões, atitudes ou decisões !

   Banalizou-se o insulto virtual, mas que potencialmente causa danos reais (eventualmente em termos de imagem) e até emocionais  a quem esteja mais fragilizado psicologicamente, por exemplo.

  Nestas últimas eleições autárquicas, que tive a oportunidade de acompanhar de muito perto enquanto jornalista ao nível local, assisti em alguns grupos no Facebook a  ataques pessoais e personalizados que me deixaram absolutamente boquiaberta, pela violência verbal, pela intrusão na esfera pessoal das pessoas visadas, e pelo facto de as pessoas envolvidas chegarem ao ponto de criar perfis falsos para darem livre curso a delírios de intenção persecutória, sempre escudadas na impunidade de estarem escondidas atrás de um ecran de computador, na aparente tranquilidade das suas existências, diabolizando os adversários políticos, alimentando guerras e, quem sabe, aproveitando para trazer um pouco de adrenalina a vidas sociais inexistentes no mundo real, que fazem substituir de forma pouco saudável pelo mundo virtual (porque aí exercem um poder perverso de conseguir ofender, captar a atenção que não alcançam noutras esferas quase sempre a troca da mais absoluta impunidade).

   Também no desporto os ódios clubísticos extremados levam a combates de gladiadores que trocam entre si galhardetes capazes de fazer corar a mais pura donzela, num destrutivo e , afinal, estéril exercício de libertação de testosterona (embora possam existir incidências femininas neste tipo de discurso, são ainda assim menos visíveis em termos de números, mas concedo que o estrogénio também se deixe cair no engodo fácil deste tipo de causas). E aqui, o adepto de futebol que nunca chamou nomes menos próprios (usando um eufemismo em nome da moral e bons costumes) à mãe de um árbitro que atire e primeira pedra!

   Todos os temas que apaixonam levam a excessos, e nunca antes das redes sociais se encontrava um palco tão propício ao insulto gratuito, abusivo e absolutamente impune ( futebol, política, media ou mesmo uma simples democrática diferença de opinião).

   Entre os mais jovens as redes sociais, tantas vezes utilizadas sem a desejável supervisão parental, são também o cenário de exposição arriscada (com reconhecidos riscos para a segurança de crianças e jovens) e de bullying cibernético, mas só este tema dará para uma futura reflexão mais alargada, que prometemos iniciar aqui num futuro próximo.

  Também é comum a divulgação de Fake News nestes mesmos cenários virtuais, mas mais uma vez, deixamos em aberto esta questão para outra oportunidade de análise crítica.

E hoje? Já abriu o seu Facebook? Já escolheu uma foto para partilhar com o mundo via instagram?




ACTUALIDADE | Moita mantém tradição das Janeiras | MOITA


Texto: Isabel de Almeida | Jornalista

Foto: Câmara Municipal da Moita | Direitos Reservados


   A tradição do Canto das Janeiras será recuperada no próximo dia 8 no edifício dos passos do Concelho da Moita.
 Diversas instituições e colectividades darão voz ao canto das Janeiras, formulando votos de bom ano novo ao Presidente da e Vereadores da autarquia, bem como a todos os trabalhadores  e a todo o público anónimo que desejar assistir a esta iniciativa, que decorrerá entre as 14:00h e as 16:30h.

Presentes estarão o Centro de Convívio dos Reformados e Idosos da Vila da Baixa da Banheira, a EB nº 4 da Baixa da Banheira, a Tuna da UNISEM, “O Norte” Grupo Coral, a turma de Danças e Cantares da UNISEM e o Centro de Reformados e Idosos do Vale da Amoreira, que irão cantar diversos temas tradicionais alusivos à época.


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

DIVULGAÇÃO LITERÁRIA | "Conclave", de Robert Harris chegou para conquistar os fãs de thrillers religiosos | EDITORIAL PRESENÇA



Texto: Redacção Nova Gazeta

Fotos: Editorial Presença | Direitos Reservados


Conclave, de Robert Harris, é um thriller religioso que promete muita acção, intriga política e tensão psicológica, e chega este mês de Janeiro às livrarias nacionais com a chancela de qualidade da Editorial Presença.

Será uma das leituras escolhidas aqui na redacção e brevemente integrará a nossa rubrica de crítica literária.

Sinopse da Obra:

O Papa morreu.

Por detrás das portas trancadas da Capela Sistina, cento e dezoito cardeais vindos de todo o planeta preparam-se para votar na eleição mais secreta do mundo.

São homens santos. Mas têm ambições. E têm rivais. 

Ao fim das próximas setenta e duas horas, um deles tornar-se-á a figura espiritual mais poderosa da Terra.

Conclave é o novo thriller do mestre da intriga e acção, Robert Harris.

O que diz a imprensa internacional?



«O maior escritor britânico de thrillers.» | Daily Telegraph

«Um mestre da narrativa de acção e suspense.» | Observer

«O nosso expoente máximo do thriller literário.» | Sunday Times

«Um livro verdadeiramente apaixonante, com revelações súbitas e inesperadas nas páginas finais.» | The Times Books of the Year

«Há uma única expressão para descrever este romance de Robert Harris: impossível parar de ler.» | The Guardian

«Não é apenas um thriller de acção, é um thriller psicológico e político... Conclave é um novo triunfo na obra de Robert Harris.» | The Sunday Times


Sobre o Autor:



   Robert Harris é o autor britânico de diversos romances históricos, entre os quais a trilogia constituída por Imperium, Lustrum e Dictator, e O Oficial e o Espião, tendo esta obra sido distinguida com vários prémios literários, incluindo o Walter Scott Prize para ficção histórica. Alguns dos seus livros foram adaptados ao cinema, como The Ghost, realizado por Roman Polanski. As suas obras estão traduzida em trinta e sete línguas e venderam mais de 10 milhões de exemplares. Robert Harris é Fellow of the Royal Society Literature. Vive em West Berkshire com a mulher, Gill Hornby.

Saiba mais detalhes sobre a obra AQUI


Ficha Técnica do Livro:

Título: Conclave

Autor: Robert Harris


Tradutora: Ana Saldanha

1ª Edição: 04.01.2017

Nº de Páginas: 272

Colecção: Grandes Narrativas (nº 678)

Preço c/ IVA: 17,50€