sexta-feira, 24 de setembro de 2021

AUTORES NACIONAIS | PEDRO RUI SOUSA














Direitos de autor: foto Facebook do autor


Estou numa missão para partilhar luz e encorajamento através da minha escrita. Procuro rodear-me de beleza e propósito enquanto busco respostas para as eternas perguntas. Tenho como suporte a filosofia e a espiritualidade e como parceiros de criação os trabalhos de Milan Kundera, Hermann Hesse e Antonio Tabucchi, entre outros. Renasci em Hong Kong, onde vivi exilado durante vários anos. Fiz psicanálise durante uma década e hei-de meditar para sempre. Acredito no potencial da escrita como ferramenta para compreender o passado e projetar o futuro. Um dia, vou escrever uma utopia em que todas as personagens brilharão sem restrições.

DIVULGAÇÃO | A MULHER DE VESTIDO VERMELHO QUE DANÇA NA PRAIA, de PEDRO RUI SOUSA | SUMA DE LETRAS

 


Hong Kong, uma cidade em luta, é testemunha da busca do protagonista do romance. A busca por algo que serene o vazio existencial e preencha a solidão da qual não consegue escapar.

Guiado pelas circunstâncias, experiências várias e uma vontade incessante de encontrar uma resposta, o autor convida-nos a uma viagem intimista, na qual acompanhamos, na primeira pessoa, as inquietudes de quem procura Amor nesta sociedade digital.

Em capítulos curtos, numa leitura trepidante, o protagonista utiliza um site de encontros para achar o amor, aulas de Filosofia para pensar o mundo, e o próprio projecto de escrita como inspiração para o caminho que, inevitavelmente, o leva até uma luz no fundo do túnel.


quinta-feira, 23 de setembro de 2021

AUTORES NACIONAIS | DIOGO FARO

 











Estas auto-biografias devem ter sido inventadas pelo Narciso e soam sempre àquele aluno que, na auto-avaliação, diz à professora que merece 20 e é só mesmo porque não dá para mais. Portanto, a única coisa que me parece relevante saberem sobre mim é que sou comediante, viajante tanto quanto posso e sou um bom e assumido apreciador da vida boémia, já de merecida reputação. Ah, e acho que os Direitos Humanos são uma coisa mais ou menos decente pela qual devemos bater-nos.


Foto: Penguin Random House

DIVULGAÇÃO | PROCESSO DE HUMANIZAÇÃO EM CURSO, de DIOGO FARO

 



Quem diz que não discute política, é porque vive num mundo à sua medida. No entanto, não é esse o caso para 99% da população mundial. 

O humorista, activista e cronista Diogo Faro acredita que um mundo melhor – para ele e para todos nós – é possível. Mas um mundo melhor não se materializa à nossa frente por mero desejo ou pondo em prática a «lei da atracção». Denunciar crimes e injustiças, ouvir e observar o que nos rodeia com sentido crítico, conhecer o passado, desenvolver a empatia e praticar a generosidade não são apenas pormenores de conduta pessoal, mas sim o que nos separa de uma tragédia iminente.

Confrontar o privilégio de alguns, exigir equidade e rejeitar a violência e a exploração são acções de que já não podemos fugir se queremos sobreviver. Este é o momento para entrar na luta e erguer a voz contra o racismo, a homofobia, o fascismo, a emergência climática, a violência de género e o neoliberalismo. A luta contra a desigualdade é a luta pela Humanidade.


quarta-feira, 22 de setembro de 2021

AUTORES INTERNACIONAIS | DOUGLAS STUART
















Douglas Stuart nasceu e cresceu em Glasgow, na Escócia. Estudou no Royal College of Art em Londres.

Em 2000, mudou-se para Nova Iorque, onde começou uma carreira na área do design de moda. Tem escrito ficção e ensaio em publicações como a New Yorker e a Literary Hub.

Com "Shuggie Bain", o seu primeiro romance, que escreveu ao longo de dez anos, arrecadou, em 2020, o Man Booker Prize, um dos mais importantes prémios literários de língua inglesa, e foi eleito Livro do Ano nos British Book Awards, além de ter sido finalista de muitos outros prémios de prestígio.


Foto: Penguin Random House

DIVULGAÇÃO | SHUGGIE BAIN, de DOUGLAS STUART | ALFAGUARA


 














1981, Glasgow. A outrora próspera cidade mineira sufoca sob o jugo férreo das políticas de Margaret Thatcher, lançando milhares de famílias para a miséria. A epidemia do álcool e das drogas aproveita para capturar os mais vulneráveis.

Agnes Bain esperava mais da vida. Sonha com uma casa só sua e folheia catálogos de compras a crédito, na vã tentativa de alegrar a existência precária a que fica condenada quando o marido, um taxista mulherengo, a abandona, sem emprego e com três filhos. Com cabelos negros sedosos e ondulados, maquilhagem esmerada e dentes falsos perfeitos, parece a Elizabeth Taylor de Glasgow, mas, por baixo da aparência orgulhosa, as malhas do vício enredam Agnes, que mês após mês gasta o abono de família em latas de cerveja e maços de tabaco. Os filhos fazem o melhor que podem para cuidar de si e da mãe, mas, um a um, vêem-se obrigados a abandonar a casa materna, para tentar pelo menos salvar-se.

Fica Shuggie, o mais novo, que adora a mãe e não perde a esperança de a salvar. Mas, aos oito anos, o rapaz tem a sua própria luta pessoal para travar: delicado, sensível, comporta-se como um príncipe e destoa da dureza da escola e das ruas devassadas pela pobreza. Anseia apenas ser normal e encaixar, mas é o último a perceber que carrega um segredo e nunca poderá ser igual aos outros.

Com ecos de autores como Frank McCourt, D. H. Lawrence e James Joyce, Shuggie Bain é um magnífico romance de estreia de um autor que tem uma história importante para contar, inspirada na sua própria. Uma história dilacerante de dependência, carência e afecto, um retrato épico de uma cidade, um quadro íntimo de uma família destroçada e, sobretudo, uma extraordinária história de amor.

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

DIVULGAÇÃO | O REINO, de JO NESBO | DOM QUIXOTE

 NAS LIVRARIAS A 21 DE SETEMBRO

















Quando os pais de Roy e Carl morrem inesperadamente, Roy tem de assumir o papel de protetor do impulsivo irmão mais novo. Porém, quando Carl decide partir para percorrer o mundo em busca de sucesso, Roy fica para trás na pacata vila, satisfeito com a sua vida de mecânico e proprietário da estação de serviço local.

Alguns anos depois, Carl regressa a casa com Shannon, a sua carismática mulher arquiteta. Chegam cheios de planos e entusiasmo para construírem um hotel de luxo na propriedade da família. Carl não pretende apenas que ele e o irmão fiquem ricos, mas proporcionar prosperidade e riqueza a todos os habitantes da vila.

E é apenas uma questão de tempo até que um triunfante regresso desencadeie uma série de acontecimentos que ameaçam tudo o que Roy mais ama, e os perturbantes segredos de família, há muito enterrados, comecem a vir ao de cima…