quinta-feira, 23 de abril de 2026
AUTORES NACIONAIS | NUNO JÚDICE
Nuno Júdice (1949-2024) nasceu no Algarve. Professor universitário, assumiu em 2009 a direção da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Publicou o primeiro livro em 1972 e foi um dos mais importantes nomes da poesia contemporânea. Recebeu os mais importantes prémios de literários nacionais e internacionais, entre os quais: Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus (1990), da Associação Portuguesa de Escritores (1995), Bordalo da Casa da Imprensa (1999), Cesário Verde e Ana Hatherly (2003) e Fernando Namora (2004). Em 2013, foi distinguido com o XXII Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (Espanha); em 2014, com o Prémio de Poesia Poetas del Mundo Latino Víctor Sandoval (México); em 2015, com o Prémio Argana de Poesia, da Maison de la Poésie de Marrocos e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro – Tributo de Consagração; e, em 2016, com o El Ojo Crítico Iberoamericano de Radio Nacional de Espanha.
quarta-feira, 22 de abril de 2026
PRIMEIRO POEMA, de NUNO JÚDICE | DOM QUIXOTE
Conforme nos conta Manuela Júdice na introdução deste livro, Nuno Júdice morre em Março de 2024 deixando três pastas com poemas para o livro que dizia estar preparando. Saem dessas pastas os poemas para este livro, Primeiro Poema, o título que ele revelara ao Ricardo Marques.
O trabalho de completar o livro incompleto foi feito pelo Ricardo Marques, estudioso da obra do poeta e seu amigo, e por Manuela Júdice, a sua mulher de toda a vida. E, neste Primeiro Poema, voltamos a ouvir a voz de Nuno Júdice, os seus temas, a sua poesia.
sábado, 26 de julho de 2025
AUTORES NACIONAIS | NUNO JÚDICE
terça-feira, 17 de junho de 2025
MEDITAÇÃO SOBRE RUÍNAS, de NUNO JÚDICE | DOM QUIXOTE
«Meditação sobre Ruínas é um livro que nasce da ida de Nuno Júdice às terras romenas onde Ovídio foi exilado. Nesse ponto extremo da Europa, o poeta português viu o que significava ser estrangeiro, meditou no ponto Euxino, como o poeta romano, sobre os temas eternos do amor e da morte, e escreveu alguns dos seus poemas mais emblemáticos como Receita para Fazer o Azul. Trata-se, portanto, de um livro polifónico eivado de melancolia, em que o poeta mistura epitáfios e fantasmas de vários tempos e geografias, onde através da palavra poética se tecem elegias e se enumeram ausências, refletindo-se sobre o próprio fenómeno poético, um dos seus temas fundamentais.Ontem, como hoje, esta obra é uma premente meditação sobre as ruínas da civilização ocidental, sendo por isso considerado como um dos livros mais europeus de Nuno Júdice e um dos preferidos da crítica e dos leitores, tendo-lhe sido atribuído o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores em 1995.»
Ricardo Marques
segunda-feira, 6 de março de 2023
DIVULGAÇÃO | UMA COLHEITA DE SILÊNCIOS, de NUNO JÚDICE | DOM QUIXOTE
No novo livro de poesia de Nuno Júdice o leitor
atravessa tempos e imagens que se apresentam como um filme ou uma exposição,
entre sequências que nascem de lembranças de épocas vividas em convívio com os
escritores aqui evocados, e outras que decorrem de fotografias que constituem
quadros em que o erotismo e a natureza formam dois conjuntos que interagem.
Um livro para ler e saborear em cada uma das suas dimensões do passado e do
presente.
sábado, 28 de maio de 2022
DIVULGAÇÃO | 50 ANOS DE POESIA, de NUNO JÚDICE | DOM QUIXOTE
Uma
antologia pessoal que é publicada por ocasião dos 50 anos de carreira literária
de Nuno Júdice, iniciada em 1972, com a publicação de A Noção de Poema.
Desde então, tornou‑se um dos mais notáveis e reconhecidos poetas
portugueses, tendo recebido importantes prémios, em Portugal e no estrangeiro,
onde está traduzido em diversas línguas.

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