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domingo, 11 de outubro de 2026

AUTORES NACIONAIS | PAULO MORREIRAS

Paulo Moreiras nasceu em Agosto de 1969, na cidade de Lourenço Marques, Moçambique.
Em Outubro de 1974 veio para Portugal.
Quis ser desenhador, cientista, inventor, marinheiro, antropólogo.
Não foi nada disso.
Perdeu-se muitas vezes e achou-se outras tantas.
Erra mais do que acerta, mas não deixa de ser feliz por isso.
Estreou-se no romance com A Demanda de D. Fuas Bragatela (2002), seguindo-se Os Dias de Saturno (2009), O Ouro dos Corcundas (2011) e A Vida Airada de Dom Perdigote (2023), vencedor do Prémio PEN Narrativa 2025.
Em 2021, reuniu os seus melhores contos em O Caminho do Burro.
Também escreve sobre gastronomia e culinária, com destaque para Elogio da Ginja (2006), Pão & Vinho – Mil e Uma Histórias de Comer e Beber (2014) e Do Palito à Perdiz – sobre a mesa muito se diz (2026).
 

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

FORTUNAS E ADVERSIDADES DE LUCIANO DE MEGERA, de PAULO MOREIRAS | DOM QUIXOTE

Será esta novela um divertimento literário? Um exercício erudito ou um embuste?
Patranha de algum alfarrabista? Que mistérios se escondem por detrás desta peregrina novela, com tanto de picaresco como de sátira e crítica de costumes?
A novela que ora se apresenta nasce da descoberta de um manuscrito, da sua apropriação criativa por Paulo Moreiras e da simbiose literária que o autor estabeleceu entre os textos, preservando o mesmo princípio: o de poder escrever pelo puro amor da escrita.
Poderia um burro escrever uma novela assim? Pelos vistos confirma-se. Porém, esta novela afigura-se como um quebra-cabeças para os bibliotecários, um trinta-e-um para os livreiros e um imbróglio para os críticos literários, isto é, se houver algum disposto a perder-se pelas brenhas desta floresta de fantasia e imaginação.

Aqui o leitor entra por sua conta e risco, sabendo que irá encontrar uma obra cheia de pilhéria, graça e sainete como aquelas a que Paulo Moreiras já nos habituou e de onde seguramente sairá com a barriga farta de riso. Fica feito o aviso. Atreva-se.

 

quinta-feira, 7 de maio de 2026

AUTORES NACIONAIS | PAULO MOREIRAS

Paulo Moreiras nasceu em agosto de 1969, na cidade de Lourenço Marques, Moçambique. Em outubro de 1974 aterrou em Portugal. Quis ser desenhador, cientista, inventor, marinheiro, antropólogo. Não foi nada disso. Perdeu-se muitas vezes e achou-se outras tantas. Erra mais do que acerta, mas não deixa de ser feliz por isso. Começou na banda desenhada, navegou pela poesia e desaguou no romance com A Demanda de D. Fuas Bragatela (2002). Seguiram-se Os Dias de Saturno (2009) e O Ouro dos Corcundas (2011). N’O Caminho do Burro (2021) reuniu os seus melhores contos. Também escreve sobre gastronomia, com destaque para Elogio da Ginja (2006) e Pão & Vinho – mil e uma histórias de comer e beber (2014). Gosta do que faz e daquilo que quer fazer.
 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

DO PALITO À PERDIZ, de PAULO MOREIRAS | CASA DAS LETRAS

Sabia que as morcelas são mencionadas nas cantigas medievais portuguesas, tal como as favas, que foram proibidas por Pitágoras aos seus discípulos? Que o escritor Aquilino Ribeiro considerava a perdiz uma das aves mais lindas de Portugal? E que os gregos tinham o hábito de se passearem nas ruas com um palito na boca, como sinal de abastança e mesa farta?

A mesa, de resto, sempre foi ponto de encontro para os portugueses e peça central do seu quotidiano. À mesa estabelecem-se alianças, desenham-se estratégias, desenvolve-se a arte da má-língua. Mas também, curiosamente, se fala muito de comida: O que vai ser o jantar? Quando fazemos um petisco? Vamos comer um leitãozinho? Que tal uma sardinhada?

Do Palito à Perdiz - Sobre a mesa muito se diz é uma obra que reúne mil e uma curiosidades, que vêm a calhar que nem ginjas, sobre coisas que costumam chegar à mesa dos portugueses e que, como a ginjinha, fazem parte da nossa alma e identidade.

Esta é uma viagem à descoberta da nossa gastronomia, na qual a História se cruza com a Tradição, através de manifestações religiosas e culturais, lendas e contos, cantigas populares, adivinhas, provérbios ou superstições, mas também nas páginas dos escritores portugueses, que nunca deixaram de as referir nas suas obras.
 

quinta-feira, 30 de abril de 2026

DO PALITO À PERDIZ, de PAULO MOREIRAS | CASA DAS LETRAS

 

Sabia que as morcelas são mencionadas nas cantigas medievais portuguesas, tal como as favas, que foram proibidas por Pitágoras aos seus discípulos? Que o escritor Aquilino Ribeiro considerava a perdiz uma das aves mais lindas de Portugal? E que os gregos tinham o hábito de se passearem nas ruas com um palito na boca, como sinal de abastança e mesa farta?

A mesa, de resto, sempre foi ponto de encontro para os portugueses e peça central do seu quotidiano. À mesa estabelecem-se alianças, desenham-se estratégias, desenvolve-se a arte da má-língua. Mas também, curiosamente, se fala muito de comida: O que vai ser o jantar? Quando fazemos um petisco? Vamos comer um leitãozinho? Que tal uma sardinhada?

Do Palito à Perdiz - Sobre a mesa muito se diz é uma obra que reúne mil e uma curiosidades, que vêm a calhar que nem ginjas, sobre coisas que costumam chegar à mesa dos portugueses e que, como a ginjinha, fazem parte da nossa alma e identidade.

Esta é uma viagem à descoberta da nossa gastronomia, na qual a História se cruza com a Tradição, através de manifestações religiosas e culturais, lendas e contos, cantigas populares, adivinhas, provérbios ou superstições, mas também nas páginas dos escritores portugueses, que nunca deixaram de as referir nas suas obras.

terça-feira, 11 de novembro de 2025

AUTORES NACIONAIS | PAULO MOREIRAS

Paulo Moreiras nasceu em agosto de 1969, na cidade de Lourenço Marques, Moçambique. Em outubro de 1974 aterrou em Portugal. Quis ser desenhador, cientista, inventor, marinheiro, antropólogo. Não foi nada disso. Perdeu-se muitas vezes e achou-se outras tantas. Erra mais do que acerta, mas não deixa de ser feliz por isso. Começou na banda desenhada, navegou pela poesia e desaguou no romance com A Demanda de D. Fuas Bragatela (2002). Seguiram-se Os Dias de Saturno (2009) e O Ouro dos Corcundas (2011). N’O Caminho do Burro (2021) reuniu os seus melhores contos. Também escreve sobre gastronomia, com destaque para Elogio da Ginja (2006) e Pão & Vinho – mil e uma histórias de comer e beber (2014). Gosta do que faz e daquilo que quer fazer.
 

terça-feira, 2 de abril de 2024

DIVULGAÇÃO | OS DIAS DE SATURNO, de PAULO MOREIRAS | CASA DAS LETRAS

 

Amor e comida são os ingredientes principais deste romance, em que o cómico e o trágico seguem lado a lado, por entre segredos, acasos e embustes, sempre na busca de quem somos. É na Lisboa do século XVIII, desmedida e faustosa, a fervilhar de vida e infestada de ratoneiros, tabernas, comédias e casas de pasto, que perambulam as personagens deste romance cheio de reviravoltas: entre elas, o poeta satírico Tomás Pinto Brandão, alfaiate dos costumes, ou o padre Rafael Bluteau, autor do Vocabulário Português e Latino; destacam-se, no entanto, o médico da corte João Curvo Semedo e o mestre cozinheiro Domingos Rodrigues, ambos secretos alquimistas e bons garfos. É certo que as suas experiências arriscadas nem sempre resultam como esperado; e agora, que o cozinheiro agoniza no leito, o seu filho adoptivo, portador de uma estranha marca de nascença, sai à procura de um velho médico e, de caminho, tropeça na rapariga dos seus sonhos... e em sarilhos.

Reflexão sobre o que a vida nos reserva de inescapável, o romance Os Dias de Saturno trata a alquimia das emoções sem nunca esquecer os prazeres da mesa. Galardoado com o Prémio Gourmand na categoria Melhor Livro de História Culinária no ano da sua publicação original, oferece-nos uma leitura realmente deliciosa e intemporal, ao estilo cuidado e imaginativo a que Paulo Moreiras já nos habituou.

segunda-feira, 1 de abril de 2024

AUTORES NACIONAIS | PAULO MOREIRAS

Paulo Moreiras nasceu em Agosto de 1969, na cidade de Lourenço Marques, Moçambique.
Em Outubro de 1974 aterrou em Portugal. Quis ser desenhador, cientista, inventor, marinheiro, antropólogo, mas não foi nada disso. Perdeu-se muitas vezes e achou-se outras tantas. Erra mais do que acerta, mas não deixa de ser feliz por isso.
Começou na banda desenhada, navegou pela poesia e desaguou no romance com o elogiadíssimo A Demanda de D. Fuas Bragatela (2002). Seguiram-se Os Dias de Saturno (2009), O Ouro dos Corcundas (2011) e A Vida Airada de Dom Perdigote (2023). N’O Caminho do Burro (2021) reuniu os seus melhores contos.
Também escreve sobre gastronomia, com destaque para Elogio da Ginja (2006) e Pão & Vinho – Mil e Uma Histórias de Comer e Beber (2014).
Gosta do que faz e daquilo que quer fazer.


quarta-feira, 20 de março de 2024

AUTORES NACIONAIS | PAULO MOREIRAS

 

Paulo Moreiras nasceu em agosto de 1969, na cidade de Lourenço Marques, Moçambique. Em outubro de 1974 aterrou em Portugal. Quis ser desenhador, cientista, inventor, marinheiro, antropólogo. Não foi nada disso. Perdeu-se muitas vezes e achou-se outras tantas. Erra mais do que acerta, mas não deixa de ser feliz por isso. Começou na banda desenhada, navegou pela poesia e desaguou no romance com A Demanda de D. Fuas Bragatela (2002). Seguiram-se Os Dias de Saturno (2009) e O Ouro dos Corcundas (2011). N’O Caminho do Burro (2021) reuniu os seus melhores contos. Também escreve sobre gastronomia, com destaque para Elogio da Ginja (2006) e Pão & Vinho – mil e uma histórias de comer e beber (2014). Gosta do que faz e daquilo que quer fazer.

terça-feira, 19 de março de 2024

DIVULGAÇÃO | OS DIAS DE SATURNO, de PAULO MOREIRAS | CASA DAS LETRAS

 

Amor e comida são os ingredientes principais deste romance, em que o cómico e o trágico seguem lado a lado, por entre segredos, acasos e embustes, sempre na busca de quem somos. É na Lisboa do século XVIII, desmedida e faustosa, a fervilhar de vida e infestada de ratoneiros, tabernas, comédias e casas de pasto, que perambulam as personagens deste romance cheio de reviravoltas: entre elas, o poeta satírico Tomás Pinto Brandão, alfaiate dos costumes, ou o padre Rafael Bluteau, autor do Vocabulário Português e Latino; destacam-se, no entanto, o médico da corte João Curvo Semedo e o mestre cozinheiro Domingos Rodrigues, ambos secretos alquimistas e bons garfos. É certo que as suas experiências arriscadas nem sempre resultam como esperado; e agora, que o cozinheiro agoniza no leito, o seu filho adoptivo, portador de uma estranha marca de nascença, sai à procura de um velho médico e, de caminho, tropeça na rapariga dos seus sonhos... e em sarilhos.

Reflexão sobre o que a vida nos reserva de inescapável, o romance Os Dias de Saturno trata a alquimia das emoções sem nunca esquecer os prazeres da mesa. Galardoado com o Prémio Gourmand na categoria Melhor Livro de História Culinária no ano da sua publicação original, oferece-nos uma leitura realmente deliciosa e intemporal, ao estilo cuidado e imaginativo a que Paulo Moreiras já nos habituou.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

DIVULGAÇÃO | A VIDA AIRADA DE DOM PERDIGOTE, de PAULO MOREIRAS | CASA DAS LETRAS

 

Por ocasião do baptizado do filho varão, Felipe III de Espanha e II de Portugal promove festejos imperdíveis na cidade de Valladolid, sede da Corte e capital do império. E, se para aquele umbigo do mundo – onde desaguam todos os vícios, velhacarias e vilanias – concorrem nobres e ladrões, damas e rameiras, será mais do que certo que, depois de um périplo por Bada­joz, Sevilha, Trujillo ou Toledo, siga também para lá Tanganho Perdigão Fogaça, conhecido por Dom Perdigote, a fim de cumprir o seu destino.

Mas nem tudo se apresenta de feição a este espadachim nascido no ano em que morre Camões; claro que, entre as muitas peripécias vividas, encontra o amor da sua vida e conhece o pintor El Greco, o escritor Quevedo e até o autor do Quixote; porém, será envolvido na tentativa de assassinar um dra­maturgo que integra a embaixada inglesa, enviada para ratificar a paz entre as duas nações. Quem o irá salvar?

Na senda do seu romance de estreia – A Demanda de Dom Fuas Bragatela, aplaudido entusiasticamente pelo público e pela crítica –, Paulo Moreiras regressa ao género pícaro, em que é mestre, para nos oferecer uma obra-prima de rigor e divertimento que já fazia falta à nossa literatura.