quinta-feira, 8 de junho de 2023

DIVULGAÇÃO | CANÇÕES PARA O INCÊNDIO, de JUAN GABRIEL VÁSQUEZ | ALFAGUARA PORTUGAL

 

Nas histórias de mulheres e homens comuns declinam-se temas como a memória, o poder e significado da violência, e a relação complexa entre literatura e verdade.

Uma fotógrafa de renome apercebe-se de algo que teria preferido ignorar. Um veterano da Guerra da Coreia confronta-se com um segredo do passado durante um encontro que parecia inofensivo.

Um escritor depara-se com a história apaixonante de uma órfã da Grande Guerra. Na Colômbia, em Espanha, Paris ou Hollywood, as histórias deste livro irradiam a estranha luz das coisas que ferem. Juan Gabriel Vásquez dá prova, uma vez mais, de mestria narrativa e profundo entendimento da existência humana.

Um livro belo e cru sobre a força do acaso, que declina temas como a memória, o poder e significado da violência, e a relação complexa entre literatura e verdade.

quarta-feira, 7 de junho de 2023

93ª EDIÇÃO FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

 


93ª EDIÇÃO FEIRA DO LIVRO DE LISBOA | PROGRAMAÇÃO CULTURAL GRUPO PLANETA

 


AUTORES INTERNACIONAIS | BRIGITTE GIRAUD

 

Brigitte Giraud é autora de dez romances, entre os quais À présent (Stock, menção honrosa do prémio Wepler 2001), L’amour est très surestimé (Stock, bolsa Goncourt para novela 2007), Une année étrangère (Stock, prémio Jean Giono 2009), Un loup pour l’homme e Jour de courage (Flammarion, 2017 e 2019). Venceu o Prémio Goncourt 2022 com o livro Viver Depressa.

terça-feira, 6 de junho de 2023

DIVULGAÇÃO | VIVER DEPRESSA, de BRIGITTE GIRAUD | PLANETA

 

«Estava obcecada com aquela dupla missão impossível. Comprar a casa e encontrar as armas escondidas. Era inesperado e eu não pressenti a engrenagem que iria fazer a nossa vida dar um tombo. Porque a casa está no cerne do que provocou o acidente.»

Num relato tenso que é apresentado como uma verdadeira contagem decrescente, Brigitte Giraud tenta compreender o que conduziu ao acidente de mota que custou a vida ao marido no dia 22 de junho de 1999.

Vinte anos depois, faz por assim dizer o ponto da situação e ataca uma última vez as perguntas que ficaram sem resposta. Acaso, destino, coincidências? Regressa àqueles dias que se precipitaram numa série de perturbações imprevisíveis até desembocarem no inelutável. de tal modo empolgado com a perspetiva da mudança de casa, de tal modo desejoso de dar início aos trabalhos de remodelação, o casal tinha-se esquecido de que viver é perigoso. Brigitte Giraud conduz a investigação e põe em cena a vida de Claude e a vida deles, ambas miraculosamente ressuscitadas.

segunda-feira, 5 de junho de 2023

93ª EDIÇÃO FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

 


DIVULGAÇÃO | OS MEUS DIAS NA LIVRARIA MORISAKI, de SATOSHI YAGISAWA | EDITORIAL PRESENÇA


Esta é uma história em que a magia dos livros, a paixão pelas coisas simples e belas e a elegância japonesa se unem para nos tocar a alma e o coração.

Estamos em Jimbocho, o bairro das livrarias de Tóquio, um paraíso para leitores. Aqui, o tempo não se mede da mesma maneira e a tranquilidade contrasta com o bulício do metro, ali ao lado, e com os desmesurados prédios modernos que traçam linhas retas no céu.

Mas há quem não conheça este bairro. Takako, uma rapariga de 25 anos, com uma existência um pouco cinzenta, sabe onde fica, mas raramente vem aqui. Porém, é em Jimbocho que fica a livraria Morisaki, que está na família há três gerações: um espaço pequenino, num antigo prédio de madeira. Estamos assim apresentados ao reino de Satoru, o excêntrico tio de Takako. Satoru é o oposto de Takako, que, desde que o rapaz por quem estava apaixonada lhe disse que iria casar com outra pessoa, não sai de casa.

É então que o tio lhe oferece o primeiro andar da Morisaki para morar. Takako, que lê tão pouco, vê-se de repente a viver entre periclitantes pilhas de livros, a ter de falar com clientes que lhe fazem perguntas insólitas.

Entre conversas cada vez mais apaixonadas sobre literatura, um encontro num café com um rapaz tão estranho quanto tímido e inesperadas revelações sobre a história de amor de Satoru, aos poucos, Takako descobre uma forma de falar e de estar com os outros que começa nos livros para chegar ao coração. Uma forma de viver mais pura, autêntica e profundamente íntima, que deixa para trás os medos do confronto e da desilusão.