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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

CAUGHT UP, de LIZ TOMFORDE | CULTURA EDITORA

O terceiro livro da série que conquistou o coração dos leitores.

Kai
Sou a estrela da equipa de basebol de Chicago.

Estou no auge da fama.

Sou, também, pai solteiro, e não consigo equilibrar a carreira com os cuidados do meu filho. Além disso, não confio em ninguém para tomar conta dele, e qualquer babysitter que encontro acaba despedida.

Até que o treinador da minha equipa contrata alguém para me ajudar, alguém que não posso despedir: a filha dele, Miller. Ela parece-me a última pessoa a quem confiaria o meu filho: selvagem, demasiado jovem. E solteira.

Miller
Como chefe de pastelaria que venceu recentemente um prestigiado prémio internacional, ando desesperada por provar, também a mim própria, que realmente mereço esse reconhecimento. Porém, com um novo título vem mais pressão, e não sei se serei capaz.

Devia estar concentrada na cozinha, mas, em vez disso, deixo que o meu pai me convença a usar o meu tempo livre como babysitter do filho da estrela da sua equipa...

O Kai Rhodes é um homem que se esqueceu do que é divertir-se, e eu estou ansiosa por lhe avivar a memória.
 

sábado, 16 de setembro de 2023

DIVULGAÇÃO | CRIATURAS EXTREMAMENTE INTELIGENTES, de SHELBY VAN PELT | CULTURA EDITORA

 

Depois da morte do marido, Tova Sullivan começa a trabalhar à noite nas limpezas do Aquário de Sowell Bay. Manter-se ocupada já é há muito tempo o seu segredo para lidar com a dor, desde que o seu filho de 18 anos, Erik, desapareceu misteriosamente a bordo de um barco há mais de trinta anos.

Enquanto trabalha, Tova aproxima-se do casmurro Marcellus, um polvo-gigante-do-pacífico que vive no aquário. Marcellus é bem mais inteligente do que as pessoas pensam e, por princípio, jamais ergueria nem que fosse um dos seus oito tentáculos para ajudar os seus captores humanos — até formar uma extraordinária amizade com Tova, claro.

Sendo a criatura tão inteligente que é, Marcellus percebe o que aconteceu na noite em que o filho de Tova desapareceu. E agora deverá recorrer a todos os truques que o seu corpo invertebrado lhe permite para lhe revelar a verdade, antes que seja tarde demais.

Criaturas Extremamente Inteligentes, o romance de estreia de Shelby Van Pelt, é uma admirável viagem pela amizade, pelos caminhos da compaixão e da esperança, a prova de que um olhar corajoso para o passado pode abrir caminho a um futuro impensável.



segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

AUTOR NACIONAL| Nuno Nepomuceno | Cultura Editora


 Fontes e Créditos

Texto: Site Oficial do Autor C/ redacção

Foto: Wikipedia


Nasceu em 1978. É autor da série bestseller de thrillers psicológicos Afonso Catalão, com a qual foi N.º1 de vendas nacional, de duas séries de ficção em formato podcast e de diversos contos.

Nomeado para vários prémios, incluindo o de Ficção Lusófona 2019 das Livrarias Bertrand com A Última Ceia, do qual foi finalista, destacou-se em 2012, quando venceu o concurso literário Note! com a obra O Espião Português, o seu primeiro livro, que a Cultura Editora reeditou em 2021.


Apresenta agora A Noiva Judia, o derradeiro título da série que o notabilizou. É representado pela Agência das Letras.


Para mais informações, consulte o site oficial do autor, www.nunonepomuceno.com, ou o microsite do livro, www.anoivajudia.com


Obras: Trilogia Freelancer (em reedição pela Cultura Editora)

             O espião Português, A Espia do Oriente, A Hora Solene

            Série Afonso Catalão

           A Célula Adormecida, Pecados Santos, A última Ceia, A Morte do Papa, o Cardeal, 

           A Noiva Judia (Lançamento a 20 de Janeiro de 2022, com Chancela da Cultura Editora)


Recorde a entrevista ao autor pela nossa Colaboradora Madalena Condado em 2017 AQUI

Leia a Crítica à obra A morte do Papa, por Isabel de Almeida AQUI

Leia a Crítica à obra recém reeditada O Espião Português, por Isabel de Almeida AQUI

quinta-feira, 1 de julho de 2021

CRÍTICA LITERÁRIA | " O Espião Português", de Nuno Nepomuceno | Cultura Editora


Texto: Isabel de Almeida | Jornalista | Crítica Literária

Imagem Capa: Direitos Reservados


 O Espião Português é o primeiro romance da trilogia  "Freelancer" do género Thriller e romance de espionagem do autor Português Nuno Nepomuceno, tendo sido inicialmente publicado em 2012,  regressa agora às livrarias com chancela Cultura Editora, numa edição requintada para coleccionadores e com revisão e novos capítulos. 

 Este romance de espionagem apresenta-nos um protagonista muito marcante, o encantador, corajoso e sensível André Marques-Smith, um jovem bastante promissor que, sendo formado em Relações Internacionais e filho de diplomatas - Silvia [Portuguesa] e Armand [Francês] exerce as funções de director do Gabinete de Informação e Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros  Português, sendo o funcionário de maior confiança do Ministro João Santos Ferreira.

Porém, André esconde muitos segredos e tem uma vida dupla, sendo também um agente secreto bastante requisitado, ao trabalhar sob as ordens da CADMO (uma agência internacional que se dedica a missões altamente secretas), estando a criação deste organismo ligado indelevelmente à história familiar de André.

 Na companhia de outros agentes operacionais, André que comunica com os colegas sob o nome de código Freelancer (que dá o nome à trilogia literária), e vai intercalando as missões secretas muito arriscadas, com as suas funções de assessor próximo do MNE Português, contando com o apoio de colegas como a Britânica Monique (Ice Lady), o Francês Anssi ( White), a Sueca Marie (Blue Swan), e contando com a feroz oposição de uma agência que se dedica a empregar mercenários, com ligações obscuras à Máfia Russa e ao mundo do crime em geral - a Dark Star, onde colabora a sensual e fria China Girl, uma intrépida agente que se cruzará com André nunca pelas melhores razões.

Percorrendo os cenários de sonho de grandes capitais mundiais, em conferências internacionais, eventos diplomáticos, ou em missões da CADMO em cenas cheias de acção, violência e astúcia, é muito interessante encontrar em André, numa outra vertente, um jovem que considera bastante importantes valores como a família, a amizade, e que sonha encontrar a estabilidade afectiva. André vive na zona de Torres Vedras numa casa demasiado grande e dispendiosa, na companhia do seu fiel cão, o labrador Kimi, e convive com a família, que adora, a mãe Sílvia, o pai Armand, e a irmã mais nova Sara, da qual assume ostensivamente o clássico papel de irmão mais velho que a protege talvez até de forma algo paternalista. 


   Do seu círculo mais próximo fazem ainda parte o melhor amigo - Diogo, e começa a recuperar a amizade com Marta (uma amiga da juventude de quem se afastara por ter sido próxima de Mariana, uma ex-namorada) tornando-se mais próximo desta e do namorado Rafael, que se encontram prestes a casar.

  O leitor acaba por vivenciar com André a permanente expectativa de poder ser desmascarado, além de estarmos muitas vezes em cuidados perante o elevado risco físico e mesmo de vida que o nosso herói enfrenta. Há uma fragilidade emocional em André, que este não deixa interferir na qualidade das suas missões que tem tudo para agradar ao público feminino, e que fará suspirar leitoras pelo nosso protagonista, ao passo que a acção prenderá leitores de ambos os sexos, o que confere também um carácter bastante inovador a este tipo de narrativa, onde muitas vezes os espiões não são emotivos.

 Uma prosa dinâmica que nos vai revelando um ritmo narrativo verdadeiramente trepidante, cenas de acção cinematográficas, cenários de sonho, coragem, risco constante, uma vida dupla na qual encontramos duas vertentes - um agente secreto perspicaz e bem sucedido, e por outro lado, um homem sensível, humano com fragilidades, vitórias e derrotas, e que procura encontrar a estabilidade afectiva que lhe viu ser negada, quando julgava estar no caminho certo. Muitas surpresas e twists ao virar de cada página, e ainda dando-nos a conhecer ou a revisitar locais fascinantes da Europa! 

Uma obra a conhecer ou a revisitar.



terça-feira, 9 de junho de 2020

PALAVRA DE LEITOR | UMA PERSPECTIVA DIFERENTE, de Margarida Veríssimo sobre " A morte do Papa", de Nuno Nepomuceno | CULTURA EDITORA



Texto: Margarida Veríssimo 
Foto: Cultura Editora | D.R.

Saiba o que achou a leitora Margarida Veríssimo do novo livro de Nuno Nepomuceno " A morte do Papa", com chancela Cultura Editora.


A Morte do Papa - Livro - WOOK
É inevitável, ainda que nem sempre seja essa a intenção, a arte está de uma forma indelével gravada nas obras do Nuno Nepomuceno. Foi crescendo, fazendo parte do enredo, tornou-se título, até chegar o ponto em que percorre despretensiosamente as páginas do livro, deixando de ser protagonista, mas impondo a sua presença, sem a qual a história não faria sentido.
No livro “A Morte do Papa” a pintura não teria lugar, pensava o Nuno, outros assuntos, menos belos e menos visualmente apelativos, eram chamados a fazer parte de uma história por contar. Este livro não teria a arte como ingrediente. Não teria se a ação não se desenrolasse maioritariamente no Vaticano, não teria se o Nuno fosse indiferente às maravilhas nascidas das mãos e da mente humana.
Através da arte o Nuno Nepomuceno consegue envolver-nos e transportar-nos pelas labirínticas teias da ação. No livro, a arte é apresentada como sujeito passivo, observador, cenário. No entanto, com enorme subtileza, ao longo da história vai ganhando poder como elemento conciliador, como elemento de equilíbrio na narrativa. As obras extraordinárias criadas pelo homem em contrapeso com as suas mais vis ações. O belo como cenário do horrível. A magnificência da criação humana versus a crueza da destruição do homem pelo homem.
Assim que abrimos a capa do livro lá está ela, imponente: a colunata de Bernini. É só o início. Ao longo do livro a nossa mente vai visualizando e deleitando-se com pérolas da arquitetura, da escultura e também da pintura, obras primas de grandes mestres. Também o autor, no seu ato criativo, pincela o céu da cor do champanhe e pintalga de negro as muito azuis íris de Francesco.
Mas “A Morte do Papa” não é efetivamente um livro invocativo da capacidade do Homem de criar beleza, pelo contrário, mostra o seu lado mais negro, mais podre. E mais do que o Homem, mostra o lado mais negro, mais podre de uma instituição milenar. Uma Instituição capaz do melhor e do pior, em nome de Deus. Em nome de Deus, ou sob Sua proteção, cometem-se crimes hediondos. Em nome do mesmo Deus que inspira obras de arte tão grandiosas como algumas das descritas no livro.
Neste livro que cruamente despe, num despudor dorido, a capa da santidade e da pureza da igreja católica, mostrando o negrume que se esconde por baixo de tão ricas e belas vestes, encontrei o meu equilíbrio e elemento conciliador, na sua leitura, através da arte descrita, visualizada. O professor Catalão por fim também encontrou a sua paz, a reconciliação que necessitava, quero acreditar.



Margarida Veríssimo 

Leia AQUI a crítica literária da obra sob a perspectiva da nossa Editora Isabel de Almeida


FICHA TÉCNICA DO LIVRO:

Título: A Morte do Papa

Autor: Nuno Nepomuceno

Editora: Cultura Editora

Edição: Janeiro de 2020

Nº de Páginas: 352


P.V.P.: €18,50




segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

CRÍTICA LITERÁRIA | " A morte do Papa", de Nuno Nepomuceno | CULTURA EDITORA


Texto: Isabel de Almeida | Jornalista | Crítica Literária

Foto: Arquivo Nova Gazeta | D.R.


"A Morte do Papa", do autor Português Nuno Nepomuceno é mais uma prova de que devemos apostar em autores nacionais, sem medos e nos mais variados géneros literários. Em concreto, Nuno Nepomuceno já habituou os seus leitores residentes a excelentes thrillers, cheios de acção, intriga, mistério, perigo e belíssimas paisagens descritas ao detalhe, convidando o leitor a percorrer aqueles mesmos percursos das personagens da trama.

Ler um livro do autor é o que de mais equivalente conheço a viajar até aos cenários da narrativa, como se fossemos nós leitores uma das personagens envolvidas, e em simultâneo, de modo perfeitamente automátiico, embalados pelo mistério, acabamos por assumir também o papel de investigadores, conjecturando sobre hipóteses quanto a quem possa ser culpado ou inocente.

É bem visível na construção da narrativa o metódico trabalho de pesquisa e investigação que Nuno Nepomuceno investe na criação de cada um dos seus livros, o que mais enriquece os mesmos, indo além de produtos literários meramente comerciais, mas contendo informação real e fidedigna quanto a diversos detalhes, que nos alertam também para fenómenos sociais e políticos.

Desta feita, somos transportados até ao mundo fechado, perigoso e promiscuo, das lutas de poder fratricidas patente no cenário da Cidade do Vaticano. Inspirado na história da morte do Papa João Paulo I, o autor confronta-nos com um crime em pleno Vaticano, o Papa Mateus I pode ter sido assassinado, há ligações perigosas e segredos potencialmente mortíferos que causam vítimas inocentes (ou nem tão inocentes assim). 

Em nome da religião, e do poder à mesma associado, os valores humanos perdem terreno, e o que importa é atingir o topo das hierarquias no seio da Igreja Católica, sem olhar a meios para alcançar tal fim. Os homens fortes da Igreja Católica ( aqui representados pelos Cardeais Horace Tremblay e Diego De Santis) revelam-se perante os nossos olhos como ambiciosos, calculistas e mesmo cruéis.

A pressão dos media, a informação e contra-informação, os génios informáticos que desvendam segredos obscuros e os expõem publicamente, mas a coberto de anonimato. O jornalismo de investigação, e os serviços de espionagem que se mantém atentos ao que se passa no Vaticano.

Encontramos personagens já nossas conhecidas de anteriores obras do escritor a interagir com novas personagens. Já conhecidas e como protagonistas reencontramos como o Professor  Afonso Catalão, a sua esposa Diana Santos Silva, que será ajudada por um  colega - o Jornalista Italiano Paolo Fattore. 

Quem se esconde nas sombras? Todos são quem dizem ser? Quem mente? Quem diz a verdade? Quem sobreviverá incólume? Esta e muitas outras questões são colocadas aos leitores numa obra que apresenta uma escrita vivaz, com diálogos que prendem o leitor e que permitem caracterizar as personagens, bem como o espaço social e político em que estas se movem. Uma narrativa empolgante, em ritmo bastante dinâmico, uma escrita elegante e muitíssimo cuidada, o que é já imagem de marca do autor.

Perigo constante, mistério, segredos, ambição, um jogo sábio de verdades e mentiras que se cruzam perante os nossos olhos. Uma obra que se lê de um fôlego, e que nos faz reflectir sobre o poder das religiões, o que este pode implicar numa perspectiva nada inocente. 

E, mais uma vez, seria uma excelente ideia ver este livro passar ao grande ecrã, pois tem todos os elementos necessários a um bom thriller com muita acção e cenários fabulosos. Nuno Nepomuceno está, mais uma vez, de parabéns!
FICHA TÉCNICA DO LIVRO:

Título: A Morte do Papa

Autor: Nuno Nepomuceno

Editora: Cultura Editora

Edição: Janeiro de 2020

Nº de Páginas: 352

P.V.P.: €18,50

Classificação Nova Gazeta: 5/5 Estrelas



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

DIVULGAÇÃO LITERÁRIA | "Pecados Santos", o novo thriller de Nuno Nepomuceno, chega dia 16 de Janeiro | CULTURA EDITORA


Texto: Redacção Nova Gazeta

Foto: Agência das Letras e Cultura Editora | Direitos Reservados


E este ano parece ser mesmo dedicado aos thrillers, e este é especial, por uma razão muito simples, Nuno Nepomuceno, um autor Nacional com créditos dados, está de volta com a sua obra "Pecados Santos", com chancela Cultura Editora, promete surpreender os leitores que já o conhecem de obras como a Trilogia Freelancer, onde conquistou fãs o Espião Português André Marques Smith ou, mais recentemente, "A Célula Adormecida".

Sinopse da Obra:

Um rabino é encontrado morto numa das mais famosas sinagogas de Londres. O corpo, disposto como num quadro renascentista, representa o sacrifício do filho de Abraão, patriarca do povo judeu.

O caso parece ficar encerrado quando um jovem professor universitário a lecionar numa das faculdades da cidade é acusado do homicídio.

Mas é então que ocorrem outros crimes, recriando episódios bíblicos em circunstâncias cada vez mais macabras. E as dúvidas instalam-se.

Estarão ou não estes acontecimentos relacionados?

Porque insistirá a sua família em pedir ajuda a um antigo professor, ele próprio ainda em conflito com os seus próprios pecados?

As autoridades contratam uma jovem profiler criminal para as ajudar a descobrir a verdade. Mas conseguirá esta mente brilhante ultrapassar o facto de também ela ter sido uma vítima no passado?

Sobre o autor:


Nuno Nepomuceno venceu em 2012 o Prémio Literário Note! com

O Espião Português, o seu primeiro romance. Seguiram-se A Espia do Oriente e A Hora Solene, com os quais concluiu a trilogia Freelancer, ambos publicados em 2015, o mesmo ano em que integrou a colectânea Desassossego da Liberdade com o conto «A Cidade».

Em 2016 lançou A Célula Adormecida, o primeiro thriller psicológico da sua carreira.

Já foi n.º 1 do top de vendas de livros policiais em lojas como a Fnac, Bertrand, Wook e Amazon.

Desde 2017 que passou a ser representado pela Agência das Letras.

Notabilizado pela sua narrativa elegante, Pecados Santos assinala o seu regresso ao thriller psicológico.

Visite o Site oficial do autor AQUI

Imprensa e Blogosfera:

Recorde a reportagem e entrevista realizada pela nossa colaboradora Madalena Condado a propósito do lançamento do anterior livro do autor "A Célula Adormecida" - AQUI

Recorde a Opinião de Margarida Veríssimo acerca do livro "A Célula Adormecida" no Jornal Nova Gazeta - AQUI

Leia a crítica de Isabel de Almeida à obra de estreia do autor, publicada no blog Os Livros Nossos - AQUI

Leia a opinião de Vera Brandão, do Blog A Menina dos Policiais sobre "A Célula Adormecida " - AQUI

Leia a opinião de Sofia Teixeira, do Blog Bran Morrighan sobre "A Célula Adormecida" - AQUI