Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal — um acontecimento já de si raro durante o período medieval — veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude?
Dividido em quatro partes distintas que têm como fio condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383-1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
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quinta-feira, 3 de julho de 2025
terça-feira, 10 de junho de 2025
AUTORES NACIONAIS | JOÃO NISA
João Nisa é licenciado em História-variante Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e mestre em História Militar pela mesma instituição. Encontra-se a concluir a sua tese de doutoramento, em História Medieval, sobre a organização e prática da guerra no Alentejo, no séc. XIV e inícios do séc. XV, para a qual obteve uma bolsa financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Colaborador do Centro de História da Sociedade e da Cultura, é autor de vários artigos e capítulos de livro sobre guerra medieval, tendo apresentado mais de três dezenas de comunicações sobre o tema, em Portugal e no estrangeiro.
sexta-feira, 16 de maio de 2025
ALJUBARROTA, de JOÃO NISA & PAULO M. DIAS | SAÍDA DE EMERGÊNCIA
Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal — um acontecimento já de si raro durante o período medieval — veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude?Dividido em quatro partes distintas que têm como fio condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383–1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
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