Paulo M. Dias é licenciado em História e mestre em História Moderna e dos Descobrimentos pela NOVA FCSH. A sua dissertação de mestrado, A conquista de Arzila pelos Portugueses – 1471, venceu ex aequo o Prémio Defesa Nacional (2016) atribuído pela Comissão Portuguesa de História Militar. É actualmente investigador integrado do IEM – Instituto de Estudos Medievais da NOVA FCSH, onde se encontra a desenvolver um projecto de Doutoramento em História Medieval sobre as operações militares levadas a cabo pela Coroa portuguesa em Marrocos nos séculos XV e XVI. O interesse pela divulgação histórica junto do grande público levou à criação, com Roger Lee de Jesus, do podcast Falando de História, bem como à publicação de vários livros, com destaque para o mais recente: Atualizar a História. Uma Nova Visão sobre o Passado de Portugal (Desassossego, 2022).
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sexta-feira, 4 de julho de 2025
quinta-feira, 3 de julho de 2025
ALJUBARROTA, de JOÃO NISA e PAULO M. DIAS | DESASSOSSEGO
Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal — um acontecimento já de si raro durante o período medieval — veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude?
Dividido em quatro partes distintas que têm como fio condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383-1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
Dividido em quatro partes distintas que têm como fio condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383-1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
sexta-feira, 16 de maio de 2025
ALJUBARROTA, de JOÃO NISA & PAULO M. DIAS | SAÍDA DE EMERGÊNCIA
Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal — um acontecimento já de si raro durante o período medieval — veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude?Dividido em quatro partes distintas que têm como fio condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383–1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
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