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segunda-feira, 11 de outubro de 2021

DIVULGAÇÃO | UM BARCO PARA ÍTACA, de MANUEL ALEGRE | DOM QUIXOTE - POESIA

 
















Terceiro livro de Manuel Alegre, depois de Praça da Canção e O Canto e as Armas, Um Barco para Ítaca foi escrito no exílio, em Argel, e publicado em Portugal em 1971, há precisamente 50 anos, por Nosso Tempo. Reeditado pela Centelha, em 1974, foi levado à cena, nesse ano, por Norberto Barroca, na Casa da Comédia, e, mais tarde, por Vasco Pereira da Costa, no Teatro Gil Vicente, em Coimbra.

Uma 3.ª edição foi publicada na Planeta de Agostini.

Um Barco para Ítaca foi também incluído em 30 Anos de Poesia, Obra Poética e Poesia.

A presente edição é a 1.ª autónoma nas Publicações Dom Quixote.

domingo, 29 de agosto de 2021

DIVULGAÇÃO | PAIXÃO, de MARIA TERESA HORTA | DOM QUIXOTE (poesia)

 



Novo livro de poesia de uma das mais importantes escritoras de língua portuguesa.

Uma homenagem, em forma de poemas, a um amor e a uma paixão de uma vida inteira.  


sábado, 21 de agosto de 2021

DIVULGAÇÃO | DIAMANTE, de ANTÓNIO CARLOS CORTEZ | DOM QUIXOTE (POESIA)

 


Paul Verlaine referiu-se um dia à prosa diamantina de Rimbaud, sublinhando a dimensão pura, misteriosa e arquitectural dos poemas de Jean-Arthur.

Estes 64 poemas, num livro com três secções, dialogam com essa tradição do cristal da poesia moderna.

Dos sonetos iniciais, de frase labiríntica, aos poemas em prosa, flashes da recordação, e que se vão multiplicando, até ao poema que fecha este livro, «Vários Fins», António Carlos Cortez reafirma a sua noção de poesia – exercício tensional sobre as imagens da linguagem.

Livro onde comparecem várias vozes, Diamante é ambíguo, ou melhor, anfíbio: mergulhamos na memória de outros textos (Gastão Cruz, Philippe Jaccottet, Ruy Belo, Alfonso Costafreda, Ida Vitale, Eduardo Guerra Carneiro, Édouard Glissant, José Paulo Paes), nas músicas que dão a atmosfera exacta para estes poemas se lerem em voz alta (Fleetwood Mac, Depeche Mode, Nick Cave, Rádio Macau, Roxy Music, José Mário Branco), buscando unir o cristal com essa «chama altíssima» duma palavra construída, meditada.


terça-feira, 6 de julho de 2021

DIVULGAÇÃO | SELVAGEM, de SALVADOR SANTOS | DOM QUIXOTE (POESIA) - GRUPO LEYA

Em Selvagem, o primeiro livro do autor, a voz angustiada do sujeito e a violência errática do discurso são acompanhadas pela presença constante da noite. A noite enquanto metáfora da dor, da cegueira do pensamento e da barbárie a que o homem regressa constantemente.

A passagem do tempo – a ruínas das coisas e a aproximação da morte –, o avanço continuado das cidades sobre o litoral e a agonia do mundo rural são alguns dos temas tratados no livro.

Nos poemas comprometidos com o real nota-se uma sensibilidade lírica afectada pelo medo do futuro. O agravamento das desigualdades, as ameaças às liberdades fundamentais, a dissolução do passado e da memória, a destruição ambiental.

Selvagem é a reacção do autor à angústia de não encontrar, em si, ou ao seu redor, a capacidade para construir um mundo perfectível. O desejo de que a noite seja um raio de luz na claridade do dia.

segunda-feira, 8 de março de 2021

POESIA INÉDITA| "Mulher", Por Isabel de Almeida


 Poema Inédito escrito por Isabel de Almeida, Jornalista, Crítica Literária e Editora Nova Gazeta e Diário do Distrito a propósito do dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.


Mulher


Mulher do salto alto

Do batom vermelho

Do riso solto



                                                                  

                                                                  Mulher do grito mudo

                                                                  Do segredo guardado

                                                                  Da lágrima que escondes


                                                                 Mulher da ousadia

                                                                 Da coragem

                                                                 Do grito louco


                                                                Mulher do sacrifício

                                                                Da entrega

                                                                Da vitória


                                                                Mulher da calmaria

                                                                Do amor puro

                                                                Do amor vivido


                                                                Mulher da alma inquieta

                                                                Tu que estás certa

                                                                Corrige este mundo!


 Isabel de Almeida | 08 de Março de 2021

Sobre a Autora:

Nasceu em Lisboa a 7 de Agosto de 1974

Licenciada em Direito e Mestre em Psicologia Clínica

É Jornalista, Crítica Literária, Editora, Advogada e Formadora Certificada

A escrita, os livros e a leitura são paixões onde se refugia no seu mundo.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

LITERATURA Antologia de poemas escolhidos de João Luís Barreto Guimarães

Ao completar trinta anos de vida literária, João Luís Barreto Guimarães, que além de poeta e tradutor também é médico (licenciou-se em Medicina e Cirurgia), regressa à edição com O Tempo Avança por Sílabas, antologia de cem poemas escolhidos pelo autor, a partir dos dez livros que publicou entre Há Violinos na Tribo, em 1989, e Nómada, em 2018. O Tempo Avança por Sílabas chega às livrarias a 1 de fevereiro. Conjugando fragmentos do quotidiano com a História e a memória, a sua poesia – irónica, biográfica, melancólica, musical – captura objetos e instantes do presente, na fronteira entre a poesia e a prosa, refletindo sobre o lugar da escrita (a casa, o café, a cidade, a viagem) e o tempo de hoje.

Sobre o autor
João Luís Barreto Guimarães nasceu no Porto, a 3 de junho de 1967. Poeta e tradutor, divide oseu tempo entre Leça da Palmeira e Venade. O Tempo Avança por Sílabas reúne cem poemas selecionados pelo autor, dos dez livros que publicou até ao momento. É o seu quinto livro na Quetzal,
após a publicação dos primeiros sete títulos na Poesia Reunida, em 2011, Você Está Aqui, em 2013, Mediterrâneo, em 2016, ao qual foi atribuído o Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa, e Nómada, em 2018. A sua obra está representada em antologias poéticas e revistas literárias de numerosos países, tendo Mediterrâneo sido publicado em espanhol.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

LITERATURA Palácio Belmonte recebe lançamento de edição inédita da poesia de Howard Altmann

O Palácio Belmonte, situado no coração da zona histórica de Lisboa, junto ao Castelo, vai receber no próximo Domingo, 27 de Janeiro, pelas 17h00, a poesia serena e admirável de Howard Altmann. O poeta, que vive em Nova Iorque vem a Portugal para o lançamento da edição bilingue de Enquanto Uma Fina Neve Cai. A apresentação fica a cargo da poeta portuguesa, Eugénia de Vasconcellos, tradutora da obra.

Quem se deslocar no próximo Domingo ao Palácio Belmonte, em Lisboa irá cruzar-se com o desassossego e interrogação de Howard Altmann em Enquanto Uma Fina Neve Cai. Um livro que impressionou John Ashbery, um dos maiores poetas americanos do século XX, vencedor do prémio Pulizer, para o qual os poemas de Altmann eram, pela sua singeleza «tão necessários quanto um copo de água».

Esta obra traz-nos uma voz humana em busca da serenidade numa harmonia que concilie a casa, a neve, a luz e a escuridão, a paisagem, o som. Poemas que têm sido veiculados e destacados no Poem of the Week do jornal The Guardian, na Academy of American Poets, e nas publicações: Poetry, Poetry Review e Yale Review.

Em Enquanto Uma Fina Neve Cai, a paixão do autor por Portugal e pelo Brasil é visível em poemas como «Saudade», «Salvador da Baía» ou o inédito «Lisboa». Pelo que esta visita a Portugal será um momento especial na carreira do poeta natural de Montreal.

Nesta inédita edição bilingue de As a Light Snow Keeps Falling a Guerra e Paz apresenta a poesia do autor canadiano traduzida para português, pela poeta portuguesa Eugénia de Vasconcelos, lado-a-lado com os textos originais em inglês.


A obra chega às livrarias e à loja online da Guerra e Paz, Editores no dia 5 de Fevereiro.


A entrada no evento é gratuita e no final os leitores serão brindados com um cocktail. O convite, também ele bilingue, segue em anexo para todos os interessados.

sábado, 20 de janeiro de 2018

CULTURA | Marisa Cunha Fina lança amanhã o seu primeiro livro de Poesia " Dum Spiro Spero" | SAMOUCO


Texto: Isabel de Almeida | Jornalista | Crítica Literária

Foto: Direitos Reservados


"Dum Spiro Spero" é o livro de estreia da poetisa Marisa Cunha Fina. O lançamento do livro terá lugar Domingo, dia 21 de Janeiro, pelas 16 horas, no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Samouco.

Editado sob a Chancela "Poesia fã Clube" da "Corpos Editora", o livro é descrito pela sua autora como correspondendo aos seus "Desabafos e encantos, críticas e manifestos, são o espelho do que vejo, o que sinto e o mundo que me rodeia …. passei para palavras o que os olhos colheram e o coração tratou…", afirmando-se ainda enquanto dedicatória a Maria, a filha da poetisa que estará ao seu lado amanhã na apresentação.

Funcionária do Centro Hospitalar do Barreiro, Marisa Cunha Fina contou com o apoio da Casa do Pessoal do Hospital do Barreiro na promoção deste lançamento, sendo a iniciativa também apoiada pela Junta de Freguesia do Samouco (Concelho de Alcochete) que acolherá o lançamento no seu Salão Nobre e estará representada pelo seu Presidente - Pedro Ferreira.

Marisa Cunha Fina convida toda a população do Samouco a estar presente neste evento.

Aqui deixamos também aos nossos leitores o convite para assistir ao lançamento oficial de "Dum Spiro Spero", que vem mostrar que a cultura está viva e de boa saúde no Samouco.