Em plena maturidade literária e com vários livros bem-sucedidos, Brad Thor apresenta ao leitor mais uma aventura cheia de ação com Scot Harvath no papel principal. Neste thriller, o antigo agente dos serviços secretos da marinha (Navy SEAL) tem a cabeça a prémio por 100 milhões de dólares.
À Beira do Fim, que a Bertrand Editora publica a 10 de março, é um romance que deixa a nu a complexidade, e a vulnerabilidade, do personagem Scot Harvath, além de ser uma obra, à semelhança de todas as do autor, emocionante e recheada de ação, a que não faltam também surpresas –
Sinopse
A recompensa mais avultada do mundo cai agora como um machado sobre a cabeça do maior espião americano. A sua única hipótese de sobrevivência é ser mais astuto e mais rápido – e ganhar tempo suficiente aos seus inimigos para descobrir a verdade.
Porém, para levar a cabo a sua mais perigosa missão até ao momento – uma missão que já ceifou as vidas de pessoas muito próximas do nosso herói, tal como a sua mulher – Scot Harvath vai precisar de ajuda. E não será pouca.
Sem saber em quem confiar, Harvath encontrará um aliado improvável numa agente dos serviços secretos noruegueses, Sølvi Kolstad. Tão astuta como ele, tão... letal como ele e igualmente decidida, Sølvi não só tem todas
as competências técnicas para a missão, como partilha um passado cruel, interrompido demasiadas vezes. Tal como Harvath.
Dia 6 de Novembro os fãs do escritor de thrillers mais famoso de sempre - Stephen King - têm razões para celebrar, pois chega às livrarias o mais recente thriller - "O Instituto" , prometendo momentos de intenso medo como é apanágio deste escritor.
A obra encontra-se já em pré-venda online, caso não tenha possibilidade de se deslocar a uma livraria.
SINOPSE
A meio da noite, na casa de uma rua tranquila de Minneapolis, intrusos matam silenciosamente os pais de Luke Ellis e levam-no numa carrinha preta. A operação demora menos de dois minutos. Luke vai acordar no Instituto, num quarto parecido com o dele mas sem janela. E há outras portas, que fecham outras crianças com talentos especiais telecineia e telepatia - e que ali chegaram da mesma maneira que Luke: Kalisha, Nick, George, Iris e Avery Dixon de dez anos. Todos eles estão na Metade da Frente. Luke fica a saber que há outros na Metade de Trás, de onde nunca se volta.
Na mais sinistra das instituições, a diretora, a senhora Sigsby, e a sua equipa dedicam-se impiedosamente a extrair dessas crianças a força de seus dons paranormais. Não há escrúpulos aqui. Se se colaborar, recebe-se fichas para as máquinas de venda automática. Se não, a punição é brutal. À medida que cada nova vítima desaparece para a parte de trás, Luke vai ficando cada vez mais desesperado para sair e pedir ajuda. Mas nunca ninguém conseguiu fugir do Instituto.
Texto: Isabel de Almeida
Jornalista | Crítica Literária
Foto: Arquivo Nova Gazeta | D.R.
Uma família quase normal, do autor Sueco Mattias Edvardson, publicado em Janeiro deste ano pela Suma de Letras é uma das boas novidades literárias para iniciar 2020.
Estamos perante um Thriller de leitura verdadeiramente compulsiva, que vai manter o leitor agarrado ao livro a devorar página a página para chegar ao aguardado capítulo final.
A premissa inicial é a acusação de homicídio que recai sobre a filha adolescente de uma banalíssima família da classe média Sueca. As personagens centrais da trama, são precisamente Adam, o pai de família, um recatado, contido, moralista e controlador Pastor da Igreja Sueca, Ulrika, a mãe, advogada criminal com uma carreira já bem construída, é reservada, viciada no trabalho e extremamente focada no sucesso profissional, e é, até ao início da terceira parte da obra a personagem mais misteriosa do trio; por fim temos Stella, a adolescente rebelde, inteligente e determinada, trabalha como empregada numa loja de roupa, e tem como melhor amiga, de quem é inseparável a estudiosa e obediente Amina, cujos pais são amigos dos progenitores de Stella.
A narrativa está organizada em três partes distintas que correspondem, precisamente, ao percurso da trama sob o ponto de vista de cada um dos seus protagonistas: Adam (o pai) ; Stella (a filha) e Ulrika (a mãe).
Com elevada densidade psicológica, um discurso intimista mas fluído que nos transporta para o interior da mente e das emoções cruzadas de cada uma das personagens, revelando ao leitor os seus conflitos internos, apreendemos a dinâmica de uma família que, ao ver-se envolvida num caso de polícia, faz também uma auto-reflexão e auto-crítica, desconstruindo ideias feitas e reconstruindo-se como colectivo perante si mesma.
O Advogado Michel Bloomberg, reconhecido criminalista que irá assegurar a defesa de Stella retrata o sistema judicial e os seus vícios e virtudes. O livro chama também a atenção para a forma como cada um de nós olha para os grandes casos mediáticos da justiça: " O que conta verdadeiramente é o tribunal da opinião pública. Em geral as pessoas não querem saber do que os tribunais decidem(...) Basta uma semana na prisão para que toda a gente te considere culpado." - p. 143
O que faríamos se alguém muito próximo fosse acusado de homicídio? O amor justifica tudo? " O amor é uma das tarefas mais difíceis do homem (...) É possível continuar a amar um assassino?" - p. 71
Uma magistral obra literária que fica connosco muito depois da leitura, e que nos evoca temáticas como o "ser" e o "dever-ser", a cultura da aparência, do politicamente correcto, do parecer bem ou mal. Muito interessante também a alusão a Freud, chegando mesmo Stella a afirmar: "Demasiado Freud põe qualquer pessoa maluca." p. 189. O autor introduz ostensivamente temáticas e conceitos inerentes à teoria Freudiana, tais como a culpa, a vergonha e a negação, explorados através da forma como os protagonistas apresentam a sua perspectiva sobre os factos narrados.
Será que em situações limite estamos sempre dispostos a cumprir à risca as normas sociais em que sempre julgámos acreditar? - "Há valores que não podem ser explicados nem medidos através de normas." p. 403
Mais do que uma história viciante, descrita de forma muito visual e cinematográfica, com uma brilhante caracterização psicológica das personagens, com episódios violentos, temos aqui um thriller que nos faz pensar e que nos coloca o claro desafio de nos imaginarmos no lugar daquelas personagens com as quais é fácil empatizar, precisamente por serem pessoas comuns.
Brilhante, intenso, de leitura compulsiva e a desafiar os leitores! Uma belíssima sugestão de leitura para este início de ano que vivamente recomendamos aos adeptos de thrillers.
A história de pessoas que tentam apagar o seu passado..
Finalista Prémio da Academia sueca de Escritores de crime
(como melhor romance policial sueco).
Sobre o autor:
Jens Lapidus, brilhante advogado criminalista em Estocolmo, serve-se da sua experiência profissional, que lhe oferece uma visão privilegiada, para escrever as histórias cruas e realistas que estão a conquistar o mundo. Autor comparado com James Ellroy pela crueza e realismo da sua prosa, os seus thrillers são aclamados pela crítica e pelo público nos mais de 20 países onde é publicado. Algumas das suas obras foram adaptadas para o cinema e os direitos de “Apagar Estocolmo” já foram também vendidos para o cinema.
Sinopse da Obra:
Quando o alarme de uma casa dispara em Värmdö, uma ilha do arquipélago de Estocolmo, um guarda acode, temendo uma invasão. Mas o que encontra está longe de ser comum: um corpo não identificável, brutalmente assassinado. Para complicar ainda mais as coisas, depara-se com um jovem ferido perto da cena do crime — um homem que a Polícia considerará o principal suspeito.
Emelie Jansson, uma jovem e prometedora advogada, recém-admitida numa conhecida firma de advogados, assume o caso do jovem, apesar da discordância do seu chefe. A apoiá-la está Teddy, um ex-presidiário que tenta permanecer no lado certo da lei, trabalhando como investigador para a firma de advogados. Mas Teddy tem os seus próprios problemas — nomeadamente, o seu rebelde sobrinho, que está prestes a seguir os passos criminosos do tio.
Quem é a vítima do assassinato e quem é o assassino? E por que é que todos os caminhos parecem conduzir a Mats Emanuelsson, um homem que Teddy sequestrou em tempos? Enquanto Emelie investiga, Teddy deve confrontar-se com o passado e salvar o sobrinho de um destino problemático. Rapidamente, os três ficam presos num jogo arriscado que ameaça desfazer as suas vidas.
Texto: Redacção Nova Gazeta com Editorial Planeta Portugal
Fotos: Blog Os Livros Nossos e Editorial Planeta Portugal | Direitos Reservados
No dia 16 de Janeiro de 2018 chegará às livrarias um thriller que promete surpreender os leitores Portugueses e dar muito que falar.
"O Homem de Giz", da autora Britânica C. J. Tudor chega a Portugal com chancela Planeta e vai agitar o panorama literário nacional.
Se é fã de um bom thriller não vai ficar indiferente.
Estamos perante um fenómeno mundial que começou antes da Feira de Frankfurt 2016.
A obra tem Direitos vendidos para 48 países, entre eles Portugal.
Toda a gente tem segredos.
Toda a gente é culpada de alguma coisa.
E as crianças nem sempre são inocentes.
NINGUÉM FICARÁ INDIFERENTE
[Sobre o Livro]:
O livro de estreia de C. J. Tudor é um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias.
A história começa em 1986 e, após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.
As influências de Stephen King e o toque de Irvin Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite.
O que contribui para que a história tenha um desfecho muito real e chocante. O Homem de Giz conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridas e em como as influências de famílias disfuncionais contribuem para exacerbar o
imaginário infantil.
O que dizem outros autores?
«[Há] muito tempo que não tinha uma noite em branco devido a um livro.
O Homem de Giz mudou isso. Muitos parabéns C. J Tudor!»
Fiona Barton, autora best-seller de A Viúva e O Silêncio
«Há muito tempo que não lia uma estreia tão impressionante. O ritmo foi perfeitamente delineado, as personagens desenhadas soberbamente e há uma sensação de desconforto que começa com o prólogo e cresce ao longo do livro. E esse fim é tão diferente que o livro merece ser um êxito.»
James Oswald, autor best-seller do Sunday Times da série Inspector McLean
«Que estreia impressionante! Que ideia tão hábil e engenhosa! Fiquei
absorvida desde a primeira página. Adorei como as histórias de 1986 e as de
hoje se unem e criam este fim inesquecível e inesperado. Apelativo, tenso e
muito muito arrepiante. Este livro irá assombrá-lo!»
Claire Douglas, autora best-seller do Sunday Times de Irmãs
« C. J. Tudor brilha intensamente e apresenta uma história assustadora e
vividamente imaginada. Muito mais do que um mistério de assassínio é uma
exploração inteligente e aterrorizante dos laços e limitações das amizades de
infância e de segredos que se recusam a permanecer enterrados. Apaixoneime
pela voz que nos guia no romance, Eddie, pensativo e solitário. Prepare-se
para se surpreender uma e outra vez, até à última página!»
Michelle Richmond, autora de O Pacto
« Uma narrativa tensa e inteligente.»
Ali Land, autora de Menina Boa, Menina Má
[A Autora]:
C. J. Taylor é natural de Salisbury e cresceu em
Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da
sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet.
Ao longo dos anos, envolveu-se em tarefas tão diferentes como jornalista estagiária, empregada de mesa e de loja, autora de textosradiofónicos, voz off, apresentadora de televisão, redactora publicitária e agora escritora. Vencedora da competição nacional de escrita de Twenty7,
em 2016, O Homem de Giz é o seu livro de estreia.
Ficou curioso? Fique atento, pois estamos na posse de informações exclusivas que iremos revelando aos nossos leitores, e iremos publicar alguns excertos da obra bem como a sua crítica literária.
[Booktrailler Já disponível no Canal da Nova Gazeta no Youtube]:
Texto: Isabel de Almeida /Nova Gazeta /Os Livros Nossos
A Viúva é o romance de estreia de Fiona Barton, uma experiente e conceituada Jornalista Britânica que foi já nomeada Jornalista do ano pela British Press Awards.
Este thriller que agora chega ao público Português tem tudo o que é necessário para ser bem acolhido pelos leitores mais exigentes deste género literário que parece agora estar novamente bastante em voga.
A autora assume ter-se inspirado na sua experiência enquanto "observadora de formação", como a si própria de descreve na nota introdutória do livro, confessando que, na sua vida profissional, sempre se interessou pelo ângulo menos usual das histórias, nomeadamente, ponderando qual a perspectiva de quem convive com quem é acusado da pratica de um crime. Ora, a premissa inicial da narrativa é, precisamente, o que saberia a viúva de Glen Taylor, acusado de ser um monstro responsável pelo desaparecimento de uma criança.
Numa narrativa emocionante que se desenrola ao longo de cinquenta e quatro curtos capítulos, as personagens vão desfilando perante o leitor, num ritmo frenético, fazendo-o oscilar em permanente clima de tensão e de dúvida.
A acção decorre entre 2006, data do início da investigação criminal pelo desaparecimento de uma criança - Bella Elliot - e 2010, no momento em que o seu alegado raptor e assassino - Glen Taylor - morre deixando a sua viúva - Jean Taylor, a braços com o torvelinho da imprensa gerado por este desaparecimento precoce. Todavia, a narrativa vai oscilando temporalmente, tendo início em 2010, mas ocorrendo diversas analepses que nos vão mostrando a evolução das personagens ao longo de quatro anos.
Os capítulos apresentam como título a personagem que, respectivamente, os protagoniza, nomeadamente, não referida pelo nome, mas com alguma ironia, pelo papel social desempenhado na história - " A viúva "(Jean Taylor); "A Jornalista" (Kate Waters); " O Detective" (Bob Sparkles) - que se assumem enquanto protagonistas, e no último terço da obra merecem cada um deles um capítulo "O marido" (Glen Taylor) e "A Mãe" (Dawn Elliot), correspondendo a narração, em cada capítulo, ao ângulo muito particular que cada personagem assume na economia da narrativa.
Dando especial destaque à Viúva, todos os capítulos em que Jean Taylor assume maior protagonismo são narrados na primeira pessoa, o que corresponde a uma inteligente forma de a autora conferir maior relevância a esta personagem que, aliás, dá o nome ao romance, mesmo no título da edição original que é precisamente The Widow e pode ser traduzido à letra, nada aqui se perdendo com a tradução.
Jean Taylor é uma mulher simples, da classe média, bonita, sem pretensões intelectuais, dona de casa e cabeleireira num pequeno salão de bairro, procurou realizar-se no casamento, tendo encontrado em Glen, o sedutor bancário bem vestido e bem falante, o que de mais próximo poderia sonhar em termos de príncipe encantado. Mas seria Glen um marido assim tão perfeito? E Jean será uma vítima ou uma cúmplice? Estamos perante uma mulher sofrida que se vê a braços com a pressão mediática e que esteve ao lado do marido enquanto este foi injustamente acusado de raptar a pequena Bella? Ou será Jean uma mulher perversa que premedita casa passo que dá neste drama?
Glen Taylor, inocente e injustiçado, ou um monstro sem coração?
Kate Waters, a jornalista encarregue de firmar um contrato com Jean, para conseguir vencer a concorrência obtendo as primeiras declarações da viúva que podem revelar-se bombásticas, representa toda a imprensa britânica e a sua competitividade na busca pelo furo jornalístico que pode marcar a diferença na acesa disputa entre concorrentes. Faz-nos pensar também no quão pouco inocente pode ser o papel da imprensa na cobertura de casos sensacionalistas e muito mediáticos, e faz-nos pensar sobre a ética dos media.
Bob Sparkles, o detective responsável pela investigação, mantém-se fiel ao seu objectivo, apenas poderá sentir-se bem consigo mesmo se descobrir toda a verdade sobre Bella, mas este propósito é por mero espírito de missão, ou por alguma vaidade pessoal?
Dawn Elliot, uma jovem mãe vulnerável e vítima das circunstâncias ou negligente?
Estas dúvidas, e muitas outras assaltam o leitor. Uma estrutura narrativa hábil, fascinante, com um perfeito retrato psicológico, social e sociológico tendo por base um caso mediático que, no fundo, é a soma de tantos e tantos casos reais com os quais a autora se deparou na sua vida de jornalista.
Realista, engenhoso, inteligente, escrito numa prosa madura e de leitura absolutamente compulsiva, um thriller que será, sem dúvida, um dos livros do ano! Só vai conseguir respirar fundo e descontrair quando virar a última página.
Já se encontra nas livrarias, desde 8 de Junho de 2016, um dos livros que promete agitar os leitores nacionais, e cuja trama será adaptada ao cinema.
Maestra, de L. S. Hilton é um thriller erótico, publicado em formato de trilogia, sendo publicado em Portugal sob chancela da Editorial Presença.
[Sinopse da Obra]:
Durante o dia, Judith Rashleigh trabalha numa prestigiada leiloeira de Londres. Ambiciona uma carreira no mundo da arte e, apesar das origens humildes, tornou-se uma mulher sofisticada.
Para fazer face às despesas, aceita trabalhar durante a noite como acompanhante num dos bares da capital. Mas depressa o sonho de uma vida luxuosa se desmorona.
Desesperada, acompanha um dos clientes do bar numa viagem. Após um acontecimento que marca o seu destino, Judith envereda por um caminho violento e tortuoso. Assistimos à ascensão de uma mulher à margem da lei e da moral, segura do seu rumo.
Mas mais do que possível, será a redenção desejável?
Maestra de L.S. Hilton é o thriller mais chocante do ano. O livro já está a ser adaptado ao cinema por Erin Cressida Wilson, a argumentista de A Rapariga no Comboio.
[A Autora]:
Natural do Reino Unido, L. S. Hilton cresceu em Inglaterra e viveu em Key West, Nova Iorque, Paris e Milão. Depois de se ter licenciado em Oxford, estudou História da Arte. Trabalhou como jornalista, crítica de arte e locutora de rádio. Vive em Londres.
Actualmente, colabora com os seguintes meios de comunicação social: The Independent, TLS, Standpoint, The Daily Beast, The Royal Academy Magazine, BBC History Magazine and Good Housekeeping.