segunda-feira, 25 de setembro de 2017

ANIMAIS | LEOPARDO

leopardo na Africa

leopardo (Panthera pardus) é uma espécie de felídeo nativo da África e da Ásia. O leopardo é (com o tigre, leão, leopardo-das-neves e onça-pintada) um dos cinco grandes felinos do gênero Panthera. A espécie possui cerca de 14 subespécies regionais (embora haja controvérsias quanto ao número), distribuídas pela África e Ásia. É também conhecido informalmente pela denominação de "onça" em Angola.

Questão: Onde esconde o leopardo as suas presas?

Fonte: Wikipédia e Jardim Zoológico de Lisboa


LITERATURA | Carry On de Rainbow Rowell | SAÍDA DE EMERGÊNCIA



Esta é a história de Simon Snow, a personagem fictícia que povoava a vida e imaginação de Cath em Fangirl, o fabuloso romance de Rainbow Rowell

Na famosa Escola de Magia de Watford, Simon desempenha um papel especial: ele é o Escolhido, aquele que irá salvar todos do Mal. Mas a verdade é que, metade das vezes, Simon não consegue fazer a sua varinha funcionar, e, na outra metade, pega fogo a tudo. O seu mentor evita-o, a sua namorada deixou-o, e existe um monstro que se alimenta de magia e que utiliza o rosto de Simon. Para piorar as coisas, Baz, a némesis irritante de Simon, desapareceu. Só pode estar a preparar alguma!


Carry On – A História de Simon Snow está repleto de fantasmas, amor, mistérios. Tem exatamente a quantidade de beijos e de conversa que seria de esperar numa história de Rainbow Rowell – mas muito, muito mais monstros.

domingo, 24 de setembro de 2017

Férias de Verão, Casamento e Emigração

Acabaram as férias que para muitos continuam a ser repartidas entre o mês de junho e o mês de setembro, em grande parte para evitar o afluxo de emigrantes que regressam sempre nos fortes meses de verão. A simples ideia de praias atulhadas de “Michel vien ao pai”, horas nas filas, o ouvir as habituais reclamações de que em Portugal é sempre a mesma coisa, que este nosso país parece um daqueles do terceiro mundo, continuam a ser motivo mais do que suficiente para muitos portugueses continuarem a fazer férias fora do característico período emigrante.

Se esta é a realidade do nosso país nos dois fortes meses de verão, também é verdade que os emigrantes não são mais do que os nossos portugueses regressados numa tentativa de aplacarem o saudosismo que se acumula nos longos e frios meses, nos países de acolhimento. Voltam para recarregar baterias com a boa comida, o vinho, o clima, a família e os amigos antes de serem uma vez mais obrigados a regressar.

Passei a entender esta movimentação de gentes da terra quando no passado mês de agosto conheci a Milene Paulo e o Hugo Joaquim, dois jovens emigrantes que fizeram de Inglaterra a sua nova morada, e que desta feita voltavam a casa para se casarem.

Tudo começou quando me mudei de Lisboa para um simpático lugarejo no Oeste, daqueles onde entramos e já não queremos voltar a partir, onde a única família que aqui habita nos considera uma parte do seu núcleo.
Foi confrontada com esta realidade que aprendi a olhar para os nossos emigrantes com novos olhos.

A Milene e o Hugo fazem parte da estatística de portugueses que deixam o país em busca de uma vida melhor. Deixam tudo o que têm como garantido para trás e partem na esperança de um trabalho, de uma casa, de um futuro, nunca esquecendo quem cá deixam. Com eles percebi que existe um forte motivo para o regresso dos emigrantes em particular nestes meses e que não se deve ao calor e às fantásticas praias que temos para oferecer, é sim um regresso às origens, um reencontro com a sua família.

Por todos esses motivos sinto que a história da Milene e do Hugo deve ser contada.
Com eles, o “Era uma vez…” toma um significado diferente.


“Era uma vez uma jovem rapariga chamada Milene que vivia numa pequena aldeia do oeste português. Não muito longe, numa aldeia vizinha vivia um jovem, Hugo de seu nome. A verdade é que se conheciam, já se tendo cruzado por diversas vezes em festas nas aldeias vizinhas. Mas, foi somente quando o destino decidiu que o amor aconteceu.
Porém a vida daria uma reviravolta e Milene partia para Inglaterra. Hugo passava os dias a pensar na falta que a ausência daquela jovem mulher a quem já entregara o coração lhe fazia. Não demorou muito a segui-la. Em breve aterrava em Londres com um único intuito, ficarem juntos para sempre. O amor cresceu e como prova desse profundo sentimento eram abençoados com o nascimento de Emily.”

Assim como na história deles também a de tantos outros portugueses que partem na esperança de um dia regressarem, nem que seja somente durante os meses que tanto incómodo gera àqueles que têm o privilégio de cá viver em permanência. Não nos podemos esquecer de quem fica e que os espera ansiosamente todos os anos, falamos dos seus pais.


Para tentar perceber melhor o que os motiva a voltarem particularmente agora e no caso da Milene e do Hugo para se casarem, coloquei-lhes na véspera algumas questões tendo o cuidado de o fazer separadamente, perguntei-lhes o que mais gostavam no outro. Para a Milene, a capacidade que o Hugo tem de correr atrás daquilo em que acredita, da sua persistência para alcançar todos os objectivos independentemente da dificuldade que os mesmos possam acartar. Já para o Hugo, não há nada que não goste na Milene. Tudo! Foi a sua pronta resposta.


Pedi-lhes que me descrevessem o que significava o amor para cada um deles. Se para a Milene era a felicidade que sentia por estar com a pessoa amada e ter a vida que desejava para o Hugo era o carinho que só ela e a filha de ambos lhe conseguiam dar.

Porém ainda me faltava colocar-lhes a pergunta que maior curiosidade me despertava. Porquê o casamento nesta altura e em Portugal? Para a Milene era o momento ideal pois assim conseguiam reunir as pessoas que mais amavam naquele momento inesquecível, era a única altura do ano em que conseguiam estar todos juntos. O Hugo acabaria por completar o pensamento da noiva sem o saber ao afirmar que estão finalmente perto de quem mais gostam pelo que é a altura perfeita, sem nunca se esquecer que este momento ganha mais significado pelo valor que tem para a Milene.

Por todos estes motivos confesso que passei a ter mais respeito por quem regressa nem que seja somente durante um curto período nas férias, afinal não somos emigrantes, somos todos portugueses e se voltamos é porque este país nos corre nas veias independentemente de muitos de nós não saberem se algum dia voltarão de vez.

De uma coisa tenho a certeza, a história da Milene e do Hugo teve o seu inicio de conto de fadas no casamento e se começou com o “Era uma vez…” terminará certamente com o “Foram felizes para sempre.”


Obrigada aos dois.

Texto: MBarreto Condado
Fotos: Hugo Joaquim


sábado, 23 de setembro de 2017

LITERATURA | Yggdrasil, Profecia do Sangue | MBARRETO CONDADO

























SINOPSE

E se a vida como a conheces pudesse ser muito mais?

Desde o início do tempo dos clãs, que os MacCumhaill se mantinham unidos. Família de poderosas mulheres e orgulhosos guerreiros. Tinha-lhes sido exigido um único sacrifício em troca da sua imortalidade, manter o equilíbrio entre os três mundos. E esse equilíbrio tinha sido quebrado. As portas estavam abertas facilitando a passagem de todos os seres sobrenaturais.
Seria Maria, uma jovem estudante portuguesa acabada de chegar a Dublin a ajuda poderosa pela qual aguardavam há tanto tempo? Conseguiria ela aceitar tudo o que lhe era pedido? Acreditar neles e lutar ao seu lado? Dividida entre o seu dever e o amor que sente pelo herdeiro do clã irá descobrir que deve seguir o seu coração, mas esse também já não é seu. Tinha-o entregue àquele homem ainda antes de lho dizer.

Este era o início de uma nova Era…da Profecia do Sangue.

OPINIÃO | Funeral | ANA KANDSMAR

Não o faço diariamente, mas volta e meia instruo os meus filhos sobre o meu funeral. Não que a morte me espere já ali ao virar da esquina, mas sei que me espreita. Cruzou-se comigo algumas vezes. A primeira de que me lembro, eu tinha 4 anos e olhei-a nos olhos, no fundo de uma mina de água. Por entre o lodo e musgo verdete, folhas de nenúfar a dormitar silenciosamente sobre as águas, ela deixou-me passar incólume, de regresso aos braços da minha avó.

De novo nos voltámos a encarar aos 19, nessa altura num bloco operatório gélido e imaculado. E outra vez aos 30. Apanhou-me de surpresa a cruzar um tapete de alcatrão. A chegada dela fez-se acompanhar de um baque ensurdecedor. Tombei com a cabeça sobre o vidro que se estilhaçou e de um ângulo completamente novo, observei toda a parafernália que habitualmente envolve um acidente na estrada. Muita gente curiosa se juntou, dando livres asas ao desejo de ver sangue, os bombeiros e a polícia assinalando marcha de urgência, desenvolvendo esforços para me manterem viva. Vi tudo. Ouvi tudo. E do centro da minha inconsciência, observei a cena. Via um filme. Onde eu estava, com a morte ao meu lado, podia muito bem ser uma sala de cinema. E as cenas chocantes que se projectavam perante os meus olhos faziam-me estremecer na cadeira. Pensava: Coitada! O carro vai incendiar-se e os bombeiros não conseguem tirá-la lá de dentro!”

Conseguiram. Escapei por um triz. Não sei em que momento a morte me deixou, mas quando dei por mim já estava entregue às equipas médicas. Só queria saber dos meus filhos. Se eles estavam bem. O carro havia sido em parte consumido pelo fogo e eu tinha escapado viva. Os meus filhos tinham escapado vivos. E a morte ter-se-ia, a dada altura, talvez por detestar o ajuntamento de multidões que vão ali só para a ver, timidamente afastado.

Todavia, ronda-me que eu bem a sinto. Espreita por uma oportunidade. Um deslize. Uma distracção. Um acto impensado. É assim que ela age. Como um predador que se esconde atrás das estepes das savanas, espera silenciosamente a presa. Ao mínimo descuido e estamos nas suas garras.

Por isso, por previdência, não vá o diabo tecê-las e eu acabar com os quatro costados num buraco de terra fria e húmida, no meio de vizinhos que não conheço de lado nenhum (Deus sabe como eu detesto ter vizinhança por perto), instruí-os. Não quero ir parar a um cemitério. A nenhum cemitério. Não quero ir parar a lugares onde encontrarei restos de outros que morreram antes de mim.

Quero um funeral Viking. Quero deslizar sobre as águas calmas de uma lagoa, deitada no interior de um pequeno barco a remos ou sobre uma jangada. Na margem, um arqueiro experimentado nas lides da flecha, há-de lançar-me um archote certeiro, a ponta enrolada por uma tira de pano imbuída em querosene. As labaredas hão-de consumir o meu corpo à medida que a corrente me leva ao oceano. Depois, as ondas hão-de engolir-me e as minhas cinzas viajarão pelos sete mares.

Agora a sério…é uma pena que não se permita em Portugal um funeral temático. Toda a gente devia poder decidir como é que quer despedir-se deste mundo.


Não terei o meu funeral Viking. Terei que me contentar com o crematório na capital. Mas instruí os meus filhos. Quero ao menos que o pote com as minhas cinzas seja enterrado onde possam plantar uma árvore. Uma floreira. Que nesse momento em que me dispõem na terra como uma semente, se ouça ao fundo o violino do David Garrett a soltar as notas de Bach. Quero o Air na minha despedida. E rosas brancas. E tulipas. Apenas rosas brancas e tulipas que podem vir de todas as cores. E quero que os meus filhos fiquem atentos ao preciso momento em que soar a última nota. Fiquem atentos. Nesse instante, nesse preciso instante, no nanominimicro segundo que antecederá o silêncio, eu pousarei um beijo nas vossas faces e dir-vos-ei ao ouvido que não poderia ter-vos amado mais, pois coube-me no coração, por vós, todo o amor que algum dia foi germinado.












Ana Kandsmar


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

LITERATURA | O Enigma da Mentira | PAULO COSTA GONÇALVES

























SINOPSE

Baseando-se num dos textos mais fascinantes no estudo das incursões nórdicas no ocidente peninsular e cujo documento original não chegou aos nossos dias, existindo apenas uma cópia datada do século XVII, o autor cria mais um enredo complexo, misterioso e interessante.  Estamos perante uma nova história que, além de voltar a fazer o cruzamento com a História passada, leva inicialmente e pela primeira vez na sua vida de investigador, o “seu” inspetor Alex a sentir algo parecido com o verdadeiro medo que, no entanto, é superado pela perspicácia e inteligência a que nos habituou nas histórias anteriores. 

O livro lê-se com aquele interesse que “obriga” a virar cada página à procura da solução das sucessivas situações de mistério e dúvida, encontradas na página anterior. Novamente, com uma leitura fácil, mas, ao mesmo tempo, com a complexidade inerente às ligações ancestrais da História e dos mistérios que passaram pelo que é, agora, território português. O clímax da narrativa é imprevisível e garante emoções fortes mesmo até à última página.

OPINIÃO | Receita... | MARGARIDA VERÍSSIMO

Coloco vários cubos de gelo no copo largo de pé. Faço um movimento circular permitindo que toda a superfície de vidro arrefeça em contacto com o gelo. No fogão, o tacho de barro já tem cebola e alho a estrugir numa generosa dose de azeite. São adicionados alguns raminhos de coentros e uma folha de louro, sentindo-se de imediato o seu aroma. Corto uma lâmina de casca de lima e dobro-a para que os pequenos poros da pele rebentem e libertem toda a essência que será transferida para a superfície interior do copo. Sirvo uma dose de gin e uma de água tónica, de boa qualidade. Acrescento algumas bagas de zimbro e fios de casca de lima - o aroma que emana do copo é fresco e com um toque de acidez. Distraí-me na preparação do gin e mais uma vez não vi qual o ingrediente misterioso usado na confeção do divinal arroz de marisco que ele teima em não me revelar. Tanto melhor, será sempre ele o chefe responsável pela sua confeção. A mim irá saber-me maravilhosamente. A sua fragrância deliciosa já alastrou a toda a casa, está em bom andamento. O vinho verde repousa no frio, será servido bem gelado com o prato principal.

Enquanto finaliza o arroz de marisco bebe o gin tónico que preparei. Entre ingredientes e mexedelas aproveito para bebericar também, ficou delicioso. Foram, entretanto, preparados outros aperitivos para acompanhar os petiscos que já estão sobre a mesa: queijo creme envolvido em mel, morcela e farinheira grelhadas e ainda queijo do Rabaçal. No centro da mesa há um cesto com tostas, broa de milho e pão fatiado. Para finalizar a refeição há melão casca de carvalho, mas tenho dúvidas que no fim alguém tenha estomago para ele.

A refeição decorreu animada e prolongou-se noite dentro. Várias garrafas de vinho foram abertas e consumidas. No final não sobrou nada do melão que se revelou uma solução acertada, para além de extremamente saborosa. A noite foi quente, de ânimos e de temperatura e o melão fresco ajudou a refrear e a refrescar, mantendo a boa disposição entre amigos.

Estas jantaradas de fim-de-semana têm a capacidade de renovar energias, de alimentar amizades, de fazer esquecer os descontentamentos do dia-a-dia, de celebrar a vida e de partilhar sabores. O convívio entre amigos quando é feito à volta de uma mesa, partilhando refeições, fortalece as raízes que sustentam essa mesma amizade. O mesmo alimento que sacia o corpo alimenta a amizade, revigorando-a.

Somos mestres na arte de alimentar laços e desconfio que não é apenas pelo simples prazer do paladar que a nossa gastronomia é tão rica, variada e saborosa, mas pela importância que lhe reconhecemos nas relações humanas.

Podemos partilhar refeições frequentemente com o mesmo grupo de amigos, mas os repastos serão sempre diferentes, haverá sempre um prato novo a experimentar, a apurar, uma inovação que se quer apresentar… e as refeições serão sempre prolongadas, acompanhadas com um bom vinho para soltar as emoções retraídas do quotidiano. A variedade e diversidade das refeições em família é uma meta que tentamos atingir. Apesar da falta de tempo caraterística da nossa vida ocupada, faz-se um esforço para que o momento seja agradável e harmonioso, ao paladar e ao convívio, com experiências gastronómicas, introdução de novos alimentos aos membros mais novos da família e a oportunidade de proporcionar conversas despreocupadas. Na altura mais feliz da minha vida profissional, com um ambiente irrepetível entre colegas e chefe, pela amizade, respeito, colaboração, apoio e dinâmica de trabalho, a equipa, estimulada pelo líder, fazia reuniões de trabalho em almoços que se prolongavam pela tarde. Nunca foi tempo de trabalho desperdiçado, bem pelo contrário, as reuniões à volta da mesa de refeição foram sempre muito produtivas e isso refletia-se na execução das nossas tarefas. Houvesse mais chefes e patrões a perceber estas dinâmicas e decerto a produtividade do país aumentava!















Margarida Veríssimo

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

LITERATURA | Sob Estranhos Céus | PAULO COSTA GONÇALVES

























SINOPSE

Recriando um enredo complexo e interessante, Paulo Costa Gonçalves cruza a História com as suas histórias, num desafio nada fácil de concretizar e que deu forma ao livro “ O Herdeiro de Antioquia”. Criando um romance ficcional, que conjuga um trama que perpassa quase mil anos de História, até à Lisboa contemporânea de 2013 e partindo de um facto histórico – a conquista da Cidade de Antioquia, uma das páginas mais negras e obscuras da história da cristandade, ocorrida em 1098, aquando da 1ª. Cruzada – Paulo Costa Gonçalves realiza uma sequela que atravessa de forma arrepiante as paixões, os sentimentos e ambições de personagens marcadas pela lendária maldição, num ritmo frenético que prende o leitor. A história enreda-se em pistas e contra pistas, dando forma a laivos de surpresas que surgem a cada momento da acção. O clímax é imprevisível e garante emoções fortes até à última página.

ANIMAIS | CABRA DE LEQUE

Resposta à questão colocada ontem.

Questão: Como se chama em sul-africano o salto desta cabra e até que altura o consegue fazer?

“Pronk”, até 2 metros de altura.

Fonte: Jardim Zoológico de Lisboa
Resultado de imagem para logo jardim zoologico lisboa

ANIMAIS | HOTEL PARA CÃES EM PLENO PARQUE NATURAL DA ARRÁBIDA (AZEITÃO)


Serviços para animais de estimação
Férias Caninas
Dog Walking
Pet Sitting

FÉRIAS CANINAS

A nossa hospedagem para cães oferece um serviço especial para o seu animal de estimação, em ambiente familiar e com todo o conforto que ele merece.

ALOJAMENTO

A Pelos & Animais situa-se em pleno Parque Natural da Arrábida (Azeitão), onde a natureza convida a explorar todos os sentidos ao longo de mais de um hectare de terreno.
Aqui promovemos a libertação de energia através de actividades como apanhar bolas, discos, e muitas brincadeiras enquanto sociabilizam.
No nosso espaço, o seu cão pode entrar em casa e conviver com a família, tudo para que a sua estadia seja feita no ambiente mais natural possível!
Recebemos até um máximo de 10 cães, não porque falte espaço, mas porque queremos oferecer-lhe toda a atenção que ele merece!

Preços: 10€/noite por cão/cadela esterilizados
              15€/noite cães machos não esterilizados

A estadia incluí ração Happy Dog exceto se precisar de uma ração específica de tratamento

Requisitos obrigatórios: microchip, boletim de vacinas em dia, incluíndo vacina para a tosse do canil (KC ou Pneumodog), desparasitação interna e externa. Só aceitamos cadelas que estejam esterilizadas.

Horários: 9:00 - 19:00

Para mais informações contacte-nos: pelosanimais@gmail.com / 936304386

Também vamos a casa - Pet Sitting
Se não pretende deixar o seu animal de estinação num hotel, e prefere que ele fique em casa no seu ambiente, não se preocupe - Nós vamos a casa tratar dele.
Contacte-nos:
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Telefones: 93 630 43 86 / 93 563 82 42



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CINEMA | Cineclube Impala - "Match Point" | 21 SETEMBRO

Cineclube Impala - \'Match Point\'


CICLO DE GRANDES REALIZADORES AMERICANOS

SINOPSE : "Match Point" de Woody Allen não tem Woody Allen como protagonista nem tem Nova Iorque como cenário. Chris é um jovem professor de ténis que sonha pertencer à alta sociedade britânica. Sonho esse que começa a tomar forma quando um dos seus alunos, Tom, o apresenta à família, aos pais e à irmã, que ficam fascinados com o seu gosto pela ópera e pelas artes. Mas Chris pode cair em tentação com a bela namorada também plebeia de Tom, uma americana aspirante a actriz que transpira sensualidade...
GÉNERO : Drama, Thriller
ELENCO : Scarlett Johansson, Jonathan Rhys-Meyers, Emily Mortimer
PRODUÇÃO: REINO UNIDO, 2005, Cores, 124 min.
TRAILER: https://youtu.be/w9dRrsKRwgA
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ENTRADA: Donativos de Eur 1,00 = Sócios / Eur 2,00 = Não 
Sócios.


OPINIÃO | Ser Diferente | MAFALDA PASCOAL

Às vezes tu perdes
Às vezes tu ganhas
E ainda às vezes
Ficas numa alucinação
Procuras sem encontrar
Encontras sem procurar
Numa luta diária
Inspirando e expirando
Lá vais andando
Hoje parece que sim
Amanhã nem tanto assim
Ontem acreditavas conseguir
Agora só se for a sorrir
Sorrindo a vida toma cor
E a paixão dá-lhe brilho
Vive cada momento
Ausente de tormento
Inspira Amor
Expira compaixão
Inspira aprendizagem
Expira sabedoria
Contagia quem te rodeia
Nas tuas mãos
Está a mudança
Se te sentes deslocado
Cultiva não critiques
Não te sintas diferente
Assinala e ensina essa diferença
Tu sabes
A sabedoria está dentro de ti
Mostra ao mundo
O valor dessa diferença
Faz cintilar o teu brilho
Ofuscando quem estagnou
Tudo o que tem vida
Está em constante mutação
Por isso não podes parar
Dá um passo em frente
Não regridas na tua evolução
Vai
Ensina sabiamente
E nas pequeninas coisas
Terás a compensação.

Fica atento...















Mafalda Pascoal

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

LITERATURA | O Herdeiro de Antioquia | PAULO COSTA GONÇALVES

























SINOPSE

Cruzar a História com as histórias, recriando um enredo complexo e interessante, é um desafio nada fácil de concretizar mas que dá forma ao livro “O Herdeiro de Antioquia”, da autoria de Paulo Costa Gonçalves, lançado recentemente pela Chiado Editora.

Conjugando uma trama que perpassa quase mil anos de História, a partir da invasão da Cidade de Antioquia no ano de 1098 até à Lisboa cosmopolita de 2013, Paulo Costa Gonçalves atravessa de forma arrepiante as paixões e os sentimentos de uma família marcada por uma lendária maldição. 

Num ritmo frenético que prende quem a lê, a história enreda-se em pistas e contra-pistas, dando forma a laivos de inesperada surpresa que surgem a cada momento da acção, conjugando-se num clímax imprevisível que garante emoções fortes até à última página. Os protagonistas, centrados num humanismo que explica a força e a determinação com que lidam com os muitos percalços que os envolvem, oferecem-nos uma perspectiva diferente de uma Lisboa moderna e em que muito se passa para além daquilo que nos é dado ver.

ANIMAIS | CABRA DE LEQUE

cabra-de-leque (Antidorcas marsupialis) é uma pequena gazela castanha e branca, com cerca de 75 cm de altura que habita as savanas da África austral: vivem na Namíbia, sul de Angola, Botswana e África do Sul. Os machos atingem o peso de até 50 kg e as fêmeas 37 kg.

Cabra-de-leque no Parque Nacional Etosha, na NamíbiaO seu nome comum em português refere-se à característica destes animais poderem levantar uma prega de pele que possuem nos quartos traseiros até à cauda, exibindo um ostensivo 'leque' de pelos brancos e emitindo um doce odor floral. Fazem isso com frequência, quer estejam assustadas ou apenas para se exibirem. A dita prega de pele deu origem ao nome científico marsupialis. Na Namíbia, Botswana e África do Sul o nome do animal é springbok, do africâner, significando spring = salto + bok = cabra. Este nome refere-se aos saltos que estes animais dão, saltando na vertical com as quatro patas simultaneamente, como se nestas tivessem molas. Realizam estes saltos quer a partir da posição parada ou em corrida.

Era um animal muito comum, formando algumas das maiores manadas de mamíferos já documentadas (chegando mesmo a formar manadas de mais de 10 milhões de animais), mas os seus números têm vindo a decrescer desde o século XIX devido à caça e à ocupação das terras para cultivo. Continuam a ser bastante comuns especialmente em reservas de caça, juntando-se com frequência às manadas de gnus e de órix.

É um animal muito rápido, podendo atingir velocidades na ordem dos 90 km/h e mudar de direcção com muita facilidade. Porém, para poder escapar a predadores como a chita e o leão recorre ainda à fuga exibicionista conseguindo aparentemente bons resultados.

Fonte: Wikipedia e Jardim Zoológico de Lisboa

Questão: Como se chama em sul-africano o salto desta cabra e até que altura o consegue fazer?

LITERATURA | À conversa com a poetisa Mafalda Pascoal

Ainda se tem muito a errónea ideia de que já não se escreve poesia. Que faz parte de uma realidade que já não é actual. A verdade é que todos os dias somos surpreendidos por novos autores que tentam transmitir o seu próprio sentimento a quem queira ceder um pouco do seu tempo a ler. Sim, a ler o que escrevem com a alma e o coração.

Se esse é o aspecto positivo de se escrever poesia, abrir as portas da nossa alma, certamente que o menos positivo é o facto de a maior parte destes novos autores nunca chegar a ser devidamente conhecido.

Por todos os motivos que possam estar relacionados com essa enorme falha considerei importante dar o momento há tanto merecido a uma dessas poetisas que também é cronista no nosso jornal.

E nada melhor do que a própria para falar de si.  

MBC – Quem é a Mafalda Pascoal?
MP - A Mafalda é uma pessoa nascida e criada no campo. A partir dos 10 anos de idade passei a ser educada somente pela minha mãe. MÃE esta de uma coragem e ao mesmo tempo de uma fragilidade impressionantes. Ter que trabalhar sempre de cara alegre não deixando transparecer o desgosto descomunal em que se encontrava ao ser abandonada pela grande paixão da sua vida. Sozinha criou dois filhos...e assim fui crescendo...educada a respeitar os outros, a viver honestamente, a dar valor a tudo o que tinha, a viver com humildade, mas ao mesmo tempo com a certeza de que nada nem ninguém é superior a nós.

MBC – O que te motiva para escrever?
MP -  Uma necessidade premente de agarrar num lápis, num papel pequeno e escrever...assim simplesmente.

MBC – Sentes que os teus poemas são excertos dos teus sentimentos, pedaços da tua alma ou algo mais?
MP - Sim, é isso tudo, mas também dos meus sentimentos, da minha alma...e de todos os que me rodeiam. Sei que em algum momento da nossa vida, já todos nos sentimos iguais ao nosso semelhante.

MBC – Escreveste este teu primeiro livro e paraste. Sei que tens muito mais escondido literalmente no fundo da gaveta. Por esse motivo, para quando o “Momentos II”? Ou tens algum trunfo escondido na manga?
MP - (riso) Não, não tenho nenhum trunfo escondido a não ser o que está no fundo da gaveta. O "Momentos II" sairá assim que for possível :)

MBC – O que pensas da divulgação de novos autores em Portugal?
MP - Presentemente existem muito mais oportunidades para as pessoas mostrarem o que escrevem. O meu livro foi lançado em 2011 porque foi quando começou a haver mais facilidades de edição. Tenho coisas escritas com 30 anos, se estas oportunidades existissem há mais tempo, já teria mais do que 1 livro editado.

MBC – Para além da escrita quais são as tuas outras paixões?
MP - Adoro ler, pintar, observar tudo e todos, analisar comportamentos, gosto de ajudar as pessoas a crescerem espiritualmente, fazer com que se sintam bem dentro delas próprias. Gosto de fazer trabalhos manuais, por exemplo o croche ajuda-me a relaxar :)

MBC – Qual é o teu lema de vida?
MP - Ensinar aos outros o que aprendi ao longo dos anos e sentir que isso de alguma forma os irá acrescentar positivamente.

MBC – Gostarias de nos deixar aqui um poema teu que te descreva?
MP -   Sim. 
             "Escrever"!

“Pudera eu ter
O infinito nas minhas mãos
Saber do que é feito
O teu ser
O meu ser
Ter a certeza do que é a certeza
Saber decifrar o além
Eu quero escrever
Por tudo e por nada
Porque a escrever
Vou vivendo e sonhando
Enquanto eu escrever
Corro atrás do meu sonho
Qualquer papel
É meu confessionário
Uma palavra
Uma ideia
Uma frase
No papel toma corpo
Eu vou escrever
Até onde puder
Até onde chegar
Escrever o que vai na "ialma"
Que não consigo decifrar
Só se eu escrever
Escrever infinitamente
Que eu sei, mesmo assim
Nunca chegarei ao fim
Por isso vou escrever
Enquanto me deixarem
Eu vou escrever, escrever, escrever
E coisas novas sempre virão
Porque nunca chegaremos
Ao fim da questão
Quem somos?!
O que somos?!
Para onde vamos?!
Eu sempre vou escrever
Escrever, escrever, escrever...”

MBC – Que mensagem gostarias de deixar para quem começa agora neste vasto e povoado mundo da escrita?

MP - Que não desistam, escrevam sempre, porque mais tarde ou mais cedo, tudo seguirá o seu caminho...até porque é sempre bom fazer do papel nosso confessionário :)

Texto: MBarreto Condado
Fotos: Mafalda Pascoal