sábado, 15 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

16 DE JUNHO

15H - PRAÇA AZUL - DESENVOLVIMENTO PESSOAL NAS RELAÇÕES PESSOAIS E LABORAIS COM BASE NOS LIVROS: "SAPATOS E PESSOAS SE NÃO TE SERVEM NÃO SÃO O TEU NÚMERO" DE CLÁUDIA CECÍLIO E DE "SEGREDOS DE LIDERANÇA" DE PATRÍCIA MATOS

15:50H - NO PAVILHÃO - CLÁUDIA CECÍLIO E PATRÍCIA MATOS

16H - PRAÇA AZUL - CONVERSA ENTRE OS AUTORES DE "NAS MINHAS MÃOS, A MORTE", ANABELA LOPES E "REINOS BASTARDOS", LUÍS CORTE REAL

16:50H - NO PAVILHÃO - ANABELA LOPES E LUÍS CORTE REAL

18H - PRAÇA AZUL - APRESENTAÇÃO DO LIVRO "EUREKA" DE ADRIANO CERQUEIRA

18:50H - NO PAVILHÃO - ADRIANO CERQUEIRA 


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ANTÓNIO CARLOS CORTEZ

António Carlos Cortez nasceu em Lisboa, em 1976. Poeta, ensaísta e crítico literário, é professor de Português e de Literatura Portuguesa, investigador do CEHUM (Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho) e colaborador do Diário de Notícias, onde assina a coluna «Directo à Leitura».
Publicou o seu primeiro livro de poesia em 1999 e, em 2011, recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para melhor livro de poesia publicado em Portugal em 2010. Na sua obra destacam-se os seguintes livros: O Nome Negro (2013), Animais Feridos (2016), a antologia A Dor Concreta (2016) – Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da Associação Portuguesa de Escritores 2018 –, Jaguar (2019) – galardoado em 2020 com o Prémio Literário Ruy Belo e o Prémio de Poesia António Gedeão/FENPROF – e Diamante (2021) – vencedor do Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho da Associação Portuguesa de Escritores em 2022.
É ainda autor dos livros de ensaio Nos Passos da Poesia – A Pedagogia do Texto Lírico (2005), Voltar a Ler (2019), Poética com Dicção – 16 Poetas Brasileiros para Ler Hoje (2020) e de Crítica Crónica (2021).
Tem obras publicadas no México e no Brasil e está incluído em várias antologias de poesia em Portugal e no estrangeiro.

 

sexta-feira, 14 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

 15 DE JUNHO

15H - PRAÇA AZUL - APRESENTAÇÃO DO LIVRO "ÀS 20H NO LUGAR DE SEMPRE" DE DIANA TAVARES POR SARA MARINHO

15:50H - NO PAVILHÃO - DIANA TAVARES

17H - PRAÇA AZUL - CONVERSA ENTRE AS AUTORAS DE "OCEÂNIA" LUCY ANGEL E DE "BRILHO TÓXICO", INÊS RODRIGUES E MELO

17:50H - NO PAVILHÃO - LUCY ANGEL E INÊS RODRIGUES E MELO


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STÊNIO GARDEL

Stênio Gardel nasceu em Limoeiro do Norte, interior do Ceará, em 1980. Trabalha no Tribunal Regional Eleitoral do Ceará e é especialista em Escrita Literária. Desde 2017 tem participado em diversas coletâneas de contos. A Palavra Que Resta é o seu primeiro romance. Escrito durante os Ateliês de Narrativa ministrados pela escritora Socorro Acioli em Fortaleza, foi publicado no Brasil em 2021 e, em 2022, foi semifinalista do Prémio Jabuti e finalista do Prémio São Paulo de Literatura. Em 2023, ao lado da tradutora Bruna Dantas Lobato, Gardel recebeu o National Book Award para a melhor obra traduzida de literatura, pela edição em inglês de A Palavra Que RestaThe Words that Remain, que foi também nomeado para o Prémio Literário de Dublin, em 2024.
 

quinta-feira, 13 de junho de 2024

CENAS PORTUGUESAS, de ANTÓNIO CARLOS CORTEZ | CAMINHO

Cenas Portuguesas é, como o título indica, um conjunto de cenas, isto é, de contos que são cenas vivas, pitorescas, satíricas e outras talvez melancólicas sobre uma certa forma de ser português.
Dez contos onde se passeiam figuras dum país à esquina do planeta: uma Dona Preciosa, emblema duma rua de Lisboa; um tal Sr. Rato, ex-agente da PIDE e taxista nos anos 80; Uma Linda de Guadalupe, moça que nos anos 60 veio cantar para Lisboa e aí se perde; um certo grupo de adolescentes que se descobre vivendo o jogo da vida numa partida de futebol...
Cenas Portuguesas, como quem diz, cenas de Lisboa, ou de Braga, de alguém recordando a Calçada do Tojal, rua do mundo, espelho humano. Um escritor que redige um livro para sobreviver a um casamento-naufrágio, ou, noutro conto, um Portugal em 2050 mergulhado numa ditadura, sendo um sapateiro o último detentor de uma biblioteca nesse futuro distópico.
 

quarta-feira, 12 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

 13 DE JUNHO

15H - PRAÇA AZUL - LANÇAMENTO DO LIVRO "O FIM DO MUNDO EM CUECAS" COORDENADO POR HUGO VAN DER DING COM A PRESENÇA DOS AUTORES

15:50H - NO PAVILHÃO - AUTORES DO LIVRO "O FIM DO MUNDO EM CUECAS"

16H - PRAÇA AZUL - PRÉ-APRESENTAÇÃO DO LIVRO "OLHOS DE CRISTAL" DE NACE GONÇALVES POR SARA MARINHO

16:50H - NO PAVILHÃO - NANCE GONÇALVES


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A PALAVRA QUE RESTA, de STÊNIO GARDEL | DOM QUIXOTE

Uma carta guardada durante mais de cinquenta anos – e jamais lida.
É essa a relíquia que Raimundo Gaudêncio traz consigo. Homem analfabeto que, na sua juventude, teve um amor secreto brutalmente interrompido, aos setenta e um anos resolve que ainda é tempo de aprender a ler e, talvez, decifrar essa ferida aberta do passado.
Nascido e criado na roça, Raimundo não frequentou a escola, pois cedo precisou de ajudar o pai na lida diária. Mas há muito que foi obrigado a deixar a família e a vida no sertão para trás. Desse tempo, Raimundo guarda apenas a carta que recebeu de Cícero, quando o amor escondido entre os dois foi descoberto. Cícero partiu sem deixar outra pista senão aquela carta que Raimundo não sabe ler – pelo menos até agora.

Com uma narrativa sensível e magnética, Stênio Gardel leva-nos pelo passado de Raimundo, permeado de conflitos familiares e da dor do ocultamento da sua sexualidade, mas também das novas formas de afeto e de vida que estabeleceu depois de ter fugido de casa.
Explorando o poder universal da palavra escrita e da linguagem, e o modo como elas afetam os nossos relacionamentos, A Palavra Que Resta é um romance arrebatador sobre repressão, violência e vergonha, mas acima de tudo sobre a coragem de lhes resistir.
 

terça-feira, 11 de junho de 2024

NÃO HÁPÁSSAROS AQUI, de VICTOR VIDAL | LEYA

Ana recebe um telefonema de uma vizinha da mãe informando que Andrea desapareceu na sequência de uma série de escândalos no bairro, entre os quais o suposto sequestro de uma criança. Apesar de ter jurado a si mesma que não voltaria à casa da mulher que lhe infligiu todo o tipo de violência, Ana não consegue ficar indiferente à situação; e o que encontra no apartamento é bastante intrigante: lixo por toda a parte, pegadas de lama, móveis destruídos, garrafas vazias amontoadas no caixote.

Enquanto se interroga sobre o que terá sido a vida de Andrea desde o dramático acontecimento que marcou as duas para sempre, Ana empreende uma dolorosa viagem às memórias da infância, que incluem não só uma mãe desequilibrada e alcoólica que tem um relacionamento conturbado com um homem perigoso, mas também um rapaz frágil que a faz cúmplice dos seus traumas e, por via das afinidades, se torna o seu único amigo. E, apesar de não se verem há muitos anos e de Ana o ter desiludido, é justamente a este amigo que resolve agora pedir ajuda.

Com personagens inesquecíveis e desconcertantes, Não Há Pássaros Aqui é uma reflexão madura sobre o modo como aquilo que vivemos na infância determina a nossa vida adulta e como tendemos a reproduzir comportamentos a que assistimos, mesmo quando friamente os condenamos.
 

segunda-feira, 10 de junho de 2024

VENCER CONTRA A CORRENTE, de TOMÁS APPLETON | OFICINA DO LIVRO


Tomás Appleton, capitão dos Lobos, leva-nos aos bastidores da jornada da seleção portuguesa de râguebi rumo ao Campeonato do Mundo de 2023, onde Portugal foi a equipa sensação e conquistou a sua primeira vitória num Mundial, batendo, contra todas as expectativas, a poderosa seleção de Fiji.

Oferecendo lições práticas dessa experiência, Vencer Contra a Corrente parte do primeiro contacto do autor com o râguebi e percorre toda a experiência vivida com a seleção até à atualidade.

Recorda dezenas de momentos de glória, e também de desaire, enumera sacrifícios dentro e fora de campo, e transporta o leitor para os relvados, fazendo-o sentir-se parte de um xv de râguebi e de toda a batalha que é necessário travar para vencer contra a corrente.

domingo, 9 de junho de 2024

IA GENBERG

Ia Genberg (1967) é uma das mais reconhecidas vozes da literatura sueca contemporânea. Começou a sua carreira de escritora como jornalista.
Em 2012, publicou o seu primeiro romance, Söta fredag (Doce Sexta-Feira); seguiu-se-lhe Sent farväl (Despedida Tardia), em 2013, e, em 2018, a coletânea de contos Klen tröst & fyra andra berättelser om pengar (Pequeno Conforto e Quatro Outras Histórias sobre Dinheiro).
Os Detalhes (2022), o seu terceiro romance, foi recebido com largos elogios pelos leitores e pela crítica, tendo-se tornado um bestseller instantâneo na Suécia, onde ganhou o prestigiado Prémio August para melhor livro de ficção em 2022 e o Prémio Literário Aftonbladet em 2023.
Com a tradução para língua inglesa, tornou-se um bestseller internacional, tendo sido escolhido pela The New Yorker como um dos Melhores Livros de 2023 e selecionado para o Prémio Booker Internacional 2024.
 

sábado, 8 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

 09 DE JUNHO

11H - SHOWCOOKING PRAÇA VERDE - "COZINHA DE EMOÇÕES" COM DANIELA RICARDO: APRENDER A COZINHAR COM OS ELEMENTOS ÁGUA, FOGO, AR E TERRA.

12H - NO PAVILHÃO - DANIELA RICARDO, AUTORA "COZINHA DE EMOÇÕES" 

15H - NO PAVILHÃO - ANDREIA RAMOS

16H - PRAÇA AZUL - APRESENTAÇÃO DO LIVRO "OS PERIGOS DA DIREITA RADICAL" DE CARLOS MARTINS PELO PROFESSOR RICCARDO MARCHI

16:50H - NO PAVILHÃO - CARLOS MARTINS

19H - PRAÇA AZUL - APRESENTAÇÃO DE "POR AMOR A MADALENA" DE LARA FRESCO POR MARIA JOÃO MARTINS, JORNALISTA

19:50H - NO PAVILHÃO - LARA FRESCO


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O SEGREDO DE LOURENÇO MARQUES, de EDUARDO PIRES COELHO | OFICINA DO LIVRO


Terminada a investigação a uma antiga embarcação portuguesa naufragada no Estreito de Malaca, Filipe recebe um telefonema enigmático de um grande empresário sul-africano; este pede-lhe que descubra o paradeiro de três passageiros clandestinos de um cargueiro português – o Angoche – que, em 1971, foi encontrado a arder ao largo de Moçambique sem ninguém a bordo.

A busca levará Filipe a vários países africanos, mas também ao tempo em que Lourenço Marques florescia com a nova linha férrea e o Império Britânico combatia as repúblicas boers para se apoderar da sua riqueza – guerra em que um português chamado Miguel Ferreira acabaria por envolver-se, antes de regressar à Ilha de Moçambique para desposar Maria Teresa, a mulher da sua vida.

Mas que mistério liga este homem nascido no século XIX aos homicídios obscuros que Filipe descobre ao longo das suas viagens? E, apesar das ameaças de morte e do preço que pode vir a pagar, deve realmente continuar a sua pesquisa? 

sexta-feira, 7 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

 08 DE JUNHO

15H - PRAÇA AZUL - APRESENTAÇÃO DO LIVRO "PRETENSÃO" DE ELIZABETH TRIGO POR DANIELA COELHO E DIANA FONSECA

15:50H - NO PAVILHÃO - ELIZABETH TRIGO


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A MÃO QUE CURA, de LINA MARIA PARRA OCHOA | DOM QUIXOTE

Há encontros que deixam uma marca indelével na nossa memória e no nosso corpo, encontros que nos transformam profundamente, ou, quem sabe, nos revelam apenas quem na verdade somos. É isso que acontece à menina Soledad quando conhece Ana Gregoria, sua professora de escola, com quem aprenderá a fazer trabalhos, amarrações, beberagens. A convocar o silêncio para não ser vista ou ouvida. A dominar as almas do purgatório. Porque a menina Sole tem a mão que cura.
Passados muitos anos, a sua filha Lina descobrirá ter também a mão que cura e, depois da morte do pai, uma força desconhecida levá-la-á a procurar uma Ana Gregoria já velha, para encontrar respostas num mundo cada vez mais escuro e impenetrável.

A Mão Que Cura fala dos poderes, da bruxaria e das superstições que se transmitem em segredo. Do luto e da morte, do desejo de constituir família. Fala de magia e de ciência, e de como tudo é a mesma coisa.
Com uma prosa envolvente, a escritora colombiana Lina María Parra Ochoa explora a complexidade dos vínculos afetivos, o peso da tradição e a nossa ligação com a natureza num texto repleto de tensão telúrica que encantará os amantes do sobrenatural e do realismo mágico.
 

quinta-feira, 6 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

07 DE JUNHO

19:50H - NO PAVILHÃO - ADELINO CUNHA

20H - PRAÇA AZUL - APRESENTAÇÃO DO LIVRO "PARA QUE SERVE O PCP", DE ADELINO CUNHA


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OS ROSTOS, de TOVE DITLEVSEN | DOM QUIXOTE

Copenhaga, 1968.
Lise, uma escritora de livros infantis e mãe de três filhos, casada, vê a sua vida quotidiana a esvair-se. É cada vez mais assombrada por rostos e vozes sem corpo. Além disso, está convencida de que o seu marido, extravagantemente infiel, a vai deixar. Mas, acima de tudo, tem medo de não voltar a escrever. No entanto, à medida que mergulha num mundo de comprimidos e hospitais, começa a interrogar-se: será a loucura algo que realmente se deva temer, ou será que traz uma espécie de liberdade?

Em Os Rostos Tove Ditlevsen reflete sobre casamento e divórcio, amor e loucura, medo, ternura e maldade, utilizando magistralmente os meios literários para tornar tangíveis as mudanças na perceção de uma mulher.
Tendo-se inspirado no seu quarto e último casamento, com a sua escrita sensível, sofisticada e de uma integridade e ironia corajosas, Ditlevsen consegue transformar em arte as experiências da vida pessoal. É por isso vista como uma precursora de escritores confessionais como Karl Ove Knausgård, Annie Ernaux, Rachel Cusk e Deborah Levy.



 

quarta-feira, 5 de junho de 2024

OS DETALHES, de IA GENBERG | DOM QUIXOTE

Uma mulher está de cama com febre. De repente, sente a necessidade premente de reler um romance em particular. Na página de rosto, depara com uma dedicatória: uma mensagem de melhoras de uma ex-namorada.
Ao folhear o livro, páginas do seu passado começam a ganhar vida, coisas que ela não consegue esquecer e pessoas que não podem ser esquecidas: Johanna, a ex-namorada da dedicatória, que é agora uma famosa apresentadora de rádio; Niki, a amiga que desapareceu há anos sem deixar um número de telefone ou uma morada ou um rasto na Internet; Alejandro, que aparece como uma tempestade precisamente no momento certo; e Birgitte, uma mulher traumatizada e consumida pela ansiedade, cujo carácter evasivo esconde um segredo doloroso.

Os Detalhes é um romance construído à volta de quatro retratos, revelando os pequenos detalhes que, juntos, compõem uma vida. Quem é o sujeito real do retrato, a pessoa que está a ser pintada ou a pessoa que segura no pincel? Será que nos tornamos plenamente nós próprios através das nossas conexões com os outros? Pode um ente querido desaparecer de facto? Numa prosa estimulante e provocadora, Ia Genberg levanta estas e outras questões profundas sobre a natureza das relações e a maneira como contamos as nossas histórias. O resultado é um estudo íntimo e esclarecedor sobre o que significa ser humano.
 

terça-feira, 4 de junho de 2024

DIVULGAÇÃO | LEONOR TELES, de ISABEL STILWELL | PLANETA


Três de rubi. Três de diamante. E, o maior de todos, de esmeralda. Sete anéis, símbolos de poder, que passariam, um a um, das mãos do rei D. Fernando para os dedos da sua adorada mulher, como prova do seu amor e do seu desejo de a proteger. Leonor Teles não esquecia que haviam pertencido ao assassino de Inês de Castro. Mas, não, apesar de partilharem o mesmo cabelo cor de fogo, a mesma paixão pela vida e a mesma ambição pelo poder, não, Leonor não teria o mesmo destino da sua prima. Seria rainha em vida. Teria o poder nas suas mãos. Casada, mãe de um rapaz, Leonor não se deixa ficar presa nem à vida num paço perdido, nem ao senhor de Pombeiro, seu marido. Parte para Lisboa, onde a sua beleza, inteligência e artes de sedução conquistam o coração de D. Fernando e o ódio das gentes e da nobreza que a apelidam de adúltera. O tom das críticas sobe ainda mais quando corre o rumor de que se tornou amante do Conde Andeiro. Mas Leonor tem um plano e não olhará a meios para o concretizar, nem que para isso tenha de desafiar todo um reino. A autora best-seller Isabel Stilwell traz-nos a fascinante história de Leonor Teles, maltratada pela História, que a apelidou de Aleivosa. Entre as guerras com Castela, intrigas e conspirações familiares, Isabel Stilwell traça o retrato desta mulher, sem medo, que lutou por aquilo em que acreditava

segunda-feira, 3 de junho de 2024

DIVULGAÇÃO | REINOS BASTARDOS, de LUÍS CORTE REAL | SAÍDA DE EMERGÊNCIA


Do autor de Lisboa Noir e O Deus das Moscas Tem Fome.

Esta é a história de Runa, uma órfã humana, de olhos verdes e cabelos cor de fogo. Criada longe da civilização, nos distantes Reinos Bastardos onde apenas vivem tribos de ogros, Runa vai sentir as consequências de ser diferente de todos os que a rodeiam. Mais pequena e frágil fisicamente, terá de compensar essas desvantagens com uma argúcia e rebeldia únicas.
Mas Runa não está sozinha. O seu protetor é Kkar, o Duas Lâminas, um antigo guerreiro ogro que abandonou tudo para a poder criar. No entanto, Kkar tem inimigos, e esses inimigos veem em Runa o seu ponto fraco. Para piorar, os Reinos Bastardos são territórios violentos, onde clãs hostis fazem investidas, e em cujas florestas aparecem as brumas, portais imprevisíveis para um mundo temível, de onde provêm criaturas medonhas.
Entre atrocidades indescritíveis e traições imperdoáveis, esta é a canção única e heroica de Runa, onde também há lugar para a amizade, e até para o amor, tanto aquele que sempre lá esteve, como o que aparece de onde menos se espera.

domingo, 2 de junho de 2024

XEQUE-MATE, CAVALEIRO!, de EVIE DUNMORE ! CHÁ DAS CINCO

Ela dedicou-se à causa sufragista… mas não desistiu do amor

Introvertida e dedicada ao seu trabalho em Oxford, Catriona vive para a causa sufragista. Também sonha com romance, mas como todas as suas tentativas terminaram da pior forma, mantém esses desejos bem trancados – até que se vê, frente a frente, com o seu novo colega… numa situação extremamente comprometedora.

Elias Khoury tornou-se próximo do professor Campbell sob falsos pretextos: ele não está em Oxford para classificar artefactos antigos, mas para os fazer regressar ao Médio Oriente. Ganhar o favor de Catriona pode ser a chave para o sucesso, mas, infelizmente, seduzir a reservada académica revela-se uma missão impossível, colocando em risco os seus planos.

Forçados à proximidade em Oxford, duas pessoas muito diferentes têm de enfrentar o facto de que poderão ser o casal perfeito. Mas este é um jogo perigoso, em que facilmente se podem destruir sonhos… e corações.

 

sábado, 1 de junho de 2024

94ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2024 | GRUPO SAÍDA DE EMERGÊNCIA

 02 DE JUNHO

11H - SHOWCOOKING PRAÇA VERDE - "O BÉBÉ SABE" DE MARÍLIA . A AUTORA VAI COZINHAR PANQUECAS PARA AS CRIANÇAS. COMO TORNAR OS ALIMENTOS DIVERTIDOS PARA AS CRIANÇAS

12H - NO PAVILHÃO - MARÍLIA PEREIRA

15H - PRAÇA AZUL - UMA CONVERSA COM SÓNIA LOURO, AUTORA DE "O CÔNSUL DESOBEIENTE" E O PRESIDENTE DA CÂMARA DE ALCÁCER DO SAL E RESPONSÁVEL PELA CASA-MUSEU, ARISTIDES DE SOUSA MENDES. SERIA UMA CONVERSA A SÓNIA LOURO E O DR. PAULO CATALINO, SOBRE A VIDA E OBRA DE ARISTIDES DE SOUSA MENDES.

15:50 - NO PAVILHÃO - SÓNIA LOURO

17H - PRAÇA AZUL - APRESENTAÇÃO DO LIVRO "CONHECER PORTUGAL A PÉ" DE MIGUEL JUDAS POR PEDRO DIAS DE ALMEIDA, JORNALISTA.

17:50H - MIGUEL JUDAS


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ÁGUA EM PORTUGAL, de RODRIGO PROENÇA DE OLIVEIRA | FUNDAÇÃO FRANCISCO MANUEL DOS SANTOS


A conta-gotas, gota-a-gota, a última gota, a que faz transbordar ou a que escasseia. Apesar de a água ser o líquido mais comum à superfície da Terra, todas as gotas contam, desde sempre, em todas as sociedades. Nas últimas décadas, as transformações económicas e as alterações climáticas agravaram a escassez de água, sobretudo nas regiões mediterrânicas.

Este ensaio analisa a gestão dos recursos hídricos em Portugal Continental. Apesar de a disponibilidade per capita ser confortável, a irregularidade temporal e a assimetria espacial provocam situações de escassez. É urgente identificar as políticas públicas mais adequadas, porque a discussão sobre a gestão da água determina o modelo económico que pretendemos para Portugal.