domingo, 22 de outubro de 2017

ANIMAIS | GLUTÃO

Resposta à questão colocada ontem.

Questão: Será o glutão um predador de topo?

Sim. O glutão aproveita-se das presas de outros predadores, confrontando-os mesmo que sejam maiores do que ele.


Fonte: Jardim Zoológico de Lisboa

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ANIMAIS | ABELHA EUROPEIA

Apis mellifera 2 Luc Viatour edit 1.jpg

abelha-europeia (Apis mellifera) é uma abelha social, de origem europeia, cujas obreiras medem de 12 mm a 13 mm de comprimento e apresentam pelos do tórax mais escuros. 

Esta espécie reconhece os animais da sua colmeia através do cheiro.

Questão: Como é que esta abelha defende a sua colmeia?

Fonte: Wikipédia e Jardim Zoológico de Lisboa


sábado, 21 de outubro de 2017

LITERATURA | Sob Estranhos Céus | PAULO COSTA GONÇALVES

























SINOPSE

Recriando um enredo complexo e interessante, Paulo Costa Gonçalves cruza a História com as suas histórias, num desafio nada fácil de concretizar e que deu forma ao livro “ O Herdeiro de Antioquia”. Criando um romance ficcional, que conjuga um trama que perpassa quase mil anos de História, até à Lisboa contemporânea de 2013 e partindo de um facto histórico – a conquista da Cidade de Antioquia, uma das páginas mais negras e obscuras da história da cristandade, ocorrida em 1098, aquando da 1ª. Cruzada – Paulo Costa Gonçalves realiza uma sequela que atravessa de forma arrepiante as paixões, os sentimentos e ambições de personagens marcadas pela lendária maldição, num ritmo frenético que prende o leitor. A história enreda-se em pistas e contra pistas, dando forma a laivos de surpresas que surgem a cada momento da acção. O clímax é imprevisível e garante emoções fortes até à última página.

ANIMAIS | BABIRUSSA

Resposta à questão colocada ontem.

Questão: Que vocalização emite quando está em grupo?

Emite um som alto e longo descrito como “suirii…suuuuuiiriiiii”.


Fonte: Jardim Zoológico de Lisboa

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ANIMAIS | GLUTÃO

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glutão (Gulo gulo), também conhecido como carcaju, é um mamífero da família dos Mustelideos, ordem Carnivora. Vive no Hemisfério Norte, nas zonas frias da Sibéria, Escandinávia, Alasca e Canadá. O glutão é o animal oficial do estado do Michigan, nos Estados Unidos. O personagem Wolverine, da editora de quadrinhos Marvel, deve o seu codinome ao glutão, do inglês "wolverine".

O glutão é um excelente nadador e um ágil trepador de árvores.

Questão: Será o glutão um predador de topo?

Fonte: Wikipédia e Jardim Zoológico de Lisboa



OPINIÃO | Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. | ANA KANDSMAR

José Alberto Carvalho escreveu na sua página de Facebook um texto comovente, mas assertivo sobre os incêndios que assolaram o país.

Muitos dos seus seguidores elogiaram a forma imparcial com que expôs o que pensava, tendo o cuidado de não criticar (pelo menos de forma óbvia) a atuação do governo.

Pessoalmente subscrevo quase tudo o que José Alberto disse. Quase tudo, porque quando
José Alberto diz 1 - A Ministra deveria demitir-se?
O que teria mudado hoje, se a Ministra da Administração Interna se tivesse demitido ontem? Nada!”

Continuo a acreditar que Constança Urbano De Sousa, embora não sendo culpada das labaredas que devoraram metade do país, tem culpa pela forma como geriu a catástrofe, tem culpa das falhas, da desorganização, da omissão de informação, da falta de meios de combate... e tem culpa pelo que disse. Eu poderia ir mais longe dizendo que esta culpa se estende também a António Costa. E estende. Mas é para delegar responsabilidades na governação de um país que existem ministérios, e cada um, sob a sua tutela tem diversos agentes. Convém que funcionem. É para isso que pagamos impostos. No que toca ao que não deve ser dito, também o PM perdeu várias oportunidades para estar calado. Ora vejamos: Pergunta- “É agora que o governo vai implementar medidas de reestruturação da floresta?” Resposta: “Não me faça rir a esta hora.”, e ainda declara: “os portugueses têm que se habituar, porque situações como esta vão acontecer muitas vezes no futuro.” É sempre consolador saber que o nosso PM nos está já a preparar o caixão.

Frases destas ditas por quem tem responsabilidades ao nível da governação são no mínimo de uma enormíssima falta de respeito para com o povo que foi (ou não) às urnas e depositou nele (ou noutro) o seu voto. Mas é sobretudo uma profunda falta de respeito para com quem votou em António Costa. Imagino que muitos dos que morreram calcinados pelas chamas terão votado. Se eles pudessem dizer hoje o que pensam, o que diriam? António Costa terá alguma vez pensado nisso? Estou em crer que não.

O Primeiro Ministro comete ainda mais um infame pecado. Não se desculpa. A sobranceria e arrogância não lho permitem e dá-se ainda ao luxo de dizer: "Se me querem ouvir a pedir desculpas, eu peço desculpas, mas faço-o enquanto cidadão e não enquanto PM". Errado, errado. Primeiro, porque foi um "pedido de desculpas" arrancado. Segundo, porque Costa disse que pedia desculpas enquanto cidadão e não enquanto Primeiro Ministro. Deve estar a fazer alguma confusão, porque me parece que é enquanto Chefe do Governo que deve pedir desculpas e não enquanto cidadão. O cidadão António Costa tem tanto poder para mudar o que quer que seja como qualquer outro cidadão. Não deve o cidadão António Costa, nenhum pedido de desculpas. Deve-o o Primeiro Ministro e como tal, o Primeiro Ministro não pediu desculpas. 

E cá estamos nós outra vez na linha que separa o cidadão da sua missão.

Parece-me que a única coisa que os políticos e os jornalistas têm em comum é precisamente o facto de que nem uns nem outros, podem, no exercício das suas funções, dizer tudo que lhes vem à cabeça. Constança Urbano de Sousa e António Costa, ao contrário de José Alberto Carvalho, disseram-no.

E até onde pode o jornalismo imiscuir-se naquilo que é do foro opinativo? Quem não recorda Manuela Moura Guedes e os seus “ataques” a José Sócrates, ainda a Operação Marquês não estava sequer em estado embrionário? Manuela foi, ao contrário do que muitos pensam, apenas uma jornalista que viu mais longe e saiu da formatação habitual do jornalismo em Portugal: O jornalismo de “seguidismo”, no fundo, mais publicidade que jornalismo.

Manuela fez mesmo jornalismo e o seu único erro foi tê-lo feito num país onde ninguém estava familiarizado com essa coisa de “de facto se fazer jornalismo”.
Não emitiu opiniões pessoais sobre o então Primeiro Ministro. O que fez foi uma coisa diferente: Incomodou. Fez perguntas que ninguém, muito menos os jornalistas ousavam fazer quando na verdade deviam fazer. É para isso que o jornalismo serve. Para inquirir, indagar, trazer à luz do dia o que está escondido. Manuela tentou fazê-lo. Não lho permitiram. Hoje sabemos que ela tinha razão.

Vejam-se as diversas publicações que existem no mercado mesmo por cá e não escapará a
 ninguém que o Observador é mais à Direita, o I muito mais à Esquerda, e casos não faltam de jornais onde se veiculam notícias a puxar um bocadinho (às vezes muito), mais para aqui ou para acolá. Sejamos francos: a imparcialidade no jornalismo, anda, como é natural, porque somos humanos, a reboque das nossas convicções. Mas em jornalismo, o que não pode acontecer é escarrapacharmos pornograficamente numa noticia escrita por nós, ou numa imagem de capa, as nossas convicções.

E eis que então chegamos à Sábado. A revista Sábado por sua vez colocou nas bancas mais uma edição com uma capa que no mínimo provoca desconforto. O que é que têm em comum José Alberto Carvalho, a Sábado e Manuela Moura Guedes?
Tirando o facto de que se movem no meio jornalístico, nada.
O jornalista da TVI24 por uma questão de pudor profissional limitou-se nas criticas que poderia ter feito (ou não), no entanto, se não se tivesse limitado estava no seu pleno direito. José Alberto escreveu na sua página pessoal do Facebook. Pessoal. Ora, antes de ser jornalista José Alberto Carvalho é cidadão. Enquanto cidadão pode e deve opinar sempre que entender, desde que no espaço em que domina o cidadão José Alberto Carvalho e não o jornalista José Alberto Carvalho.

Manuela Moura Guedes fez um trabalho de pressão jornalística sobre alguém que estava debaixo de suspeitas várias. Por sua vez, a Sábado expõe o seu descontentamento com a prestação da MAI e eleva esse descontentamento para um nível que se aproxima perigosamente do ataque pessoal. Quando bato com os olhos na capa dificilmente vejo a ministra e passo a ver a cidadã Constança Urbano de Sousa. E isso é uma péssima forma de fazer jornalismo.

Remato, pedindo que reparem que as minhas crónicas neste espaço são assinadas com Ana Kandsmar. Poderia assinar com Ana Cristina Pinto, mas não o faço. E não o faço porque entendo que não pode haver promiscuidade entre o primeiro e o segundo nome. O primeiro eu uso nos meus livros, no meu blog, nas redes sociais. O segundo, é o nome que consta na minha carteira profissional de jornalista. Isto para dizer que não abdico de opinar, mas não posso misturar o que é meu, das minhas convicções e vivência pessoal com o que é de todos. E o que é de todos é o direito à informação. Não a obrigação de saberem o que eu penso.


Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.












Ana Kandsmar

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

LITERATURA | O Herdeiro de Antioquia | PAULO COSTA GONÇALVES

























SINOPSE

Cruzar a História com as histórias, recriando um enredo complexo e interessante, é um desafio nada fácil de concretizar mas que dá forma ao livro “O Herdeiro de Antioquia”, da autoria de Paulo Costa Gonçalves, lançado recentemente pela Chiado Editora.

Conjugando uma trama que perpassa quase mil anos de História, a partir da invasão da Cidade de Antioquia no ano de 1098 até à Lisboa cosmopolita de 2013, Paulo Costa Gonçalves atravessa de forma arrepiante as paixões e os sentimentos de uma família marcada por uma lendária maldição. 

Num ritmo frenético que prende quem a lê, a história enreda-se em pistas e contra-pistas, dando forma a laivos de inesperada surpresa que surgem a cada momento da acção, conjugando-se num clímax imprevisível que garante emoções fortes até à última página. Os protagonistas, centrados num humanismo que explica a força e a determinação com que lidam com os muitos percalços que os envolvem, oferecem-nos uma perspectiva diferente de uma Lisboa moderna e em que muito se passa para além daquilo que nos é dado ver.

ANIMAIS | CEGONHA-BICO-DE-SAPATO

Resposta à questão colocada ontem.

Questão: Para que serve o seu bico tão estranho?

Para apanhar rãs, cobras e peixes grandes.


Fonte: Jardim Zoológico de Lisboa

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ANIMAIS | BABIRUSSA

Babyrousa celebensis

Babyrousa é um gênero de mamíferos da família Suidae que inclui os animais chamados babirussas.

Babirussa é o nome indonésio para “porco-veado”.

Questão: Que vocalização emite quando está em grupo?


Fonte: Wikipédia e Jardim Zoológico de Lisboa

OPINIÃO | O Elevador | MARGARIDA VERÍSSIMO

Vieram hoje os senhores da manutenção, finalmente. Estou operacional de novo, após ter estado três dias parado. Três dias que pareceram uma eternidade e que causaram grande transtorno, bem sei. Eu ouvia os desabafos no sobe e desce aqui ao lado, os queixumes de quem não quer fazer o esforço hercúleo de subir dois lanços de escada. Não compreendo, o meu colega é perfeitamente competente, não teve descanso nestes três dias, não negou nenhuma viagem.

Bem sei que a sua lotação é menor e as suas dimensões não permitem a viagem do senhor do 3.º direito, para isso existo eu. No entanto, a minha paragem forçada também teve aspetos positivos, eles não se aperceberam, mas eu bem vi que a rapariga do 2.º esquerdo, que adia indeterminadamente a mudança do seu estilo de vida, finalmente utilizou as escadas. E as manhãs silenciosas, de olhares no chão, deram lugar a conversas de ocasião, a trocas de sorrisos, a “bons dias” generosos. Eu estive preocupado, a sério que estive, a minha missão esteve em risco: como faria o senhor do 3.º direito para se deslocar entre o automóvel, no estacionamento na cave, e o terceiro andar? Mais uma vez tenho de admitir, os humanos surpreenderam-me, superaram as minhas fracas espectativas: coordenaram-se na ajuda ao vizinho e com astúcia, imaginação e boa vontade transformaram em acessível o meu pequeno colega do lado. É claro que isso os obrigou a conversar, o que foi estranho de início, a combinar disponibilidades, a estarem presentes.

Mas hoje já estou operacional. Voltam os silêncios matinais, quebrados apenas pela energia estonteante dos gémeos do 5.º frente que, independentemente da hora do dia, pulam, falam, cantam, gritam e por vezes choram, sempre em coro, os dois. Eu bem vejo o olhar cansado daquela mãe, o seu sorriso ternurento não consegue disfarçar o estado de exaustão espelhado nas olheiras profundas.

Voltam os “bons dias” envergonhados e inaudíveis, os olhares distantes, focados no infinito, nos planos para mais um dia ou nos sonhos que talvez realizem.

Volta o cheiro a champô, a after-shave e a perfume.

Hoje volta o senhor do 3.º direito, independente, sempre alegre e positivo. O acidente não lhe tirou o gosto pela vida, pela aventura, deu-lhe antes um brilho diferente no olhar. Nunca deixa de cumprimentar quem encontra, de meter conversa, de seduzir. E como ele seduz! Se eu reproduzisse as meias conversas que já lhe ouvi, as conversas inteiras, as insinuações e os olhares. Confesso que tem charme o homem, mas mais do que isso, espalha amor pela vida e tem um brilho especial no olhar ao qual ninguém consegue ficar indiferente.

Voltam os fins de tarde movimentados. O atirar com as mochilas pesadas para o chão, o peso adicional das compras, as conversas ao telemóvel, o contar entusiasmado, deprimido ou enraivecido como correu o dia de trabalho, de escola, de procura de emprego, as trocas de olhares e os segredos rápidos, entre pisos. Volta o sobe e desce atarefado, para comprar, na mercearia do bairro, um artigo de última hora, para ir passear o cão ao jardim, ir ao ginásio, levar os miúdos ao futebol, música ou outra das milhentas atividades que os tornarão adultos mais completos, levar o lixo ou o saco da reciclagem ao respetivo contentor, ir à rua aproveitar os últimos raios de sol. Volta o cheiro a suor, a lixo e a comida de take-away.


Alguém carregou no botão, alguém me chamou, não é normal a esta hora do dia. São estes os momentos que mais aprecio, que mais me divertem. Naquelas horas em que o silêncio é quase absoluto e em que os meus utilizadores estão sozinhos ou em encontros furtuitos. Sou testemunha de desabafos, confidências e de enredos de enganos, mentiras e traições. Fui testemunha de muitas conquistas, algumas zangas e outras tantas reconciliações… Já testemunhei em primeira mão a notícia de um nascimento, mas também a notícia de um falecimento. Já levei murros e pontapés e já senti os corpos languidos encostando-se a mim, até já fui beijado. Abre-se a porta. É um estranho, não mora aqui, nunca o vi antes. Vem sorridente, é sempre bom sinal. Tira o telemóvel do bolso, posiciona-se de frente para o espelho e tira uma foto, uma selfie diz-se. É sempre um orgulho, eu também consigo ser muito fotogénico.













Margarida Veríssimo

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

LITERATURA | A Batalha de Sekmet | VANESSA LOURENÇO

























SINOPSE

Poderá um deus com coração de herói ser o vilão da sua própria história? Os heróis não são sempre heróis, mesmo os de natureza divina. Mas a perseverança, o companheirismo e a fé em tudo o que nos move, fazem milagres. 
Das areias de um deserto longínquo do passado chega-nos a promessa de uma batalha que ameaça a permanência de toda uma espécie na terra. 
Conseguirão os nossos heróis contrariar esse destino e ultrapassar todos os desafios que vão encontrar para lá chegar?

ANIMAIS | CEGONHA-BICO-DE-SAPATO

Balaeniceps rex.jpg

Balaeniceps rex, popularmente conhecido como bico-de-tamancobico-de-sapato, ou erroneamente como cegonha-bico-de-sapato, é uma ave de bico grosso, grande, largo e comprido. Têm características de uma cegonha, um pelicano, e de uma garça, mas não é parente de nenhum deles, os cientistas acreditam que o seu parente mais próximo seja o cabeça-de-martelo. Vive em regiões pantanosas localizadas no centro do continente africano, do Sudão a Zâmbia. Alimenta-se, basicamente, de peixes e rãs. É uma espécie de ave pelecaniforme, a única da família Balaenicipitidae. Seu nome comum se refere à forma de seu enorme bico.

Esta ave pode chegar a medir 1,50m de altura.

Questão: Para que serve o seu bico tão estranho?

Fonte: Wikipédia e Jardim Zoológico de Lisboa


OPINIÃO | Gestão de Tempo | MAFALDA PASCOAL

Hoje em dia gerir o tempo é uma benesse que poucos de nós temos visto andarmos sempre a correr de um para o ouro lado. Trabalhamos mais horas do que deveríamos e muitos de nós trabalha a muitos quilómetros de casa.

Também muitos de nós ainda não aprendeu a usar uma agenda onde poderá planificar a sua rotina diária, as prioridades, as urgências, mesmo a nível económico seria muito útil planificar ou fazer um orçamento semanal e anual, para se ter noção do que necessitamos para fazer face ao nosso quotidiano e depois não termos dissabores.

É sempre bom planearmos o dia a nível profissional e particular, e, de alguma forma, tentando não desperdiçar tempo. Mas o desperdício do tempo é muito subjetivo, o que para mim é desperdício de tempo, para outra pessoa o mesmo tempo gasto não quer dizer que tenha sido desperdiçado.

A nível profissional, vou dar o exemplo de quem trabalha num escritório, todos os telefonemas que houver a fazer, deverão ser feitos todos de uma vez. De preferência o mais possível de manhã para o dia render mais, já dizia a minha avó e a minha mãe também o diz que “de manhã é que se começa o dia”. Se o primeiro tempo da manhã for bem aproveitado o resto do dia correrá melhor, com menos stress. No inicio do dia consulta-se a lista de tarefas, conforme se vai completando os assuntos, vai-se riscando pois é muito gratificante ver a lista diminuir. No final de cada dia classificam-se os novos temas A, B, C, sabendo que o tempo utilizado a planear nunca é em vão.

Saber gerir o tempo é fazer com mais eficiência e não mais rápido, temos que ser realistas e evitar o esgotamento, planeando a vida pessoal e profissional sempre para mais de um dia.

A alimentação também é vital para os nossos níveis de concentração e de saúde, os intervalos para descanso são muito importantes. Todos nós temos o nosso ritmo diário, há que aprender a trabalha-lo.

Todas as semanas dever-se-á estabelecer os objetivos que se pretende alcançar. Mediante esses objetivos, verifica-se quais são as prioridades e dessa forma planeiam-se as tarefas. A nível pessoal por exemplo faz-se a lista de compras, planeia-se a ida ao supermercado, ir à escola, visitas à família, aos amigos, etc.

A nível profissional tendo em atenção os comedores de tempo, planeia-se horas para fazer telefonemas, relatórios, o envio de faxes, e-mails etc.

A gestão do tempo deve ser baseada no plano de trabalho e no plano de tempo.

No plano de trabalho deverá ter-se em atenção os seguintes pontos: os resultados (o que pretendo atingir), as actividades (o que preciso de fazer para atingir os resultados), e as prioridades (o que é mais importante). No plano de tempo ter-se em atenção quanto tempo vai demorar cada tarefa, o horário em que vou executar cada tarefa e mais um tempo para os imprevistos.


Também é muito importante sermos optimistas, porque nos ajuda a encarar melhor as tarefas do nosso dia-a-dia. Quando não conseguirmos atingir os nossos objetivos, não podemos desanimar, pois, nada depende de uma só pessoa e temos que ter capacidade para reconhecer onde erramos ou o que provocou esse erro, pois a cada dia que passa mais aprendemos a ser cautelosos e a confiar ou desconfiar na medida certa.
















Mafalda Pascoal

ANIMAIS | HOTEL PARA CÃES EM PLENO PARQUE NATURAL DA ARRÁBIDA (AZEITÃO)



Serviços para animais de estimação
Férias Caninas
Dog Walking
Pet Sitting

FÉRIAS CANINAS

A nossa hospedagem para cães oferece um serviço especial para o seu animal de estimação, em ambiente familiar e com todo o conforto que ele merece.

ALOJAMENTO

A Pelos & Animais situa-se em pleno Parque Natural da Arrábida (Azeitão), onde a natureza convida a explorar todos os sentidos ao longo de mais de um hectare de terreno.
Aqui promovemos a libertação de energia através de actividades como apanhar bolas, discos, e muitas brincadeiras enquanto sociabilizam.
No nosso espaço, o seu cão pode entrar em casa e conviver com a família, tudo para que a sua estadia seja feita no ambiente mais natural possível!
Recebemos até um máximo de 10 cães, não porque falte espaço, mas porque queremos oferecer-lhe toda a atenção que ele merece!

Preços: 10€/noite por cão/cadela esterilizados
              15€/noite cães machos não esterilizados

A estadia incluí ração Happy Dog exceto se precisar de uma ração específica de tratamento

Requisitos obrigatórios: microchip, boletim de vacinas em dia, incluíndo vacina para a tosse do canil (KC ou Pneumodog), desparasitação interna e externa. Só aceitamos cadelas que estejam esterilizadas.

Horários: 9:00 - 19:00

Para mais informações contacte-nos: pelosanimais@gmail.com / 936304386

Também vamos a casa - Pet Sitting
Se não pretende deixar o seu animal de estinação num hotel, e prefere que ele fique em casa no seu ambiente, não se preocupe - Nós vamos a casa tratar dele.
Contacte-nos:
Email: pelosanimais@gmail.com
Telefones: 93 630 43 86 / 93 563 82 42






quarta-feira, 18 de outubro de 2017

LITERATURA | A Cria Negra de Felis Mal'Ak | VANESSA LOURENÇO

























SINOPSE

Uma aventura entabulada a quatro patas, numa escolha decisiva entre o medo e o amor. Esta é a história de um gatinho negro que,na companhia de outros felinos muito especiais, se prepara para travar a batalha que decidirá o futuro de todos os gatos no nosso planeta. 
E talvez até para lá dele. 

ANIMAIS | PREGUIÇA-ANÃ-DE-TRÊS-DEDOS

Resposta à questão colocada ontem.

Questão: Como se desloca a preguiça nas árvores?

Move-se muito devagar. Tão devagar que chegam a crescer pequenas plantas no seu pelo húmido.


Fonte: Jardim Zoológico de Lisboa

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"ORIGEM" de DAN BROWN ou o PROFESSOR ROBERT LANGDON em PORTUGAL?


As perguntas para Dan Brown eram inúmeras todos queriam falar com o autor, tirar fotografias, pedir autógrafos. No entanto foi-nos explicado que só iria responder às perguntas. Para todos aqueles que pensem que se trata de vedetismo passo desde já a explicar o motivo da sua decisão. Como não é humanamente possível no período de uma hora assinar os livros de 1500 pessoas, bem como responder e tirar fotos com cada uma delas, decidiu logicamente não o fazer com ninguém.

Muitas das questões tinham sido antecipadamente enviadas pelos leitores para a editora

através da página oficial da Bertrand, mas felizmente para todos os presentes foi possível fazerem-se muitas mais, e são essas respostas que vos deixo aqui hoje, na esperança de vos
ajudar a saciar a curiosidade.

A primeira questão foi para quando uma estória em Portugal. A resposta surgiu tão naturalmente como o titulo do mesmo. Dan Brown já anda a pensar há algum tempo fazê-lo e até já trazia um nome “The Sintra Cypher”.

O motivo que o levou a escrever “Origem” com Espanha como pano de fundo de toda a acção deve-se ao facto de lá ter vivido durante um ano enquanto estudante na Universidade de Sevilha. O momento mais peculiar foi quando disse que nesse período aprendeu a dançar sevilhanas, numa noite foi com a família com quem vivia à Feira de Sevilha, sem saber como deu por si em cima de um palco com uma lindíssima mulher com quem teve que dançar. Fazia-o maravilhosamente enquanto que ele não sabe bem o que fez naquele longo período de tempo. Deu graças por na altura ainda não existirem telemóveis com camara.

Gosta de escrever sobre o que gosta de ler. Se lhe pedissem para escrever sobre como cozinhar “paella” não o faria até porque nunca conseguiu fazer um prato de jeito.

Acredita em vida extraterrestre apesar de não acreditar que são os responsáveis pela construção das pirâmides. O motivo pelo qual julga que não conseguimos comunicar com outras formas de vida deve-se unicamente ao facto do nosso tempo ser limitado e o universo ser muito extenso.

Se o ser humano muda de acordo com as suas necessidades sente que a religião deveria fazer o mesmo. Se não mudar, não evoluir terá tendência para eventualmente se extinguir. Todos temos um código fundamental dentro de nós. Não preciso dos Dez Mandamentos para saber que não devo matar. Até uma criança, que vê um sapo na praia, sabe que não deve pisar o sapo. Sabemos que temos de proteger a vida. Não penso que a religião nos vá salvar, nós é que precisamos de nos salvar.”

A mãe, a sua fã número um, estava muito orgulhosa dele por tratar de assuntos tão melindrosos como o da religião, costumava dizer-lhe que “É mais importante acreditares no que acreditas do que naquilo que nos é imposto”.

Ao ser confrontado com o receio das reações que poderia ter ao seu livro por tocar em tantas religiões, afirmou que nada tinha a temer na medida em que o seu livro é simplesmente uma obra de ficção. Lembrando o que os cruzados passaram e mais recentemente os julgamentos de Salém. Não acha que o terrorismo tenha algo a ver com a religião. Mas que esta acaba por ser uma desculpa para levar as pessoas a fazerem coisas más. Afirmando que: “as religiões são pacíficas.”

O professor Langdon tem um pouco dele e do pai na medida em que são ambos professores, “Quis escrever uma trama emocionante com um herói que fosse um professor”. Gosta de pensar que se identifica com a sua personagem, mas gostaria de ser, mais inteligente e corajoso como Robert Langdon. Alguém lhe disse que isso não era possível pois a personagem só existia porque ele assim a fizera: “Não pode ser, porque ele diz o que tu dizes” na altura lembra-se de ter respondido: “o que lhe leva 3 segundos a responder levou-me 3 dias a escrever”.

À pergunta se considerava o professor Langdon parecido com o Indiana Jones, afirmou perentoriamente que os únicos elos de ligação entre os dois passam por serem ambos professores universitários e estarem sempre envolvidos em aventuras, mas continua a considerar o Indiana Jones muito mais corajoso e estiloso.

Quando lhe foi perguntado se já tinha ideias para um novo livro. Pediu a quem lhe tinha feito a pergunta que se levantasse e se mantivesse assim enquanto lhe respondia. Uma jovem mulher fê-lo timidamente E a resposta não poderia ter sido mais divertida. Lembrou que o livro tinha somente 8 dias desde a sua publicação e perguntou-lhe: “Tem filhos? Agora imagine que estava na maternidade e tinha acabado de ter o seu filho há dez minutos, o seu marido entra naquele momento e pergunta-lhe: querida, quando é que voltamos a fazer isto?”

Foi confirmado para breve um novo filme com Ron Howard e Tom Hanks, já tinha vendeu os direitos do novo livro.

Ao escrever “Origem” aprendeu imenso sobre vários assuntos, inclusive arte moderna no Museu Guggenheim de Bilbau. Apesar de tudo continua a não compreender como certas peças podem ser arte, se até ele conseguiria fazer o mesmo ao que o conservador do museu lhe chegou a responder: “Pois, mas não o fez”.

Quando visitou a Igreja da Sagrada Família, reparou numa escadaria em espiral, escura, assustadora (e não querendo estragar o suspense) viu que tinha que matar alguém naquele mesmo lugar. Momento esse presente no livro.

O relógio do Mickey Mouse que Robert Langdon usa é para o lembrar que nunca deve deixar de ser jovem de coração.

Chegou o momento em que uma das muitas leitoras presentes lhe colocou uma questão não sem antes afirmar que devorava todos os seus livros com sentida admiração porque eram muito melhores do que os filmes ao que um emocionado Dan Brown retorquiu: “É por sua culpa que escrevo”.  Confessou que quando lê os guiões dá-lhe sempre uma estranha vontade de chorar. No entanto compreende que se os seus livros fossem feitos na integra do seu conteúdo daria um filme de 10 horas. Motivo pelo qual está a estudar a possibilidade dos mesmos serem feitos em minisséries.

Voltou a garantir que não era ateu, que era agnóstico ou como melhor se define um trabalho em processo. Deixou de acreditar no Deus da sua infância, no entanto quando vê uma sala cheia de pessoas a interagirem não consegue deixar de pensar na maravilha daquele momento e nessa altura acredita na existência de algo superior. Para ele a sua verdadeira crença é questionar sempre. “Devemos questionar Tudo!”

Terminou despedindo-se de todos, deixando no ar uma vez mais a possibilidade do professor Robert Langdon passear por Sintra, quem sabe na Quinta da Regaleira com o seu poço iniciático e os mistérios que se escondem para lá das brumas em “The Sintra Cypher”.

Portugal recebê-lo-á de braços abertos, com o calor que nos caracteriza e certamente com muitas histórias e mistérios.

Deixo-vos aqui a sinopse de “Origem” para aguçar um pouco a maravilha do seu conteúdo.

“Robert Langdon, professor de simbologia e iconologia religiosa da Universidade de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbau para assistir a um grandioso anúncio: a revelação da descoberta que «mudará para sempre o rosto da ciência».

O anfitrião dessa noite é Edmond Kirsch, um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, cujas espantosas invenções e previsões tornaram uma figura de renome a nível global. Mas aquela noite tão meticulosamente orquestrada não tardará a transformar-se em caos e a preciosa descoberta do futurologista pode muito bem-estar em vias de perder para sempre.

Num turbilhão de emoções, Langdon tenta desesperadamente fugir de Bilbau. Tem ao seu lado Ambra Vidal, a elegante diretora do Guggenheim, e juntos fogem para Barcelona, com a perigosa missão de localizarem a palavra-passe que os ajudará a desvendar o segredo de Kirsch.

Percorrendo os obscuros corredores da história e da religião, Langdon e Vidal têm de fugir de um inimigo atormentado, que tudo fará para os deter. Numa viagem marcada pela arte moderna e por símbolos enigmáticos, Langdon e Vidal vão descobrindo as pistas que acabarão por conduzi-los à chocante descoberta de Kirsch…e a uma verdade que nos deixará sem fôlego.”












Texto e Fotos: MBarreto Condado

terça-feira, 17 de outubro de 2017

LITERATURA | A Cidade das Brumas | ANITA DOS SANTOS



SINOPSE

É chegado o momento de ser cumprida a profecia que foi feita setenta anos antes do nascimento dos dois jovens por um druida vidente, que predizia que ambos seriam os guardiões e guias da Gente Pequenina. Mas foram feitas mais previsões das quais os dois jovens não têm ainda conhecimento.
Deles irá depender a continuidade da Cidade do Norte, da Cidade das Brumas, como sede da guilda dos druidas.
Tudo lhes é revelado nas cartas enviadas pelas Escolhidas, as suas progenitoras.
E enquanto o caminho para a Cidade das Brumas se revela pleno de surpresas, quer para os feéricos, quer para os humanos que os acompanham, o perigo faz-se sempre presente entre eles.
Na Cidade do Norte, a intriga, a traição vai minando por entre os elementos do Circulo dos Sete, o órgão máximo da Cidade dos druidas. E como tinha sido também previsto, a Cidade está em risco.
André e Vicente têm de chegar à Cidade das Brumas a tempo de prestar auxílio ao Circulo dos Sete.

Haverá mais surpresas e peripécias a aguardar os dois amigos?