O mundo é-nos sempre ocultado por uma «cortina» de interpretações preconcebidas, de imagens falaciosas, de representações enganadoras. A função do romance é precisamente rasgar essa «cortina» para revelar algum aspeto até então desconhecido da nossa existência… os fragmentos de verdade a que só os autênticos romancistas podem fazer-nos aceder.
Em A Cortina, Kundera descreve habilmente como os melhores romances fazem isso mesmo.
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