Jente Posthuma publicou o seu romance de estreia em 2016, muito bem recebido pela imprensa e nomeado para o Prémio literário Dioraphte e os prémios para Primeiro Romance Hebban e ANV. O romance Aquilo em que Preferia Não Pensar, que foi finalista do Prémio da União Europeia para a Literatura, esteve na shortlist do Booker Prize< Internacional em 2024.
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quarta-feira, 19 de novembro de 2025
terça-feira, 18 de novembro de 2025
AQUILO EM QUE PREFERIA NÃO PENSAR, de JENTE POSTHUMA | DOM QUIXOTE
Ela coleciona camisolas. Ele tem dois gatos. Ambos adoram Nova Iorque e, aconteça o que acontecer, hão de mudar-se para lá quando fizerem 28 anos. Porém, de repente, ele diz que quer passar algum tempo sozinho. E se uma das metades de um par de gémeos não quiser continuar a viver? E se a outra não conseguir viver sem essa metade? É esta a questão central do presente romance, em que a narradora é a gémea de um rapaz que se suicidou e relembra muitas histórias de infância e também as suas vidas adultas com mágoa, saudade, raiva e insegurança em relação ao futuro.
De uma maneira aparentemente desprendida mas muito perspicaz, Aquilo em que Preferia Não Pensar conta a história do que acontece quando a pessoa com quem construímos as bases de toda uma vida desaparece subitamente, e as memórias que restam são as de um pai que já era ausente antes de ter morrido e de uma mãe geóloga, fria como uma pedra.
Finalista do Booker Prize Internacional, traduzido em mais de uma dezena de línguas, o romance de Jente Posthuma é uma exploração comovente do luto, contada através de episódios breves e cirúrgicos, impregnados de uma suave melancolia e, o que é surpreendente, de um humor inesperado e corrosivo.
Um livro que se debruça também sobre o facto de a saúde mental depender tantas vezes da vida familiar.
De uma maneira aparentemente desprendida mas muito perspicaz, Aquilo em que Preferia Não Pensar conta a história do que acontece quando a pessoa com quem construímos as bases de toda uma vida desaparece subitamente, e as memórias que restam são as de um pai que já era ausente antes de ter morrido e de uma mãe geóloga, fria como uma pedra.
Finalista do Booker Prize Internacional, traduzido em mais de uma dezena de línguas, o romance de Jente Posthuma é uma exploração comovente do luto, contada através de episódios breves e cirúrgicos, impregnados de uma suave melancolia e, o que é surpreendente, de um humor inesperado e corrosivo.
Um livro que se debruça também sobre o facto de a saúde mental depender tantas vezes da vida familiar.
domingo, 26 de outubro de 2025
AQUILO EM QUE PREFERIA NÃO PENSAR, de JENTE POSTHUMA | DOM QUIXOTE
Um comovente romance sobre o luto, impregnado de um humor inesperado e corrosivo para falar de coisas difíceis.Ela coleciona camisolas. Ele tem dois gatos. Ambos adoram Nova Iorque e, aconteça o que acontecer, hão de mudar-se para lá quando fizerem 28 anos. Porém, de repente, ele diz que quer passar algum tempo sozinho. E se uma das metades de um par de gémeos não quiser continuar a viver? E se a outra não conseguir viver sem essa metade? É esta a questão central do presente romance, em que a narradora é a gémea de um rapaz que se suicidou e relembra muitas histórias de infância e também as suas vidas adultas com mágoa, saudade, raiva e insegurança em relação ao futuro.
De uma maneira aparentemente desprendida mas muito perspicaz, Aquilo em que Preferia Não Pensar conta a história do que acontece quando a pessoa com quem construímos as bases de toda uma vida desaparece subitamente, e as memórias que restam são as de um pai que já era ausente antes de ter morrido e de uma mãe geóloga, fria como uma pedra.
Finalista do Booker Prize Internacional, traduzido em mais de uma dezena de línguas, o romance de Jente Posthuma é uma exploração comovente do luto, contada através de episódios breves e cirúrgicos, impregnados de uma suave melancolia e, o que é surpreendente, de um humor inesperado e corrosivo.
Um livro que se debruça também sobre o facto de a saúde mental depender tantas vezes da vida familiar.
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