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terça-feira, 14 de novembro de 2023

DIVULGAÇÃO | A CAPITOA, de JOÃO PAULO OLIVEIRA E COSTA | TEMAS E DEBATES

 

A 4 de março de 1528 um peregrino, em Jerusalém, sonha com o dia em que chegou ao Faial, exatamente cinquenta anos antes, e se apaixonou por D. Brites de Macedo, a mulher do capitão da ilha.
Enquanto o dia a dia das ilhas decorre com sobressaltos, como a falta do sal ou as tropelias de uma baleia, em Jerusalém o peregrino confessa-se a um padre anão, que resolve acompanhá-lo aos Açores quando sabe que reside aí um padre que prega a devoção a Deus pela alegria em vez da penitência e do temor.

Nas ilhas, aonde vão chegando os ecos da modernidade que vai mudando o mundo, há assassinatos por resolver, um endemoninhado atormentado, um padre falso, destinos inesperadamente fatais, um navio que explode e duas viúvas que descobrem a felicidade do prazer. E tudo é observado por uma moça tão simples que nem percebe o que é o pecado.

Finalmente, o peregrino Rufino regressa para completar os seus dias ao lado da capitoa; ao chegar, conta-lhe o sonho em que viu o Faial como um jardim das delícias, à beira da Jerusalém celestial…

domingo, 7 de maio de 2023

DIVULGAÇÃO | UMA VIDA NO NOSSO PLANETA, de DAVID ATTENBOROUGH | TEMAS E DEBATES

 

«Para a vida prosperar neste planeta, tem de existir uma imensa biodiversidade. Só quando milhares de milhões de organismos conseguem tirar o máximo partido de cada recurso e oportunidade que encontram, e só quando milhões de espécies vivem vidas que se interligam de modo a sustentarem-se umas às outras é que o planeta pode funcionar com eficiência. Quanto maior for a biodiversidade, mais segura será toda a vida na Terra, incluindo nós próprios. Contudo, o modo como nós, seres humanos, vivemos hoje na Terra está a colocar a biodiversidade em declínio. O mundo natural está a desaparecer aos poucos. As provas estão por toda a parte. Aconteceu durante a minha vida. Eu vi com os meus próprios olhos. E irá levar à nossa destruição. Contudo, ainda há tempo para desligar o reator. Existe uma boa alternativa. Este livro é a história de como chegámos aqui, do nosso grande erro e de como, se agirmos já, podemos corrigi-lo.»

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

NEUROCIÊNCIA | Sete Lições e Meia sobre o Cérebro, de Lisa Feldman Barrett| Temas e Debates - Grupo Bertrand Círculo





Sete breves ensaios e uma pequena história sobre o modo como os cérebros evoluíram. Reconhecido pela Amazon como um dos melhores livros de 2020 e como Melhor Livro Científico, também em 2020, pela Barnes and Noble, Sete Lições e Meia Sobre o Cérebro chega hoje às livrarias nacionais. 

Sete Lições e Meia Sobre o Cérebro desmistifica a grande massa cinzenta que temos entre as orelhas. A linguagem informal, com humor, faz-se acompanhar por ilustrações simples mas que podem ajudar o leitor a visualizar e a compreender como se originaram os cérebros, de que maneira se estruturam (e por que é importante essa estrutura) e de que modo o nosso cérebro trabalha em conjunto com os outros cérebros para criar tudo o que experienciamos. Pelo caminho, também ficaremos a saber porque devemos rejeitar mitos tão generalizados como os do «cérebro de lagarto» ou da suposta batalha entre pensamentos e emoções – ou entre a natureza e a educação – que determinaria o nosso comportamento.

Apelativo tanto para leigos como para especialistas, eis um livro cheio de surpresas, humor e conclusões importantes sobre a natureza humana – que quererá saborear uma e outra vez, como se de uma guloseima se tratasse.

Com recurso a uma linguagem acessível, Lisa Feldman Barrett responde a várias dúvidas que existem sobre o cérebro. Uma obra sucinta, agradável e acessível, com lições oriundas da linha da frente da investigação da neurociência. 

Sete Lições e Meia Sobre o Cérebro foi já alvo das seguintes críticas internacionais:

«Uma escrita belíssima e revelações sublimes que lhe causarão assombro. Se procura uma síntese sobre o cérebro e a sua magia, este é o livro ideal para si.» David Eagleman, neurocientista, Universidade de Stanford

Sinopse:

Em sete breves lições (e ainda uma pequena história sobre o modo como os cérebros evoluíram), esta obra acessível apresenta-nos as descobertas mais recentes da neurociência, entre as quais: como se originaram os cérebros, como se estruturam e de que modo trabalham em conjunto com os outros cérebros para criar todas as nossas experiências.

Sobre a autora:

A neurocientista Lisa Feldman Barrett, nascida em 1963 em Toronto, no Canadá, pertence ao 1% dos cientistas mais citados no mundo pela sua investigação revolucionária em psicologia e neurociência. É University Distinguished Professor na Universidade Northeastern e consultora do Massachusetts General Hospital e da Harvard Medical School.
Em 2019, recebeu uma Guggenheim Fellowship em neurociência e é membro da American Academy of Arts and Sciences e da Royal Society do Canadá. É também autora de How Emotions Are Made.

Redacção com Grupo Bertrand Círculo

domingo, 21 de novembro de 2021

DESTAQUE | «Holocausto», de Irene Flunser Pimentel, vence Prémio Fundação Calouste Gulbenkian, História da Europa 2021 | Temas e Debates Grupo Bertrand


 A Temas e Debates tem o orgulho e a alegria de anunciar que a obra Holocausto, da autoria da historiadora Irene Flunser Pimentel, foi distinguida pela Academia Portuguesa de História (APH) com o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian, História da Europa.

A cerimónia de entrega do prémio ocorrerá a 8 de dezembro, pelas 15h00, nas instalações da APH, em Lisboa.

Instituído na APH, sob o generoso patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian, este é um prémio que visa galardoar obras históricas de reconhecido mérito.

Holocausto foi publicado pela Temas e Debates em setembro de 2020.

Sobre o livro:

O que foi o Holocausto, ou Shoá? Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?

Segundo a autora, «É para desfazer confusões, contribuindo para um conhecimento maior da Shoá, e também do papel de Portugal face a esse terrível acontecimento, com base na minha própria investigação, mas também na profusa bibliografia existente sobre o tema, em geral, e relativamente a Portugal, em particular, que proponho este livro.»

Sobre a autora:

Irene Flunser Pimentel é mestre em História Contemporânea (Século XX) e doutorada em História Institucional e Política Contemporânea, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Investigadora do Instituto de História Contemporânea (FCSH da UNL), é autora de História das Organizações Femininas do Estado Novo (2000), que obteve o Prémio Carolina Michaëlis em 1999, de Fotobiografia de Manuel Gonçalves Cerejeira (2002), de Judeus em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial. Em Fuga de Hitler e do Holocausto (2006), Prémio ex-aequo Adérito Sedas Nunes, atribuído pelo Instituto de Ciências Sociais em 2007, de A História da PIDE (2007), que mereceu o Prémio Especial Máxima em 2008, de Tribunais Políticos. Tribunais Militares Especiais e Tribunais Plenários durante a Ditadura e o Estado Novo, em coautoria (2009), de Fotobiografia de José Afonso (2009), de A cada um o seu lugar (2011), que recebeu o Prémio Ensaio 2012 da Máxima, e de Salazar, Portugal e o Holocausto, em coautoria (2013). Foi distinguida com o Prémio Pessoa em 2007 e com o Prémio Seeds of Science, na categoria «Ciências Sociais e Humanas», em 2009.