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domingo, 2 de outubro de 2022

AUTORES NACIONAIS | Alberto Miranda | Guerra & Paz

Alberto Miranda é jornalista e comentador, especializado em famílias reais. Em Portugal, é o autor da única página de Instagram dedicada em exclusivo a este universo: @diario.da.realeza. Foi diretor, chefe de redação e editor de várias revistas, passou igualmente pela rádio e pela televisão, mas é na imprensa escrita que tem desenvolvido a sua atividade. Licenciado em Jornalismo Internacional pela Escola Superior de Jornalismo do Porto, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Créditos foto e texto: Bertrand Livreiros

sexta-feira, 4 de março de 2022

LANÇAMENTO | (In)justiça social, de Helen Pluckrose e James Lindsay | Guerra & Paz Editores

 


(In)justiça Social não é um livro qualquer, na verdade, condenou algumas das teses mais polémicas dos movimentos intelectuais de Justiça Social, provou que a cultura de guerra e de cancelamento faz mais mal do que bem às minorias que jura defender, tornou-se num sucesso de vendas a nível mundial, com traduções em quinze línguas, e foi nomeado «Livro do Ano 2020» pelos jornais The Times, Sunday Times e Financial Times. Agora, Teorias Cínicas, tese «anti-woke» de grande fôlego, assinada pela ensaísta  Helen Pluckrose e o matemático James Lindsay, ressurge nos escaparates, num remix autorizado da romancista e ensaísta Rebecca Christiansen, que resume as principais ideias dos dois autores, mantendo todo o rigor do original. Publicado em Janeiro de 2022 nos EUA, (In)justiça Social chega aos leitores portugueses em tempo recorde, numa edição Guerra e Paz, com tradução de Pedro Carvalho e Guerra e Rita Carvalho e Guerra. O livro chegará às livrarias no próximo dia 8 de Março.

 Já ouviu dizer que a ciência é sexista, que não existe sexo biológico e que ser obeso é saudável? Ou que apenas determinadas pessoas – dependendo da raça, do género ou da identidade – deveriam poder usar certas roupas, cozinhar determinados alimentos ou interpretar certos papéis? Confuso com estas ideias? Pergunta-se como é que elas conseguiram desafiar tão depressa a lógica da nossa sociedade? 

As respostas a estas e outras questões estão no livro (In)justiça Social, que prova porque estão erradas muitas destas teses a respeito de importantes questões de raça, género e identidade. Esta é uma adaptação autorizada do best-seller internacional Teorias Cínicas, da ensaísta Helen Pluckrose e do matemático James Lindsay, que em 2020 foi aplaudido por leitores, críticos e imprensa, um pouco por todo o mundo. Neste remix, a tese de Teorias Cínicas foi resumida e simplificada pela romancista e ensaísta Rebecca Christiansen, mantendo todo o rigor do original. 



Redacção com Guerra & Paz Editores

 


O livro desmonta com racionalidade a inconsistência das teorias identitárias, racializadas e de género que pretendem impor-nos uma nova Inquisição, ameaçando a democracia liberal e, contrariamente ao que advogam, as comunidades minoritárias que juram defender. Ideias nascidas no pós-modernismo francês e que foram, ao longo do tempo, alvo de refinamento por académicos activistas. 


 


Um apelo à honestidade intelectual e à defesa da liberdade de expressão, num tempo em que as imposturas tomam lugar nos extremos do espectro político-ideológico, (In)justiça Social fala-nos do que realmente significa ter uma sociedade justa e igualitária – e a melhor forma de a alcançar. Publicada em Janeiro de 2022 nos EUA, esta adaptação de Teorias Cínicas chega aos leitores portugueses em tempo recorde, numa edição Guerra e Paz, com tradução de Pedro Carvalho e Guerra e Rita Carvalho e Guerra. O livro estará disponível, quer na rede livreira portuguesa como no site da editora, a partir do próximo dia 8 de Março.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

[Cultura - Evento Literário & Opinião] Embaixador Carlos Fernandes lança livro que contesta o acordo Ortográfico de 1990


A obra do Embaixador Carlos Fernandes [Foto Guerra & Paz Editores]

Ontem, na Bertrand do Picoas Plaza, em Lisboa, foi apresentado o livro do embaixador Carlos Fernandes, "O Acordo Ortográfico de 1990 não está em vigor" da editora Guerra e Paz, sobre a inconstitucionalidade deste acordo que nunca foi sancionado por decreto-lei ao contrário do que se passou com a Convenção de 1945 e o aditamento de 1973.

Estavam pouco mais de 30 pessoas na sala, como se pode verificar pelas fotos publicadas, houve intervenções do próprio autor, de Nuno Pacheco e de Ivo Barroso e algum diálogo.

É deveras lamentável que um assunto destes que interfere violentamente com a nossa Cultura, a nossa Civilização, a nossa raiz latina, mereça tão pouca atenção da parte de um público que, nas redes sociais, se afirma como sendo totalmente contra mas depois não aparece nos locais e manifestações públicas.

Se queremos alterar este ( des)acordo ilegal, temos de manifestar a nossa presença, fazendo- nos ouvir junto de quem o pode alterar.

Em conversas de café, em reuniões só para amigos e em manifestações só com meia dúzia de pessoas, não o conseguimos.


Por mim falo. Não pude estar presente por motivos familiares mas o meu Marido representou- nos aos dois, indo e comprando o livro.

O livro tem muito interesse porque recorre a toda a legislação e a todas as " Prepotências do Governo de José Sócrates e do Presidente Cavaco Silva", como o autor refere no próprio título do livro.
A ler com atenção.


Texto: Maria Delfina Vasconcelos 

Fotos: Editora Guerra e Paz [Direitos Reservados]

A Nova Gazeta agradece à Dra. Maria Delfina Vasconcelos e ao Dr. José Luís Vasconcellos a gentileza de toda a colaboração prestada com a escrita deste artigo.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

[Cultura - Divulgação Literária] Comunicado Guerra & Paz Declaração de Interesses " A Ilha do Tesouro", de Robert Louis Stevenson


Chegou à nossa redacção um comunicado da Guerra & Paz Editores, que consideramos importante tornar público junto dos nossos leitores, passamos a transcrever o teor integral do mesmo:

"A Guerra e Paz acaba de lançar um livro com o sugestivo, mas problemático título, «A Ilha do Tesouro». Face a certos rumores, que pretendem ligar a referida obra a factos recentes, trazidos à luz do dia e às primeiras páginas dos jornais pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, a editora Guerra e Paz quer frisar, com veemência, que o Tesouro que agora disponibilizou aos leitores portugueses não é resultado de nenhuma operação de offshore. Mais acrescenta, que esta «Ilha do Tesouro» não é o Panamá, até porque o Panamá não é uma Ilha. O autor do livro, Robert Louis Stevenson, confessando embora a sua ligação a homens do mar com um perna, mais conhecidos por piratas, capitães de navios, cozinheiros e taberneiros duvidosos e papagaios falantes, quer marcar bem as distâncias: o seu tesouro é legítimo, palpável e não de fachada. Fruto de aventuras e não de uma qualquer optimização fiscal, o Tesouro de Robert Louis Stevenson é uma herança legítima, recebido pelo Autor das mãos dos seus ancestrais, a Criatividade e a Imaginação.  
A Guerra e Paz Editores está, assim, em condições de assegurar aos seus leitores que podem adquirir a «Ilha do Tesouro», com a capa que aqui se junta, em qualquer livraria do país, e que, nesse acto, estão a adquirir um título da mais alta rendibilidade, um título considerado AAA por todas as agências de rating, avalizado tanto pelo FED americano, como pelo BCE europeu. Ponham as vossas poupanças a salvo e boa leitura."





Fonte Texto e Foto: Guerra & Paz Editores

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

[Entrevista - Nacional] Cláudio Ramos em entrevista na semana em que lança oficialmente o seu novo livro “Equilíbrio” [Guerra & Paz Editores]

Texto: Isabel de Almeida

Fotos: Pedro Varela Photografia – Cortesia Guerra & Paz Editores

Email: isabelalexandraalmeida@diariododistrito.pt


   Amanhã, 23 de Fevereiro de 2016, Cláudio Ramos lança o seu novo livro “Equilíbrio”, com chancela da Gerra & Paz Editores, o Diário do Distrito, em colaboração com os parceiros Nova Gazeta e Blog Literário Os Livros Nossos teve oportunidade de entrevistar o famoso comunicador e autor, venha connosco conhecer melhor Cláudio Ramos.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: O que motivou o Cláudio a escrever o seu mais recente livro “Equilíbrio” ?

Cláudio Ramos: Um convite muito interessante da editora Guerra & Paz numa altura da minha vida onde achei que ele fazia muito sentido. Reúne tudo aquilo que é preciso ter, se lhe juntarmos boa vontade, para facilitar o nosso dia.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Quais são as expectativas em termos de aceitação deste trabalho pelo público?

Cláudio Ramos: Enormes,  porque o público recebe os meus livros muito bem. Eles são feitos com verdade e isso nota-se em tudo, incluindo na altura das vendas e do agrado de quem os lê.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Em termos de trabalho de escrita, onde se sente mais confortável? Na escrita sobre lifestyle ou na ficção?

Cláudio Ramos: Sinto-me mais confortável nos livros práticos, mas os romances são uma paixão grande que tenho e onde gosto muito de mergulhar e não me tenho saído mal. Gosto muito do que escrevo, se bem que há um mundo pela frente para melhorar. Não se podem comparar as escritas.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Está previsto algum regresso para breve à escrita de ficção?

Cláudio Ramos: Na minha cabeça já está a trabalhar...

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Os seguidores e fãs do Cláudio constituem um incentivo ao trabalho que desenvolve no blogue e na página do Facebook – Eu, Cláudio?

Cláudio Ramos: É um tipo de escrita muito bem-disposta, sem nenhuma presunção! Mas é claro que o facto de ser lido por mais de dez mil pessoas todos os dias me incentiva a continuar.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Quais são os seus autores preferidos nos géneros ficção e não-ficção?

Cláudio Ramos: Não tenho nenhum de não ficção. Não sou um consumidor habitual deles. De ficção sou fascinado por José Luis Peixoto. Acho-o tão maravilhoso na escrita. Internacionalmente estou a descobrir agora Haruki Murakami um Nobel Japonês... vamos ver se me fascina.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Que livro ou livros tem, neste momento, na mesa-de-cabeceira?

Cláudio Ramos: Tenho “Em teu ventre” do Zé Luis Peixoto e “Sono” do Haruki Murakami.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Que medidas gostaria de ver tomadas para levar os Portugueses a cultivar mais os hábitos de leitura?

Cláudio Ramos: Os portugueses não lêem porque não têm o costume nem a educação de o fazer. Não tem a ver com mais nada. Nem sequer com o preço dos livros, porque os há de todos os preços. A educação é a base.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Qual a opinião do Cláudio acerca do facto de os autores estrangeiros serem, por norma, aqueles que mais vendem em Portugal?

Cláudio Ramos: Não acho exactamente isso. Acho que já há muitos autores portugueses que vendem muito em Portugal. Acho é que Portugal olha para o que é seu com olhos de distância e preconceito.

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Como sente a sua evolução pessoal como escritor, o que mudou na sua obra entre os primeiros livros e este que agora publica?

Cláudio Ramos: Mudou muita coisa, porque à medida que vamos vivendo, lendo e absorvendo mais mundo, é obrigatório mudar a narrativa e a forma de a contar aos outros. Se não fosse assim seria um idiota estanque!

Nova Gazeta/Os Livros Nossos/Diário do Distrito: Quer deixar umas palavras de incentivo aos leitores para que estes escolham ler o seu livro “Equilíbrio”?

Cláudio Ramos: Que acreditem em cada página que estão a ler.

Obrigado ;)