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sábado, 29 de outubro de 2022

AUTORES NACIONAIS | JOSÉ GARDEAZABAL

 

José Gardeazabal nasceu em Lisboa. O seu livro de poesia, história do século vinte, foi distinguido com o Prémio INCM/Vasco Graça Moura. O seu primeiro romance, Meio Homem Metade Baleia, foi finalista do Prémio Oceanos, e com A Melhor Máquina Viva, seu segundo romance, considerado um dos melhores livros de 2020 pelos jornais Expresso e Público, foi finalista dos prémios Fernando Namora, Correntes d ‘ Escritas e da Sociedade Portuguesa de Autores.

Em 2021, publicou os romances Quarentena - Uma História de Amor e Quarenta e Três, assim como o volume de poesia Viver Feliz Lá Fora. Quando éramos peixes é o segundo volume da Trilogia dos Pares, depois de A Melhor Máquina Viva.

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

DIVULGAÇÃO | QUANDO ÉRAMOS PEIXES, de JOSÉ GARDEAZABAL | PENGUIN RANDOM HOUSE

 

Simone e Tomass, arquiteta e engenheiro, casal em reconstrução, terminam uma ponte nas margens da Europa, entre Oriente e Ocidente. O ambiente de fronteira, entre uma nova prosperidade e os velhos hábitos despóticos, é o palco de uma interrogação sobre o feminino e o masculino, a sexualidade e o género cujo protagonista é um verdadeiro triângulo amoroso onde cada vértice ama os outros, e Camille, a filha do autocrata, é objeto do desejo de Tomass e Simone.

 

A inércia da ponte sobre um horizonte onde presente e futuro se confundem com a violência do passado precipita o confronto entre indivíduo e coletivo e expõe as novas máscaras do populismo autoritário.

 

Um romance desconcertante e original que reforça a universalidade da experiência humana.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

DIVULGAÇÃO | QUARENTENA - UMA HISTÓRIA DE AMOR, de JOSÉ GARDEAZABAL

Quarentena, uma história de amor é o novo romance de José Gardeazabal, que tem sido assinalado como uma nova e importante voz na literatura contemporânea.

O novo livro do autor, que a Companhia das Letras lança a 23 de Março, concentra-se num casal decidido a separar-se mas que, por força da chegada de uma pandemia, se vê obrigado a conviver nos 40 dias que durará a quarentena obrigatória.

 

Este é o terceiro romance de José Gardeazabal, depois de Meio Homem, Metade Baleia, finalista do Prémio Oceanos 2019, e de A Melhor Máquina Viva, um dos livros do ano 2020 para o Expresso e Público («vem confirmá-lo como uma das grandes vozes da literatura portuguesa»).


SINOPSE

 

Um casal, decidido a separar-se e de malas feitas, é obrigado pelas autoridades de saúde a uma quarentena. O seu apartamento transforma-se numa arena de proximidade física e distâncias calculadas, onde os restos da vida amorosa e o trautear televisivo de uma pandemia mudam o mundo por dentro e por fora. Ali, sob o regime forçado de uma intimidade perdida, percebemos como, entre antigos amantes, vizinhos e desconhecidos, a saudade das multidões e dos sentimentos sempre estiveram à altura de nos resgatar do peso do presente.   

Um olhar provocador sobre uma experiência coletiva. Uma introspeção inesperada, à porta fechada, sobre o que é o amor, onde começa, acaba e recomeça.  Uma história de amor em 40 dias.


Sobre o autor: 


José Gardeazabal nasceu em Lisboa, onde vive atualmente. Viveu, trabalhou e estudou em Luanda, Aveiro, Boston e Los Angeles. Recipiente do Prémio INCM/Vasco Graça Moura, pelo seu livro de poesia história do século vinte, em 2016, publica nesse mesmo ano Dicionário de ideias feitas em literatura. No ano seguinte, lança-se na dramaturgia com a publicação de Trilogia do olhar. Em 2018, a Companhia das letras lança o seu primeiro romance, Meio homem metade baleia, e dois anos depois é publicado A Melhor Máquina Viva. Quarentena, uma história de amor é o seu terceiro romance.