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terça-feira, 22 de março de 2016

[Actualidade - Nacional] ANTRAM desconvoca marcha lenta



A Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias desconvoca marcha lenta para 4ª feira


Ao inicio da tarde desta segunda-feira a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) em comunicado informou de que a marcha lenta convocada para 4ª feira ficou sem efeito.

O motivo da desconvocação prende-se pelo fato do Governo receber no próximo dia 30 de março a ANTRAM onde irá discutir o aumento do imposto sobre combustíveis.

Neste encontro estará o ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, mas também os ministros das Finanças, Economia e do Ambiente com os respetivos secretários de Estado.

Em nota a ANTRAM informa que “a desconvocação da marcha lenta deve-se à vontade do Executivo de dialogar com a ANTRAM no sentido de encontrar as melhores soluções para este setor”.Diário do Distrito

segunda-feira, 21 de março de 2016

[Actualidade - Economia]15 MIL CAMIÕES PODEM PARAR O PAÍS ESTA 4ª FEIRA



São mais de 2.000 empresas de transportes de mercadorias, com cerca de 15 mil camiões, que podem fazer o país parar esta 4ª feira com uma marcha lenta contra o aumento do imposto sobre os combustíveis


Os transportadores rodoviários de mercadorias prometem endurecer o tom do protesto, com uma marcha lenta já programada para a próxima 4ª feira que irá ser realizada em todo o território nacional. Prometem colocar mais de 15 mil camiões de transporte de mercadorias das empresas associadas da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) a rolar de forma lentas nas estradas do país.

As causas do protesto é o aumento do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP) em seis cêntimos por litro de gasóleo e de gasolina, que entrou em vigor no passado mês de fevereiro. As empresas de transporte de mercadorias salientam que com o aumento que houve nos combustíveis o mesmo “compromete a competitividade do setor e, consequentemente, a sobrevivência das empresas e a manutenção dos postos de trabalho”.

Depois de falhadas as tentativas de negociação com o Governo para a devolução do agravamento às empresas através do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, para minimizar o impacto do aumento do ISP, a ANTAM terá nova reunião agendada com o ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, para o próximo dia 30 de março.

A ANTRAM em comunicado enviado às redações dos jornais, antecipa que a justificação do Governo para a medida se mantenha – compensar a queda do preço do petróleo nas contas públicas: “Acontece que esta baixa se reflete em todos os países e, se em Portugal a carga fiscal for superior, as empresas portuguesas deste setor necessitam de um custo de produção superior aos demais concorrentes europeus”.

O Governo nos encontros que promoveu propôs uma majoração do custo com o combustível em 20% em sede de IRC, o que a associação rejeitou por considerar que “não permite atingir o valor que as empresas terão que suportar com o aumento do ISP”.

As associações querem que o preço dos combustíveis, que representar 35% dos custos das empresas do setor, seja equiparado ao praticado em Espanha.

Artigo publicado em parceria com Diário do Distrito

segunda-feira, 14 de março de 2016

[ Actualidade - Economia] PSA Antuérpia recebe queixa de estivadores de Sines



A queixa foi encaminhada pelo Sindicato dos Estivadores para a PSA Antuérpia. A queixa apresentada pelo sindicado é contra a PSA/Laborsines


Foi apresentada uma queixa do Sindicato dos Esivadores à PSA Antuérpia contra a PSA/LAborsines, empresa que gere o terminal de contentores do porto de Sines, a queixa refere-se à violação da legislação e falhas de segurança que têm sido encontradas.

A denúncia, assinada pelos coordenadores europeus e mundial do International Workers Council (IDC), respetivamente, Anthony Tetard e Jordi Aragunde Miguens, com a presença do presidente do Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal (SETC).

António Mariano, refere que “as violações são numerosas” e pedem à PSA-Antuérpia que faça as devidas “investigações necessárias” a fim de apurar as responsabilidades.

Em causa estão questões relacionadas com a segurança dos trabalhadores, que estarão associadas a dois acidentes mortais, limitação da liberdade de associação, assédio e ameaças de chefias superiores sobre trabalhadores.

A multinacional de Singapura PSA International é um dos principais operadores mundiais de portos e desenvolve a operação em Portugal através da PSA-Sines, concessionária do terminal de contentores de Sines.

Artigo publicado em parceria com Diário do Distrito