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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

CINEMA | "The Post" junta Meryl Streep, Tom Hanks e Steven Spielberg no mesmo projecto | NOS AUDIOVISUAIS



   Steven Spielberg dirige uma das duplas de actores mais conceituadas e premiadas do cinema americano, Meryl Streep e Tom Hanks, no drama emocionante sobre a improvável  parceria  entre Katharine  Graham  (Streep)  do  Washington  Post,  a primeira mulher na liderança de um dos principais jornais norte-americanos e Ben Bradlee (Hanks), o editor do jornal, na corrida com o New York Times para expor um dos mais encobrimentos de segredos governamentais que durou três décadas e  passou  por  quatro  presidentes  americanos.  

   Num  filme  empolgante,  os  dois protagonistas têm de ultrapassar as suas diferenças enquanto arriscam as carreiras e a própria liberdade para desenterrar verdades há muito escondidas do público. Este filme assinala a primeira vez que Meryl Streep, Tom Hanks e Steven Spielberg trabalham  juntos  num  projecto. 

 Além  de  realizar  The  Post,  Spielberg  é  um  dos produtores juntamente com Amy Pascal (Homem Aranha, Regresso a casa) e Kristie Macosko Krieger (Apanha-me se Puderes). O argumento foi escrito por Liz Hannah (Guidance) e Josh Singer (O Caso Spotlight) e conta com um verdadeiro elenco de luxo, entre os quais Alison Brie (Community), Carrie Coon (Em Parte Incerta), David Cross (O Despertar da Mente), Bruce Greenwood (Star Trek), Tracy Letts (A Queda de  Wall  Street),  Bob  Odenkirk  (Breaking  Bad),  Sarah  Paulson  (American  Horror Story),  Jesse  Plemons  (Black  Mass –Jogo  Sujo),  Matthew  Rhys  (The  Americans), Michael   Stuhlbarg   (Um   Homem   Sério),   Bradley   Whitford   (Os   Homens   do Presidente) e Zach Woods (Caça Fantasmas 2016).


NOS CINEMAS A 25 DE JANEIRO DE 2018


Veja o trailler oficial do filme:


Fonte: fotos, texto e Trailler NOS AUDIOVISUAIS



segunda-feira, 17 de abril de 2017

CINEMANIA | "O Jardim da Esperança", chega aos cinemas dia 20 de Abril


Texto: Isabel de Almeida | Nova Gazeta

Foto: Direitos Reservados NOS Audiovisuais


Se é fã de histórias reais com cenário na Segunda Guerra Mundial, aqui fica uma sugestão cinematográfica que não irá perder. O Jardim da Esperança chega às salas de cinema nacionais no próximo dia 20 de Abril, e promete emocioná-lo.

O Jardim da Esperança narra a história verídica de uma mãe e esposa que, durante a Segunda Guerra Mundial, tornou-se  uma heroína para centenas de pessoas.

Na Polónia de 1939, Antonia Zabinska (Jessica Chastain) e o seu marido, Dr. Jan Zabinski (Johan Heldenbergh), gerem o Jardim Zoológico de Varsóvia. 

Quando a Polónia é Invadida pelas tropas de Hiler, Jan e Antonia são forçados a obedecer às ordens de um novo zoologista escolhido  pelo  III Reich, Lutz Heck (Daniel Brühl). Todavia,  o corajoso casal está decidoso a lutar contra o regime, Antonia e Jan começam a colaborar secretamente com a Resistência e põem em acção uma série de planos para resgatarem pessoas do recentemente criado Gueto de Varsóvia,  correndo o risco de perderem as suas próprias vidas e tudo aquilo que construíram juntos. Uma história de coragem, abnegação e sacrifício em tempos de guerra.

Veja o Trailer:


terça-feira, 8 de março de 2016

[ Cinemania] Londres tomada de assalto nos cinemas

Estreou esta semana em território nacional mais um um filme sobre invasões e ataques. Depois do antecessor "Assalto à Casa Branca" que não vi, chega-nos agora este "Assalto a Londres"




Pelo que pude entender esta sequela traz as duas personagens principais do filme anterior: Mike Banning (Gerard Butler) e o Presidente dos Estados Unidos, Benjamin Asher (Aaron Eckhart). 

Durante uma viagem a Londres, para marcar presença do funeral do primeiro-ministro britânico em conjunto com outros líderes mundiais, um grupo de terroristas  consegue tomar controlo do funeral, sendo o principal alvo de tal plano o presidente dos Estados Unidos que terá como aliado nesta frenética corrida o seu aliado, Banning.

Apesar de ter bastantes clichés, numa altura em que o mundo atravessa uma instabilidade política, não podemos dizer que "Assalto a Londres" não seja algo com um pouco de criatividade e originalidade, pelo menos na premissa, já na execução é outra história. 

O filme segue um ritmo alucinante, recheado de cenas de acção, muitos tiros e explosões, com boas cenas de acção mas que podem tornar-se exageradas pela previsibilidade com que Banning consegue enfrentar tudo e todos. 

Depois a certa parte do filme começam as mensagens americanizadas que os Estados Unidos tanto gostam de transmitir especialmente em filmes como este, relacionados com o terrorismo. Aqui até abatem-se helicópteros em prol da nação americana e do seu presidente. Os efeitos especiais são fracos na minha opinião pois notam-se perfeitamente que são computorizados.

O elenco secundário acaba por desiludir bastante, Morgan Freeman talvez precisasse de mais protagonismo e Melissa Leo de mais falas, visto que a sua participação no filme é quase nula, sem grande relevância. 

"Assalto a Londres" consegue ter uma ideia para uma boa intriga mas acaba por falhar na execução. 

http://www.cronicasdeumaleitora.blogspot.pt

Artigo Publicado em parceria com Diário do Distrito

quinta-feira, 3 de março de 2016

[Cinemania] “Meu Rei” na corrida aos César da Academia Francesa

Nomeado para 8 galardões César, os "Óscares" da Academia Francesa, chega às salas portuguesas no próximo dia 3 de Março a película "Meu Rei/Mon Roi"


O filme de Maïwenn, com Emmanuelle Bercot e Vincent Cassel como protagonistas, aborda os altos e baixos e as dificuldades de uma relação que começa a não dar certo. O filme começa com o (re)encontro de Tony (Emmanuelle Bercot) e Giorgio (Vincent Cassel) e logo pelos primeiros minutos do filme, entendemos logo o título do mesmo. Giorgio é o Rei da noite, o Rei do grupo dos amigos, vivendo a vida como um Rei. A forte atracção sexual entre o par é logo evidente, embora percebamos que de peronalidades, o casal não poderia ser mais diferente. Apesar de na fase de namoro ser evidente as divergências entre o casal, o relacionamento acaba por chegar ao casamento que atinge um desequilibrio total.

A narrativa do filme vai intercalando entre duas linhas de história sendo que, na verdade, a relação de Tony e Giorgio pertence ao passado. O filme abre com Tony abre o a sofrer um grave acidente e a ser internada num centro de reabilitação física. Quase todo o filme acaba por ser vários flashbacks de recordações e momentos de Tony com Giorgio.

É através deste regresso ao passado que vamos tendo acesso à relação tóxica de Giorgio e Tony, desde os ciúmes de Tony, à indiferença de Giorgio e ao seu narcisismo, passando pela manipulação psicológica que este exerce sobre a mulher, estejam juntos ou separados, debilitando psicologicamente Tony. O casal acaba por tornar-se na sua própria contradição, não sendo felizes em união ou em separação.

O final acaba por ser um pouco ambíguo e deixa em aberto e à interpretação de quem o vê. Depois de tanto drama, tanta discussão, tanta manipulação e desespero fica a ideia que um casal que tenta constantemente humilhar o conjugue não merece ficar junto. Contudo, os mais românticos como eu poderão afirmar que o amor é incondicional e que nenhuma relação é perfeita e há que continuar a lutar pela sintonia de outros tempos.

Não sendo grande conhecedora de cinema francês resta dizer-me que em pouco mais de duas horas, "Meu Rei" conseguiu com honestidade retratar um tema actual que poderá enventualmente questionar e ser incómodo para muitos homens e mulheres, caberá a cada um interpretar a mensagem do filme de acordo com a sua experiência.

Artigo publicado em parceria com Diário do Distrito


terça-feira, 1 de março de 2016

[Cinemania] As estatuetas douradas



Muitas foram as expectativas relativamente à entrega dos óscares este ano

No entanto não calhou a todos e só os melhores foram premiados.

Mad Max levou quase tudo para casa e o Caso Spotlight levou o prémio de melhor filme do ano.

Leonardo Dicaprio depois de cinco nomeações levou o óscar para casa, juntamente com Brie Larson o de melhor actriz.

Fica aqui a lista completa dos nomeados e respectivos prémios.

Melhor Filme: O Caso Spotlight

Melhor Ator: Leonardo DiCaprio, O Renascido

Melhor Atriz: Brie Larson, Room

Melhor Realizador: Alejandro González Iñárritu, O Renascido

Melhor Canção Original: “Writing’s On The Wall”, 007 Spectre

Melhor Banda Sonora: Os Oito Odiados

Melhor Filme Estrangeiro: Son of Saul

Melhor Curta-Metragem: Stutterer, de Benjamin Cleary e Serena Armitage

Melhor Documentário: Amy

Melhor Documentário de Curta-Metragem: A Girl in the River: The Price of Forgiveness

Melhor Ator Secundário: Mark Rylance, Ponte de Espiões

Melhor Filme de Animação: Divertida-Mente

Melhor Curta-Metragem de Animação: Bear Story

Melhores Efeitos Visuais: Ex Machina

Melhor Mistura de Som: Mad Max: A Fúria da Estrada

Melhor Edição de Som: Mad Max: A Fúria da Estrada

Melhor Edição: Mad Max: A Fúria da Estrada

Melhor Fotografia: O Renascido

Melhor Cenografia: Mad Max: A Fúria da Estrada

Melhor Guarda-Roupa: Mad Max: A Fúria da Estrada

Melhor Caracterização: Mad Max: A Fúria da Estrada

Melhor Atriz Secundária: Alicia Vikander, A Rapariga Dinamarquesa

Melhor Argumento Original: O Caso Sporlight

Melhor Argumento Adaptado: A Queda de Wall Street

E foi assim que foram distribuidas as estatuetas douradas. Para ano há mais!


Parabéns a todos!

Artigo publicado em parceria com Diário do Distrito