sexta-feira, 6 de março de 2026

AS CRIANÇAS NÃO SE CONSTIPAM POR ANDAREM DESCALÇAS, de MÓNICA CRÓ BRAZ | PLANETA

 

Certamente já ouviu algumas destas frases durante a sua viagem pela maternidade. Ao longo de gerações, muitas ideias sobre mães, bebés e crianças foram passando de boca em boca - algumas inofensivas, outras capazes de gerar ansiedade e, em certos casos, até colocar a saúde da mãe e do bebé em risco. Entre tradições, conselhos bem-intencionados e crenças populares, é fácil perder-se na informação que é realmente verdadeira.

Neste livro, a pediatra Mónica Cró Braz, com a experiência de quem acompanha famílias todos os dias há mais de 18 anos, e baseada em informação científica, reúne os mitos mais frequentes que encontra na sua prática clínica e desmonta-os com base na evidência. Passando pelas dúvidas sobre banho, desenvolvimento, sono, alimentação, vacinas e segurança, a autora explica, de forma simples e objetiva, o que a ciência sabe hoje - e por que razão muitas destas ideias persistem, apesar de já terem sido refutadas.

Num tempo em que a informação circula depressa, mas nem sempre de forma correta, este livro oferece um guia seguro, imparcial e atualizado para pais, mães e cuidadores que desejam fazer escolhas e certas informadas.

Um livro essencial para quem quer cuidar com confiança e amor.

quinta-feira, 5 de março de 2026

EGO E SUPRACONSCIÊNCIA - EM BUSCA DO SENTIDO DA VIDA, de DR. MANUEL SANS SEGARRA | PLANETA PORTUGAL


Para o médico Manuel Sans Segarra, o ego (ou o nosso falso «eu») é aquilo que nos leva a agir dominados pela inveja, pelo rancor e pela competitividade. Se conseguirmos compreender que morrer não é mais do que um simples processo no qual nos desprendemos de tudo o que é material, incluindo o nosso corpo, e agirmos com o poder da Supraconsciência (o nosso verdadeiro «eu»), seremos capazes de afastar grande parte da maldade que assola o mundo. Mais do que isso, seremos capazes de pôr fim à nossa angústia existencial.

Este é o ponto de partida de Ego e Supraconsciência - Em busca do sentido da vida, o tão aguardado regresso do Dr. Manuel Sans Segarra depois do êxito mundial de A Supraconsciência Existe - Vida depois da vida.

Com uma linguagem tão simples quanto profunda, esta é uma obra de aplicação prática sobre a importância de perder o medo da morte, aprender a identificar as armadilhas do ego e, por fim, um convite à prática da meditação, para que a nossa verdadeira essência possa emergir.

quarta-feira, 4 de março de 2026

LANÇAMENTO | PLANETA


 

AUTORES NACIONAIS | MANUEL ALEGRE

Manuel Alegre de Melo Duarte nasceu a 12 de Maio de 1936, em Águeda.
Estudou em Lisboa, no Porto e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi campeão de natação e actor do Teatro Universitário de Coimbra (TEUC).
Em 1961 é mobilizado para Angola.
Preso pela PIDE, passa seis meses na Fortaleza de S. Paulo, em Luanda, onde escreve grande parte dos poemas do seu primeiro livro, Praça da Canção.
Em Outubro de 1964 é eleito membro do comité nacional da Frente Patriótica de Libertação Nacional e passa a trabalhar em Argel, na emissora Voz da Liberdade. Regressa a Portugal após o 25 de Abril de 1974.
Dirigente histórico do Partido Socialista desde 1974, foi vice-presidente da Assembleia da República, de 1995 a 2009, e membro do Conselho de Estado.
A sua vasta obra literária, que inclui o romance, o conto, o ensaio, mas sobretudo a poesia, tem sido amplamente difundida e aclamada.
Foram-lhe atribuídos os mais distintos prémios literários: Grande Prémio de Poesia da APE-CTT, Prémio da Crítica Literária da AICL, Prémio Fernando Namora e Prémio Pessoa, em 1999.
Ao seu livro de poemas Doze Naus foi concedido o Prémio D. Dinis.
Em 2014, recebeu o Prémio Amália da Fundação Amália Rodrigues e, em 2016, o Prémio Vida Literária da APE e o Prémio de Consagração de Carreira da SPA.
No mesmo ano, o Grande Prémio de Literatura dst foi dado ao livro de poemas Bairro Ocidental.
Foi distinguido, em 2017, com o Prémio Camões e, em 2019, com o Prémio Vida e Obra da SPA.
Em 2021, Quando recebeu o Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa e, em 2025, o Grande Prémio de Literatura Biográfica Miguel Torga APE/CM de Coimbra foi para Memórias Minhas.
 

terça-feira, 3 de março de 2026

CHUPIM, de ITAMAR VIEIRA JUNIOR & MANUELA NAVAS | DOM QUIXOTE

Primeiro livro para a infância de Itamar Vieira Junior, em coautoria com a artista plástica Manuela Navas, Chupim presenteia o leitor com uma prosa marcada pelo lirismo e pela crítica social.
Entre realidade e sonho, o autor de Torto Arado sobrevoa a vida do trabalho no campo, contrapondo as perspetivas infantil e adulta sobre esse universo.
 

segunda-feira, 2 de março de 2026

FUROR BOTÂNICO, de LAURA AGUSTÍ | DOM QUIXOTE

Cansada da vida stressante da cidade, Laura decide mudar-se com o seu companheiro de Barcelona para uma casa em Nevà, uma pequena aldeia junto aos Pirenéus Aragoneses. A ideia é passar lá três meses, à experiência, antes de se atrever a dar o grande salto e talvez mudar-se definitivamente.

Não demorará a reencontrar-se com um ecossistema muito familiar e que quase esquecera: o da sua infância na terra fria de Teruel, rodeada da linguagem das flores, das árvores e das plantas, bem como de toda uma estirpe de mulheres comprometidas com o amor e o conhecimento da natureza, que despertaram nela o «furor botânico» – essa necessidade de cuidar do mundo natural que tudo sustém e de se rodear de vida e beleza –, enquanto lhe ensinavam mil truques e cuidados. A sua bisavó Pilar, que curava os desânimos com açafrão-das-índias e hipericão; a avó Carmen, com quem Laura apanhava a azeitona; a mãe, que ainda hoje lhe manda cremes naturais para massagens; e a irmã Marina, que acalma as birras da filha com óleos essenciais.

Entre recordações entrelaçadas com esplêndidas ilustrações, passeios pelos caminhos dos bosques para apanhar cogumelos, projetos para a sua nova casa e conselhos para ajardinar as nossas vidas, Laura Agustí combina neste livro natureza, arte e design, revelando a benevolência exuberante do universo das plantas e contagiando o leitor com o seu furor botânico.
 

domingo, 1 de março de 2026

QUEM DIZ E QUEM CALA, de CHIARA VALERIO | DOM QUIXOTE

Scauri, no mar Tirreno, a menos de duas horas de Nápoles e de Roma, é o destino habitual de mais de cem mil veraneantes; mas no inverno é uma aldeia pacata, nem bonita nem feia, onde vive a jovem advogada Lea Russo que, apesar de tudo, talvez preferisse morar num lugar mais sofisticado.

Mesmo assim, a chegada de Vittoria, uma mulher citadina de meia-idade que veio acompanhada de Mara – uma rapariga que não se sabe se é sua filha adotiva, protegida ou amante –, acabou por animar as hostes daquele lugar, sobretudo porque Vittoria é muitíssimo interessante e comunicativa (embora nunca deixe saber mais de si própria do que realmente quer) e por ali prometeu ficar, dado que comprou casa em Scauri. Como seria de esperar, Lea e Vittoria tornam-se, com o tempo, grandes amigas.

Depois de um fim de semana fora, em casa de amigos, a notícia que Lea e o marido recebem no regresso é terrível: Vittoria foi vítima de um estúpido acidente na banheira e morreu.
Lea fica incrédula e, quando fala com Mara sobre o assunto, não se convence do que esta lhe conta; e menos convencida fica de que se tratou de um mero acidente quando aparece na aldeia para tratar de testamentos e heranças o distinto marido de Vittoria…