Este ensaio defende que a perda de biodiversidade é ainda mais alarmante do que as alterações climáticas. Relembra e relaciona alguns conceitos sobre o metabolismo energético e as mudanças no clima, a escassez de reservas e o excesso populacional. É uma chamada de atenção sobre a urgência em olhar a biodiversidade como medida de travagem dos riscos planetários que o Homem induziu ao longo da sua evolução.
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