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terça-feira, 19 de março de 2024

DIVULGAÇÃO | OS FANTASMAS DA MANSÃO SIMMONS-PIERCE, de SHAWN M. WARNER | EDITORIAL PRESENÇA

Uma perda inimaginável. Uma miúda que não vai desistir até descobrir a verdade. e uma mansão… assombrada?

A vida de Leigh desfez-se em mil pedaços. Os pais morreram e ela perdeu o chão. Agora, para piorar tudo, vai viver com familiares distantes, muito ricos, de quem nunca ouviu falar. Enquanto tenta lidar com a dor da perda e ajustar-se à sua nova realidade, a polícia informa-a de que a investigação sobre a morte dos pais está, basicamente, num beco sem saída. E é nesse momento que Leigh sente que, se quer algum dia reencontrar a paz, tem de ser ela a investigar o caso.

No meio deste turbilhão de emoções e surpresas, Leigh está disposta a tudo para descobrir a verdade, mas há um pormenor que altera tudo: naquela casa, onde agora vive, há um fantasma com dupla personalidade…
 

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

DIVULGAÇÃO | PORTUGAL - SAÍDO DAS SOMBRAS, de NEILL LOCHERY | EDITORIAL PRESENÇA


Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas.

Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI.

Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

DIVULGAÇÃO | O DIA DA CORUJA, de LEONARDO SCIASCIA | EDITORIAL PRESENÇA

 

Onde o medo domina, todos se calam. o mais importante romance de um dos maiores autores italianos do século XX.

Sicília, década de 1960. Numa pequena cidade, o capitão Bellodi, reto e honesto, republicano e antifascista, investiga uma série de crimes, em especial o assassínio de um homem dentro de um autocarro. As pistas são parcas, mas parecem todas apontar para uma única direção: a máfia.

Entre o silêncio dos que assistiram àquela morte, mas parecem nada ter visto, e a rede de ligações entre a cosa nostra e algumas das figuras mais poderosas da região, Bellodi, obstinado e temerário, insiste em tentar passar para o outro lado da enorme e densa cortina de fumo que envolve o crime. Porém, parece que nenhuma das suas estratégias consegue provar quem são os verdadeiros culpados.

Naquele que se tornou o romance mais lido do autor, Leonardo Sciascia parte de um caso real para nos dar um quadro vivo da máfia - e dos anos pós-fascismo em Itália -, mostrando-nos as suas verdadeiras consequências morais, afetivas e estruturais. O Dia da Coruja é hoje um clássico em que a ironia e a elegância da escrita não escondem a permanente busca do autor pela dignidade e liberdade humanas.

CRÍTICAS DE IMPRENSA
«A melhor e mais inteligente história detetivesca que já lemos. O romance ideal para conhecer este autor clássico italiano.»
The Daily Telegraph

«Tão fluida quanto bela, a escrita deste livro parece ter sido pensada para se tornar um antídoto para o pacto de silêncio então instalado no país - um antídoto para o próprio autor e para as suas personagens. Não é apenas uma história sobre crime: é sobre verdade, solidão e pertença.»
The Observer

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

DIVULGAÇÃO | CEVDET BEI, de ORHAN PAMUK | EDITORIAL PRESENÇA

Istambul, 1905. Cevdet Bei, um comerciante muçulmano rico, instala-se com a mulher no bairro ocidental de Nisantasi. O Império Otomano já soçobrava antes da Primeira Guerra Mundial e as elites contestavam o poder despótico do sultão Abdülhamid II. Duas gerações depois, o pintor Ahmet decide retratar o avô e, neste intervalo, observamos a evolução de toda a sociedade turca. Este romance de estreia de Orhan Pamuk, Prémio Nobel da Literatura, segue as três gerações da família de Cevdet Bei, e com elas a fundação da Turquia moderna.
 

domingo, 4 de fevereiro de 2024

DIVULGAÇÃO | OS ESQUILOS QUE NÃO SABIAM PARTILHAR, de RACHEL BRIGHT | EDITORIAL PRESENÇA


Os gananciosos esquilos Daniel e João estão ambos de olho num prémio muito especial: os últimos pinhões da estação. Oh, não! Começou a corrida!


Uma história hilariante sobre a amizade e a partilha, dos criadores do sucesso O Leão Que Temos cá Dentro.

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

DIVULGAÇÃO | O HOMICÍDIO PERFEITO, de HOLLY JACKSON | EDITORIAL PRESENÇA

 

Uma investigação que se transforma numa obsessão.
Um final que ninguém pode prever.

Todos em Fairview conhecem a história. Andie Bell, a lindíssima e popular finalista de liceu, foi assassinada pelo namorado, Sal Singh, que depois se suicidou. Ninguém falava noutra coisa. Passados cinco anos, Pip percebe que a tragédia ainda assombra a cidade.

A verdade é que Pip não consegue tirar da cabeça a impressão de que aquela história não está bem contada. Era amiga de Sal desde pequenina, e ele sempre foi muito amável. Como pode ter matado Andie?

Agora que também está a terminar o liceu, Pip decide investigar o caso: será o seu trabalho de final de ano. Primeiro, ela só quer pôr em causa o resultado da investigação policial, mas depois… Depois, Pip começa a descobrir um rasto de segredos perigosos, que podem provar realmente a inocência de Sal, e a linha que divide o passado e o presente torna-se cada vez mais ténue e frágil.

Há alguém em Fairview que não quer que Pip desenterre a história e procure respostas.
Agora, é a vida de Pip que está em risco.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

DIVULGAÇÃO | OS ESQUECIDOS DE DOMINGO, de VALÉRIE PERRIN | EDITORIAL PRESENÇA

 

Aos 22 anos, Justine vive com os avós e o primo, Jules, desde que os pais de ambos morreram num acidente. Os dias de Justine parecem suceder-se sem que nada se altere: trabalha nas Hortênsias, um lar de idosos na pequena aldeia onde habita, e adora conversar com os residentes. Entre eles, está Hélène, uma centenária cujo sonho sempre foi aprender a ler.

Justine e Hélène criam um profundo laço de amizade, alimentado pelas horas que passam a escutar-se e a partilhar memórias e sentimentos. E eis que, enquanto as conversas se multiplicam, três coisas acontecem: Justine começa a interrogar-se sobre a morte dos pais, compra um caderno no qual começa a escrever regularmente, e, no lar, surgem estranhos telefonemas que vão provocar uma pequena revolução nas Hortênsias… De que forma se entrelaçam as histórias? Como podem as antigas e novas memórias fazer Justine mudar o rumo da sua vida?

Como já nos habituou, Valérie Perrin deslumbra-nos com a sua enorme sensibilidade ao tratar os temas mais delicados das nossas vidas num romance em que a melancolia e a graça andam de mãos dadas e nada é deixado ao acaso do destino.

terça-feira, 2 de janeiro de 2024

DIVULGAÇÃO | OS ESQUECIDOS DE DOMINGO, de VALÉRIE PERRIN | EDITORIAL PRESENÇA


Aos 22 anos, Justine vive com os avós e o primo, Jules, desde que os pais de ambos morreram num acidente. Os dias de Justine parecem suceder-se sem que nada se altere: trabalha nas Hortênsias, um lar de idosos na pequena aldeia onde habita, e adora conversar com os residentes. Entre eles, está Hélène, uma centenária cujo sonho sempre foi aprender a ler.

Justine e Hélène criam um profundo laço de amizade, alimentado pelas horas que passam a escutar-se e a partilhar memórias e sentimentos. E eis que, enquanto as conversas se multiplicam, três coisas acontecem: Justine começa a interrogar-se sobre a morte dos pais, compra um caderno no qual começa a escrever regularmente, e, no lar, surgem estranhos telefonemas que vão provocar uma pequena revolução nas Hortênsias… De que forma se entrelaçam as histórias? Como podem as antigas e novas memórias fazer Justine mudar o rumo da sua vida?

Como já nos habituou, Valérie Perrin deslumbra-nos com a sua enorme sensibilidade ao tratar os temas mais delicados das nossas vidas num romance em que a melancolia e a graça andam de mãos dadas e nada é deixado ao acaso do destino.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

DIVULGAÇÃO | ANTES QUE O CAFÉ ARREFEÇA, de TOSHIKAZU KAWAGUCHI | EDITORIAL PRESENÇA

 

Finalista Prémio Livro do Ano Bertrand 2021 - Ficção de autores estrangeiros

O que faria se pudesse voltar atrás no tempo?
Um romance tocante e inspirador.

Um rumor circula por Tóquio. Escondido num pequeno beco da cidade, dentro de uma cave, há um café com mais de cem anos. Com uma chávena bem quente, se nos sentarmos no lugar certo, oferecem-nos algo mais: a hipótese de voltar ao passado. Em Antes Que o Café Arrefeça, acompanhamos as viagens de quatro mulheres que procuram regressar a momentos determinantes das suas vidas para os mudar: falar com o namorado que partiu, ler a carta do marido com Alzheimer, ver a irmã pela última vez e conhecer a filha que nunca viu. Mas as viagens no tempo têm condições e riscos… e nada do que façam vai alterar o presente.

Uma mesa, um café e uma decisão.
Uma história sobre o amor, o tempo perdido e as oportunidades que o futuro nos reserva.

domingo, 12 de novembro de 2023

DIVULGAÇÃO | A ARMADURA DE LUZ, de KEN FOLLETT | EDITORIAL PRESENÇA

 

Ken Follett, um dos autores mais lidos em todo o mundo, regressa a Kingsbridge com a história épica de uma revolução e uma galeria de personagens inesquecíveis.

A Revolução está no ar. O ano é 1792. Um governo tirânico está determinado a fazer de Inglaterra um poderoso império comercial. Em França, Napoleão Bonaparte ascende ao poder, e, com a discórdia ao rubro, os vizinhos dos Franceses estão em alerta máximo.

Kingsbridge está no limite. Uma revolução industrial sem precedentes condena os trabalhadores das fábricas à miséria. A modernização desenfreada, feita com novas e perigosas máquinas, está a tornar muitos empregos obsoletos e a destruir famílias.

A tirania ameaça o futuro. À medida que um conflito internacional se aproxima, um pequeno grupo de habitantes de Kingsbridge - de que fazem parte a ­fiandeira Sal Clitheroe, o tecelão David Shoveller e Kit, o inventivo e obstinado fi­lho de Sal - de­finirá a luta de uma geração, enquanto combatem pela liberdade.

De regresso ao universo de Os Pilares da TerraA Armadura de Luz é o mais ambicioso livro de Ken Follett, autor com mais de 178 milhões de exemplares vendidos, que, com ele, completa um ciclo de mil anos de História e de histórias.

domingo, 20 de agosto de 2023

DIVULGAÇÃO | A MULHER DO DITADOR, de FREYA BERRY | EDITORIAL PRESENÇA

 

Quando a bela e enigmática mulher de um dos mais temidos ditadores do mundo é julgada pelos crimes contra a humanidade cometidos pelo seu falecido marido, todos estão convencidos de que a culpa é dela. Mas será mesmo assim?

Laura, uma advogada de Londres, regressa à terra natal dos pais para o caso mais importante da sua vida. A cliente? Marija Popa, a viúva do ditador assassinado, o homem que aterrorizou e dividiu um povo inteiro, num país de Leste, obrigando as pessoas a viver na pobreza, enquanto ele e a sua família ficavam cada vez mais ricos.

Para Laura, este caso é a oportunidade ideal de tentar compreender a sua infância difícil e a relação ainda pior com a mãe, uma pessoa que se recusa a falar da vida que teve durante o regime daquele homem. Mas Marija Popa intriga Laura: enigmática, a viúva do ditador jura inocência e afirma nada saber sobre os esquemas maquiavélicos do marido.

À medida que Laura mergulha cada vez mais profundamente no passado e nas memórias, percebe que tem de se aproximar de Marija, porque não poderá descobrir a verdade sem ela. Mas quão inocente, culpada ou perigosa pode ser a mulher do ditador?

sábado, 22 de julho de 2023

DIVULGAÇÃO | QUANDO VIRES UM GATO BRANCO, de SAKI MURAYAMA | EDITORIAL PRESENÇA

 

Imagine que tem um desejo que gostava muito de ver realizado. Há uma forma de o conseguir, mas só quando vir um gato branco…

Na mais conhecida grande loja do Japão, esconde-se um segredo que tem passado ao longo de várias gerações: por entre prateleiras e maravilhosos produtos, passeia-se um gato branco, capaz de realizar desejos. Quem o consegue descobrir pode, finalmente, ver o seu maior desejo concedido. Mas encontrá-lo não é fácil: o gato branco esconde-se dos mil sonhos guardados no coração das pessoas…

No grande elevador dourado, Isana, a responsável por fazer os clientes subir e descer aos mágicos pisos da loja, sonha voltar a ver o pai, que a deixou ainda em criança. na sapataria, encontramos Sakiko, que gostaria de reencontrar a sua melhor amiga, com quem não fala há anos. Na secção de produtos de luxo, vemos Kengo, que deseja saber quem é a mãe, que o abandonou à nascença. E no arquivo conhecemos Ichika, que quer recuperar um amor perdido. Todos acalentam a esperança de ver o gato branco. Todos têm memórias agridoces do passado ou um futuro cheio de incertezas, mas será que precisamos que tudo seja como sonhámos para sermos felizes? Quanta felicidade está, afinal, guardada na palavra surpresa?

quinta-feira, 6 de julho de 2023

DIVULGAÇÃO | O OLHAR MAIS AZUL, de TONI MORRISON | EDITORIAL PRESENÇA

O romance de estreia de Toni Morrison, agora publicado pela primeira vez em Portugal, leva-nos até ao Ohio da década de 1940, mas é, ampla e surpreendentemente, mais atual do que nunca.

Pequena, pobre, desprezada e negra - aliás, a que tem a pele mais escura de toda a escola -, assim é Pecola. Todas as noites, Pecola reza para ter apenas uma coisa: olhos azuis, como as raparigas brancas privilegiadas, como as bonecas de brincar, como as atrizes dos filmes.

O sonho de Pecola, que cresce no Ohio dos anos 1940, não encontra espaço para se realizar, e o olhar que o mundo tem sobre ela e que Pecola tem sobre o mundo está longe de poder mudar. Porém, o desejo da primeira protagonista de Toni Morrison é o corolário de algo mais fundo, visceral, maior.

No seu livro de estreia, a vencedora do Prémio Nobel da Literatura parte da história de Pecola para explorar temas como o conceito de beleza imposto, a voz truncada das mulheres, a ascensão social viciada ou a infância demasiado cedo perdida. com a elegância e a subtileza a que nos habituou, Toni Morrison assina um romance em que a voz de uma criança negra ecoa, poderosa e inalterada, no século XXI.
 

terça-feira, 27 de junho de 2023

DIVULGAÇÃO | SOBRE O CÉU, de RICHARD POWERS | EDITORIAL PRESENÇA

Nove estranhos juntam-se quando uma catástrofe natural está prestes a acontecer.

A forma como as suas vidas se vão entrelaçar, quais raízes de árvores que se tocam e unem, é tão inesperada quanto brutal.

Um artista herda cem anos de retratos fotográficos, todos do mesmo castanheiro, a grande e condenada árvore americana. Uma universitária eletrocuta-se, morre e regressa à vida pelas mãos de criaturas de luz. Uma cientista com dificuldades de fala e audição descobre que as árvores comunicam entre si. Um piloto da Força Aérea é abatido em pleno voo, na Guerra do Vietname, e salvo ao cair numa figueira. Estas quatro personagens e outros cinco desconhecidos serão todos, de algum modo, convocados pelas árvores e juntar-se-ão para uma derradeira e violenta batalha para salvar os últimos hectares de floresta virgem no continente americano.

Das raízes à copa e lançando em nós as sementes, este romance magistral constrói-se em anéis concêntricos e junta estranhos, de tempos diversos, no que será o eterno conflito entre a humanidade e a Natureza. Há um mundo para lá do nosso, um mundo enorme, que se move lentamente, se interliga, cheio de engenho e astúcia, quase invisível aos nossos olhos. Esta é a história das nove pessoas que, de súbito, veem esse mundo e lutam por ele, esplendorosa e ferozmente.
 

quarta-feira, 21 de junho de 2023

DIVULGAÇÃO | TRÊS, de VALÉRIE PERRIN | EDITORIAL PRESENÇA

 

O regresso da autora de um dos romances mais lidos em Portugal.

Uma história em que a adolescência, a passagem para a vida adulta e as dores de crescimento nos mostram de que matéria é feito um dos mais profundos sentimentos da vida: a amizade.

Adrien, Étienne e Nina têm dez anos quando se conhecem na escola, em 1986. Rapidamente, tornam-se muito próximos, criam um laço fortíssimo e fazem um pacto: vão partir, juntos, para Paris e jamais se separarão.

Muitos anos mais tarde, em 2017, é encontrado um carro no fundo de um lago, no lugar onde os três amigos cresceram. Virginie, uma jornalista com um passado nebuloso, faz a cobertura do caso. Pouco a pouco, ela vai descobrindo o que aproximou aqueles três amigos. Que pessoas são, hoje, Adrien, Étienne e Nina? Qual é a relação entre este estranho acontecimento e a história de amizade que une os três?

Valérie Perrin regressa com um romance tocante em que, uma vez mais, consegue não só imprimir beleza às pequenas coisas da vida, mas revelá-la perante os nossos olhos.

É um mergulho nas águas tumultuosas - e tantas vezes turvas - da adolescência e, sobretudo, no tempo que passa e nos separa das pessoas que fomos então.

segunda-feira, 5 de junho de 2023

DIVULGAÇÃO | OS MEUS DIAS NA LIVRARIA MORISAKI, de SATOSHI YAGISAWA | EDITORIAL PRESENÇA


Esta é uma história em que a magia dos livros, a paixão pelas coisas simples e belas e a elegância japonesa se unem para nos tocar a alma e o coração.

Estamos em Jimbocho, o bairro das livrarias de Tóquio, um paraíso para leitores. Aqui, o tempo não se mede da mesma maneira e a tranquilidade contrasta com o bulício do metro, ali ao lado, e com os desmesurados prédios modernos que traçam linhas retas no céu.

Mas há quem não conheça este bairro. Takako, uma rapariga de 25 anos, com uma existência um pouco cinzenta, sabe onde fica, mas raramente vem aqui. Porém, é em Jimbocho que fica a livraria Morisaki, que está na família há três gerações: um espaço pequenino, num antigo prédio de madeira. Estamos assim apresentados ao reino de Satoru, o excêntrico tio de Takako. Satoru é o oposto de Takako, que, desde que o rapaz por quem estava apaixonada lhe disse que iria casar com outra pessoa, não sai de casa.

É então que o tio lhe oferece o primeiro andar da Morisaki para morar. Takako, que lê tão pouco, vê-se de repente a viver entre periclitantes pilhas de livros, a ter de falar com clientes que lhe fazem perguntas insólitas.

Entre conversas cada vez mais apaixonadas sobre literatura, um encontro num café com um rapaz tão estranho quanto tímido e inesperadas revelações sobre a história de amor de Satoru, aos poucos, Takako descobre uma forma de falar e de estar com os outros que começa nos livros para chegar ao coração. Uma forma de viver mais pura, autêntica e profundamente íntima, que deixa para trás os medos do confronto e da desilusão.

quinta-feira, 23 de março de 2023

DIVULGAÇÃO | O DIA EM QUE ESCAPÁMOS AOS NAZIS, de IVAN SCIAPECONI | EDITORIAL PRESENÇA

Inédita e comovente, esta é a história de 40 crianças e jovens judeus que fogem da Alemanha nazi e se refugiam em Itália… até ao dia em que têm de tentar escapar outra vez.

É um dia de verão e estamos em 1942. Quarenta crianças e jovens judeus chegam à estação de Nonantola, perto de Modena, em Itália. Fugiram da Alemanha nazi, com a ajuda de Recha Freier, e dirigiam-se à Palestina, mas a guerra troca-lhes as voltas: primeiro vão para a Croácia, depois Eslovénia e finalmente Itália.

Ali chegados, ficam no solar Emma, fora da cidade. o pior parece ter ficado para trás: há aulas, várias atividades, e os mais velhos aprendem ofícios. Entre aquele grupo está Natan, um menino que, ao início, desconfia de tanta generosidade. Dentro dele, estão muito vivas as memórias do pai a desaparecer, do adeus à mãe e ao irmão mais novo. Mas ali não há estrelas amarelas nos casacos, não há guetos, não há o grande medo da noite.

Porém, a 8 de setembro de 1943, as tropas nazis começam a chegar a Nonantola, e o grupo do solar Emma tem de tentar escapar novamente. Desta vez, não estão sozinhos, têm uma comunidade inteira a ajudá-los. Mas como poderão enganar as tropas de Hitler? De que forma conseguirão fugir? O padre de Nonantola tem um plano, um engenhoso plano, em que toda a aldeia terá de participar.

Esta tocante história, baseada em acontecimentos reais e narrada por uma criança, emociona-nos, dá-nos esperança e faz-nos acreditar num mundo onde todos, juntos, podemos construir algo melhor.

domingo, 12 de dezembro de 2021

CRÍTICA LITERÁRIA | Lady Almina e a verdadeira Downton Abbey, Condessa de Carnavon | Editorial Presença


 Texto: Isabel de Almeida | Jornalista | Crítica Literária

Foto: D.R.


Agora que se aproxima  quadra festiva e que surge mais tempo para o lazer, deixamos uma sugestão de leitura que, não sendo uma novidade, acreditamos será do agrado dos adeptos de romances históricos e de séries de época como Downton Abbey que em breve trará novo filme aos ecrans mundiais.

   Lady Almina e a verdadeira Downton Abbey [O legado Perdido do Castelo de Highclere] traça-nos o fascinante retrato de uma mulher notável, bastante dinâmica e empreendedora, que deixou, sem dúvida, uma marca relevante na História de Inglaterra, entre finais do Século XIX e início do Século XX.

   Sustentada em abundante pesquisa documental, Lady Fiona, a actual e 8ª Condessa de Carnarvon, dá-nos a conhecer Lady Almina - a 5ª Condessa de Carnarvon, pós haver contraído matrimónio com Lorde Carnarvon (que viria a herdar o título de 5º Conde de Carnarvon), em 26 de Junho de 1925.

   Filha ilegítima do financeiro Albert de Rothschild, o qual sempre a apoiou em termos afectivos e materiais, Almina, contra todas as expectativas (dado ser filha ilegítima), veio a tornar-se numa figura relevante da Alta Sociedade Britânica sua contemporânea. Assumidamente amante da moda e de festas faustosas, ficou também conhecida pela sua generosidade para com os que de si estavam próximos, e até perante a comunidade, sendo de inestimável valor a iniciativa por si assegurada de fazer instalar, equipar e manter Hospitais de Guerra, no decurso do aterrorizante flagelo que constituiu a  I Guerra Mundial.

   Naturalmente dotada para a organização, e sem olhar a gastos (atenta a sua privilegiada condição económica e social), Almina destacou-se por conferir todo um novo sentido aos cuidados de saúde, ao nível de serviços de enfermagem, numa época em que não existia um serviço público de saúde, e em que os soldados que conseguiam sobreviver à guerra careciam de cuidados de saúde excepcionais.

  Um conceito abrangente e holístico de cuidados de saúde, onde a higiene, a atenção permanente e o sentimento de "estar em casa" eram preponderantes, fez com muitas famílias ficassem gratas a Almina, pela forma como cuidava e fazia cuidar dos militares feridos (alguns deles, mortalmente).

   Ao longo da obra somos convidados a desvendar a vivência pública e privada da família Carnarvon, proprietária do Castelo de Highclere, numa história real que serviu de inspiração à série televisiva Downton Abbey, sendo de assinalar que o Castelo serve mesmo de cenário a algumas das filmagens.

   O livro é uma fascinante lição de história contemporânea, e de uma forma envolvente e num discurso deveras cuidado, mas objectivo e acessível, Lady Fiona leva-nos a viver de perto as alegrias e tragédias que acompanharam a vida de Lady Almina e da sua família (e também do seu país). Assiste-se ao final de uma velha era (era Vitoriana, a que se segiu a era Eduardiana), e ao nascimento de toda uma nova mentalidade.

   Muito interessante é o facto de a obra descrever os modos de vida e as minudências próprias de dois mundos sempre em paralelo, e que pese embora pareçam opostos, são antes complementares - o mundo do piso inferior ( os empregados de Highclere Castle, considerando-se tanto os empregados de serviço à casa, como todos os habitantes e trabalhadores na vasta extensão da propriedade circundante) e o mundo da nata da alta sociedade Britânica, na qual Almina se integrou na perfeição.

   Foi também interessante recordar o interesse manifestado por Lorde Carnavon, marido de Almina, pela Egiptologia, sendo um importante coleccionador de arte Egípcia, e tendo patrocinado escavações no Egípto, sendo parceiro de Howard Carter naquela que é, talvez, a mais simbólica descoberta arqueológica do Século XIX - o túmulo do Faraó Tutankamon. Projecto este que Lady Almina fez questão de continuar a apoiar, mesmo após o trágico desaparecimento do marido, em 1923. (Este episódio dá-nos uma panorâmica daquilo que podemos chamar de História dentro da História Universal).

   De leitura fácil, muito cativante, e enriquecedora em termos culturais e históricos, é uma obra que recomendamos sem quaisquer reservas, e a que iremos atribuir a classificação máxima na sua apreciação crítica que aqui deixamos.

Para os admiradores do British way of life! Um clássico para mergulhar nos clássicos e na história.



quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

DIVULGAÇÃO LITERÁRIA | "Conclave", de Robert Harris chegou para conquistar os fãs de thrillers religiosos | EDITORIAL PRESENÇA



Texto: Redacção Nova Gazeta

Fotos: Editorial Presença | Direitos Reservados


Conclave, de Robert Harris, é um thriller religioso que promete muita acção, intriga política e tensão psicológica, e chega este mês de Janeiro às livrarias nacionais com a chancela de qualidade da Editorial Presença.

Será uma das leituras escolhidas aqui na redacção e brevemente integrará a nossa rubrica de crítica literária.

Sinopse da Obra:

O Papa morreu.

Por detrás das portas trancadas da Capela Sistina, cento e dezoito cardeais vindos de todo o planeta preparam-se para votar na eleição mais secreta do mundo.

São homens santos. Mas têm ambições. E têm rivais. 

Ao fim das próximas setenta e duas horas, um deles tornar-se-á a figura espiritual mais poderosa da Terra.

Conclave é o novo thriller do mestre da intriga e acção, Robert Harris.

O que diz a imprensa internacional?



«O maior escritor britânico de thrillers.» | Daily Telegraph

«Um mestre da narrativa de acção e suspense.» | Observer

«O nosso expoente máximo do thriller literário.» | Sunday Times

«Um livro verdadeiramente apaixonante, com revelações súbitas e inesperadas nas páginas finais.» | The Times Books of the Year

«Há uma única expressão para descrever este romance de Robert Harris: impossível parar de ler.» | The Guardian

«Não é apenas um thriller de acção, é um thriller psicológico e político... Conclave é um novo triunfo na obra de Robert Harris.» | The Sunday Times


Sobre o Autor:



   Robert Harris é o autor britânico de diversos romances históricos, entre os quais a trilogia constituída por Imperium, Lustrum e Dictator, e O Oficial e o Espião, tendo esta obra sido distinguida com vários prémios literários, incluindo o Walter Scott Prize para ficção histórica. Alguns dos seus livros foram adaptados ao cinema, como The Ghost, realizado por Roman Polanski. As suas obras estão traduzida em trinta e sete línguas e venderam mais de 10 milhões de exemplares. Robert Harris é Fellow of the Royal Society Literature. Vive em West Berkshire com a mulher, Gill Hornby.

Saiba mais detalhes sobre a obra AQUI


Ficha Técnica do Livro:

Título: Conclave

Autor: Robert Harris


Tradutora: Ana Saldanha

1ª Edição: 04.01.2017

Nº de Páginas: 272

Colecção: Grandes Narrativas (nº 678)

Preço c/ IVA: 17,50€


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

CRÍTICA LITERÁRIA | " O Rapaz do Caixote de Madeira", de Leon Leyson, Marilyn J. Harran, Elisabeth B. Leyson | EDITORIAL PRESENÇA


Texto: Isabel de Almeida | Crítica Literária - Nova Gazeta


O Rapaz do Caixote de Madeira, de Leon Leyson com Marilyn J. Harran e Elizabeth B. Leyson é um relato autobiográfico bastante emotivo e esclarecedor sobre uma das fases mais negras e aterradoras da nossa história Contemporânea - o Holocausto promovido pela Alemanha Nazi que ceifou as vidas de milhares de Judeus, deixando em cada sobrevivente uma memória bem presente dos horrores vividos, dos limites que a crueldade humana consegue ultrapassar, mas também, e em especial nesta obra, da extrema capacidade de resiliência e de adaptação às novas realidades que os seres humanos conseguem demonstram perante situações extremas de violência, carências diversas e discriminação religiosa e cultural.

O narrador desta história real é também o seu protagonista. Leon era uma criança Judia igual a tantas outras, nasceu numa pequena aldeia rural no Nordeste da Polónia - Narewka - sendo o mais jovem de cinco irmãos ( Hershel, o mais velho, um rapaz forte e rebelde; Tsalig, dócil e sensível, visto por Leon como um herói a imitar; Pesza, humilde e responsável e a única rapariga entre a prole; David, pouco mais velho do que Leon e o seu habitual companheiro de aventuras e traquinices). Viveu um início de infância despreocupado, inserido numa sociedade  de cariz patriarcal, os pais casaram jovens ( a mãe - Chanah - com 16 anos e o pai - Moshe - com 18) e ao pai cabia o papel social de sustentar a família, ao passo que a mãe tinha por papel social cuidar do marido e dos filhos, dedicando a sua vida à família. A aldeia apenas recebeu energia eléctrica em 1935, e não estava dotada de estruturas hoje tão básicas para a sobrevivência como água canalizada e saneamento individualizado por cada casa, mas a existência era serena, havia um forte espírito de entre-ajuda e a comunidade judaica local, constituída por cerca de 1000 pessoas investia na sua formação religiosa e cultural, os jovens frequentavam o ensino público e também o heder (escola judaica), e os mais velhos eram muito respeitados e até mesmo venerados.

Moshe, o pai de Leon, era funcionário de uma fábrica de vidro e foi convidado pelo patrão a trabalhar em Cracóvia, o que foi considerado uma honra na aldeia. Durante uns anos visitava a família de seis em seis meses, e a sua vinda era um acontecimento que deixava toda a família muito animada. O filho rebelde, Hershel, acabou por acompanhar o pai  estabeleceu-se em Cracóvia, e logo que as poupanças permitiram, todo o agregado vai viver para Cracóvia, deixando para traz a aldeia natal.

O fantasma da Guerra começa a pairar, mas é com alguma nostalgia que Leon recorda a sua entrada em Cracóvia (em 1938), uma bela cidade histórica, que era também um importante centro cultural.  Já na cidade começa a sentir a discriminação durante a sua frequência da escola primária, em simultâneo, Hitler começa a por em prática o seu horrendo plano de perseguição aos Judeus, marginalizando-os e diabolizando este povo. Em 1939 a guerra é já inevitável e a cidade começa a preparar-se para este conflito, e a 1 de Setembro desse mesmo ano tem início a ocupação Alemã da Polónia. A partir daqui, o mundo conforme Leon sempre conhecera começa a ficar irreconhecível, há espancamentos de Judeus por soldados Alemães na Rua, e em breve é criado o Gueto de Cracóvia, para onde são deslocadas as famílias judias às quais, ainda assim, é reconhecida uma fraca e instável legitimidade para permanecer na Cidade, mas dentro dos muros do Gueto, como que num mundo à parte, onde começam a notar-se toda uma série de privações e de ataques à dignidade de qualquer ser humano: habitações sobrelotadas, carência de bens alimentares e de aquecimento, o que rapidamente leva à doença nos mais frágeis, mas que, em simultâneo, activa um sistema colectivo de solidariedade e entre-ajuda, pois os Judeus do Gueto contribuem para ajudar quem precisa com os recursos que cada um tem, nem que sejam os conhecimentos das respectivas profissões, e surgem mesmo escolas secretas, numa clara reacção silenciosa à opressão Nazi.

Entretanto, o pai de Leon conhece Óskar Schindler, um empresário Nazi que ficará célebre por salvar a vida de muitos judeus que, através das suas empresas, conseguiu manter sobre a sua protecção, e será este homem a ter mais adiante um papel de relevo na sobrevivência de Leon e de muitos membros da sua família.

As deportações dos Judeus considerados menos úteis são um prenúncio de que algo vai piorar ainda mais, e após o fim do Gueto de Cracóvia Leon e a família seguem para o Campo de Plaszów, esta mudança de cenário simboliza o que de mais cruel e desumano ainda espera muitos Judeus, e este perigo foi percepcionado pelo então jovem Leon que se refere assim à entrada em Plaszów: " (...) transpor aqueles portões era como chegar ao mais profundo círculo do Inferno." p. 93

Sujeito a trabalhos forçados, a violência gratuita a castigos sem sentido, muitas vezes o desespero extremo e o sentido de união familiar levaram Leon a arriscar a sua própria vida apenas para garantir que se mantinha próximo dos pais e dos irmãos, o que bem demonstra o sentido de união e de sociedade patriarcal na qual foi educado desde tenra idade. 

Tem tanto de assustador como de admirável o relato que Leon nos faz de tudo o que viveu no Campo de Trabalho de Plaszów, e fica evidenciada a extrema inteligência e a coragem de um homem como Óskar Schindler, que com a sua astúcia, conseguiu manter muitas vidas judias sendo um empresário Nazi que se movimentava bem dentro do sistema instalado pelo domínio político, militar e ideológico sob os comandos de Adolfo Hitler, um líder político para quem a loucura não conhecia limites.

Foi a mão protectora de Schindler sobre os seus empregados e as suas famílias que marcou a diferença entre a vida e a morte para Leon e alguns dos seus familiares, e ao usar um caixote de madeira para conseguir trabalhar numa máquina na fábrica de Schindler o jovem Leon chamou a atenção do empresário, que evidenciou admiração perante a astúcia da criança: " (...) eu tinha de me empoleirar num caixote de madeira para poder alcançar os controlos da máquina que estava encarregado de operar." Este simples facto que dá o título ao livro faz-nos também pensar na extraordinária capacidade de adaptação dos seres humanos ao sofrimento e à força que, muitas vezes, encontramos vinda nem se sabe bem de onde, mas que nos permite ir em frente e querer sobreviver a todo o custo, mesmo quando as probabilidades de sobrevivência são cada vez mais reduzidas.

Sobre a atitude dos Nazis, Leon reflecte sobre a mesma referindo: " Que a nossa miséria, o nosso confinamento e a nossa dor fossem irrelevantes para as suas vidas era simplesmente incompreensível." 

Estamos perante um livro dirigido ao público jovem, é uma leitura que recomendamos e que sugerimos até possa ser debatida em família. É um livro duro, muitas vezes chocante, e tantas outras enternecedor pela empatia que o corajoso Leon nos suscita sem esforço. Este livro abala-nos por dentro, faz-nos chorar, ter raiva, respirar de alívio, e pensar muito seriamente acerca de até onde podem ir os limites da maldade humana em nome de uma ideologia política, de uma fantasia desvairada e homicida de um psicopata que conseguiu arrastar multidões de seguidores, e faz soar campainhas de alerta num mundo cada vez mais desumanizado e carente de valores, e onde muitos líderes, em nome da religião, da mentalidade ou mesmo da ideologia podem estar, neste exacto momento, a arrastar a humanidade para algo que pode fazer repetir partes da história universal num dos seus piores e mais aterradores momentos.

É uma leitura incontornável, e que com toda a justeza faz parte do actual Plano Nacional de Leitura, estando recomendada para todos os alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico.

Ficha Técnica.


Autores: Leon Leyson, Marilyn J. Harran, Elisabeth B. Leyson


1ª Edição: Janeiro de 2014 | Livro na 6ª Edição

Nº de Páginas: 188

Género: Biografia

Classificação Atribuída: 5/5 Estrelas