sábado, 2 de novembro de 2019

NOVA CIVILIZAÇÃO, de Mafalda Pascoal
















Forçosamente, novos seres chegam, chegaram e vão continuar a chegar...novas consciências terão que habitar este planeta. O nosso planeta contorce-se e isso vê-se nos cataclismos que têm ocorrido, nós cada vez mais embrutecidos pela sede do poder, do dinheiro, querendo controlar tudo e todos. As consequências da nossa aprendizagem não aprendida e não apreendida, é a destruição do nosso belo planeta em tons turquesa (quem me lê, sabe que adoro estas últimas seis palavras), portanto é urgentíssimo a Nova Civilização actuar para salvar o que ainda resta dele.

Mas esta Nova Civilização também nós podemos começar a construir, pois nada mais somos do que a essência proposta para a preservação deste planeta. É certo que uma percentagem mínima despertou e desperta para esta realidade. É é para essas “luzinhas” que eu apelo:

Despertem quem vos rodeia, ensinem que os bens materiais ficam cá todos, mostrem que o ensinamento espiritual, o conhecimento do Eu é que prevalece sempre, façam uma introspecção da vossa vida até aqui, “espremam” tudo bem “espremido” e vejam com o que é que fica? Perguntem o que são, quem são, de onde vêm, o que fazem aqui, para onde vão? Valeu a pena? Sentem-se realizados? Ajudaram alguém na senda do caminho? Ajudaram a tirar ou a pôr “espinhos” da vida ou na vida de cada um? Têm medo da solidão? Quem tem algo para dar e dá, jamais tem medo da solidão, porque nunca estará sozinho!

A Nova Civilização está chegando, mas nós como Almas Antigas, temos que lhes dar o exemplo, porque “não existem maus filhos, existem sim maus pais”, é através dos exemplos que melhor se aprende, então a nossa tarefa também é árdua, pois temos que rever como actuamos, emendar (todos os dias se necessário) os erros que cometemos, quer por negligência, distracção, egoísmo, hábito, etc. etc., e desta forma eu vos garanto que começaremos a ajudar a construir esta Nova Civilização tão necessária, tão esperada, para que se tenha acesso a ensinamentos palpáveis, visíveis, audíveis e sensitivos existentes em “câmaras ou “Cápsulas do Tempo” ocultas sob as areias do Egipto, sob uma pirâmide na América do Sul, numa das centenas cavernas do Tibete e num certo lugar na Sibéria. Cada lugar foi marcado pelo símbolo da época: a Esfínge.” Contendo máquinas demasiado avançadas para a nossa compreensão, deixadas por uma Civilização que existia antes do Dilúvio, também ela de uma inteligência superior à nossa, mas claro, não perfeita também, caso contrário não teriam quase destruído o planeta dando origem ao Dilúvio. Aliás o nosso planeta é designado por planeta-escola, logo todos os seres aqui existentes não são perfeitos (perfeito só o Universo), somos sim seres em aprendizagem constante, e quanto mais aprendemos menos frustrados nos sentimos, e mais vemos que nada somos perante a imensidão do caminho a percorrer.

Esta Nova Civilização tem que ser capaz de agir altruistamente, a todos os níveis sem excepção, tem que saber viver sem o sentido de posse, têm que todos trabalhar para o mesmo fito, têm que conhecer-se profundamente, e de cada poro, exalar Amor fraternal, compaixão, harmonia, solidariedade...

Só neste estado de evolução, se terá acesso a toda a inteligência superior existente nessas “Cápsulas do Tempo” vindas de um tempo tão remoto, tão evoluído, e onde se pode receber mensagens como esta: “ao povo do Futuro, se houver algum! Esta humanidade está a ponto de se destruir e dentro destes cofres estão guardados os registos das nossas realizações e loucuras, para servirem de benefício àqueles de uma raça futura, que tenham inteligência de descobri-los e tendo-os descoberto, consigam compreendê-los.”

Seres bastante evoluídos e na recta final da sua evolução, aqui neste planeta, estiveram numa destas “Cápsulas do Tempo”, e como seres evoluídos que eram e são, entenderam, que não era a altura certa para expor à nossa civilização o que existe nessas cápsulas e deixando tudo como encontraram e seguindo as instruções necessárias, fecharam novamente a entrada como lhes fora indicado. “A caverna voltou a dormir em paz, até que os homens da boa vontade e alta inteligência regressem.”                

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